Perdi Aposta e, de Lingerie, virei Menina na Casa de Praia 2

Um conto erótico de Gabi69
Categoria: Gay
Contém 2071 palavras
Data: 17/04/2026 04:32:39
Última revisão: 17/04/2026 05:06:04

Quando vimos Rafa entrar no nosso quarto, surpreendendo-nos tal como estávamos, Edu deitado em cima do meu corpo lânguido, de bruços na cama, após ter me desvirginado, nós dois ficamos em estado de choque. Na minha mente estava tudo perdido, eu temia que Rafa fosse contar para Melissa que eu havia dado para seu irmão e, pior ainda, usando a sua lingerie durante o ato! Começamos a entrar em pânico, Edu e eu, até que Rafa me veio com sua proposta, me chantageando a dar para ele também em troca de manter segredo, deixando claro que seu interesse real era me comer, e não manchar a nossa reputação.

Se eu não estivesse tão assustado em ter sido pego no flagra naquela situação comprometedora e fosse capaz de pensar friamente naquele momento, eu teria lembrado que Rafa tinha demonstrado interesse no meu corpo andrógino quando, mais cedo naquela mesma noite, eu adentrara a sala vestido só de calcinha e sutiã junto com Melissa, quando ele assoviou em minha direção e me pedira para desfilar de lingerie antes de retomarmos as últimas partidas de carteado.

Rafael se apressou em revelar-nos qual era o preço do seu silêncio:

— Quer que eu fique calado? Vai ter que ser minha putinha também!

Edu e eu nos entreolhamos e, mesmo sem palavras, neste ato eu estava como que silenciosamente pedindo permissão para o meu macho deixar que eu transasse com outro.

Não tinha como eu saber se ele teve algum tipo de relutância naquela hora, mas a consequência era inevitável: se quiséssemos manter nossa travessura no sigilo, a única saída que tínhamos era satisfazer o desejo de Rafa. Edu meneou discretamente a cabeça, como que me dando autorização para entregar o meu corpo ao namorado de sua irmã e assim preservarmos a nossa imagem.

Rafael bota o pau para fora e se aproxima de mim. Ainda mais dotada que a do Edu, aquela rola parece mais e mais descomunal à medida em que se achega até o meu rosto. Eu deslizo até a beira da cama, ficando a postos e com a minha face a poucos milímetros do seu membro, abrindo a minha boca na sequência, de forma convidativa.

Abocanho o pau de Rafa e, enquanto eu faço chupeta nele, Edu permanece sentado ao lado, observando-me colocar em prática as minhas habilidades orais, que ele mesmo tinha sido o primeiro a aproveitar.

— Chupa bem gostoso, vadia!

Começo a ficar extremamente excitado com aquela situação, de ser observado por Edu enquanto Rafa soca a sua rola graúda dentro da minha boca até a garganta, forçando a minha cabeça em direção aos seus pelos pubianos, me fazendo salivar e engasgar com a sua tora.

A cada vez que eu sufoco e perco o fôlego, Rafa tira o pau da minha boca, permitindo que eu respire, e em seguida puxa a minha cabeça em direção ao seu saco, me fazendo beijar, lamber e chupar os seus bagos grandes e peludos. Em meio às lambidas, alguns de seus pentelhos ficam colados na minha língua. Eu simplesmente os engulo.

Já satisfeito com aquela mamada preliminar, Rafa me manda despir a calcinha toda melada de esperma (o meu próprio, na frente, e o de Edu, na traseira) e me empurra de volta em direção à cama, me fazendo cair deitado, de peito para cima. Ele ergue as minhas pernas e introduz dois dedos só com cuspe no meu buraquinho, a fim de me preparar para o seu pau. Depois de alargar a minha rodinha só na dedada, ele usa as duas mãos para arreganhar bem as minhas nádegas, usando os polegares para dilatar as beiradas do meu cu, e começa a introduzir o seu membro em mim, em posição de frango assado.

Com um tanto de dificuldade, a sua rola grossa vai abrindo caminho dentro de mim, estourando as pregas do meu cuzinho e prosseguindo para adentrar profundamente no meu canal retal, até as minhas entranhas. Aquela primeira penetração do membro avantajado de Rafa no meu rabinho é um pouco sofrida, me fazendo gemer de dor e de tesão. Quando termina de enfiar sua pica até o talo dentro de mim, ele começa um vai e vem frenético, que simultaneamente me enche de um prazer delirante e deixa em chamas a borda do meu ânus há pouco deflorado.

Edu assiste atento enquanto Rafa arregaça o meu cu agressivamente, estocando a sua rola no fundo do meu reto com vigor e velocidade. Com o impacto de cada bombada, meu pinto e meu saquinho ficam balançando livremente, no ritmo da foda.

Entre as várias estocadas rápidas e doloridas, eu sou possuído por uma sensação mista de prazer e agonia e me questiono se Edu estaria com ciúmes em ver o namorado de sua irmã me fodendo como uma puta rampeira, bem ali na sua presença, mas logo constato que ele está é ficando com muito tesão.

Edu mexe em seu pau mole enquanto me observa sendo arrombado pelo Rafa a poucos centímetros de distância dele, até que, alguns instantes depois, me deparo com o pau meia-bomba de Edu se aproximando do meu rosto. Simplesmente abro a minha boca, recebendo nela o seu membro. Fico mamando Edu ao mesmo tempo em que Rafa continua macetando o meu cu.

Depois de vários minutos naquele frenesi, tendo os meus dois orifícios usados pelos membros de Rafa e Edu, percebo a rola de Edu se avolumando e se enrijecendo dentro da minha boca, ficando totalmente ereta de novo.

Rafa desengata a pica de dentro do meu buraquinho, provocando um alto ruído de sucção com a sua retirada, mas ele não havia gozado. Ele só deu uma trégua para recuperar as energias, e permitir que Edu viesse me penetrar analmente em seu lugar.

— Quer meter nele um pouco?

Logo Edu se posiciona ao pé da cama, onde antes estava Rafa, e começa a introduzir o pau no meu cuzinho.

Edu começa a comer o meu cu e Rafa fica na proximidade, assistindo e punhetando o seu pau a fim de suster a ereção. Após uma longa sequência de incríveis e prazerosas bombadas no meu rabo, Edu desaloja seu membro do meu interior e retribui a cortesia de Rafael, cedendo acesso ao meu buraquinho.

Os dois rapazes ficaram usando o meu ânus alternadamente, cada um metendo a pica em mim, bombando por vários minutos e depois liberando o meu rabinho para a penetração do outro.

— Come o rabo dessa puta, vai!

Eles cessam o revezamento no meu cuzinho e me deixam abaixar as pernas. Aproveitando que eu estou deitado de peito para cima, os dois se curvam por cima de mim, cada um abocanhando um dos meus "seios".

Eu me sinto totalmente feminina e avassalada por aquelas duas bocas de macho, sugando avidamente os meus mamilos enrijecidos, lambendo e chupando as minhas tetinhas, deixando-as completamente lambuzadas de saliva.

Na sequência, eles param de mamar os meus peitinhos e me mandam vestir novamente a calcinha e o sutiã, para que eu ficasse bem menininha para eles, realçando o meu papel de fêmea putinha.

Os meus dois machos me colocam de joelhos no chão e me mandam chupar as suas picas. Eu obedeço, bem safadinha, empunhando aqueles dois paus e mamando um ao mesmo tempo que masturbo o outro, depois trocando entre eles.

— Vai piranha, bota tudo na boquinha, vai! Chupa essas picas com vontade!

Eu degusto aquelas duas rolas gostosas, me deliciando com o sabor dos paus dos meus dois machos.

Em seguida, Rafa se deita na cama e me manda montar nele. Eu subo na cama, me posiciono por sobre o seu caralho ereto, com o meu bumbum virado em sua direção, puxo o gancho da calcinha para o lado, revelando o meu buraquinho arrombado e, com a mão, vou guiando a entrada do seu pênis em meu ânus, me agachando e sentando lentamente sobre ele.

Após eu descer até base da pica de Rafa, deixando-a toda acomodada dentro do meu canal, começo a quicar naquela rola, excitado ao saber que ele está tendo uma visão privilegiada do meu bumbum empinadinho enquanto sente meu ânus subir e descer na sua tora larga.

— Senta gostoso, viadinho! Que delícia de cu, vou te arregaçar todinho!

Edu aponta o pau em direção à minha boca e eu começo a chupá-lo sem hesitar. Fico delirante de tanto tesão, sendo usado simultaneamente por aqueles dois machos, dando e recebendo tanto prazer.

Rafael fala para eu desmontar do seu pau e virar ao contrário, para eu cavalgar de frente. Atendo à sua ordem, revertendo a posição e me preparando para sentar de novo em seu pau. Edu sobe na cama pelo outro lado e bota novamente a pica na minha boca.

Bastam mais alguns minutos de sentadas bem dadas no pau de Rafa e súbito sinto ondas de prazer estático percorrendo o meu corpo e a minha mente. Em poucos instantes chego a um intenso orgasmo. Como estou ainda de calcinha, o meu esperma atravessa o fino algodão da peça, pingando sobre o ventre dele.

Mesmo depois de gozar, continuo cavalgando vigorosamente o membro grosso de Rafa, sem descuidar de mamar a rola de Edu, e logo na sequência sinto o meu canalzinho ser inundado por vários jatos de sêmen quente e farto, que logo começa a escorrer pelo meu buraquinho e se depositar sobre os pelos pubianos de Rafael.

Após Rafael finalizar dentro do meu canalzinho, eu desmonto de sua pica, e o esperma dele termina de vazar pelo meu cuzinho aberto, melando a parte interna das minhas coxas. Imediatamente as mãos ávidas de Edu me puxam resolutamente em sua direção. Ele me vira de frente para si, abaixa as alcinhas do meu sutiã, revelando meus peitinhos arrebitados, e começa a chupá-los.

Satisfeito, Rafael se retira da cama para nos ceder o espaço e nos deixar mais à vontade. Edu me faz deitar e fica degustando os meus mamilos por vários minutos, os belisca e brinca com meus "seios" a seu bel prazer, e eu só gemendo feito gatinha no cio, sentindo os meus biquinhos sensíveis sendo estimulados pela língua e lábios do meu amigo.

Depois de se deliciar com as minhas mamas, Edu me posiciona de ladinho na cama, levantando um pouco a minha perna superior e a sustentando com a sua mão, se acomoda juntinho de mim e começa penetrar o meu ânus com o seu membro.

— Vai Edu, bota tudo dentro de mim!

Pisco o meu cuzinho enquanto seu pau me invade, pulsando e contraindo a minha rodelinha ao redor de seu membro. Edu me penetra de ladinho, comendo o meu cuzinho enquanto os seus dedos habilidosos ficam atiçando os meus mamilos durinhos, e ele sussurra pertinho do meu ouvido:

— Que delícia de cu, Gabizinho! Quer mais leitinho dentro dele?

— Aii, quero, vai … Me enche de leitinho de novo!

Edu me fode de ladinho, me enchendo de carícias sensuais nos meus “seios”, até esporrar novamente dentro do meu reto.

Ao final daquela foda épica a três, Edu, Rafa e eu combinamos que tínhamos que manter sigilo total sobre o ocorrido. Se aquilo vazasse, era fim de namoro para Rafa e Melissa e nós dois íamos sair escorraçados da casa. Edu também não queria que soubessem que ele tinha transado com um garoto, e por isso era crucial para nós três que o nosso ménage ficasse em segredo, que juramos não revelar, fingindo como se nada tivesse acontecido.

Feita a promessa, Rafa se despediu de nós e se dirigiu para o terceiro quarto, para ir dormir sozinho, deixando-nos, eu e Edu, a sós no quarto. Nós estendemos o colchonete no chão, só para manter as aparências, mas nós combinamos que íamos dormir juntinhos, em sua cama.

Ele me mandou usar novamente a lingerie de sua irmã para nos deitarmos. Ajustei o sutiã, que estava simplesmente abaixado, tornando a cobrir os meus petinhos, e vesti de novo a calcinha, que já estava toda pegajosa e melada de esperma, tanto do que eu tinha gozado, na parte da frente, quanto dos orgasmos de Rafa e Edu, que escorreram do meu ânus, lambuzando a parte de trás.

Deitamo-nos juntos na sua cama de solteiro, eu de lingerie, ele, todo nu. Ficamos de conchinha, ele a me abraçar por trás, com o seu pau mole encostando nas minhas nádegas macias e as suas mãos envolvendo as minhas tetinhas.

Acabamos pegando no sono assim, exaustos e realizados, deixando para pensar nas consequências dos nossos atos somente no dia seguinte.

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Comentários

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porque aproveitou que tem 2 paus e tentou uma dupla penetração anal?

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A festinha foi boa com os rapazes. So tem que tomar cuidado para a irmã de Edu não flagrar vocês.

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Foi muito boa mesmo, obrigado pela leitura e comentário! A próxima parte vai te surpreender!

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