O dia seguinte foi uma tortura para mim. A mensagem da Sônia havia virado um zumbido constante na minha cabeça, um calor baixo na barriga que não saía. O trabalho foi uma sequência de erros e distrações. Meu chefe perguntou se eu estava doente. Eu estava. Doente de expectativa, de medo, de tesão represado de anos. Dava 22h, mas não chegava às 20. Cada minuto era uma eternidade de areia grossa no relógio.
Quando finalmente o sol se pôs e o horário se aproximou, a ansiedade virou uma coisa física, um nó no estômago que apertava e soltava. Eu estava ansioso para ver minha ex-sogra, e na expectativa do que poderia acontecer. A mensagem era clara: “A última vez, eu prometo.” Mas promessas, com a Sônia, eram líquidas. E o que “última vez” significava? Um adeus? Uma reabertura? A caixa de “lembranças que não deveriam existir” era só um pretexto, isso era óbvio.
Às 20 horas em ponto, eu estava lá. Na porta dela, a mesma casa. O sobrado antigo no bairro tranquilo. Continuava tudo igual por fora. As mesmas plantas, a mesma calçada rachada. O sobrado antigo parecia o mesmo de 3 anos atrás, foi quando eu terminei com Paula e não fui mais ali. Um calafrio percorreu minha espinha. Era como voltar no tempo, para um lugar onde eu tinha sido outra pessoa – ou talvez, a pessoa mais real que já fui.
Apertei a campainha. O som familiar ecoou lá dentro. Passos se aproximaram. A porta se abriu.
E minha sogra apareceu. O tempo tinha sido gentil, mas também ousado. Ela continuava linda, agora estava loira. Tinha abandonado os cabelos negros longos por um corte longo platinado, ousado, que iluminava o rosto e acentuava os olhos escuros e a boca vermelha. Continuava igualmente gostosa, deliciosa com aquelas curvas que o tempo não apagara – se alguma coisa, tinham ficado mais… maduras, mais sólidas. O perfume dela, aquele mesmo amadeirado e caro, envolveu-me antes mesmo de eu entrar. Um sorriso apareceu no rosto dela, não era o sorriso de mãe da Paula. Era o sorriso de quem guarda um segredo sujo. E o olhar de predadora, eu via novamente naquele olhar. Aquele mesmo olhar do quarto, do motel, que me reduzia a um pedaço de carne desejável. Meu pau deu um pulo dentro da calça.
“Entre”, ela disse, a voz um pouco mais rouca, talvez pelo cigarro, talvez pela emoção.
Entramos e a casa estava uma semi-bagunça. Caixas de papelão empilhadas, quadros embrulhados no chão, um vácuo de memórias sendo desmontadas. Tudo sendo encaixotado e mais organizado. Apenas o sofá da sala estava intacto, limpo, posicionado no centro, como se esperasse por alguém. Por nós.
Ela me deu uma caixa pequena, de sapatos. Com as minhas coisas, disse. Dentro, vi um boné da faculdade que realmente tinha sumido, um livro de cálculo emprestado e esquecido, e… uma foto. Uma foto impressa, borrada, tirada de longe, de um casal se beijando na porta de um motel. O homem era eu. A mulher, de costas, usava um sobretudo cinza. Meu sangue gelou. “Lembranças que não deveriam existir.” Ela tinha guardado isso. Por quê? Como um troféu? Como uma arma?
E se sentou ao meu lado no sofá. A proximidade era elétrica. O perfume dela, o calor do corpo dela a centímetros do meu. Começamos a conversar. Foi estranhamente normal no início. Ela me falou sobre Paula, que já estava morando em outra cidade, tinha arrumado um emprego e estava namorando um novo cara. A notícia doeu, mas era uma dor antiga, cicatrizada. Falou sobre a separação. “Essa rotina de ele passar 15 dias na plataforma ou mais longe e só aparecer poucos dias no mês em casa acabou desgastando o relacionamento, fazendo com que terminássemos há um ano.” Disse isso com um suspiro, mas sem mágoa aparente. Disse-me que só tinha tido romances esporádicos, mas nada demais.
Foi nessa hora que o rumo da conversa foi mudando. Ela se virou completamente para mim no sofá, encostando a perna na minha.
“Estou me mudando daqui a 2 dias, Pedro, e tinha algo que ainda não tinha resolvido na minha vida.”
“O que, Sônia?” perguntei, minha voz saindo mais grossa do que eu queria.
“Você, Pedro, eu não me resolvi com você ainda. Te deixei de lado depois daquela noite no motel e nunca te expliquei nada.”
“Está tudo certo, aquilo também não era correto, né?” tentei ser cavalheiro, mas soou falso.
“Não foi por causa disso,” ela cortou, firme. “Eu sabia muito bem separar tudo, mas o problema era minha filha. Eu fiquei com medo de a gente se tornar amantes e isso atrapalhar seu relacionamento com ela. Não podia fazer isso com minha filha.” A honestidade dela foi um soco. Era a verdade que eu sempre suspeitei, mas nunca tinha ouvido.
“O pior é que se tivesse continuado, acho que isso poderia acontecer mesmo,” confessei, olhando nos olhos dela. “Porque até hoje eu lembro das 3 foda que a gente teve, e sinto muita saudade delas.” Era a primeira vez que eu falava aquilo em voz alta. A palavra “saudade” parecia pequena para o buraco que ela deixara.
Seus olhos brilharam. “Então, foi para isso que te chamei aqui. Para uma despedida de verdade, para fechar esse ciclo que a gente começou há 5 anos atrás.”
Um alívio e uma tristeza profunda se misturaram dentro de mim. Era o fim. Mas era um fim com clareza, com uma chance de fechamento. E com a promessa de uma última noite.
“Eu vou adorar, sogrinha,” disse, o apelido antigo saindo naturalmente. “Você não sabe o quanto eu esperei por esse dia…”
E foi a senha. O ar entre nós estalou. O acordo tácito foi selado. A conversa havia terminado. O que vinha a seguir era puro corpo, puro instinto, puro adeus.
Avancei em cima dela. Não foi gentil, nem romântico. Foi a fome de cinco anos sendo liberada de uma vez. Minha boca encontrou a dela num beijo que era mais uma batalha do que uma carícia. Nossas línguas se enrolaram, saboreando o gosto do passado e do presente. Minhas mãos, trêmulas, foram aos botões do vestido simples que ela usava. Abri, rasguei um pouco no desespero. Empurrei o tecido pelos ombros, pelos braços. Tirando toda a roupa que ela usava, deixando-a completamente nua ali, no sofá da sala vazia.
E continuava a mesma gostosa de sempre. O corpo era tal qual minha memória guardava – talvez um pouco mais macio em alguns lugares, mas ainda uma escultura de carne morena e curvas impossíveis. Meus olhos percorreram tudo, dos seios pesados e caídos com graça, da barriga lisa, até o triângulo escuro entre as pernas. E foi aí que vi. Vendo aquela buceta que agora ostentava um piercing no grelhinho, uma pequena joia prateada que brilhava na penumbra. Eu enlouqueci. Era novo. Era uma provocação. Era dela.
Caí de boca nela. Não dei chance. Enterrei o rosto entre suas pernas, segurando suas coxas, abrindo-a. Chupando cada pedaço daquela coroa gostosa. A língua encontrou o piercing frio, depois o clitóris inchado e quente. Lambi, chupei, penetrei. Chupei tudo, com uma fúria que vinha da saudade, da raiva por ela ter sumido, do desejo puro. Ela arqueou as costas no sofá, um grito gutural saindo da garganta. Seus dedos se enterraram nos meus cabelos, puxando, guiando. Deixando-a louca de tesão, quase chegando ao primeiro orgasmo só na minha chupada. Eu sentia o corpo dela ficar tenso, os músculos das coxas tremendo.
Mas eu queria prazer também. Precisava sentir ela de volta, de todas as maneiras. Tirei a calça, quase tropeçando, ficando totalmente nu da cintura para baixo. Meu pau pulsando na frente dela, roxo de tanto sangue, duro como pedra e já vazando um pouco de lubrificante na ponta. Ela olhou para ele, e um sorriso de posse apareceu nos lábios inchados.
Ela de quatro no sofá, já caiu de boca no meu pau. Se moveu com a agilidade de quem nunca esqueceu o movimento. Que delícia sentir aquela boca experiente mais uma vez me chupando. A boca dela era um templo. Ela sugava a cabeça com uma pressão que me fazia ver estrelas, depois descia pelo comprimento, engolindo quase tudo, a garganta se abrindo. Puta que pariu, eu não sabia o quanto eu estava com saudade daquela mulher, de tudo que ela me proporcionava e do prazer que eu sentia em foder ela. Era mais do que sexo. Era uma reconexão com uma parte de mim que só existia com ela.
Mandei minha sogrinha parar, com a voz rouca. “Para… se eu ia gozar só naquela chupada.” Ela soltou meu pau com um pop úmido, ofegante. Levantei e peguei um pacote de camisinha que ela já tinha deixado pronto na mesinha. Era o mesmo modelo de anos atrás. Ela tinha planejado tudo. Coloquei uma com dedos trêmulos, e voltei a deitar no sofá.
Ela veio por cima de mim, de costas. Posicionou-se, guiou meu pau com a mão, e com a bucetinha já lubrificada de tesão, desceu recebendo meu pau dentro dela. Foi uma entrada lenta, agonizante, perfeita. Finalmente eu estava comendo minha sogrinha novamente, estava dentro daquela bucetinha apertada e gostosa. O aperto era familiar, mas o piercing acrescentava um atrito novo, deliciosamente perverso. Ela gemeu, um som profundo de alívio e prazer, e começou a cavalgar, devagar no início, depois ganhando ritmo. Puta que pariu, eu era viciado naquela mulher. Minhas mãos subiram e agarraram aquele quadril, sentindo os músculos trabalhando, ajudando-a, metendo para cima.
Joguei ela de lado no sofá, mudando a posição. Fiquei atrás dela, de conchinha, e voltei a meter. Soquei agora com força, pra sentir ela toda por dentro. Cada investida era profunda, buscando o fundo. Meti feito um louco naquela buceta, enquanto ela se masturbava. Uma das mãos dela foi direto ao clitóris, os dedos um borrão de movimento. Minha pica estava sendo esmagada dentro dela a cada contração dos músculos internos, e isso já era indício de que o primeiro orgasmo dela estava chegando.
E chegou. Ela gozou intensamente, seu corpo se contorcendo num arco, um grito longo e rouco escapando. Gemendo de uma maneira que eu nunca tinha visto. Era um gemido de entrega total, de abandono, que ecoou na sala vazia. O aperto em volta do meu pau ficou quase doloroso de tão bom, e eu quase perdi o controle ali mesmo.
Ela quase desmaiou no orgasmo, ficando mole, ofegante. Mas assim que ele veio se recuperando, num intervalo de segundos, puxei ela agora de frente para mim. Deitei de costas e a coloquei sentada sobre mim. Fiz minha sogrinha cavalgar gostoso no meu cacete. Ela entendeu, engoliu meu pau novamente e começou a quicar, agora com um ângulo diferente, mais íntimo. Nossos olhos se encontraram. Minha pica ficava cada vez mais dura e grossa, de tanto tesão que eu estava em foder aquela buceta, mas eu tinha que aguentar o máximo que eu poderia. Não queria que aquilo acabasse ali, queria prolongar o máximo. Cada segundo era precioso.
Foi nessa hora que botei ela de quatro no chão, na frente do sofá. Aquela bunda gigante que ela tinha me dava um tesão do caralho. Era a visão que mais me excitava. Ajoelhei atrás dela, guiei-me e voltei a meter. A penetração foi ainda mais profunda nesta posição. Logo a buceta dela estava me apertando novamente. Puta que pariu, que gostosa, mano, eu adorava comer aquela mulher e estava ficando triste de saber que aquela seria nossa última foda. A emoção misturou-se ao prazer, criando uma intensidade quase dolorosa. Mas eu tinha que aproveitar o máximo, né. Meti com toda a força que eu tinha, segurando seus quadris com tanta força que sabia que deixaria marcas. Ela apertou ainda mais meu cacete durante um orgasmo que veio rápido, quase uma continuação do primeiro. E o inevitável aconteceu, ela gozou pela segunda vez, agora de quatro. Gemidos mais altos do que o primeiro, meu pau sendo esmagado mais uma vez dentro da buceta dela. Eu estava em êxtase.
Foi aí que ela virou a cabeça, olhando por cima do ombro, e falou: “Está na hora de comer o meu cuzinho, genrinho”. A voz dela era um sussurro rouco e carregado de malícia. Eu não acreditei naquilo. Eu tinha feito isso apenas uma vez, anos atrás, no motel. Era o ápice da perversidade. Eu ia provar daquela bundinha mais uma vez.
Puxei ela ainda engatada em mim, sentei no sofá e fiz ela vir de costas, sentando no meu colo. Com um pouco de saliva – o lubrificante estava na mesinha, mas a urgência era maior – apontei na entrada do cuzinho dela e meti. Foi uma pressão resistente no início, mas ela se relaxou e meti firme. Mais uma vez eu estava dentro do rabinho dela. Era um aperto diferente, mais intenso, proibido. E socava com força na minha ex-sogrinha… Ela se contorcia, se masturbava enquanto eu enterrava o pau dentro do seu cuzinho, gemendo alto mais uma vez. Era um som de dor e prazer misturados, e era a coisa mais excitante que eu já tinha ouvido.
Mudei pela última vez. Não aguentava mais aquela posição sentada. Coloquei ela deitada de costas no chão, sobre um tapete. Segurei uma das pernas dela no alto, sobre meu ombro, e meti de novo no cuzinho. O ângulo era brutal. Soquei com força nela, agora eu queria gozar. O cansaço e o tesão acumulado estavam no limite. Metia só esperando o gozo vir. Minha sogra se masturbava intensamente, os dedos frenéticos no clitóris, querendo chegar ao terceiro orgasmo.
Inevitavelmente ela chegou. Seu corpo se ergueu do chão, um grito abafado saiu, e ela gozou apertando o cuzinho. A contração final foi violenta, um aperto súbito que fez meus olhos se revirarem. Aquilo foi o limite para mim.
Tirei o pau para fora do cuzinho dela, rapidamente. Arranquei a camisinha. E comecei a me masturbar, em pé sobre ela, olhando para o corpo suado e tremendo que havia me dado tanto prazer. Como na primeira vez que fodeu, ela se ajoelhou com um último esforço, oferecendo os peitos para mim. Eles estavam marcados, suados, perfeitos.
Não precisei de muito. Gozei feito um louco sobre ela. Jatos quentes e espessos pintaram os seios, o pescoço, o rosto. Foi uma descarga poderosa, que esvaziou não só meu corpo, mas também anos de frustração e saudade. Que foda deliciosa, cara. Eu caí de joelhos ao lado dela, ofegante, vendo minha porra escorrer pela pele morena. Aquilo tinha sido insano para mim…
Terminamos aquela foda de despedida, intensa e gostosa. Exaustos, nos arrastamos de volta para o sofá. Mas o tesão, ou a vontade de aproveitar cada segundo, não tinha acabado. Fodemos a noite inteira, por todos os cantos daquela casa. Na cozinha, contra a geladeira. No chão do corredor vazio. Na banheira seca do banheiro social. Ela realmente tinha saudades das nossas fodas. Cada gemido, cada olhar, cada toque confirmava isso. Era uma despedida, mas era também uma celebração de tudo que tínhamos sido um para o outro.
Mas infelizmente tudo isso acabou. O primeiro raio de sol começou a entrar pelas janelas descobertas, pintando as caixas de mudança de um laranja pálido. Era hora.
Pela manhã eu saí de lá. Vestimo-nos em silêncio, o clima agora era de melancolia. Na porta, ela me puxou para um último beijo. Dando um beijo de despedida intenso e gostoso. Sobrou a nós, a noite, o fim.
Perguntei se aquilo ia ser realmente o fim. Minha voz saiu pequena, a esperança de um homem que não queria deixar ir.
Ela afastou-se um pouco, os olhos percorrendo meu rosto. Ela me disse que naquele momento sim, mas que no futuro, ela não sabia. “A vida é longa, Pedro. E curiosa.” Não foi um não. Foi um “talvez”. Foi um fio.
Fiquei com aquela ponta de esperança, de um dia voltar a ter aquela mulher nos meus braços. Um fio tênue, mas forte o suficiente para não me deixar em pedaços. Mas, por enquanto, eu estava satisfeito. Completamente esgotado, mas satisfeito.
Eu tinha fechado um ciclo na minha vida que ainda estava aberto. Aquele arquivo mental chamado “Sônia” que sempre piscava com um ponto de interrogação agora tinha um ponto final. Ou pelo menos, reticências. E tinha sido de uma maneira intensa e gostosa.
Saí da casa, o ar da manhã estava fresco. Entre as caixas que ela iria levar para sua nova vida, estava a pequena caixa de sapatos com o boné, o livro e a foto comprometedora. Ela ficaria com as lembranças. Eu ficaria com a sensação de dever cumprido, de desejo saciado, de história encerrada.
Caminhei até meu carro, ainda sentindo o cheiro dela na minha pele. Pensar que tudo começou com uma lingerie de Natal. Um presente não dado, um marido ausente, uma filha dormindo no andar de cima e um desejo que atravessou anos, mentiras, famílias e, no fim, encontrou seu fechamento perfeito – suado, proibido e inesquecível – no chão vazio de uma casa que não era mais um lar, mas um palco para um último ato épico.
E quem sabe, talvez um dia, um recomeço.
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