Dani estava com o corpo pegando fogo naquela tarde. O marido tinha saído para trabalhar, e ela, sozinha em casa, vestia apenas uma lingerie preta mínima: um sutiã rendado que mal segurava seus seios médios e firmes, e uma calcinha fio-dental que desaparecia entre suas nádegas redondas e empinadas. Seu cabelo castanho escuro caía solto sobre os ombros, maquiagem leve, mas olhar de pura fome.
Quando a campainha tocou, ela já sabia quem era. Abriu a porta e lá estava ele: um negro alto, musculoso, pele escura brilhante, com um volume impressionante na calça. Seu nome era Jamal.
— Entra… — sussurrou Dani, mordendo o lábio.
Mal a porta fechou, eles se atacaram. Jamal a prensou contra a parede, beijando-a com fome enquanto apertava sua bunda com as mãos grandes. Dani gemeu na boca dele, sentindo o pau enorme dele já duro roçando contra sua barriga.
— Eu quero esse pauzão preto hoje… do jeito que eu gosto — ela falou safada, descendo a mão e apertando o volume.
Eles foram para o quarto. Dani empurrou Jamal para a cama e se ajoelhou entre as pernas dele. Puxou a calça para baixo e o pau saltou: grosso, veioso, preto brilhante, quase 25cm de rola pesada com uma cabeça grande e rosada escura.
— Caralho… que delícia — sussurrou ela, admirando.
Começou devagar. Lambeu da base até a ponta, sentindo o cheiro forte de homem, depois abriu a boca e engoliu o máximo que conseguiu. Gluck… gluck… gluck. Dani babava sem vergonha, chupando com vontade, descendo fundo, engasgando, olhos lacrimejando de prazer. Segurava as bolas pesadas com uma mão enquanto a outra masturbava a base que não cabia na boca.
— Isso, mama gostoso… que boca gulosa da puta — grunhiu Jamal, segurando o cabelo dela.
Depois de deixar o pau dele todo babado e brilhando, Dani subiu na cama. Tirou a calcinha e montou nele de frente. Guiou a cabeça grossa para a entrada da buceta e desceu devagar.
— Aaaahhh porra… como é grosso… — gemeu alto, sentindo cada centímetro esticando suas paredes.
Quando sentou até o talo, começou a rebolar devagar, acostumando com o tamanho. Depois acelerou. Cavalgava com força, subindo e descendo, os seios pulando no rosto de Jamal. Ele segurava na cintura dela e socava para cima, fazendo a bunda dela bater contra suas coxas.
— Me fode com essa rola preta! — gritava Dani. — Mais fundo… me arromba!
Eles mudaram de posição. Jamal a colocou de quatro na beirada da cama. Empinou aquela bunda branca e redonda e meteu tudo de uma vez. Estocadas brutais, fundo, rápido. O som molhado de pele contra pele enchia o quarto: ploc… ploc… ploc… squish.
Tara gritava de prazer, rosto enterrado no colchão, mãos agarrando os lençóis.
— Isso! Me fode como uma vadia! Essa rola é muito melhor que a do meu marido!
Jamal dava tapas fortes na bunda dela, deixando marcas vermelhas, puxava o cabelo dela como rédea e metia sem piedade.
Depois virou ela de lado, levantou uma perna e meteu novamente, bem fundo, roçando o ponto G. Dani tremia, gozando pela segunda vez, buceta apertando o pau dele.
Por fim, ele a colocou de costas, missionário, pernas dela sobre os ombros dele. Nessa posição ele conseguia meter ainda mais fundo. Olhava nos olhos dela enquanto socava.
— Vou gozar dentro… quer?
— Quero! Me enche! Quero porra preta quente dentro da minha buceta! — implorou Dani.
Jamal acelerou, suor escorrendo no peito musculoso. Com um gemido rouco, enterrou até o talo e gozou forte. Jatos grossos, quentes e abundantes explodiram dentro dela, enchendo a buceta até transbordar.
Quando ele puxou o pau devagar, um rio de porra branca escorreu da buceta inchada e rosada de Dani, pingando no lençol. Ela enfiou dois dedos, tirou um pouco da porra e lambeu, olhando pra ele com cara de safada.
— Essa foi a melhor foda possível… — sussurrou ela, ainda ofegante. — Quero mais. Quero você sempre que meu marido sair.
Jamal sorriu, o pau ainda semi-duro pingando.
— Pode deixar, vadia… eu volto sempre pra te dar essa rola preta do jeito que você merece.