O Clube da Luxúria que me fez ter ereção novamente.

Um conto erótico de Hero
Categoria: Heterossexual
Contém 1057 palavras
Data: 15/04/2026 21:12:07

​O Clube da Luxúria que me fez ter ereção novamente.

​A minha mulher ficou sozinha naquela festa no clube.

O que aconteceu naquele ambiente fechado mudou o jogo pra sempre e virou a minha cabeça do avesso.

​Sou médico, tenho 48 anos e sou casado há duas décadas com uma mulher de 46 que ainda para o trânsito com aquele corpo de dar inveja em novinha. O nosso casamento andava capengando, a minha virilidade em baixa, o pau funcionando só pela metade e olhe lá. Naquela noite, os seus amigos da empresa alugaram um clube privado pra festa com seus amigos da juventude e os atuais.

O cenário perfeito pra um bom par de chifres .

O hospital onde trabalho me chamou pra uma emergência logo na chegada, um daqueles plantões malditos que não acabam mais.

Quatro horas de cirurgia depois, o retorno pro clube revelou o que o silêncio dos corredores escondia atrás das portas trancadas.

​Pelo celular, vi fotos tremidas da minha safadinha bebaça no bar do clube, cercada de sujeitos sem camisa, rindo com os olhos vidrados. O álcool nela é veneno afrodisíaco, vira uma chave que transforma a esposa dedicada em uma cadela faminta. Ao entrar no clube, o som abafado e o cheiro de suor e bebida mostravam o nível da bagunça. Sua camisa já estava colada no peito pelo suor e pelo nervoso que subia pela espinha enquanto atravessava o salão vazio. Subindo as escadas pros camarotes e vestiários, portas sendo abertas uma a uma. Até que, em uma sala de massagem nos fundos do clube, veio o aviso: "Tem gente, tô fudendo!", gritou um sujeito com voz de deboche. E logo em seguida, o gemido familiar da Let, aquele som de garganta que eu não ouvia há anos.

​O caminho foi por um corredor de serviço, até uma pequena abertura de ventilação que dava vista pra sala. Ali, o show começou de verdade e não teve mais volta. O cara estava lá, o brutamontes que já tinha feito obra na nossa casa meses atrás, com as mãos imensas em cima dela, apertando tudo sem dó contra a maca. Beijos no pescoço com uma sede nunca vista antes, mordidas que deixavam a pele vermelha. A raiva subiu como um soco, mas o tesão veio no rastro, atropelando tudo. O pau, antes morto e enterrado, começou a pulsar contra o pano da calça como não acontecia desde a minha juventude. Era a visão de um voyeur assistindo a própria mulher sendo dominada por um animal dentro daquele clube.

​A baixaria subiu de nível quando seu fudedor a girou na frente de um espelho grande na parede da sala. Ele levantou a saia e meteu a mão com força naquela bunda firme, apertando a carne até os dedos sumirem. Os seios eram espremidos enquanto Let abria a boca, com a língua de fora, babando de luxúria pura. A calcinha foi puxada pra o lado com violência, revelando que sua bucetinha estava uma poça, completamente encharcada e pulsando de vontade. Ele abriu a calça e tirou aquele cacete de uns 18, 19 cm pra fora, um pauzão cheio de veias saltadas e cabeça vermelha, com os badalos pesados balançando entre as coxas.

​Minha pequena mulher caiu de joelhos na hora, em transe, agarrando aquele pau com as duas mãos e começando a pagar um boquete sujo, engasgando até o talo, enquanto a saliva e o cuspe escorriam pelo queixo e melavam o piso do clube. O sujeito não teve um pingo de dó; Henrique começou a foder a sua boca com força, estocando fundo, segurando pela nuca como se ela fosse uma qualquer de beira de estrada. Sua camisa ensopada de suor era o meu único contato com a realidade enquanto os olhos devoravam cada detalhe daquela humilhação.

​Let se virou de costas, empinou bem a bunda contra o espelho e guiou aquele pauzão pra dentro de sua bucetinha ansiosa. O barulho de pele a pele batendo era seco, estalos de pura safadeza que ecoavam na sala fechada. Ele sentou em um banco e a puxou pra cima, fazendo-a cavalgar com uma selvageria animal. Ele chupava os bicos dos peitos dela enquanto enterrava tudo por baixo, mirando o cuzinho que se contraía a cada estocada violenta. Ela jogava a cabeça pra trás e gritava o nome dele sem nenhum pudor, implorando por mais: "Foda-me! Foda-me mais forte! Goze em mim, macho! Não para de me rasgar!".

​Ela berrava, completamente entregue. Ele moeu a carne dela, esticando tudo por dentro, fazendo com que ela perdesse o controle do corpo. Quando ele finalmente descarregou, era tanta porra e líquido saindo de sua bucetinha que o pau dele brilhava sob a luz. O show continuou depois no sofá do camarote, com a minha mulher montada de novo, arqueando as costas e beliscando os próprios mamilos enquanto ele a fodia de quatro, dando tapas na bunda que deixavam tudo vermelho. O som dos gemidos de sua bucetinha sendo castigada era música pros meus ouvidos.

​A fuga foi silenciosa, saindo pelos fundos do clube alugado como quem viu o que não devia, mas amou cada segundo. Dirigi pra casa com o pau na mão, explodindo de um tesão doentio. Quando ela chegou, horas depois, deitou pelada na cama com aquela cara de santa, dizendo que a festa no clube foi "monótona" e que só ficou batendo papo com os colegas. Mentira descarada e deliciosa. Mas ao puxá-la pra baixo do lençol, o cheiro forte de sexo e a porra do grandão ainda escorriam por suas pernas, melando o lençol. A penetração foi com uma fúria que eu não sentia há décadas; o pau entrou como nunca, usando o resto do leite do outro como lubrificante pra foder a minha mulher.

​Agora, o segredo queima por dentro. Estou pensando seriamente em abrir o jogo e confessar pra ela que eu estava lá naquele clube, assistindo a Let ser destruída pelo safado. O desejo de pedir pra ficar no canto da sala, assistindo os dois de perto enquanto ela grita pelo pauzão dele, é quase insuportável. Mas a dúvida corrói: será que isso estragaria a magia do segredo? A coragem ainda não veio, mas a cada sexta-feira que ela sai pro clube pra se encontrar com o cara, a minha certeza de que quero ser o espectador oficial dessa putaria só aumenta.

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Foto de perfil de  Gipsy sexy Gipsy sexyContos: 108Seguidores: 235Seguindo: 23Mensagem Casado, 45 anos, branco, hetero, tenho boa criatividade, tenho um filho gay, não tenho problema de escrever nem um tipo de conto..

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