Meus 3 Enteados Capítulo 2

Da série Madrastra
Um conto erótico de Fernanda Escritora
Categoria: Heterossexual
Contém 2102 palavras
Data: 14/04/2026 18:30:32

Quem não leu ainda meu primeiro conto sugiro que leia

Como sempre caso tenham interesse em mais contos ou de criar o seu podem me chamar: fernandaescritora1992@gmail.com

Segue o próximo capítulo:

Os dias seguintes à viagem de Ricardo foram estranhamente quentes. O ar-condicionado da casa parecia não dar conta do calor que eu sentia por dentro. Ricardo ligava todas as noites, contava sobre as reuniões, perguntava se eu estava bem. Eu respondia com voz doce, dizendo que sim, que os meninos estavam me ajudando bastante.

Mas a verdade era outra.

Na quarta noite, depois de um dia abafado em São Paulo, eu decidi abrir uma garrafa de vinho tinto que Ricardo havia deixado na adega. Era um Malbec argentino bom, daqueles que ele guardava para ocasiões especiais. Eu me servi uma taça generosa e me sentei no sofá da sala, só de camisola fina de algodão, sem sutiã, as pernas cruzadas.

Não pretendia beber sozinha. Mas Carlos apareceu na escada, descendo com uma bermuda solta e sem camisa, o peito ainda marcado pelo treino do dia.

— Uau… cheiro bom de vinho — disse ele, sorrindo daquele jeito preguiçoso. — Posso acompanhar você, madrasta?

Eu hesitei por meio segundo.

— Pode… mas só uma taça, hein? Seu pai não ia gostar de ver vocês bebendo sem ele.

Carlos riu baixo, pegou uma taça na cozinha e se sentou bem ao meu lado no sofá. Perto demais. O calor do corpo dele irradiava para o meu.

Servi para ele. Brindamos. O vinho descia quente, relaxando meus ombros, soltando minha língua.

Conversamos sobre coisas bobas no começo: o calor de São Paulo, o trânsito, os filmes que ele gostava. Mas depois de meia garrafa, o assunto mudou.

— Sabe, Fernanda… — ele disse, girando o vinho na taça e olhando para mim por cima dela — você é linda pra caralho. Desculpa a palavra, mas é verdade. O pai teve muita sorte.

Eu corei, sentindo o vinho subir para minhas bochechas.

— Carlos… não fala isso.

— Por quê? É verdade. Você tem 32 anos, um corpo incrível, e fica aqui sozinha enquanto ele viaja o mundo. Não é justo.

Ele se aproximou um pouco mais no sofá. Seu joelho roçou na minha coxa nua. Não tirei.

— Eu tô bem — murmurei, mas minha voz saiu mais fraca do que eu queria.

Carlos tomou outro gole e inclinou a cabeça, olhando direto nos meus olhos.

— Tá mesmo? Porque eu vejo o jeito como você olha pra gente quando acha que não estamos vendo. Especialmente pra mim.

Meu coração acelerou. Tentei rir, disfarçar.

— Você tá bêbado.

— Um pouco. Mas não tô mentindo. — Ele baixou a voz, quase um sussurro rouco. — Eu também olho pra você. Toda vez que você passa de shortinho, ou de biquíni na piscina… fico duro só de imaginar.

Eu engoli em seco. O vinho tinha deixado meu corpo mole, quente, sensível. Senti meus mamilos endurecendo contra o tecido fino da camisola.

— Carlos, para… Isso é errado.

Ele sorriu devagar, sem tirar os olhos dos meus.

— Errado seria eu te tocar sem você querer. Mas se você quiser… ninguém precisa saber.

O silêncio ficou pesado. Eu sentia a pulsação entre minhas pernas, um latejar insistente que o vinho só piorava.

Carlos colocou a taça na mesinha de centro e se recostou, abrindo ligeiramente as pernas. A bermuda fina não escondia o volume que já começava a crescer ali.

— Só uma vez, Fernanda. Só pra aliviar essa tensão toda. Eu não vou contar pra ninguém. Nem pro Rodrigo, nem pro Edu, nem pro meu pai.

Ele pegou minha mão com delicadeza e colocou sobre sua coxa, bem perto da virilha. Minha palma sentiu o calor da pele dele.

Eu sabia que deveria levantar e subir para o quarto.

Mas não levantei.

Em vez disso, tomei mais um gole de vinho, direto da taça dele, e deixei minha mão deslizar um pouco mais para cima.

Carlos soltou um suspiro baixo quando meus dedos roçaram o contorno do pau dele por cima da bermuda. Ele já estava bem duro.

— Porra… — murmurou. — Você não faz ideia do quanto eu quero isso.

Minha cabeça girava. Culpa, desejo, vinho… tudo misturado.

Eu me inclinei devagar, como se estivesse em transe. Puxei o elástico da bermuda dele para baixo. O pau de Carlos saltou para fora: grosso, veias marcadas, a cabeça rosada e brilhando de pré-gozo. Maior do que o do pai dele.

Eu segurei com a mão, sentindo o peso, o calor latejante. Carlos gemeu baixinho.

— Isso… assim…

Eu me aproximei mais, o cheiro masculino dele invadindo minhas narinas. Dei uma lambida lenta na cabeça, provando o gosto salgado. Depois outra. E outra.

Carlos colocou a mão no meu cabelo, sem forçar, só acariciando.

— Caralho, Fernanda… sua boca é quente pra caralho.

Eu abri os lábios e desci devagar, engolindo ele centímetro por centímetro. Era grosso, enchia minha boca. Comecei a chupar com movimentos lentos, subindo e descendo, a língua girando na cabeça a cada vez que subia.

Carlos respirava pesado, os quadris se mexendo de leve, acompanhando meu ritmo.

— Isso… chupa gostoso… assim…

Eu acelerava um pouco, depois diminuía, brincando com ele. Uma mão segurava a base, a outra massageava suas bolas pesadas. O vinho tinha tirado minha vergonha; eu chupava com vontade, fazendo barulhinhos molhados que enchiam a sala silenciosa.

Ele não durou muito. Depois de uns minutos, sua mão apertou meu cabelo com mais força.

— Fernanda… eu vou gozar…

Eu não tirei a boca. Continuei chupando, mais rápido, olhando para cima e encontrando os olhos dele.

Carlos gemeu rouco, o corpo tensionando, e gozou forte dentro da minha boca. Jatos quentes, grossos, que eu engoli quase tudo, um pouco escorrendo pelo canto dos lábios.

Quando ele terminou, eu lambi devagar, limpando ele, e me afastei, limpando a boca com o dorso da mão.

Carlos ficou ali, ofegante, olhando para mim com um misto de surpresa e desejo.

— Porra… você é incrível.

Eu me levantei, as pernas tremendo, a camisola molhada entre as pernas de tão excitada que eu estava. A culpa já começava a bater, mas o desejo ainda era maior.

— Isso não pode se repetir — murmurei, voz rouca.

Carlos sorriu, ainda recuperando o fôlego.

— Como você quiser… madrasta.

Subi as escadas sem olhar para trás, o gosto dele ainda na minha boca.

Deitada na cama, sozinha, eu toquei meu clitóris inchado e gozei em menos de um minuto, pensando na boca dele, nas mãos dele, e no que eu tinha acabado de fazer com meu enteado.

E ainda faltavam seis dias para Ricardo voltar. Acordei no dia seguinte com a cabeça latejando levemente — resquício do vinho — e uma culpa pesada no peito. O gosto de Carlos ainda parecia estar na minha boca. Eu me olhei no espelho do banheiro: olhos inchados, cabelo bagunçado, lábios ainda sensíveis. “O que você fez, Fernanda?”, pensei, sentindo o rosto queimar.

Desci para a cozinha tentando agir normalmente. Carlos já estava lá, preparando café como se nada tivesse acontecido. Ele usava a mesma bermuda de moletom da noite anterior. Quando me viu, abriu aquele sorriso preguiçoso e disse baixo:

— Bom dia, madrasta. Dormiu bem?

Eu evitei olhar diretamente para ele.

— Dormi. E você?

— Como um bebê. — Ele se aproximou por trás enquanto eu pegava uma xícara, o corpo quase encostando no meu. Sussurrou perto do meu ouvido: — Sonhei com sua boca a noite toda.

Meu corpo reagiu imediatamente: um calor subiu pela barriga e desceu entre as pernas. Eu me afastei rápido.

— Carlos, para. Aquilo foi um erro. Não pode acontecer de novo.

Ele riu baixinho, sem insistir, mas seus olhos diziam que não acreditava em mim.

O resto do dia foi uma tortura lenta. Rodrigo e Eduardo estavam em casa, então mantivemos distância. Mas cada vez que Carlos passava por mim no corredor, roçava o braço na minha cintura “sem querer”. Cada vez que eu ia à piscina, ele aparecia de sunga, o volume marcado, e me olhava enquanto nadava. À noite, durante o jantar, ele sentava ao meu lado e, debaixo da mesa, sua perna encostava na minha e ficava ali, quente, pressionando levemente.

Eu estava molhada o dia inteiro.

Na segunda noite, Ricardo ligou. Eu atendi no quarto, voz doce, contando que tudo estava bem. Enquanto falava com meu marido, Carlos mandou uma mensagem:

“Não consigo parar de pensar na sua boca me chupando. Quero te retribuir.”

Eu desliguei o telefone com as mãos tremendo.

Na terceira noite, a casa estava silenciosa. Rodrigo tinha saído com amigos e Eduardo foi dormir cedo. Eu estava na sala assistindo TV quando Carlos desceu. Sentou-se bem perto de mim no sofá.

— Não aguento mais só olhar — murmurou. — Deixa eu te tocar hoje. Só tocar. Prometo que não vou te foder.

Eu deveria ter dito não. Mas o desejo já tinha vencido a culpa há dias. Assenti, quase sem voz.

Ele me puxou para o colo dele devagar. Senti o pau dele já duro contra minha bunda por cima da camisola. Suas mãos grandes subiram pelas minhas coxas, levantando o tecido fino até expor minha calcinha. Ele acariciou por cima do tecido, sentindo o quanto eu estava molhada.

— Caralho, Fernanda… você tá encharcada por minha causa.

Eu gemi baixinho quando ele puxou a calcinha para o lado e deslizou dois dedos entre meus lábios. Ele me masturbou devagar, circulando meu clitóris, entrando e saindo com calma. Eu me contorcia no colo dele, mordendo o lábio para não fazer barulho.

Quando gozei, foi forte, tremendo contra o peito dele, escondendo o rosto no seu pescoço.

Carlos me abraçou depois, beijando meu ombro.

— Boa garota — sussurrou. — Amanhã eu quero te provar com a boca.

No quarto dia, ele cumpriu a promessa.

Era de tarde. Rodrigo e Eduardo tinham saído para resolver umas coisas na faculdade. Carlos me encontrou na lavanderia, dobrando roupas. Sem dizer nada, me virou de frente para a máquina de lavar, levantou minha saia e ajoelhou atrás de mim. Puxou minha calcinha para baixo e enterrou o rosto entre minhas pernas.

Sua língua era quente, habilidosa. Ele me lambeu devagar no começo, depois com mais fome, sugando meu clitóris, enfiando a língua dentro de mim. Eu me apoiei na máquina, gemendo baixinho, empinando a bunda contra o rosto dele. Gozei duas vezes seguidas, as pernas fracas.

Quando ele se levantou, o queixo brilhando com meus fluidos, me beijou pela primeira vez. Um beijo profundo, molhado, com gosto de mim.

— Quero você inteira — disse ele contra minha boca. — Quero te foder de verdade.

Eu estava ofegante, excitada demais para pensar direito.

— Ainda não… — murmurei. — Por favor, ainda não.

Ele respeitou. Naquela noite, me fez chupar ele de novo na sala, mas dessa vez eu engoli tudo enquanto ele me dedava ao mesmo tempo.

No quinto dia, a tensão estava insuportável.

Carlos me pegou de manhã no quarto de hóspedes, onde eu tinha ido arrumar a cama. Me prensou contra a parede, beijando meu pescoço, esfregando o pau duro contra minha barriga por cima da roupa.

— Eu tô louco pra sentir você por dentro — rosnou no meu ouvido. — Quero te abrir devagar, te encher toda. Deixa eu te foder hoje à noite, Fernanda. Só eu e você. Sem pressa.

Eu tremia nos braços dele. A culpa ainda estava lá, mas o desejo era muito maior. Meu corpo já não obedecia mais à razão.

— Tá bom… — sussurrei finalmente, a voz falhando. — Hoje à noite. Depois que todo mundo dormir. No meu quarto.

Carlos sorriu contra meu pescoço, mordiscando de leve.

— Você não vai se arrepender.

O dia passou arrastado. Eu mal conseguia olhar para Rodrigo e Eduardo sem sentir o rosto queimar. À noite, jantamos os quatro juntos. Carlos agiu normalmente, mas debaixo da mesa sua mão subia pela minha coxa de vez em quando, me lembrando do que viria.

Quando todos foram dormir, eu tomei um banho longo, passei creme no corpo, vesti uma camisola preta curta e sensual que nunca tinha usado com Ricardo. Deitei na cama king size do quarto principal e esperei, o coração batendo forte.

Pouco depois da meia-noite, a porta se abriu devagar.

Carlos entrou, só de cueca, o corpo definido iluminado pela luz fraca que vinha do corredor. Fechou a porta atrás de si e olhou para mim com fome pura.

— Finalmente — murmurou, aproximando-se da cama.

Ele tirou a cueca. O pau estava duro, apontando para cima, latejando. Subiu na cama, se posicionou entre minhas pernas e me beijou profundamente enquanto esfregava a cabeça grossa contra minha entrada molhada.

— Vou te foder agora, madrasta — sussurrou contra meus lábios. — Devagar no começo… depois como você merece.

Eu abri as pernas para ele, o corpo tremendo de expectativa e medo.

Era o ponto sem volta.

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