Liberei minha mulher na festa fantasia

Um conto erótico de NectarDoTesao
Categoria: Grupal
Contém 2102 palavras
Data: 17/04/2026 15:20:17

Vou relatar uma história que ocorreu comigo, Gabriel, e minha esposa Lara. Nunca imaginei em minha vida fazer o que fiz. Um misto de tesão incontrolável e frio na barriga. Sabor de conquista e liberdade. Tudo começou quando fomos passar o fim de semana em outra cidade. Sempre que transamos, fantasiamos que Lara está dando para outros homens. Na última, enquanto gemia no meu pau, teve a ousadia de ficar me chamando de corninho. Essa brincadeira me deixa muito excitado. Eu falava que queria um pauzudo para encher sua buceta de porra bem na minha frente, e que eu só iria assistir ela dando. Ela também fica toda cheia de tesão. Não sei quem gosta mais, ela ou eu. Ver minha esposa sentido prazer me deixa muito excitado!

Essas fantasias são frequentes. Já tivemos algumas experiências com ménage masculino. Eu e um conhecido a fodíamos gostoso. Ao menos uma vez a cada dois meses. Lembro que numa das transas, num momento de entrega total eu disse que um dia iria dar um passe livre numa balada. Percebi que isso a deixou muito atiçada.

Já imaginou que delícia seria? Saber que sua linda esposinha estaria se divertindo na balada? Liberada e sedenta por pau? Não sei você, mas isso me deixa louco!

A viagem corria bem. Fizemos várias coisas, entre elas, visitar pontos turísticos, assistir nascer do sol, frequentar barzinhos. Mexendo no Instagram, vi que naquela noite haveria uma festa liberal perto de onde estávamos hospedados, com nome de “Noite das safadas +18”. Nessa hora meu pau já pulsou dentro da calça com pensamentos bem safados. Nunca imaginei que ima festa do meio liberal estaria acontecendo próximo. O tesão era tanto que não aguentei e disse:

— Amor, tive uma ideia aquelas bem safadas. Está preparada?

— Lá vem você. Qual ideia meu amor?

— Achei uma festa liberal aqui perto. Chama Noite das safadas. Pensei em te dar um passe livre essa noite! Topa?

— O que deu em você? Fico louco? É sério?

— Vai poder fazer o que tiver vontade! Liberada total! — Conhecendo minha mulher, já devia estar toda melada.

— Você tem certeza disso? Vou poder fazer qualquer coisa mesmo?

— Pode fazer o que tiver vontade, tenho certeza. Estou com um pouco de ciúme, mas ao mesmo tempo com muito tesão!

— Não precisa ficar com ciúmes amor! Essa é a nossa fantasia de cumplicidade, meu coração vai ser sempre seu. Eu te amo!

— Também te amo! É por isso quero ter essas aventuras com você.

— Só tem uma regra. Lá, vou te dar meia hora para sair sozinha e sem calcinha para caçar pau. Mas tem que trazer a camisinha cheia de porra. A cada camisinha cheia, vou te dando mais tempo. De resto está tudo liberado. O que acha, gostou da ideia?

— Amor, amor, amor. Cuidado! Você está atiçando meu lado puta. Sabe que só voltarei para você toda usada e fodida né?

— Assim eu fico com ciúme.

— Não precisa ficar meu amor. É só nossa diversão. Meu coração é todo seu!

— Safada. O coração sim, mas e a buceta?

— Hum... A buceta você só vai ter usada. Eu sei que isso te deixa de pau duro!

— Isso me deixa louco de tesão! Você também deve estar amando fazer papel de vadia né?

— Existe uma puta dentro de mim, você sabe disso.

— Meu pau parece que vai explodir só de pensar nesse seu lado safada.

— Vou realizar sua vontade meu amorzinho. Quer dizer, meu corninho! Mas não esquece, você só vai ter minha xota por último em! E já vou te avisando, vou fazer tudo que tiver vontade. Tem certeza disso?

— Tenho! Quero que seja a mulher mais safada da festa. Mas vou querer saber de cada detalhe!

Depois dessa conversa fomos correndo alugar nossas fantasias. Escolhi uma de lobo e Lara de coelhinha, ambas com máscaras. Mais tarde nos arrumamos para festa. Eu vestia uma jaqueta de couro preta e aberta no peito, com pelagem cinza-escura nas golas. Por baixo, uma camiseta regata preta e calça cargo. Na cabeça um capuz com orelhas de lobo. Já minha esposa usava uma orelha de coelho, branco e rosa. Máscara que cobria apenas a região dos olhos. Uma camiseta apertada. Saia curta com um rabinho redondo grudado atrás. Meia calça arrastão e gravata de laço. Não poderia faltar o acessório final, uma bolsinha com dez camisinhas e um lubrificante KY em spray, montada por mim.

— Amor, você está tão gostosa. Estou com vontade de te comer antes de irmos para festa!

— Não, não, não. Agora não dá para voltar atrás. Não queria liberar sua puta? Agora aguenta, só vai me comer por último, toda usada! Já estou uma coelhinha no cio.

— Você fica me provocando, meu pau não vai aguentar.

— Ninguém mandou você provocar esse meu lado! Como sou boazinha vou deixar você me chupar! Vem!

Deitei-me no chão. Lara apenas levantou a saia, colocou a calcinha de lado e se sentou com aquele bucetão delicioso bem na minha cara. Enquanto eu a chupava percebi o quanto estava a fim de putaria. Havia criado uma verdadeira vadia. Naquele vai e vem, ficou passando a mão na cabeça do meu pau, dizendo e gemendo:

— Vai corno, chupa. Olha como minha xana quer piroca!

— Então vou te dar minha piroca, já que você quer tanto.

— A sua não corno, eu quero outras picas. Chupa minha buceta para ela já ir pronta para receber pau.

Estávamos descontrolados. Depois de esfregar o grelo com vontade na minha cara, fomos para festa. Estava cheio de gente desconhecida. Andamos um pouco no local e fomos dançar. Enquanto ela dançava percebi que muitos homens a olhavam. Era o momento certo de iniciarmos a brincadeira. Fomos nos sentar em um canto. Cheguei no seu ouvido e falei que queria iniciar. Dei trinta minutos para ela me trazer ao menos uma camisinha cheia, se conseguisse, ganharia mais tempo depois. Ela se abaixou, tirou a calcinha, sentou-se no meu colo, abriu as pernas, colocou minha mão na buceta e disse:

— Olha como estou molhadinha. Agora tua vadia vai se divertir caçando pau! Não vou precisar de calcinha.

Me deu um longo beijo de língua e saiu. Meu pau até doía de tão duro que estava. Ao se passar quinze minutos ela volta, com batom borrado, cabelo bagunçado e suada. Sentou-se do meu lado com cara de safada. Abriu a bolsa e tirou uma camisinha com nó na ponta. Meu coração disparou ao ver tanta porra.

—Aqui a camisinha. Agora vou ter trinta minutos mais os quinze que sobraram né?

Antes que eu pudesse responder, Lara esfregou a mão na buceta, depois a colocou dentro da minha calça e me punhetou com a mão toda melada. Então disse:

— Sente o suco do tesão que minha buceta está soltando. Pelo visto você está gostando. Agora vou te fazer outra surpresa.

Depois de vinte minutos, ela passa do meu lado com dois homens, puxando-os pela mão. Foi em direção a um espaço da festa próprio para pegação, sempre me encarando com cara de safada, como se estivesse me chamando. Não aguentei e fui atrás. Entraram em um quarto e fecharam a porta. Fiquei do lado de fora escutando tudo. Escutei ela chupando, beijando e seu gemido ao ser fodida. A chamavam de safada, de puta, davam tapas e ela falava:

— Ainnnn. Vou gozar no pau de vocês. Quero tirar todo leitinho. Come essa putinha liberada pelo corninho. Come!

Não demorou muito e os dois homens também gozaram, pelo som era nítido. Voltei rápido para mesa e me sentei. Quando olhei para o lado ela estava beijando um deles, bem fogosa. Então veio na minha direção e se sentou. Puxou minha mão e colocou na buceta para que eu sentisse o quão molhada e larga estava.

— Gostou do showzinho que te dei? Eu percebi que estava escutando do lado de fora.

— Você deu para os dois né safada.

— Dei sim, me foderem bem gostoso. Gozei no pau de um e chupei o outro. O mais alto gozou comendo minha buceta e o outro gozou só com meu boquete. Aqui as duas camisinhas cheias!

— Quero te comer, estou com muito tesão minha putinha.

— Não, não, não. Minha buceta está proibida para você, ela é só dos outros machos agora.

— Aposto que bateu uma punheta me escutando!

— Bati sim! Mas quero mesmo é ver alguém te fodendo bem forte na minha frente.

— Como sou boazinha vou matar sua vontade e te deixar assistir.

Fui e fiquei dentro do quarto esperando, após dez minutos ela aparece com quatro homens. O primeiro era alto e loiro, corpo normal mas um pau bem grande e grosso. Outros dois eram morenos, estatura normal, e malhados. Já o quarto era um negro levemente magro mas com pau com muitas veias, grande e duro. Eles estavam loucos pra experimentarem a buceta minha esposa. O loiro disse:

— Você é o marido dela?

— Sim, essa putinha é minha mulher. Gostaram dela?

— Opa. Claro. Sim. Uma delícia. — Os quatro disseram.

— Rapazes, hoje ele é meu corninho. Então podem fazer comigo o que tiverem vontade.

— Que esposa safada você tem, parabéns! — Disse um dos rapazes.

— Todos vão me comer e dar um show para o meu corninho assistir!

Os quatro acenaram com a cabeça, a cercaram e começaram a devorá-la na minha frente. O loiro passava a mão na sua bunda. Os dois morenos, um agachou e chupava a buceta e o outro beijava sua boca. Já o negro batia o pau no corpo dela. A safada se entregou por completo. O barulho dos tapas, dos beijos e dos gemidos estavam me deixando descontrolado.

Ela ficou de quatro, olhou nos meus olhos e disse:

— Vem rapazes. Vem foder essa putinha na frente do marido!

Todos a foderam com muita vontade. Eram solteiros e cheios de vontade. Enquanto ela chupava um, batia punheta para outros enquanto era fodida pela xota. Ficavam revezando até não aguentarem mais. O loiro e o negro deixaram a buceta dela toda larga. Saber que minha mulher aguentava e adorava tanta rola me deixava com mais tesão ainda. Eu queria é ver ela toda arrombada de tanto dar. Por fim, dois gozaram na camisinha comendo a safada. Então ela disse:

— Agora vocês dois — Apontando para o loiro e o negro — Vão me dar leitada nos peitos, sem camisinha.

Ela se ajoelhou e começou a bater punheta para eles. Não demorou e encheram aqueles peitos lindos de porra. Satisfeitos, foram embora e nos deixaram ali. Ela pegou as duas camisinhas, deu um nó na ponta e colocou na bolsa. Depois vestiu a camiseta por cima de toda porra.

— Vamos embora amor. Agora sim estou liberada para você!

Não pensei duas vezes. Fomos imediatamente para casa. Chegando lá, ela retirou as cinco camisinhas da bolsa e as amarrou em volta da calcinha. De modo que ficou rodeada, parecendo uma puta. Não conhecia esse lado da minha mulher, só sei que estava mando. Então eu disse:

— Por que amarrou elas em volta da calcinha?

— É porque você vai me comer enquanto olha o quanto a sua cadelinha consegue tirar leite de macho!

— Você é uma vadia mesmo, minha puta!

— E você é meu corno!

Tirei a roupa. Lara se deitou no chão de barriga para cima e pernas abertas e dobradas, arreganhando toda buceta e mostrando os peitos melados. Fazia questão de me mostrar como estava toda larga e o estado que a haviam deixado. Toda larga, melada, suada e ainda cheia de tesão. Ao chegar perto dos seios ainda pegajosos das duas gozadas, subiu um cheiro de sexo que me fez perder totalmente o controle. Comecei a enfiar o pau naquela buceta. Estava quente, escorregadia e bem laceada, uma delícia, estava bem macia. Ela simplesmente me travou com as pernas nas minhas costas, fazendo meu pau entrar fundo e me puxou em direção ao peito dizendo:

— Agora vou fazer você gozar enquanto sente o cheiro da sua cadela esporrada. Me come vai! Só vai sair daqui quando me der todo seu leitinho!

Eu socava com muita força. Aquela buceta estava suculenta e bem quente, uma delícia. Sentindo cheiro de sexo e vendo as camisinhas foi o ápse para mim.

— Goza dentro de mim amor, me dá leitinho vai. Goza na sua puta! Olhando quanta porra consegui tirar! Matei sua vontade?

— Aaaaaaa, assim eu vou gozar amor!

— Vai corno, da leitinho para sua puta vai! Jorra na sua puta corno! Vai amor. Vou gozar! Vou gozar! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

— Vou gozar ahhhhhhhhhhh!

Gozei tão forte que fiquei zonzo e cai de cara no peito dela. Por fim, tomamos um banho e fomos dormir. Que noite boa! Não vejo a hora de repetirmos essas aventuras.

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Foto de perfil de NectarDoTesaoNectarDoTesaoContos: 6Seguidores: 9Seguindo: 0Mensagem Gosto de contos de corno, esposas safadas, suruba, bissexuais, swing, penetração dupla, esposa liberada, inversão de papeis.

Comentários

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Amigo, ser corninho é gostoso demais e se todo homem soubesse ia querer ser. Minha esposa é uma putinha safada que faço questão que me traia na minha frente. Inclusive no privacy dela

https://privacy.com.br/@Deborasapequinha

Tem cerca de 100 mídias dela fudendo, mamando... Safada demais

Estrelado seu conto!

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