O Clube da Luxúria que me fez ter ereção novamente.
A minha mulher ficou sozinha naquela festa no clube.
O que aconteceu naquele ambiente fechado mudou o jogo pra sempre e virou a minha cabeça do avesso.
Sou médico, tenho 48 anos e sou casado há duas décadas com uma mulher de 46 que ainda para o trânsito com aquele corpo de dar inveja em novinha. O nosso casamento andava capengando, a minha virilidade em baixa, o pau funcionando só pela metade e olhe lá. Naquela noite, os seus amigos da empresa alugaram um clube privado pra festa com seus amigos da juventude e os atuais.
O cenário perfeito pra um bom par de chifres .
O hospital onde trabalho me chamou pra uma emergência logo na chegada, um daqueles plantões malditos que não acabam mais.
Quatro horas de cirurgia depois, o retorno pro clube revelou o que o silêncio dos corredores escondia atrás das portas trancadas.
Pelo celular, vi fotos tremidas da minha safadinha bebaça no bar do clube, cercada de sujeitos sem camisa, rindo com os olhos vidrados. O álcool nela é veneno afrodisíaco, vira uma chave que transforma a esposa dedicada em uma cadela faminta. Ao entrar no clube, o som abafado e o cheiro de suor e bebida mostravam o nível da bagunça. Sua camisa já estava colada no peito pelo suor e pelo nervoso que subia pela espinha enquanto atravessava o salão vazio. Subindo as escadas pros camarotes e vestiários, portas sendo abertas uma a uma. Até que, em uma sala de massagem nos fundos do clube, veio o aviso: "Tem gente, tô fudendo!", gritou um sujeito com voz de deboche. E logo em seguida, o gemido familiar da Let, aquele som de garganta que eu não ouvia há anos.
O caminho foi por um corredor de serviço, até uma pequena abertura de ventilação que dava vista pra sala. Ali, o show começou de verdade e não teve mais volta. O cara estava lá, o brutamontes que já tinha feito obra na nossa casa meses atrás, com as mãos imensas em cima dela, apertando tudo sem dó contra a maca. Beijos no pescoço com uma sede nunca vista antes, mordidas que deixavam a pele vermelha. A raiva subiu como um soco, mas o tesão veio no rastro, atropelando tudo. O pau, antes morto e enterrado, começou a pulsar contra o pano da calça como não acontecia desde a minha juventude. Era a visão de um voyeur assistindo a própria mulher sendo dominada por um animal dentro daquele clube.
A baixaria subiu de nível quando seu fudedor a girou na frente de um espelho grande na parede da sala. Ele levantou a saia e meteu a mão com força naquela bunda firme, apertando a carne até os dedos sumirem. Os seios eram espremidos enquanto Let abria a boca, com a língua de fora, babando de luxúria pura. A calcinha foi puxada pra o lado com violência, revelando que sua bucetinha estava uma poça, completamente encharcada e pulsando de vontade. Ele abriu a calça e tirou aquele cacete de uns 18, 19 cm pra fora, um pauzão cheio de veias saltadas e cabeça vermelha, com os badalos pesados balançando entre as coxas.
Minha pequena mulher caiu de joelhos na hora, em transe, agarrando aquele pau com as duas mãos e começando a pagar um boquete sujo, engasgando até o talo, enquanto a saliva e o cuspe escorriam pelo queixo e melavam o piso do clube. O sujeito não teve um pingo de dó; Henrique começou a foder a sua boca com força, estocando fundo, segurando pela nuca como se ela fosse uma qualquer de beira de estrada. Sua camisa ensopada de suor era o meu único contato com a realidade enquanto os olhos devoravam cada detalhe daquela humilhação.
Let se virou de costas, empinou bem a bunda contra o espelho e guiou aquele pauzão pra dentro de sua bucetinha ansiosa. O barulho de pele a pele batendo era seco, estalos de pura safadeza que ecoavam na sala fechada. Ele sentou em um banco e a puxou pra cima, fazendo-a cavalgar com uma selvageria animal. Ele chupava os bicos dos peitos dela enquanto enterrava tudo por baixo, mirando o cuzinho que se contraía a cada estocada violenta. Ela jogava a cabeça pra trás e gritava o nome dele sem nenhum pudor, implorando por mais: "Foda-me! Foda-me mais forte! Goze em mim, macho! Não para de me rasgar!".
Ela berrava, completamente entregue. Ele moeu a carne dela, esticando tudo por dentro, fazendo com que ela perdesse o controle do corpo. Quando ele finalmente descarregou, era tanta porra e líquido saindo de sua bucetinha que o pau dele brilhava sob a luz. O show continuou depois no sofá do camarote, com a minha mulher montada de novo, arqueando as costas e beliscando os próprios mamilos enquanto ele a fodia de quatro, dando tapas na bunda que deixavam tudo vermelho. O som dos gemidos de sua bucetinha sendo castigada era música pros meus ouvidos.
A fuga foi silenciosa, saindo pelos fundos do clube alugado como quem viu o que não devia, mas amou cada segundo. Dirigi pra casa com o pau na mão, explodindo de um tesão doentio. Quando ela chegou, horas depois, deitou pelada na cama com aquela cara de santa, dizendo que a festa no clube foi "monótona" e que só ficou batendo papo com os colegas. Mentira descarada e deliciosa. Mas ao puxá-la pra baixo do lençol, o cheiro forte de sexo e a porra do grandão ainda escorriam por suas pernas, melando o lençol. A penetração foi com uma fúria que eu não sentia há décadas; o pau entrou como nunca, usando o resto do leite do outro como lubrificante pra foder a minha mulher.
Agora, o segredo queima por dentro. Estou pensando seriamente em abrir o jogo e confessar pra ela que eu estava lá naquele clube, assistindo a Let ser destruída pelo safado. O desejo de pedir pra ficar no canto da sala, assistindo os dois de perto enquanto ela grita pelo pauzão dele, é quase insuportável. Mas a dúvida corrói: será que isso estragaria a magia do segredo? A coragem ainda não veio, mas a cada sexta-feira que ela sai pro clube pra se encontrar com o cara, a minha certeza de que quero ser o espectador oficial dessa putaria só aumenta.
