A transa inesperada com Ana Paula me trouxe um ânimo que havia sido perdido desde a descoberta da traição de Jessica. Agora, eu me encontraria novamente com a morena deliciosa na presença de seu marido, e apesar de estar louco para chegar logo a quarta-feira, estava receoso de como rolaria com o Giuliani presente.
Conversei com Ana Paula pelo whats na terça e externei esse receio, porém, ela tratou de me tranquilizar, disse que o marido já era acostumado, amava ser corno e que inclusive no sábado à noite, ficou doido de tesão quando a mesma lhe contou detalhes de nossa transa, chupando-a tentando fodê-la com seu pênis minúsculo.
Uma dica que Ana Paula me passou é que eu não precisaria ficar xingando Giuliani à toa, mas toda vez que ele pedisse algo a mim, eu deveria negar e lhe dar uma bronca, pois isso o excitava. Já quando pedisse a ela, a mesma poderia dizer sim ou não dependendo do que fosse.
Chegou a quarta, só pude ir para lá após as aulas. Confesso que estava apreensivo quando entrei no belo apartamento dos dois. Ana Paula estava com um hobby branco que contrastava com a sua pele morena cabocla. Já Giuliani usava um pijama azul com detalhes cinzas. Ela me recebeu com um beijo na boca e me trouxe de braços entrelaçados até o sofá, cumprimentei o Kojak e depois me sentei ao lado dela.
O apartamento deles era grande e bem decorado. Conversamos um pouco, tomamos umas duas taças de vinho. E antes mesmo que desse tempo para relaxar, a morena segurou em minhas mãos e disse:
-Então, Wagner como te expliquei, o Giuliani já entendeu há tempos que não consegue me satisfazer com sua pitoquinha e seu gozo rápido e é por isso que aceita como um bom manso, que eu possa transar com outros. Só que não é fácil encontrar um bom comedor, discreto e que bote rédeas nele também. Mas agora sim, arrumei um homem bonito e macho para fazer o que meu esposo não consegue e sei que saberá botá-lo em seu devido lugar de corno.
Ela se virou para Giuliani e disse:
-A partir de hoje, amor, da porta para dentro, o Wagner será o homem da casa e você ficará bem mansinho, tá bom? – disse forçando uma voz como se estivesse falando com uma criança.
Giuliani, com a voz já embargada de tesão por ser tratado daquele jeito, respondeu:
-Sua malvada, por que faz isso comigo?
Ainda com voz doce, Ana Paula respondeu
-Por que você não nasceu com o dom de dar prazer a uma mulher na cama, amor, tem uma pintinho de menino e para ferrar de vez, ainda goza mais rápido do que um coelho. Você precisa aceitar as suas limitações.
Giuliani adorava ser tratado daquele jeito, fazia parte do jogo que era prazeroso para eles, entendi isso rápido. Pouco depois, Ana Paula emendou, mas agora num tom mais sério:
- Vamos, Wagner, vamos namorar no meu quarto. E você, amor, fica um tempo aí e já sabe, quando for para lá, é para ficar sentado na sua poltroninha, sem atrapalhar.
Eu ainda estava um pouco sem jeito, mas quando Ana Paula tirou o hobby, mostrando que usava uma lingerie body, branca e de renda, sendo que na parte de trás, era só um fiozinho que simplesmente sumia entre suas nádegas grandes e perfeitas, fiquei imediatamente excitado e como diria Renato Russo em uma dessas canções “Decidi entrar de vez naquela dança”. Agarrei-a e passamos a nos beijar em pé, ao lado da cama. Pouco depois, ela ficou de joelhos na cama e de costas para mim, em seguida se ajeitou de 4 e começou a se mover suavemente para frente e para trás. Eu conseguia ver boa parte de seu cuzinho, seu rego todo e até parte da bocetona que não cabia toda na pequena calcinha de renda.
Ana Paula queria me provocar e passava a mão no próprio rego, deslizando por ele todo, abrindo mais as nádegas, balançando a bunda e até rebolando sensualmente. Em seguida, puxou o fiozinho para o lado e passou alisar sua boceta e cuzinho. Não resisti, passei a tirar a roupa e logo me sentei na cama. Beijei suavemente sua bunda, depois mordi, passei a língua. O cu da morena era grande, assim como a boceta, some-se a isso as coxas grossas e tinha ali, uma potranca.
Enquanto ainda beijava a bunda de Ana Paula, Giuliani entrou no quarto, tentando fazer o menor ruído possível e se sentou em uma poltrona virada de frente para a cama. Enfiei meu rosto na boceta e na bunda dela, comecei a chupá-la. Ela ignorava o marido, apenas o olhou uma vez, mas permaneceu de 4, curtindo um bom sexo oral. Como da outra vez, seu mel começou a surgir com facilidade. Lambi seu cu com vontade.
Após um tempo ela pediu para me chupar, deitei-me de barriga para cima na cama, já com o pau apontado para o teto. Ana Paula me punhetou e disse para o marido:
-Olha, isso, corno, olha o tamanho do pau de um macho. E a grossura? Acha que dá para competir com isso.
Nesse momento, Ana Paula, começou a me mamar. Olhei para Giuliani e me espantei, pois o mesmo estava nu, alisando seu pênis. Era realmente pequeno e fino e a gordura de sua pança se estendia até a pélvis, isso fazia sua pica parecer ainda menor, pois parte ficava escondida no meio das banhas. Apesar disso, ela estava dura, o tesão de corno do Kojak era total e mal tínhamos começado.
Ana Paula me fez um puta boquete, até que me preparei para fodê-la. Nesse momento, Giuliani me perguntou:
-Senhor, posso me sentar na minha cama para vê-lo comer minha esposa bem de perto?
Lembrei-me da dica que Ana Paula me deu e fui duro com ele:
-De jeito nenhum! Nem pense em se aproximar. Estou aqui te fazendo um favor de comer a gostosa da tua mulher, já que você não tem capacidade nem pau para isso e agora quer atrapalhar, seu corno bunda mole? Se voltar a ser inconveniente, vou tirá-lo do quarto. Esse é o primeiro e último aviso.
Por mais absurdo que pudesse ser aquilo, Giuliani adorou, arregalou seus olhos azuis que já eram imensos, engoliu seco e balançou a cabeça afirmativamente:
-Entendi perfeitamente, senhor. Peço desculpas pelo meu atrevimento.
Passei a comer Ana Paula num tranquilo papai e mamãe. Nos beijávamos e eu socava de maneira cadenciada. Estava muito gostoso entrar fundo naquela bocetona quente e molhada. Foram vários minutos assim. Depois, ela veio por cima, cavalgando de frente para mim, subia e descia suavemente, mas, aos poucos, passou a quicar um pouco mais forte e disse já com a voz ofegante e dando soquinhos devido ao sobe e desce.
-Tá gostando, corno filho da puta? Na tua cama, um homem gostoso socando o pau em mim e você aí, manso, alisando essa mini salsicha.
Ana Paula ficou de cócoras, agora de costas para mim e passou a quicar forte, gemendo alto. Coloquei minhas mãos em sua cintura, que morena gostosa era aquela, puta que pariu. Num dado momento, ela saiu rápido de cima de mim, deitou-se de costas, abriu bem as pernas e disse:
-Maceta bem forte, quero gozar sentindo seu pau socando lá no fundo.
Passei a enfiar com todas as minhas forças, arrancando gritos desesperados de Ana Paula. Nessa hora, ouço a voz de Giuliani saindo quase como que como se estivesse regurgitando as palavras de seu interior.
-Foooode ela, amigoooo...faz a minha mulher gozaaaaaaar. Come essa safadaaaa
Pouco depois, ouvi um grito estranho e pavoroso:
-UUUUUUUUUUUUUUUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
Olhei para Giuliani e o mesmo estava gozando e berrando. Seu orgasmo foi tão forte, que as veias das têmporas e da testa estavam saltadas, ele estava completamente vermelho, inclusive a careca. Enquanto seu pau pequeno soltava uma quantidade enorme de porra que caiu nele mesmo. Por um momento, achei que o homem fosse ter um ataque do coração, até parei com o pau dentro dela, mas ao ouvi-lo dizer, já com a cabeça tombada para trás na poltrona:
-Ahhh! Caralho! Que tesão da porra! – E depois riu balançando a cabeça como quem não acredita, relaxei e voltei a foder sua esposa.
Ana Paula também deu uma gargalhada e comentou:
-Até que você aguentou muito, corninho, merece ganhar um presente especial depois.
Ana Paula já estava prestes a chegar ao orgasmo, por isso, voltei a estocar forte e logo, sua boceta estava novamente escorrendo muito mel e deixando seu cheiro no ar. Aquilo me enlouqueceu, acelerei ao máximo e a mesma gozou aos berros.
Ficamos um tempo deitados, mas logo, ela passou a me punhetar, pois queria mais pau e eu ainda não tinha gozado. Peguei-a de 4 e pouco tempo depois, ela já estava gemendo, enquanto eu socava forte.
Alguns minutos depois, Ana Paula pediu para fodê-la em pé. Ela ficou apoiada com as mãos na cama e os pés no chão e eu por trás a comendo e segurando-a pela cintura. Fomos ficando cada vez mais excitados e quando vi que a morena ia gozar novamente, meti forte até explodirmos num gozo alucinante, joguei muita porra dentro de sua bocetona morena. Nesse momento, Giuliani teve uma atitude que me espantou, simplesmente se jogou praticamente embaixo de nós olhando para o meu pau e a xana de sua esposa. Saí de dentro dela e a mesma ficou meio que mirando no rosto dela, enquanto muita porra escorreu na cara do marido que urrava de prazer com o pintinho já duro.
Não contente, Ana Paula se agachou mais e colocou a boceta na cara dele, fazendo-o lamber o que ainda estava dentro dela.
-Toma seu presentinho, meu corno obediente. Tá vendo como sou boazinha quando você se comporta? Lambe meu cuzinho também, sente como está suadinho.
Foi tesão demais para o mini Kojak que gozou novamente sem sequer tocar no próprio pau.
Naquela noite, após um banho, ainda fodi Ana Paula mais uma vez. Essa foi uma transa mais demorada. Dei outra bronca em Giuliani por pedir para chupar a boceta da mulher antes que eu gozasse. Após fazê-la gozar mais duas vezes, enterrei meus 19cm em seu cu, gozando como um louco. Ela se sentou novamente na cara do marido e o fez lamber tudo. No final, ele ganhou uma punhetinha e gozou caindo exausto no chão do quarto.
Soube depois, que Giuliani tomava um azulzinho para poder ter tantas ereções e aproveitar ao máximo sua cornice.
Após essa noite incrível, passei a comer Ana Paula, duas vezes por semana, geralmente às quartas e sextas, mas vez ou outra, rolava uma transa extra num outro dia da semana.
Já no segundo encontro no apartamento deles, fui ficando mais solto, namorava e até transava com Ana Paula na sala, fodíamos por horas, estávamos viciados um no outro, mas o lance era só sexo, ela realmente amava o marido. Quando Giuliani não se “comportava” bem, como gozar rápido demais nos assistindo, sua esposa o castigava, prendendo seu pintinho numa gaiolinha dessas vendidas em sex shop que até então, eu só tinha ouvido falar. Eu também lhe dava umas broncas, exigia que lambesse melhor a boceta da esposa após nossas transas, que não chegasse perto da cama.
Uma noite, enquanto eu empalava Ana Paula sem dó, Giuliani começou a dizer várias vezes:
-Tá gostando de me chifrar, né, sua puta? Já gozou 2 vezes e não cansa. É muito vagabunda.
Resolvi lhe dar o que ele gosta: uma boa humilhada. Parei de foder sua esposa, levantei-me e disse:
-Quem você tá chamando de puta e vagabunda, seu gordinho frouxo? Tenha respeito com a MINHA mulher, porque sempre que eu estiver aqui, serei o dono dela e não admito esse tipo de linguagem. Já sei como punir esse corno folgado. Ana Paula, prende a minhoquinha dele na gaiola, hoje, o mal educado e safado não vai tirar essa merda nem para mijar.
Ana Paula gargalhou e mais que depressa tratou de pegar a gaiolinha. Acreditem ou não, antes mesmo dela acabar de colocar, Giuliani deu um urro, revirando os olhos como se estivesse tendo um ataque e gozou tão forte que teve que se sentar de tanto tesão.
A tara dele em chupar a boceta da esposa com porra de outro foi outra coisa que me chocou no começo, mas, com o tempo, entendi que cada um tem seus fetiches e passei até a achar excitante ela em pé ou de cócoras com as pernas abertas e ele deitado esperando muito porra cair em seu rosto.
Passei a dormir algumas noites com Ana Paula, na cama deles, porém Giuliani ia para o outro quarto. Às vezes, acordávamos e já dávamos uma antes do trabalho e quanto acabávamos, ele corria, pedia permissão para chupá-la e depois se jogava no meio das pernas da esposa para limpá-la e com sorte, ganhar uma punhetinha para gozar aos berros.
Apesar de no apartamento deles, eu subjugar Giuliani, fora dele, fomos nos tornando amigos. Conseguíamos separar bem as coisas, sequer conversávamos sobre o que rolava lá. Saíamos só os dois para tomar um chopp e ver um jogo bom que estava passando, jogar uma sinuquinha e fazer umas caminhadas pelo CERET, que é um centro recreativo com muitas atrações, piscinas e verde no bairro. Ele me contou que tinha um casal de filhos do 1ª casamento e que os mesmos não aceitavam sua nova vida com Ana Paula, apesar dele ter dividido tudo corretamente com a ex-esposa. Esse desentendimento com os filhos era a única coisa que o entristecia. Era um cara legal, meio bonachão e bom de lábia.
Completei 3 meses transando com Ana Paula e não queria saber de arrumar outra, por mim, quanto mais tempo durasse aquela loucura, melhor, afinal de contas, estava comendo uma tremenda potranca, sem envolvimento amoroso, sem ter que pagar contas, sem DR, quer vida melhor? Ela trepava demais e fazia coisas incríveis, não tinha frescura no anal, dava com gosto e muitas vezes gozava levando meu pau grande e grosso no cuzinho. Certa vez, fez algo que me deixou espantado lambuzou bem a mão com uma pomada e depois enfiou 4 dedos no cu e até parte da mão, deixando o mesmo completamente dilatado.
Diante dessa nova situação, parei de transar com a professora/amiga, até porque, nosso lance sempre foi meio down, muitas vezes, um se queixando para o outro de nossos antigos cônjuges (a pronúncia e cônjuge mesmo, conje quem diz é bandido e/ou gente mal alfabetizada).
Eu estava realmente revigorado, a tristeza desapareceu, digamos 95%, voltei a dirigir, correr ou caminhar pelo CERET e fazer outras atividades que tinha abandonado desde a traição de Jessica
Mas minha calmaria sofreu um leve abalo quando descobri que finalmente após 7 meses de separação, minha ex estava namorando outro, provavelmente deve ter começado a vê-lo um pouco antes, mas foi no nosso sétimo mês de separação que ela veio me falar.
Nesse momento, as coisas estavam menos tensas entre nós, conversávamos pouco, mas sem alfinetadas ou brigas. Ela tinha parado de falar em reconciliação, até que num domingo, ao levar Gustavo e deixa-lo na casa dos avós, minha ex disse que precisava falar comigo e veio me contar a novidade. A conversa foi em meu carro:
-Wagner, eu quero te falar que passei a sair com uma pessoa, é algo recente, coisa de um mês, mas como está sendo bem intenso, gostaria que soubesse que em breve pretendo apresenta-lo à minha família.
Sei que deveria ter me mostrado indiferente, já sabia que isso logo ocorreria, afinal de contas, era uma mulher linda e que amava transar, mas o papo de estar sendo algo “intenso” e que logo iria apresenta-lo à família, me pegou de guarda baixa, senti o golpe, passei recibo, como dizem, e respondi bravo:
-E por que você achou que deveria me informar? Não tenho mais nada a ver com a sua vida. Só não quero outro cara bancando o legalzão com o Gustavo, ainda mais que vocês começaram a se ver há tão pouco tempo.
Quando percebi que tinha sido ríspido demais na resposta, me arrependi, pois Jessica poderia ficar com a impressão de que eu estava mordido, mas, para minha nova surpresa, ela nem se importou, parecia estar ligada mesmo no cara e disse um pouco receosa:
-Fique tranquilo, quando for o momento certo, apresentarei o Mauro ao Gustavo como um amigo. O que me incomoda um pouco nesse momento, é que ele ainda está se separando da esposa, então não sei se espero formalizar tudo mesmo no papel para apresenta-lo à minha família ou se o apresento, mas não digo nada, o que acha?
Nesse momento, tive um gatilho:
-Puta que pariu, Jessica! Você está saindo com um cara casado?! Não bastou foder com um casamento, no caso, o nosso, agora quer foder com outro?
-Epa! Epa! O Mauro já estava se separando dela, antes de se envolver comigo, mas você sabe como são essas coisas, a mulher é uma tremenda dondoca e não quer uma separação amigável.
-Isso é papo furado dele ou seu! O que tem de homem que diz que está se separando da esposa e assim vai enrolando a amante, não está escrito, sem contar que tem um monte de mulher que sabe que é lorota do cara, mas prefere fazer o papel da outra. Nem vou dizer que fiquei totalmente surpreso, porque depois do que rolou naquele maldito chalé, nada que vier de você me espanta. Agora é que não quero esse malandro perto do Gustavo, vai que a mulher segue vocês um dia e dá um barraco daqueles.
-O Mauro é um homem sério, Wagner, é Promotor de Justiça, tem 40 anos, se casou porque se apaixonou perdidamente, mas em pouco tempo viu que o que a esposa tinha de bonita, tinha de fútil e gastadora. Tentou, tentou, tentou, mas ela não mudou, por isso este ano, decidiu se separar, só que a mulher está batendo o pé na partilha de bens e...
Cortei-a, fazendo um gesto com a mão espalmada:
-Pode parar de me contar essa novela mais chata que dor de dente em dia de churrasco. Quero que se fodam ele, a mulher e você. Não serei conselheiro de nada, até porque pelo jeito você está de pneus arreados pelo cara, só não o apresente ao meu filho. O resto não me importa, agora, dá licença que essa conversa já estragou meu dia.
-Você é muito estúpido mesmo. -Disse ela já batendo a porta do carro.
Fui embora puto da vida com essa história do cara ser casado, mas também, um pouco triste. Não que tenha ficado como nos meses após a descoberta da traição, porém mentiria se dissesse que não senti nada. Porém, foquei em esquecer.
Nesse período, fodendo com Ana Paula, cheguei a ter uma transa com outra, coisa de uma noite, após uma festa, mas não vale relatar, outras melhores virão.
Mais dois meses se passaram. Haveria o aniversário do meu ex-sogro, Gallagher, ele era muito gente boa, um segundo pai para o meu filho, assim como minha ex-sogra que era uma segunda mãe para Gustavo, por isso, não pude recusar o convite.
A festa foi na casa deles mesmo, num domingo, mas logo ao chegar, vi uma cena que me desagradou, Jessica tinha levado o tal Mauro, o promotorzinho de Justiça e casado. Era um cara de 40 anos, mas que aparentava menos (porque na boa, tem homem de 40 que parece 30, mas tem uns de 40 que parecem ter passado dos 60). Tinha uma boa aparência, mas não era nenhum galã, alto como eu, branco, cabelos negros, corpo em forma e muito bem vestido. A irmã, o irmão e até os pais de minha ex ficaram sem graça, talvez temendo minha reação, mas fiz questão de quebrar o clima, abraçando meu ex-sogro, cumprimentando a família e ignorando o namoradinho dela.
Um tempo depois, Jessica se aproximou de mim, num momento em que estava afastado dos outros e me perguntou:
-Posso te apresentar o Mauro?
Olhei furioso para os lados para ver se ninguém ouvia e respondi de maneira ácida:
-E eu lá quero saber de conversa com amante teu? Se você está pensando que vou fazer uma cena, como quando quebrei o Ronaldo lá no chalé, esqueça! Ali, éramos casados, agora já estamos, sei lá, nove, dez meses separados, e eu tô muito bem, sexta quase varei a madrugada fodendo com uma mulher maravilhosa. Tô pouco me fodendo para você e macho teu, a única coisa que me desagrada é esse cara se aproximar do meu filho. Pilantra casado, tenho certeza que a trouxa da esposa nem sabe onde o cara está e com quem está.
-Ele está se separando! Já expliquei isso! Só que a mulher quer tirar o couro dele na divisão dos bens
-De novo esse papo furado? Se você fosse uma mulher ingênua, tudo bem, mas de boba, você não tem nada. Ele está ganhando tempo até que aceite ser amante dele e se encontrem sempre quando o canalha der um perdido na coitada da esposa, mas quer saber? Assunto encerrado, deixa eu no meu canto.
-É uma pena que não possamos ser amigos. Você poderia me apresentar sua namorada, até ter vindo com ela aqui, eu não me importaria.
-Primeiro que não estou em nenhum relacionamento sério, segundo, quando eu estiver, não quero que ela tenha contato com você. Nós não seremos amigos, no máximo, conversaremos com cordialidade na frente do Gustavo, bota isso na tua cabeça. Agora, se seguir falando comigo, vou ter que pedir desculpas ao seu pai e ir embora.
Jessica fez uma cara de desapontada e se afastou. A festa seguiu tranquila, conversei muito com meu ex-cunhado e mais alguns amigos, além de meu ex-sogro. A família de minha ex, tratou o tal de Mauro bem, mas, claramente, gostaram mais da minha presença.
Já perto do final da festa, estava distraído vendo algo que meu filho estava me mostrando, quando Mauro se aproximou e disse já me estendendo a mão:
-Opa! Wagner, né? Prazer, Mauro. Será que podemos conversar um minuto?
Na hora pensei. “Esse filho da puta vai vir me falar merda por eu ter dito que ele é casado e está enrolando a Jessica ou fará alguma provocação rasteira. O foda é que o cara é promotor e pode me ferrar, preciso me segurar, só não sei se irei aguentar”.
Importantes revelações viriam. A conversa prometia...
Talvez essa saga tenha uma 2ª temporada que será comercializada, porém ainda não é certeza. De toda forma, ainda haverá mais alguns capítulos que serão postados aqui.
