Quem leu nossas publicações sabe que somos casados há seis anos. Nina, minha esposa é uma loira de 27 anos, rosto lindo de olhos azuis, falsa magra com seios pontudos e bunda arrebitada. Uma verdadeira cavala com buceta apertadinha.
Eu nem sei a razão desse deleite em ser corno manso. Talvez porque quando adolescente, espiei um casal copulando no mato e flagrado, o marido deixou eu meter na sua mulher. Coisa que na época nem imaginava ser possível.
Depois de casado, me sentia privilegiado em ter Nina como companheira. De sentir orgulho em ver como ela chamava atenção de outros machos, mas, era minha! Quando transava com ela, imaginava o que eles sentiriam em meter nela, coisa que só eu fazia quando bem entendesse.
Ela sempre transmitiu segurança de que jamais me trocaria por outro. Tudo isso com o tempo foi amadurecendo meu caminho de cuckold. A princípio com fantasias com um amigo que era vidrado nela. Depois com um vizinho dos meus sogros que era bem dotado e ela o masturbou. Até que aconteceu a primeira transa com um garoto. E depois outro ainda virgem.
Seu Jorge, o idoso pauzudo também a possuiu. Ele viúvo, dono de oficina e revenda de veículos multimarcas. Como o carro da Nina estava com avarias, levei na oficina dele. Me recebeu um tanto inseguro e depois de examinar o veículo junto com um mecânico, me chamou em sua sala.
O sandero automático era bem rodado e seria necessário um reparo demorado. Disse que enquanto isso, ele emprestaria um carro para ela. Enquanto me servia um café perguntou:
- Então, como está a Nina?
- Bem como sempre.
- Ela é mesmo maravilhosa.
Parecia querer falar algo e hesitava. Resolvi ir direto no assunto.
- Então, seu Jorge, ela é só maravilhosa ou uma mulher gostosa?
- Nossa, ela é gostosa demais! Sem mentira, foi uma das melhores coisas que já fiz na minha vida! Desculpe, você não ficou aborrecido mesmo?
- Claro que não, seu Jorge.
- Eu não entendo essas coisas. Se a Nina fosse minha mulher, eu jamais deixaria outro comer ela!
- Eu também pensava assim. Só que com o tempo a cabeça foi mudando, sabe? Ver outros caras babando por ela no começo me deixava lisonjeado. Depois achava que ela era muito gostosa para ser saboreada só por mim. Fui lendo histórias de mulheres que se masturbavam com um pau de borracha. Passei a pensar que um pau de verdade encapado com camisinha era mesma coisa. O privilégio de soltar porra dentro dela é só meu!
- Já pensou que fazendo isso você é um corno?
- Nem ligo pra isso. Sou corno assumido o que hoje é bem comum. Sabe que tem boates para casais fazerem troca de parceiros? Chama casa de swing. É só tomar cuidado para ninguém ficar sabendo. Os garotos que comeram a Nina são de cidades longe daqui e o senhor é o único daqui e conhecido. Mas só deixei porque sei que o senhor é uma pessoa que jamais iria contar para alguém.
- E porque eu?
- Bem, ela me contou que quando era garota, bem antes de me conhecer, ela era sua vizinha e cuidava do seu cachorro quando vocês viajavam. E certa vez, ela espiou o senhor acasalando com a dona Marta (falecida esposa dele). Ficou impressionada com o tamanho do teu pau e daí a curiosidade...
- Bom, então vou contar. Eu quando me lembro da transa com ela, acabo me masturbando igual quando era um gurizão. Já toquei um monte de punhetas pensando nela.
- Ah é? Então venha um dia em casa para a gente foder com ela. A Nina dá conta de nós dois na maior moleza.
- Sério mesmo?
No dia seguinte ele ligou perguntando se podia ser naquela noite. Falei com minha esposa e ela topou. Seu Jorge chegou todo arrumado e apesar de um tanto constrangido, fomos para o quarto. Eu já estava de pau duro imaginando a foda. No quarto, já fui me despindo e tirando a roupa dela.
Pelados, depois de vários beijos, caí de boca passeando pelo seu corpo escultural. Pescoço, seios, ventre, virilhas e finalmente, um oral caprichado. Nina entrou no modo transa e se contorcia toda. Abaixou e retribuiu com um boquete entusiasmado. Eram nossas preliminares. Tive que fazê-la parar porque o tesão era tanto de ver seu Jorge assistindo que quase gozei.
A penetrei sentindo a umidade da sua bucetinha apertada. Fiquei metendo devagar, alargando a xoxota delicada, como um bom corno manso, preparando-a para a pica grossa de outro. Quando saí, ela se levantou da cama e foi até o seu Jorge, ajudando-o a tirar a roupa.
Quando abaixou seu calção, ela agachou e ficou masturbando de leve a rola enorme, nessa altura em ereção plena. Encapou o cacete com o preservativo e fez ele deitar de costas na cama. Foi por cima dessa vez, segurando a vara dele encaminhando para a xana. Desceu devagar, soltando aqueles ¨uff, uff, uff¨ que eu já tinha ouvido na outra vez.
Eu ali apreciando o mastro sendo engolido, sumindo dentro das carnes da minha mulher. Seu Jorge de olhos fechados, com as mãos segurando de leve no quadril dela, saboreando o prazer imenso de entrar dentro dela. Nina estava com o rosto crispado, denotando toda tensão de receber o parceiro avantajado.
Quando já estava com metade da vara atochada, minha esposa começou a subir e descer. O ritmo foi aumentando e pude ver que a coisa desmedida entrava mais e mais. Ela suspirava forte com respiração irregular a cada breve parada. Sei lá se era medo ou porque a penetração era sofrida.
Eles viraram com seu Jorge por cima e Nina por baixo, com as pernas torneadas abertas. Ela gemia agora com vontade e ele metia sem parar. Foda de alguém experiente em dar prazer à parceira. Tentei ver onde suas carnes de ligavam e só pude ver os lábios da buceta da minha esposa toda esticada, envolvendo o diâmetro do cilindro espesso que a invadia.
Até que ela soltou um grito amolecendo. Sinal evidente que tinha obtido seu orgasmo. Ele também percebeu e parou dando tempo para ela se recuperar. Como Nina começou a rebolar reiniciando a foda, ele passou a meter com mais vigor e empenho. Ela pediu para ele gozar, aparentando estar sendo difícil aguentar aquela rola portentosa por mais tempo.
Seu Jorge estocou mais um pouco e finalmente entrou fundo e parou. Pelos meus cálculos a ponta deve ter forçado a entrada do útero dela que soltou um suspiro profundo de alívio quando ele ficou imóvel. Ele foi saindo devagar, a ponta da camisinha cheia de gala.
Enquanto ele ia ao banheiro, tomei seu lugar. Ao olhar a xoxota de Nina, vi os lábios da buceta todo exposto e vermelho. Visivelmente arrombada. Meu pau deslizou fácil para dentro dela. Tarado como estava, comecei a meter. Ela gemeu e falou:
- Amor, vai devagar. Estou toda ardida.
Só reduzi um pouco e depois voltei a meter forte. Nina protestou dizendo que estava doendo. Porra, quando era o outro arregaçando ela com aquele pauzão, ela não reclamou. E agora comigo chiava? Alguém pode me explicar isso? Falei que estava quase gozando e com ela gemendo, aumentei o ritmo. Não demorou para eu gozar, soltando porra e mais porra.
Seu Jorge que tinha voltado, assistia tudo. Ela olhou para o pauzão mole dele e se tranquilizou. Pelo jeito não iria querer dar mais uma. Antes de ir embora ele perguntou:
- Então, Nina, foi bom?
- Eu gostei de fazer amor com vocês dois.
- E do HB-20, está gostando?
- Demais. É um carro excelente.
- Então ele é seu. Vou te dar em troca do teu sandero.
- Ah, não, seu Jorge. O HB-20 é quase zero. O meu já é bem velho e muito rodado. A diferença de valor é enorme!
- Não, Nina. Fazer amor com você vale mais que dez carros desses. Eu faço questão, tá? Depois eu trago os documentos para passar pro teu nome.
Uns dez dias depois, meu celular tocou no serviço. Era seu Jorge:
- A Nina está em casa?
- Deve estar sim.
- Será que eu posso ir lá ver ela? Vou com o sandero velho que era dela para não chamar atenção...
Tava na cara que esse ¨ver¨ ela era para outra coisa. Concordei. Depois do expediente, ao chegar em casa, encontrei minha mulher com cara de sexualmente satisfeita. Ar de quem tinha acabado de ser bem comida. Ao me beijar ela falou:
- O seu Jorge veio hoje.
- Eu sei. Ele pediu autorização para vir e eu deixei.
- Ah, tá. Na hora dele ir embora ele me deu um presentinho. Quando depois vi o que era, me surpreendi.
O presente era uma corrente com pingente combinando com brincos, tudo de ouro. Com ele na mão, Nina falou:
- Vou ter que devolver.
- Ué, você não gostou?
- Gostar eu gostei. São lindos e deve ter custado caro!
- Então não devolve não. Ele te adotou como sugar baby.
- Sugar baby? O que é isso?
Eu ri e não disse nada...
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