Meus 3 Enteados Capítulo 1

Da série Madrastra
Um conto erótico de Fernanda Escritora
Categoria: Heterossexual
Contém 1689 palavras
Data: 14/04/2026 18:26:44

Bom meus queridos sou nova aqui

Meus amigos dizem que escrevo muito bem por isso me arrisquei a colocar primeiro um de uma conhecida

Caso tenham interesse me mandem um e-mail: fernandaescritora1992@gmail.com

Segue o conto:

Meu nome é Fernanda. Tenho 32 anos e, até pouco tempo atrás, achava que minha vida era exatamente como eu sempre havia sonhado.

Conheci Ricardo há pouco mais de dois anos, numa festa de fim de ano da empresa onde eu trabalhava como assistente administrativa. Ele era o diretor financeiro: alto, cabelos grisalhos bem cuidados, voz grave e um jeito calmo e seguro que me atraiu imediatamente. Tinha 53 anos na época, viúvo há quatro anos, e carregava no olhar aquela mistura de autoridade e cansaço que muitos homens bem-sucedidos têm depois de certa idade.

No começo eu resisti. Ele era 23 anos mais velho que eu. Meus amigos diziam que era loucura, que eu estava trocando minha juventude por segurança financeira. Mas Ricardo era gentil, atencioso, e me tratava como uma rainha. Depois de seis meses namorando, ele me pediu em casamento numa viagem para o litoral. Aceitei.

O casamento foi bonito, discreto, só família e poucos amigos próximos. Foi lá que eu conheci pela primeira vez os meus três enteados.

Carlos, o mais velho, tinha 24 anos. Alto como o pai, corpo de quem malha religiosamente, cabelo castanho escuro e um sorriso preguiçoso que parecia sempre esconder algum pensamento safado. Ele me cumprimentou com um abraço um pouco mais demorado que o necessário, e quando se afastou, seus olhos desceram pelo meu vestido justo de noiva por um segundo a mais do que deveria.

Rodrigo, de 23 anos, era o do meio. Mais magro, quase da minha altura, com olhos verdes que pareciam analisar tudo. Ele foi educado, me deu dois beijos no rosto e disse apenas “Bem-vinda à família, Fernanda”. Mas senti seu olhar me acompanhando durante toda a festa.

Eduardo, o caçula com 21 anos, era o mais tímido dos três. Cabelo um pouco mais claro, corpo ainda em formação de homem, rosto bonito com uma barba rala que ele tentava deixar crescer. Ele mal conseguia me olhar nos olhos quando me cumprimentou. Corou levemente e murmurou um “Parabéns” quase inaudível.

Naquela noite, enquanto dançava com Ricardo, eu observava os três rapazes sentados à mesa, conversando entre si. Eles eram bonitos. Muito bonitos. E eu era agora, oficialmente, a madrasta deles.

A lua de mel foi perfeita. Ricardo era um amante carinhoso, experiente, mas sem a fome desesperada que eu ainda tinha aos 32 anos. Ele me fazia gozar, sim, mas sempre com calma, com paciência. Eu saía satisfeita… mas não saciada.

Quando voltamos para a casa grande nos arredores de São Paulo, tudo mudou de ritmo. Ricardo viajava muito a trabalho. Às vezes passava a semana inteira fora. E eu ficava sozinha naquela casa enorme com os três rapazes que, tecnicamente, eram meus enteados.

No começo era só convivência normal. Eu preparava o café da manhã quando acordava cedo, eles me agradeciam, às vezes ajudavam na cozinha. Carlos era o mais brincalhão, sempre fazendo piadas com duplo sentido que me faziam rir e, ao mesmo tempo, sentir um calor estranho na barriga. Rodrigo observava tudo em silêncio, com aquele olhar analítico que parecia me dissecar. Eduardo, o mais novo, era o que mais me ajudava em casa, quase como se quisesse compensar a ausência do pai.

Eu me pegava olhando para eles mais do que deveria. Para os braços fortes de Carlos quando ele levantava pesos na academia improvisada na garagem. Para as costas largas de Rodrigo quando ele saía da piscina apenas de sunga. Para o jeito tímido de Eduardo quando ele passava por mim no corredor e murmurava “boa noite, Fernanda”.

Eu me sentia culpada.

Eu era casada com o pai deles.

Eles eram praticamente meus filhos por lei.

Mas toda vez que Ricardo viajava e eu ficava sozinha com os três… o ar da casa parecia ficar mais pesado. Mais quente.

E eu começava a imaginar coisas que uma madrasta nunca deveria imaginar.

A casa nos arredores de São Paulo era enorme. Tinha dois andares, piscina nos fundos, uma academia improvisada na garagem e um quintal grande o suficiente para que a gente se perdesse um pouco de vista.

Nas primeiras semanas depois da lua de mel, tudo parecia normal. Ricardo ainda estava em casa com mais frequência, ajustando a agenda para passar tempo comigo. Os meninos — eu ainda os chamava assim na minha cabeça, mesmo sendo todos adultos — se comportavam com educação. Carlos me provocava com piadas leves, Rodrigo era educado e distante, e Eduardo me ajudava com as compras ou com o jardim quando eu pedia.

Mas então veio a primeira viagem longa de Ricardo.

Ele me avisou na sexta-feira à noite, enquanto arrumava a mala no quarto principal.

— São só dez dias, amor. Uma reunião importante em Dubai e depois passo por Frankfurt. Você vai ficar bem?

Eu sorri, tentando esconder o desconforto que já sentia.

— Claro. A casa é grande, mas eu me viro.

Ele me deu um beijo longo, carinhoso, e saiu cedo no sábado. Quando o carro desapareceu pelo portão, o silêncio da casa pareceu mais denso.

Eu desci para a cozinha para preparar um café. Carlos foi o primeiro a aparecer, vestindo apenas uma bermuda de moletom cinza, o peito nu e brilhando levemente de suor — ele tinha acabado de malhar.

— Bom dia, madrasta — disse ele com aquele sorriso preguiçoso, abrindo a geladeira e pegando uma garrafa de água. — Pai já viajou?

— Já. Dez dias.

Carlos tomou um gole longo, o pomo de adão subindo e descendo, e depois me olhou de cima a baixo. Eu estava de short jeans e regata fina, nada provocante, mas senti o olhar dele como se estivesse tocando minha pele.

— Então vamos ter que cuidar bem de você, né? — Ele piscou. — Se precisar de alguma coisa… qualquer coisa… é só chamar.

Ele saiu da cozinha sem esperar resposta, mas deixou um rastro de perfume masculino misturado com suor que ficou no ar por vários minutos.

Rodrigo apareceu logo depois. Estava de calça de moletom preta e camiseta justa, o cabelo ainda úmido do banho. Ele pegou uma xícara, serviu-se de café e se encostou na bancada, me observando enquanto eu cortava frutas.

— Tudo bem com a ausência dele? — perguntou, voz baixa e calma.

— Sim, tudo bem. É trabalho.

Ele assentiu devagar, os olhos verdes fixos nos meus por um segundo a mais.

— Se sentir sozinha ou precisar de companhia, pode chamar qualquer um de nós. Não somos mais crianças.

Havia algo na forma como ele disse “qualquer um de nós” que me fez corar levemente. Eu disfarcei mexendo na tábua de corte.

Eduardo foi o último a descer, já perto das dez horas. Vestia uma camiseta velha e bermuda, o cabelo bagunçado de quem acabou de acordar. Ele me deu um sorriso tímido e começou a ajudar sem eu pedir: pegou o pão, ligou a torradeira, arrumou a mesa.

— Obrigada, Edu — eu disse, usando o apelido que ouvi Ricardo usar.

Ele corou um pouco.

— De nada… Fernanda.

O dia passou tranquilo. Eu organizei algumas coisas da casa, respondi e-mails do trabalho e, à tarde, resolvi tomar sol na beira da piscina. Coloquei um biquíni preto simples, daqueles que não chamam muita atenção, e me deitei na espreguiçadeira com um livro.

Não demorou muito para Carlos aparecer. Ele saiu da casa já de sunga, corpo definido brilhando ao sol. Jogou a toalha na cadeira ao lado da minha e mergulhou na piscina com um salto perfeito. Quando emergiu, sacudiu o cabelo e sorriu para mim.

— Tá gostoso o sol hoje, hein?

— Tá sim — respondi, tentando manter a voz normal.

Ele nadou até a borda, apoiou os braços e ficou me olhando.

— Sabe, Fernanda… você é bem diferente da nossa mãe. Mais nova, mais… viva. O pai teve sorte.

Eu não soube o que responder. Apenas sorri e voltei os olhos para o livro, mas as letras dançavam. Sentia o olhar dele em mim, percorrendo minhas pernas, minha barriga, o decote do biquíni.

Rodrigo apareceu pouco depois, também de sunga. Sentou-se na espreguiçadeira do outro lado, sem dizer nada no começo. Só observava. De vez em quando eu levantava os olhos e encontrava os dele fixos em mim, sem pressa, sem vergonha.

Eduardo foi o mais discreto. Ele veio com um copo de suco para mim, colocou na mesinha ao lado e murmurou:

— Trouxe pra você não desidratar.

— Obrigada, querido.

Ele ficou um segundo parado, como se quisesse dizer mais alguma coisa, mas acabou voltando para dentro de casa.

Quando o sol começou a baixar, eu me levantei para entrar. Ao passar por Carlos, que estava secando o corpo com a toalha, ele “sem querer” roçou o braço no meu quando se virou. Um toque rápido, quente, que durou meio segundo a mais do que precisava.

— Ops, desculpa — disse ele, sorrindo.

Eu apenas assenti e entrei.

À noite, depois do jantar que preparamos juntos (eles insistiram em ajudar), nós quatro ficamos na sala assistindo a um filme. Eu sentei no sofá grande, e os três se espalharam: Carlos ao meu lado esquerdo, Rodrigo no outro extremo, Eduardo numa poltrona.

No meio do filme, Carlos esticou o braço no encosto do sofá, atrás de mim. Não me tocou, mas estava perto o suficiente para eu sentir o calor do seu corpo. Rodrigo, de vez em quando, olhava para mim em vez de olhar para a tela.

Eu me sentia estranha. Culpada. Excitada.

Quando o filme acabou, dei boa-noite e subi para o quarto. Tomei um banho longo, tentando lavar aqueles pensamentos. Mas deitada na cama king size, sozinha, eu não conseguia parar de imaginar os três lá embaixo.

Carlos com aquele sorriso safado.

Rodrigo com aquele olhar que parecia ler minha alma.

Eduardo com aquela timidez que me dava vontade de protegê-lo… e ao mesmo tempo de corrompê-lo.

Eu rolei na cama, apertando as coxas uma contra a outra.

“Eles são seus enteados, Fernanda. Para com isso.”

Mas o calor entre as minhas pernas não obedecia.

E ainda faltavam nove dias para Ricardo voltar.

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