UMA FODA DO OUTRO MUNDO (I)

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Grupal
Contém 1603 palavras
Data: 17/04/2026 09:36:13
Última revisão: 17/04/2026 09:53:35

Eu sou Tina. Não, não é de Cristina – como eu queria que fosse! É que o Tino – Tino de CRETINO –, o meu pai, era apaixonado pelo futebol uruguaio e por isso me impingiu o tenebroso nome de Celestina. Ai, que ódio! Mas... deixa isso pra lá, que não é esse o motivo deste conto... Vamos voltar ao modo zen, e meu pai que se foda, onde diabo ele estiver.

Eu sou uma mulher gostosa, muito bem resolvida, nos meus 27 anos de vida. Sou loira natural, de cabelo a pentelho, tenho 1,75, rosto lindo, onde a natureza incrustou duas esmeraldas brilhantes no lugar dos olhos, e um colchão carnudo nos lábios. Minha boca foi feita para beijar e chupar – eu é que ainda a uso para me alimentar, só porque preciso me manter viva e elétrica.

Tenho seios belíssimos, médios, sem uma gota de silicone, durinhos e apontados para cima. Barriga sequinha, e uma cintura fininha, que valoriza bastante a minha bunda. E aí, dá licença, que não tem pra ninguém. Minha traseira é alguma coisa de espetacular: nádegas grandes e redondas, tremem naturalmente feito dois pudins, e arrastam atrás de si o que tem de olhares famintos de homens e de mulheres.

Minha buceta é outro exagero de primor: carnuda, nem grande nem pequena, encimada por uma discreta plumagem loira, por qualquer incentivo molha-se horrores, encharcando todos os espaços. Se encontra uma boca competente no prazeroso trabalho de a chupar, alaga tanto que quase esguicha. Quando recebe uma rola bem colocada, minha xoxota aquire vida própria, enlaça o pau e o carrega para dentro de si, somente o largando quando este explode lá dentro.

Minhas coxas grossas, de pelos fininhos, bem macias na parte interna, é uma filial providencial da minha buceta. Não conto quantas rolas se acabaram de gozar entre elas, quando eu não podia ou não havia condições normais de me comerem pelas vias normais.

Sim, porque considero meu cu também um buraquinho de prazer. Clarinho e rugoso, sempre depilado e cheiroso, abre-se com uma facilidade tremenda, engolindo a língua, o dedo, os dedos e, melhor que todos, a vara rígida que se aventurar a penetrá-lo. Seja eu de quatro, seja o carinha deitado sobre mim, seja eu sentada, quicando em sua rola, meu rabo é um provocador de ejaculação precoce.

Quando me foi permitido abrir as pernas, na vida, fiz isso com o maior prazer (literalmente), a maior vontade e maior quantidade possível. Trepei a três por quatro, com quantos tinham coragem de chegar junto da loiraça rabuda e gostosa. Transei com mulheres maravilhosas, descobrindo o prazer que uma língua feminina pode oferecer. Participei de surubas com colegas de escola, chupei rolas em série, beijei tantas bocas que nem sei.

Mas aí chegou a hora de dar uma parada e reorganizar minha vida. Afinal, os trinta se aproximavam, e eu sempre tive consciência de que minha gostosura era grande mas não eterna. Eu precisava me aquietar em cima de uma rola que me desse prazer, com quem eu até pudesse construir uma família. Escolhi Cláudio, um bicho muito escroto e gentil, inteligente e safado, pan-sexual e poligâmico, muito chegado a um ménage. Permitimo-nos chegar mais intimamente um do outro que apenas dos nossos corpos; descobrimos que poderíamos nos casar.

Aff, nossa despedida de solteiro foi a maior fuleragem que o planeta já teve a possibilidade de presenciar. Separadamente, cada um fez coisas que até o diabo se espantaria. Quando, no dia seguinte, contamos um ao outro as putarias a que nos entregamos, veio um tesão tão espalhafatoso, que nos comemos por quase uma hora seguidamente. Não sei como nossos corações não explodiram, dentro do peito.

Quinze castos e celibatários dias depois, estávamos casando, numa cerimônia íntima, com não mais que cinquenta convidados – só os mais íntimos mesmo, todos ali já tinham me comido ou dado para Claudio, ou as duas coisas. Meu corpo chegava a pinicar, eu sentia minha buceta mexendo-se e derramando-se a cada abraço recebido na recepção. Claudio não tinha como esconder a dureza da rola, escondida na calça do terno, feito um pepino no bolso – nem ele estava ligando a mínima para isso.

Aí chegou a hora de partir para a lua de mel, que meu mel se derramava copiosamente por entre minhas pernas e eu ansiava pela rola de Claudio. Então colocamos em prática nosso “gran finale”. Subimos numa plataforma de vidro temperado e transparente, redonda e elevada, como um palco, para que eu jogasse o buquê – na nossa adaptação, as roupas, durante o ritual da troca de trajes. Nos cantos opostos da plataforma, dois cabides com nossa vestimenta para a lua.

O DJ soltou o som mais escroto que conseguimos encontrar, jogou sobre nós uma incrível luz amarela, que não tenho ideia de onde diabo ele tirou; começamos então, eu e meu noivo, a "nus" desnudar (desculpaí, não resisto a esse singelo trocadalho dum carilho), num strip-tease extremamente sensual, sob gritos, aplausos, assovios: “Gostosa!” “Pausudo!” Cada peça de roupa retirada, eu e Claudio ficávamos de costas e jogávamos para os convidados pegarem. Dispensável dizer que as peças mais ansiosamente esperadas eram minha calcinha ensopada e a tanguinha babadinha de Claudio. Quem as pegasse, tinha direito a trinta segundos de chupação.

Minha calcinha foi arrematada pelo DJ (está bem... dei um jeitinho de facilitar o lançamento, que era o único ali que não tinha me comido geral ainda – não passamos de amassos rápidos numa outra festa). Fiquei de cócoras sobre a plataforma, a bucetona vermelha e encharcada esperando a boca do homem da música. Ele chegou, primeiro lambeu, enfiou a língua xoxota adentro, depois colou os lábios dele nos da minha buceta e foram quinze segundos de “tortura”. A gritaria era infernal, todos contando os segundos aos brados.

Depois foi a vez de Claudio jogar seu “buquê”, que foi alcançada por uma novinha, amiga de uma das companheiras mais assíduas de nossas putarias. A novinha sempre quis participar, mas só teve autorização de vir para o casamento, porque na véspera ela fizera dezoito anos. E ela estrearia bem no mundo da putaria coletiva, chupando o pau do noivo por trinta segundos. Claudio sentou na beirada da plataforma, o cacete pinotando, a novinha se aproximou, sob os apupos da turma. Querendo mostrar que era jovem mas já manjava do riscado, molhou a ponta do próprio dedo na língua, pegou o pau de Claudio, e passou o dedo úmido em toda sua extensão e na cabeça. Depois (era pouco tempo), a língua substituiu o dedo, viajando no corpo do falo da cabeça à base, indo e voltando várias vezes. Quando a turma chegou em 28, ela colocou a cabeça da rola dele na boca e, nos trinta, ela a engoliu inteiramente, arrancando aplausos e delírio de todos, inclusive de meu marido, que ficou com a pica babando e saltitando.

Enquanto nos vestíamos, o safado do recém-casado comentou baixinho comigo: “Quero essa novinha! Ela será a primeira depois da lua de mel”. Não deixei por menos: “Aham... e teremos música nesse momento, quando o DJ estiver me comendo também.” Rimos espalhafatosamente e nos beijamos arreganhadamente, diante de uma plateia desvairada, no mais louco frenesi; creio que já deveria estar rolando alguma foda naquela festa louca.

Mas não ficamos para ver mais nada, que precisávamos urgentemente nos comer, e ainda tínhamos que chegar ao hotel, que ficava a uns bons quilômetros da cidade. Recém construído, sequer fora aberto ao público ainda. Num ménage, em que o Borges, um dos nossos amigos, me chupava enquanto Claudio comia seu cu, ele, sócio majoritário desse hotel, nos prometeu de presente de casamento a suíte da cobertura para nossa lua-de-mel, sem mais ninguém hospedado.

Dispenso de contar a ansiedade com que fizemos o caminho até lá. Chegamos ansiosos, e somente o recepcionista nos deu todos os indicativos, dizendo que estaria à disposição, na recepção, para o que precisássemos, pois ele recebera ordens expressas do dono para tornar esta noite muito especial para o casal. Em meio ao nosso fogo mútuo, tanto eu quanto Cláudio deitamos nossos olhos sobre o funcionário: seria uma boa sobremesa no dia seguinte...

Subimos. O apartamento era deslumbrante. Estava impecável, com aquele aspecto de virgindade – afinal, alguma coisa precisava ser virgem numa lua-de-mel... Havia champanha num balde de gelo. Enquanto Cláudio se encarregava de abrir a bebida e servir os copos, fui para a varanda, apreciar a noite. Estrelas piscavam (feito minha xoxota), a lua posta, esparzindo um luar aconchegante. Havia até um brilho mais intenso, ao lado da lua – provavelmente um daqueles planetas ou astros que, de vez em quando, ficam visíveis e brilhantes a olho nu.

Falando em nudez, senti que a roupa, apesar de pouca, me sufocava, e a retirei num ímpeto. Quando Claudio chegou, com as taças, também já vinha nu, e a cabeça do seu pau chegou primeiro na minha raba, lubrificando-se na minha lubrificação. Prometemo-nos amor e sexo enquanto possível, brindamos e o líquido gelado desceu por nossas gargantas. Nem ligamos para o brilho que me chamara a atenção há pouco, e que agora estava bem mais intenso. Nossos corpos estavam se esfregando sem pressa – tínhamos toda a noite para alimentar e apagar aquele fogo que nos consumia e que enchia de luz amarela a luxuosa varanda.

“Que porra de luz amarela é essa?” – perguntei a Cláudio, a mim mesma e finalmente a quem poderia responder: a própria luminosidade, que aos poucos tomava a forma de corpos. Puta que pariu! Até onde iria as surpresas do Borges para aquela noite? E não tínhamos a menor ideia, por mais fértil e louca que fosse nossa imaginação (e era), do que estava para acontecer...

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