Meus 3 Enteados Capítulo 3

Da série Madrastra
Um conto erótico de Fernanda Escritora
Categoria: Heterossexual
Contém 890 palavras
Data: 14/04/2026 18:33:21

Esse é o terceiro conto que escrevo

Quem ainda não leu os outros dois sugiro que façam isso.

Caso tenham interesse em ver outros contos ou de personalizar o seu me chamem: fernandaescritora1992@gmail.com

A porta do quarto se fechou com um clique suave. O coração batia tão forte no meu peito que eu tinha certeza de que Carlos conseguia ouvir. Ele estava parado ao pé da cama, só de cueca boxer preta, o volume evidente marcando o tecido. Seus olhos percorriam meu corpo de cima a baixo — a camisola preta curta, as alças finas caindo um pouco dos ombros, as pernas levemente abertas sobre o lençol branco.

— Você tá ainda mais linda do que eu imaginava — murmurou ele, a voz rouca.

Subiu na cama devagar, como um predador que não quer assustar a presa. Ajoelhou-se entre minhas pernas e se inclinou sobre mim, apoiando o peso nos antebraços. O beijo veio profundo, faminto. Sua língua invadiu minha boca enquanto uma mão deslizava pela minha coxa, subindo por baixo da camisola até encontrar minha calcinha já molhada.

Ele gemeu contra meus lábios quando sentiu o quanto eu estava excitada.

— Porra, Fernanda… você tá pingando pra mim.

Carlos puxou a camisola para cima e eu levantei os braços, deixando que ele a tirasse completamente. Fiquei só de calcinha preta rendada. Seus olhos escureceram ao ver meus seios — cheios, mamilos duros de desejo. Ele abaixou a cabeça e tomou um na boca, sugando devagar, a língua girando ao redor do bico enquanto a mão massageava o outro.

Eu arqueei as costas, gemendo baixo. Minhas mãos foram para o cabelo dele, puxando de leve.

Ele desceu beijando minha barriga, mordiscando a pele, até chegar à borda da calcinha. Com os dentes, puxou o tecido para baixo. Eu levantei o quadril para ajudar. Quando a calcinha saiu, ele abriu minhas pernas com as mãos grandes e ficou olhando para minha boceta exposta, inchada e brilhando.

— Tão linda… tão molhada…

Ele deu uma lambida longa, da entrada até o clitóris, saboreando. Depois outra, e outra. Sua língua trabalhava com calma, explorando cada dobra, sugando o clitóris inchado. Eu me contorcia na cama, tentando não gemer alto demais. Quando ele enfiou dois dedos grossos dentro de mim e começou a mover em ritmo constante enquanto chupava, eu gozei pela primeira vez — um orgasmo forte, trêmulo, que me deixou ofegante.

Carlos subiu novamente, beijando meu pescoço, meu queixo, minha boca. Senti o pau dele, duro como pedra, roçando contra minha coxa.

— Quero te sentir agora — sussurrou ele. — Quero te foder de verdade.

Eu assenti, a voz falhando:

— Vai… mas devagar no começo.

Ele tirou a cueca. O pau saltou livre — grosso, veias marcadas, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Era maior e mais grosso do que o do pai dele. Carlos pegou uma camisinha na carteira que tinha deixado na mesinha (ele havia planejado isso) e colocou rapidamente.

Posicionou-se entre minhas pernas, esfregando a cabeça grossa contra minha entrada molhada, para cima e para baixo, provocando.

— Olha pra mim — pediu ele.

Nossos olhos se encontraram. Devagar, ele começou a entrar.

A pressão era intensa. Centímetro por centímetro, ele me abria. Eu senti cada veia, cada pulsação. Quando estava todo dentro, bem fundo, nós dois gememos ao mesmo tempo. Ele ficou parado por alguns segundos, deixando meu corpo se acostumar com o tamanho.

— Caralho… você é tão apertada… tão quente…

Começou a se mover. Devagar no início — longas estocadas lentas, saindo quase todo e voltando até o fundo. Cada vez que ele entrava completamente, eu sentia um prazer profundo, quase doloroso de tão bom. Minhas unhas cravavam nas costas dele.

Gradualmente, o ritmo aumentou. Carlos segurava meus quadris, metendo com mais força, o som molhado dos nossos corpos ecoando no quarto silencioso. Eu envolvia as pernas ao redor da cintura dele, puxando-o mais fundo.

— Mais forte… — pedi, a voz rouca de tesão.

Ele obedeceu. As estocadas ficaram mais rápidas, mais profundas. A cama rangia levemente. Ele abaixou a cabeça e chupou meu mamilo enquanto metia, uma mão descendo para esfregar meu clitóris.

Eu gozei de novo, apertando ele por dentro, gemendo contra o ombro dele para abafar o som.

Carlos não parou. Continuou metendo, o suor brilhando no peito, a respiração pesada.

— Vou gozar… — avisou ele, a voz entrecortada.

— Goza dentro… eu tô tomando remédio — sussurrei, louca de desejo.

Ele grunhiu, deu mais algumas estocadas fortes e gozou fundo dentro de mim. Senti os jatos quentes enchendo minha boceta, o pau pulsando enquanto ele tremia sobre mim.

Ficamos assim por um tempo, ofegantes, suados, colados um no outro. Carlos saiu devagar de dentro de mim e se deitou ao meu lado, puxando-me para o peito dele.

Beijou minha testa, ainda respirando com dificuldade.

— Isso foi… foda. Melhor do que eu imaginava em todos esses dias.

Eu não respondi imediatamente. A culpa começou a voltar, misturada com o prazer ainda latejando no meu corpo. Eu tinha acabado de transar com meu enteado. Na cama que dividia com o pai dele.

Mas, ao mesmo tempo, eu me sentia viva como não me sentia há muito tempo.

Carlos acariciou minhas costas e murmurou:

— A gente pode fazer isso de novo… sempre que você quiser. Ninguém precisa saber.

Eu fechei os olhos, o corpo ainda formigando.

Ainda faltavam quatro dias para Ricardo voltar.

E eu já sabia que não conseguiria parar.

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