Minha esposa santinha gostou do marido da irmã parte 3

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2585 palavras
Data: 16/04/2026 06:29:11

O sol ainda não tinha saido quando eu despertei. O ar da manhã no sertão tinha aquele frescor úmido que logo seria devorado pelo mormaço. Senti um movimento sob os lençóis e, antes que eu pudesse raciocinar, o corpo quente da Lia se colou ao meu.

Ela não apenas acordou; ela floresceu. Lia se inclinou sobre mim, os cabelos ainda úmidos e despenteados caindo sobre o meu rosto. Ela me deu um beijo longo, molhado e carregado de uma paixão que parecia ser a continuação direta do que aconteceu no chuveiro.

— "Bom dia, meu amor...", ela sussurrou contra meus lábios, a voz rouca de sono. — "Dormi como há muito tempo não dormia. Vou lá preparar o café pra gente pros nossos hóspedes."

Eu apenas murmurei um "tá bom" e fechei os olhos, fingindo que o sono me vencia novamente. Mas, fiquei com o olho um pouco aberto, vi ela se arrumando.

Lia se levantou e foi até a cômoda. Com uma naturalidade calculada, ela vestiu uma calcinha fio dental preta que sumia entre seu bumbum guloso e um shortinho jeans curtíssimo, daqueles que deixam a "poupa" do bumbum à mostra a cada passo. Ela sabia que a irmã ainda estava no quarto de hóspedes, mas sabia, principalmente, onde o Paulo estava.

Ela saiu do quarto com aquele rebolado lento, fazendo o chinelo estalar no piso. Eu me levantei na ponta dos pés e fiquei perto na porta do quarto, que dava visão para o corredor e a cozinha.

A Clara apareceu na porta do quarto de hóspedes, bocejando, o rosto amassado de sono.

— "Bom dia, Lia... já de pé?"

— "O dia não espera, irmã. Vai lavando o rosto que o café já tá saindo," respondeu Lia, abaixando-se para pegar uma panela no armário debaixo.

Naquela posição, o shortinho subiu e o fio dental ficou em evidência total. O Paulo, que já estava sentado à mesa, paralisou. A Clara passou por trás dele, deu um beijo no topo da cabeça do namorado e seguiu para o banheiro, sem notar o olhar de predador que o Paulo lançava para o rabo da minha mulher.

Assim que o som do trinco do banheiro ecoou, o clima na cozinha mudou. A Lia se virou para o fogão, mas sentiu a presença do galego atrás dela. O Paulo se levantou, a respiração já descompassada.

— "Você quer me enlouquecer, Lia?", ele rosnou baixo, segurando-a pela cintura por cima do shortinho.

— "Eu? Só estou fazendo o café, cunhado...", ela provocou, jogando a cabeça para trás no ombro dele.

Sem aviso, ela se ajoelhou ali mesmo, entre a mesa e o fogão. O Paulo mal teve tempo de reagir antes que ela abrisse o zíper da calça dele. O mastro dele saltou para fora, já pulsando, e a Lia começou a mamar ele ali mesmo.

O som era abafado, mas intenso. O barulho dela chupando e se engasgando logo de manhã, me deu um tesão de corno do caralho.

Lia mamava rápido, as mãos apertando as coxas do Paulo enquanto a boca fazendo um boquete gostoso e guloso. O Paulo segurava na mesa com tanta força que amassava o pano da mesa, os olhos fixos na porta do corredor, temendo a volta da Clara a qualquer segundo.

— "Rápido... Lia...", ele falou.

Ela acelerou o ritmo, usando a língua para passa na cabeça e chupando saco. Em menos de dois minutos, o corpo do Paulo teve um espasmo violento. Ele segurou a cabeça dela contra sua barriga enquanto despejava o jato quente direto na garganta dela.

Lia engoliu tudo sem hesitar. Ela se levantou, limpou o canto da boca e deu um sorriso vitorioso para ele, voltando para o bule de café exatamente no momento em que a Clara saía do banheiro.

— "Nossa, que cheiro bom de café!", disse a irmã, entrando na cozinha.

O Paulo sentou-se brusco, puxando a camisa para esconder qualquer rastro, enquanto a Lia, com o bumbum ainda metade para fora do short, servia a primeira xícara para a irmã como se nada tivesse acontecido. O jogo não tinha apenas recomeçado; ele tinha subido de nível.

O cheiro do café fresco agora se misturava ao cheiro de um boquete bem dado. Eu continuava ali, escondido no corredor, sentindo meu coração martelar contra as costelas. O contraste era absurdo: a inocência de Clara, servindo-se da bebida, e a safadeza de Lia, que ainda sentia o gosto do leite do cunhado na boca enquanto sorria para a irmã.

Lia se virou para a pia, cantarolando uma música qualquer, a imagem da dona de casa perfeita, se não fosse pelo short minúsculo e a lembrança do que ela acabou de fazer. O Paulo estava estático, a xícara tremendo levemente na mão, os olhos fixos no vazio, processando a descarga de adrenalina.

— "Você tá bem, Paulo? Tá pálido, homem," comentou Clara, sentando-se ao lado dele.

— "É... é o calor, Clara. O mormaço hoje veio cedo," ele gaguejou, dando um gole longo no café quente para disfarçar o nervosismo.

Lia soltou uma risadinha abafada, uma provocação direta que só ele e eu entendíamos. Ela se aproximou da mesa para colocar o pote de manteiga e, "sem querer", encostou o bumbum no ombro do Paulo. Ele deu um pequeno pulo, quase derramando o café.

— "Toma um pouco de suco, cunhado. Ajuda a recuperar as energias," Lia disse, com um brilho de puro deboche nos olhos.

Eu decidi que era hora de entrar em cena. Não podia mais ficar ali parado, ou meu tesão acabaria me traindo. Respirei fundo, vesti minha máscara de marido tranquilo e caminhei até a cozinha, fazendo barulho com os chinelos.

— "Bom dia, gente. O cheiro atravessou as paredes," eu disse, entrando no ambiente.

O Paulo nem conseguiu me olhar nos olhos. Fixou o olhar no prato de cuscuz. Já a Lia veio ao meu encontro com uma naturalidade assustadora. Ela me abraçou pelo pescoço e me deu um selinho demorado. Senti o cheiro dela, o perfume, por um segundo, imaginei se sentia o gozo do Paulo nela.

— "Dormiu bem, meu amor?" ela perguntou, ajeitando a gola da minha camisa.

— "Como um anjo, Lia. E você? Parece que já está bem disposta."

— "Sempre," ela respondeu, lançando um olhar para o Paulo. "O dia hoje promete ser longo. O Paulo disse que ia me ajudar a organizar aquelas ferramentas velhas lá no quartinho do fundo, não foi, Paulo?"

Clara olhou para o namorado, estranhando a oferta.

— "Ferramentas? Mas você nem entende disso, Paulo."

— "A Lia disse que... que é coisa rápida, Clara. Só pra liberar espaço," ele respondeu, a voz recuperando um pouco da firmeza, mas o olhar ainda era de um homem encurralado.

Eu me sentei à mesa, de frente para os dois. O clima estava carregado de eletricidade. Debaixo da mesa, eu sentia o pé da Lia buscando o meu, mas logo percebi que ela se enganou — ou talvez não. Vi o corpo do Paulo se contrair novamente. Ela estava provocando ele com o pé, bem na frente da própria irmã e de mim.

Aquele jogo perigoso estava me deixando no limite. Eu sabia que o quartinho do fundo era isolado, quente e longe dos ouvidos da Clara. Se eu deixasse eles irem, o que aconteceria lá não seria apenas um "ajuste de ferramentas".

— "Pois eu também vou ajudar," eu soltei, observando a reação imediata deles. "Trabalho de eletricista pede mão de obra qualificada. Vamos os três."

O sorriso da Lia não vacilou. Pelo contrário, ela pareceu gostar do desafio.

— "Ótimo. Quanto mais gente, mais rápido a gente termina... ou mais a gente se diverte."

Então Lia, por outro lado, se inclinou sobre a mesa para servir mais café. O shortinho subiu ainda mais, clara nao conseguia ver, porque estava do outro lado da mesa.

— "Então vamos logo," disse a Lia, batendo as palmas das mãos nas coxas. "Clara, você termina de arrumar a cozinha? A gente vai adiantando o pesado."

— "Vou sim, Lia. Podem ir," respondeu a irmã,

Caminhamos pelo corredor lateral da casa. O sol já começava a castigar, e o corredor estreito nos obrigava a andar próximos. Eu ia atrás, observando o rebolado da Lia. Ela caminhava com uma confiança absoluta, as mãos nos bolsos traseiros do short, fazendo questão de roçar no Paulo sempre que o caminho apertava.

Ao chegarmos ao quartinho do fundo — um cômodo de tijolo aparente que eu usava para guardar fiação, conduítes e algumas ferramentas de trabalho — o mormaço nos atingiu como um tapa. O cheiro de óleo, poeira e metal velho era forte.

Assim que entramos, a Lia fechou a porta de madeira pesada. O único feixe de luz vinha de uma telha de vidro no teto.

— "Bom... por onde começamos, mestre eletricista?" a Lia perguntou, encostando-se em uma bancada de madeira velha, abrindo as pernas de leve.

O Paulo estava parado no centro do quarto, parecendo um bicho acuado. Eu caminhei até ele e falei.

— "Você tá bem, Paulo. O café da Lia não caiu bem?" perguntei

— "É o calor, bicho... esse lugar aqui é abafado demais," ele respondeu, limpando o suor da testa com as costas da mão.

— "É, o mormaço tá de lascar," eu disse, fingindo procurar uma chave de fenda na prateleira. "Mas o trabalho não espera."

De repente, meu celular vibrou no bolso. Era o alarme que eu mesmo tinha programado para aquele minuto exato. Peguei o aparelho, olhei para a tela e fingi uma cara de surpresa.

— "Opa... é o veterinário do gado. Deve ter dado algum problema com a vacinação lá no pasto de cima," eu disse, já caminhando em direção à porta.

— "Agora, amor?" a Lia perguntou, e eu juro que vi um brilho de excitação nos olhos dela. A chance de ficar sozinha com o Paulo no escuro do quartinho era tudo o que ela queria.

— "Tem que ser. O homem não liga à toa. Paulo, fica aí ajudando ela a separar aquelas caixas, eu não demoro. Ou melhor... demoro o tempo que o gado precisar."

Saí e fechei a porta atrás de mim. O estalo do trinco ecoou no corredor lateral. Mas eu não fui para o pasto.

Dei a volta por trás da casa, pisando macio para não fazer barulho. O quartinho do fundo tinha uma parede de tijolos que eu mesmo tinha levantado, e eu sabia exatamente onde ficava uma pequena fresta, perto do telhado, por onde eu passava a fiação quando precisava de luz externa.

Subi num caixote de madeira velho e encostei o ouvido na parede, com o olho fixo na abertura.

Lá dentro, o silêncio durou apenas cinco segundos.

— "Ele foi?", a voz da Lia saiu como um sussurro perverso.

— "Lia, isso é loucura, o Paulo gaguejava, mas eu ouvia o som do cinto dele sendo desfeito novamente.

— "Cala a boca, Paulo. Você viu como ele saiu? Ele não volta tão cedo. Ele confia em você... e confia em mim."

Pela fresta, eu vi a Lia se encostar na bancada de ferramentas. Ela puxou as laterais do shortinho jeans para cima, fazendo o tecido entrar ainda mais no meio do bumbum, e deu um tapa na própria coxa.

— "Vem logo, galego. A Clara tá na cozinha e o seu cunhado tá no pasto. "

O Paulo não aguentou. Vi ele avançar nela como um animal faminto. Ele a prensou contra a bancada, derrubando uma caixa de parafusos que se espalharam pelo chão com um barulho metálico que fez meu sangue ferver. Ele não foi carinhoso; ele a virou de costas, puxando aquele shortinho curto com tanta força que parecia que ia rasgar.

— "Você é uma vagabunda, Lia...", ele rosnou no ouvido dela, enquanto enfiava a mão por dentro da calcinha fio dental.

— "Sou... a sua vagabunda. Vai, Paulo... me usa antes que eles voltem."

Eu estava ali, a poucos metros, vendo minha mulher ser dominada pelo namorado da irmã dela, ouvindo os gemidos abafados dela. O Paulo já tinha baixado as calças até os joelhos, e a Lia ja estava preparada para fazer o segundo boquete do dia e dar sua bucetinha para o cunhado de novo.

O quartinho estava fervendo. O calor ali dentro não era apenas o do sol; era o calor da traição, do risco e da luxúria que emanava daqueles dois. Pela fresta, eu via tudo com uma nitidez que me fazia tremer.

Lia não esperou ele tomar a iniciativa. Ela se ajoelhou novamente entre as ferramentas espalhadas e as pernas dele. Mas desta vez não havia mesa para esconder, nem Clara por perto para abafar o som. Ela agarrou o pau do Paulo, que já estava latejando de novo, e o abocanhou com uma força voraz.

O som era úmido, ruidoso. Lia enfiava tudo na garganta, os olhos revirando para cima enquanto olhava para o Paulo, desafiando-o a aguentar. Ele segurava a cabeça dela com as mãos suadas, os dedos se enterrando no cabelo úmido dela.

— "Isso... chupa tudo, Lia... desgraçada," ele gemia baixo, tentando manter o equilíbrio enquanto as pernas tremiam.

Ela não parava. Lia fazia um vácuo com a boca, subindo e descendo com uma agilidade que eu conhecia bem, mas que ali, com ele, parecia carregada de um veneno novo. Ela parou por um segundo, apenas para passar a língua por toda a extensão dele e olhar para a porta, sorrindo com a possibilidade de ser pega. Depois, voltou a sugar, fazendo o Paulo perder o fôlego.

— "Chega... chega, Lia! Eu vou gozar na sua cara se você continuar," ele disse, a voz falhando.

Lia se levantou rapidamente, limpando a saliva com as costas da mão. O rosto dela estava corado, os olhos brilhando.

— "No rosto não, Paulo. Eu quero sentir você dentro de mim. Agora."

Com uma rapidez impressionante, ela se virou de costas para ele e se apoiou na bancada de madeira. Ela empurrou o bumbum para trás, ficando na posição de quatro , com o shortinho jeans ainda preso nas coxas, mas a calcinha fio dental puxada para o lado, deixando sua bucetinha totalmente exposta e úmida para ele.

— "Vai... me pega de quatro, cunhado. Me faz perder o juízo," ela ordenou, olhando para ele por cima do ombro.

O Paulo não hesitou. Ele segurou firme nos quadris dela, as mãos deixando marcas na pele clara, e com um impulso só, ele entrou. Lia soltou um gemido agudo que foi abafado pela mão dele, que rapidamente cobriu a boca dela.

— "Silêncio... a Clara pode ouvir no corredor," ele sussurrou, começando a estocar com força.

O som do impacto dos corpos ecoava no quartinho abafado. Lia recebia cada estocada com a cabeça baixa, os cabelos balançando, o bumbum empinado recebendo o peso do Paulo. A cada estocada, as ferramentas em cima da bancada tremiam. O prazer dela era evidente; ela rebolava contra ele, buscando mais profundidade, entregando-se completamente ao namorado da irmã.

Eu, do lado de fora, sentia o suor escorrer pelo meu pescoço. O contraste entre o silêncio da fazenda e a luxúria desenfreada dentro daquele quartinho era quase insuportável. Lia estava ali, de quatro, sendo possuída pelo cunhado no meio das minhas ferramentas, exatamente como ela planejou desde o momento em que acordou.

O ritmo do Paulo acelerou as estocada. Ele estava chegando ao limite pela segunda vez naquela manhã. Ele puxou o cabelo dela para trás, obrigando-a a olhar para o teto, e deu as últimas estocadas, rápidas e profundas. Lia levantou as costas, sentindo o que iria gozar junto com ele. O Paulo soltou um rosnado baixo e se gozou dentro dela, o corpo colado ao dela enquanto ambos tentavam recuperar o fôlego naquele ar pesado.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 11Seguidores: 53Seguindo: 25Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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O Robson podia começar a dar umas investidas na irmã da Lia ,assim o jogo ficraia mais justo.

OBS:1* Cala a boca,Paulo(Cala a boca Paulo!) 2*— "Sou... a sua vagabunda. Vai, Paulo... me usa antes que eles voltem."( — "Sou... a sua vagabunda. Vai, Paulo... me usa antes que ele volte") Afinal só uma pessoa saiu.3* O Paulo soltou um rosnado baixo e se gozou dentro dela, (O Paulo soltou um rosnado e gozou dentro dela,..)

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Isso é o cara ser muito corno ,esta vendo a mulher se oferecendo para o quase cunhado constantemente e ele ao menos diz a ela que sahe de tudo. Acho que não falta mais mada a não ser quando a irmã for embora,a Lia dizer para o marido que ta grávida dele.🤦🤦.

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Certas coisas são quase que inacreditáveis né. mas fazer o que se tem louco pra tudo.

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Verdade

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Tem mais uma verdade nisso amigo. Como essa esposa não tem princípios, uma mulher totalmente sem valor que está traindo tanto o marido quanto a irmã dentro de sua casa, mas ela é seguida de perto do namorado da irmã e do próprio marido que é conivente com tudo isso. por enquanto só quem escapa é a irmã, o resto não tem moral alguma

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Eu não diria que esse casal são loucos,apenas digamos fora do normal. Principalmente da parte do marido da Lia que sabendo de tudo o que esta acontecendo deixa as coisas acontecerem ao ponto de nem ao menos pensar que a cunhada pode dar um flagrante no " casalzinho" .

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Extremamentes inconsequentes, irresponsáveis e malefícos pois podem causar problemas sérios para uma outra pessoa.

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