ROSA FLOR 2 - Capítulo 32 – ESPERANDO O TIO CARVALHO

Um conto erótico de Armando Pinto
Categoria: Grupal
Contém 8436 palavras
Data: 17/04/2026 16:43:56

Após contar das fantasias que eu e a Rosinha tivemos com o casal Bruno e Maria, minha esposinha havia dito que naquela semana iria pensar somente em mim e não em outros pintos, mas adiantou que no fim de semana, com o retorno do tio Carvalho, ela daria uma “atenção” especial a ele. E assim os dias foram correndo. Eu fazia sexo com a Rosinha todas as manhãs, fazia ela gozar, mas me poupava, pois minhas energias não eram suficientes pra gozar duas vezes todos os dias, como necessitava minha mulher. Então transávamos pela manhã e noite, mas eu só gozava à noite. Sempre foi bom fazer sexo com minha amada, pois ela era bastante criativa e tinha muita energia. Nos três primeiros dias transamos sem fantasias ou malabarismos e apenas nos curtimos, trocamos muitos carinhos e gozamos gostoso sempre jurando nosso amor Mas foi na quinta-feira que senti que ela parecia mais fogosa que o normal. Após o jantar fomos pelados pro quintal tomar cerveja pra amenizar o calor e conversamos por um bom tempo. Contei que eu estava aprendendo funções novas no trabalho e que terminaria o curso bem antes do previsto, pois estava adiantando as aulas pela internet. Contei também que, quando me tornasse um corretor autorizado, trabalharia boa parte do tempo vendo e mostrando imóveis e, portanto, talvez tivesse um tempinho pra vir pra casa tomar o café da tarde com ela.

Rosinha (pegando no meu pinto mole e sorrindo maliciosa) – Oh, amor, se der pra você vir tomar café comigo à tarde, te darei “algo” bem gostoso pra você comer!

Eu (acariciando carinhosamente a coxa esquerda da minha mulher) – Safada!

Rosinha (parecendo ter tido uma ideia e falando eufórica) – Fer, pra nossa transa de hoje, quero algo especial. (diante da minha expressão de curiosidade) – Eu vou comer você, amor, faz um tempão que não como sua bunda e hoje estou muito a fim de enfiar um pinto bem gostoso no seu cuzinho!

Eu (rindo, apesar de apreensivo e envergonhado) – Deixe disso, Rosinha, eu tenho um pinto que tá sempre duro pra te satisfazer, vamos fazer da forma tradicional, eu entro em você e gozamos gostoso!

Rosinha (se fingindo de brava) – Fer, deixe de ser tradicional, os tempos mudaram e descobrimos que há várias formas de prazer, e nem adianta negar o que nós dois sabemos, que você sente o maior tesão no seu cuzinho e goza muito gostoso quando eu como ele!

Eu (envergonhado e inventando algo) – Eu não estou negando que gozo gostoso quando você come minha bunda, mas hoje eu não estou me sentindo preparado pra deixar você enfiar alguma coisa no meu cuzinho.

Rosinha (curiosa) – Você está com alguma dor ou não está legal por dentro?

Eu (envergonhado de falar do assunto) – Por dentro!

Rosinha (acariciando minha coxa direita) – Você tá precisando se aliviar, é isso?

Eu (envergonhado) – É, é isso; já tentei e não consegui, estou meio “travado” hoje!

Rosinha (saindo em direção à nossa casinha) – Vou buscar um dos supositórios que uso pra me limpar por dentro quando sinto que não tô legal, vou pôr no seu furinho e daqui a pouco você vai estar bem e com vontade de dar a bunda pra mim!

Caros leitores, sempre fui careta, sempre achei que homem não sente ou não deveria sentir tesão no cu, mas recentemente, por incentivo da Rosinha, descobri que meu furo traseiro pode me dar muito prazer. Apesar disso, sinto dificuldades pra aceitar tão facilmente uma novidade como essa e, por isso, resisto. Não nego que gozo gostoso quando minha esposa come minha bunda com os dedos ou um vibrador ou até mesmo um consolo preso na calcinha de couro, mas é que... não sei explicar se é vergonha de admitir o prazer que sinto, ou por ainda achar que homem não deveria sentir tesão no cu. A Rosinha logo voltou e eu não consegui concluir o motivo da minha resistência em deixar ela me fazer gozar enfiando algo na minha bunda.

Rosinha (sorrindo sapeca) – Amor, vire-se de costas pra mim e empine a bunda!

Certo de que não adiantaria resistir e, confesso, acho que nem queria mais resistir porque um leve tesão começava a brotar dentro de mim, resignado me virei de costas pra minha mulher que ainda me envergonhou um pouco mais do que eu estava.

Rosinha (empurrando minha cabeça pra baixo) – Curve-se, amor, fique em posição de exame de próstata, mas fique tranquilo que hoje quem está atrás de você é a sua esposinha querida!

Nunca fiz exame de próstata, mas os homens maduros com os quais conversei dizem que é algo bastante constrangedor. Me posicionei e logo senti o dedo molhado com saliva da minha mulher lubrificando a portinha do meu precioso. Em seguida senti algo fino entrando no meu canal traseiro e, junto com ele, outra vez o dedo da minha esposa enfiando aquilo pra dentro de mim. Juro, caros leitores, não senti nenhum tesão naquele momento (risos)! Busquei mais uma cerveja, talvez pra me afastar um pouco da Rosinha, pois eu ainda estava constrangido com aquela situação. Voltei, sentei ao lado dela que agia naturalmente e recomeçamos nossa prosa. Não entrarei em mais detalhes, mas passado algum tempo, senti os efeitos daquilo e tive que sair em direção ao banheiro deixando o último gole de cerveja pra Rosinha. Quando voltei ao quintal, minha amada iniciava seu banho na ducha da piscina.

Rosinha (ao me ver) – Venha tomar banho comigo, Fer, venha me lavar que eu lavarei você também!

Entrei na ducha junto com a Rosinha e começamos a nos lavar. Nos ajudamos na hora de lavar nossas costas, porém sem carícias maliciosas. Eu sentia meu pinto sensível e, apesar de mole, me sentia excitado. Me apressei em lavar minha bunda e meu furinho, pois queria evitar que minha esposa tocasse nele e fizesse meu pinto endurecer, o que certamente me causaria vergonha, mas foi inútil, pois quando terminei de lavar, ela sorriu maliciosa:

Rosinha (com o sabonete na mão e se ajoelhando em frente a mim) – Agora vou lavar o cuzinho do meu amorzinho com muito capricho e carinho, pois mais tarde vou comer ele beeeem gostoso!

Nem tentei impedir que minha esposa enfiasse a mão entre minhas coxas por duas razões; primeiro porque ela ficaria magoada se eu negasse o carinho que ela queria me fazer e, segundo, porque eu estava desejoso de sentir o dedinho dela no meu anelzinho traseiro, coisa que há tempos não acontecia. Instintivamente eu abri um pouco as pernas e facilitei que a mão da minha mulher, passando por baixo do meu saco, alcançasse minha bunda. Meu pau, que estava mole, pulsou ao primeiro toque do dedo dela nas minhas pregas e, em seguida, ensaboado como estava, aquele dedo entrou no meu cu de uma só metida indo fundo dentro das minhas entranhas anais.

Rosinha (sorrindo pra mim ao ver meu pinto pulsando e crescendo rápido) – Ai, Fer, que delícia ver seu pau crescendo assim, acho que você gostou do meu dedinho enfiado no seu cuzinho, né!

Nem respondi; pois negar o prazer que eu sentia seria mentir, pois meu pinto já endurecido havia se adiantado e respondido por mim. Me limitei a sorrir apenas. Minha esposa, que metia seu dedo no meu cu em movimentos de entra e sai, agarrou meu pinto duro e massageou antes de abocanhar e morder; ela adora me ouvir gemer quando aperta seus dentes no meu cacete e diz que gosta de sentir a dureza. Não nego que eu também gosto quando ela me morde o pau e a pele do saco, sinto um tesão especial quando os dentes dela me mordem nessa região. Quando eu gemi de dor, ela parou de morder, se levantou e terminou de lavar meu pau e saco. Eu também ajudei a lavar as partes íntimas da minha amada, mas quando eu terminei, ela lavou novamente.

Rosinha (refazendo o meu trabalho de lavar sua xaninha) – Deixe que eu término amor, vocês homens não sabem lavar xota, mas eu entendo, pois a frutinha feminina é toda cheia de dobrinhas e cantinhos escondidos que precisam ser lavados.

Terminado o banho, voltamos pra nossa casinha, fizemos nossa higiene bucal e me deitei à espera da minha amada que, ao sair do banheiro, sorriu maliciosa pra mim e foi até o armário puxando pra fora a sacola de brinquedos.

Rosinha (tirando da sacola a calcinha de couro e o consolo maior, aquele de tamanho semelhante ao pau do tio Carvalho) – Veja, amorzinho, a gostosura que eu vou dar pra você hoje!

Eu (protestando com firmeza) – Oh, Rosinha, esse aí é o maior consolo e eu não quero ele, não; primeiro porque não vou aguentar tudo isso na minha bunda e, segundo, porque ele parece o cacete do tio Carvalho e só de pensar nisso, sinto que vou broxar!

Rosinha (fazendo biquinho se fingindo de triste) – Tá bom, amor; eu iria insistir se a sua recusa fosse apenas por medo do tamanho, mas concordo que esse consolão parece o cacetão do tio; se você diz que não quer, então vamos pegar o médio, aquele que usei na última vez!

Ela guardou o consolo maior na sacola e começou a procurar o médio.

Rosinha (sorrindo pra mim com a mão ainda dentro da sacola) – Amor, encontrei algo que ainda não experimentamos! (tirando um consolo que eu havia visto na primeira vez que o tio Carvalho mostrou os brinquedos pra nós) – Veja este, Fer, é de tamanho médio e tenho certeza de que você vai gostar, e eu também porque é de encaixar em mim, na xota e no cuzinho; acho que este será delicioso pra nós dois!

Olhei para aquilo e não tive o que reclamar quanto ao tamanho, pois tinha as dimensões parecidas com o meu pinto, talvez um pouco maior, mas nada exagerado. Achei interessante aquele brinquedo porque talvez desse mais prazer pra minha esposa por ser de encaixar nos buraquinhos dela. Vou tentar descrever o tal consolo pra vocês, leitores: a parte principal, o cacete, era semelhante a um pinto, porém com ondulações por toda a superfície que certamente provocariam deliciosos prazeres no dono do buraquinho de quem fosse comer aquilo. Próximo à base havia uma bolota, tipo plug, de grossura e comprimento ideal pra encaixar na xota. Na sequência havia uma haste que começava fina e ia engrossando, também com ondulações, pra enfiar no cuzinho. Resumindo: aquilo era uma prótese de um pinto pra encaixar na mulher; a bolota na xota, a haste no cuzinho e o pau pra meter no cu do felizardo que tivesse uma companheira liberal e safada disposta a brincar com o rabo do parceiro. Para ter uma ideia melhor do que tentei descrever, basta procurar na internet por strap less porn e verão que trata-se de uma prótese de pinto que encaixa na xota da mulher que poderá, então, penetrar o furinho traseiro de um homem; ou de uma mulher! Vendo que eu tinha concordado em usarmos aquele brinquedo, a Rosinha, sorrindo pra mim, lubrificou o seu cuzinho e também a haste do consolo que seria encaixada nele. Em seguida, ajoelhada no colchão, encaixou a bolota na xota que, por estar molhadinha, dispensava lubrificante. Eu a ajudei a enfiar a ponta da haste no cuzinho e ela mesma empurrou pra dentro do rabinho o restante daquilo não contendo um gemido de prazer. Logo percebemos que aquilo não ficaria preso no corpo dela, que cairia com os movimentos e, então, tivemos a ideia de vestir a calcinha de couro pra prender aquele pinto artificial em seus buraquinhos. Com movimentos sensuais ela vestiu a cinta de couro e veio até mim:

Rosinha (sorrindo) – Me ajude, Fer, aperte as tiras e afivele firme porque hoje quero meter muito na sua bunda, quero comer o seu cuzinho e te fazer gozar bem gostoso!

Me senti envergonhado ao ajudar prender no corpo da minha mulher o cacete que ela iria meter no meu cu, mas meu pau estava doendo de duro denunciando o tesão que eu sentia ao imaginar as delícias que estavam por vir. Devidamente afiveladas e apertadas as tiras de couro, aquele consolo de silicone, se visto de longe, pareceria ser natural da minha mulher de tão bonito que ficou. Caros leitores, tenho que confessar que senti um puta tesão ao ver minha esposa usando aquela prótese de pinto e, mesmo envergonhado, senti também vontade de experimentar aquilo na minha bunda (risos)! Depois que aquela imitação de pinto estava bem presa no corpo da Rosinha, ela me deu uma camisinha e o lubrificante me colocando numa situação embaraçosa:

Rosinha (projetando o quadril pra frente) – Amor, me ajude, ponha a camisinha no meu pintão e lubrifique enquanto eu amarro meus cabelos!

Que situação eu me encontrava! Morria de vergonha, mas não tive coragem de negar o pedido da minha mulher, afinal eu estava prestes a dar a bunda pra ela e então pensei: “Que mal há em vestir camisinha e lubrificar o cacete que vai entrar na minha bunda se estamos somente eu e minha esposa neste quarto?” E concluí: “Que se dane!” Desajeitadamente vesti a camisinha na “picona da minha mulher” e depois lambuzei tudo com gel lubrificante. Me senti muito estranho deslizando a mão naquela coisa, mas caprichei, afinal aquilo deveria estar bem lubrificado ou seria eu a sofrer as consequências (risos)!

Rosinha (me dando um beijinho, falando autoritária e me envergonhando muito) – Agora o meu maridinho gostoso vai ficar de quatro pra eu lubrificar o seu cuzinho e depois vou meter nele o meu cacetão duro, né, amor!

Eu (tesudo, mas tímido por estar prestes a tomar na bunda) – Melhor fazermos de frango assado, a posição de quatro não me agrada muito!

Rosinha (me encarando e sorrindo) – Pensando melhor, eu prefiro começar a meter com você de frango assado, pois assim eu poderei ver no seu rosto a expressão daquela dorzinha gostosa do pau começando a entrar no seu cuzinho. (me dando uma almofada pequena) – Tome, amor, ponha esta almofada debaixo da bunda pra deixar seu cuzinho mais fácil pra eu meter!

Me senti muito envergonhado naquela hora, mas o tesão também era grande e meu pau estava duríssimo. Me coloquei na posição de frango assado e logo senti um dedinho lubrificado da Rosinha entrando fundo no meu cuzinho. Me segurei pra não gemer e admitir o prazer que eu senti naquela primeira invasão do meu furinho traseiro.

Rosinha (encaixando a ponta da bisnaga de gel no meu rabo e espremendo um tanto dentro do meu canal traseiro) – Amor, vou enfiar só um dedo pra que seu cuzinho continue apertadinho; quero que ele esteja bem fechadinho quando eu começar a meter! (sorrindo) - Mas estou pondo bastante gel no seu rabinho pra você não sentir tanta dor quando meu cacetão começar a entrar em você!

A minha excitação era enorme e eu já não sentia tanta vergonha. Aliás, eu estava ansioso pra sentir logo o “pau da minha esposa” entrando na minha bunda, mas não tive coragem de pedir. Felizmente ela logo se posicionou em frente ao meu rabo e provocou:

Rosinha (levantando minhas pernas enquanto “seu pau” tocava meu rego) – Fer, mantenha suas pernas pro alto que eu vou te dar uma coisa muito gostosa!

Segurei minhas pernas de forma que os joelhos ficaram próximos ao meu peito e me arreganhei todo pra minha esposa que começava a pincelar a cabeça da sua pica no meu botãozinho anal. Esfregava pra cima e pra baixo como faz um homem molhando a cabeça do pau no caldinho da xota antes de meter. Senti que ela queria me torturar, pois deslizava a ponta do pau pelas pregas e, às vezes, pressionava levemente ameaçando empurrar aquilo pra dentro de mim, mas não enfiava. Comecei a ficar agoniado, meu tesão era gigantesco e eu queria muito sentir aquilo entrando na minha bunda, mesmo sabendo que também sentiria dor; mas minha esposa queria me sacanear. Com vergonha de pedir que ela começasse a meter, me controlei até que, sem querer, mas agindo instintivamente, dei uma leve mexida com a bunda em direção ao pinto que a Rosinha esfregava no meu cu.

Rosinha (sorrindo sapeca) – Ahhh, o meu amorzinho tá começando a sentir vontade de dar a bunda, que delícia! (me encarando e pressionando a pica levemente, mas sem enfiar) – Me peça quando você quiser que eu enfie meu pau no seu cuzinho, tá; vou esperar você pedir!

Dar a bunda, mesmo que sendo pra minha amada esposa, já estava sendo um passo enorme que vencia vários dos meus preconceitos enraizados há décadas, mas daí a pedir pra ela meter no meu cu seria demais! Esperei mais um pouco e ela não metia e, então, abaixei meus pés e os apoiei nas nádegas dela e, em seguida, timidamente e sem nada dizer, a puxei com suavidade de encontro a mim.

Rosinha (afirmando o quadril e não permitindo que o meu abraço de pernas em seu corpo fosse suficiente pro seu pau entrar na minha bunda) – Não, Fer, não vou meter no seu cuzinho enquanto você não pedir!

Eu (não mais resistindo a tanto tesão) – Vem, quero experimentar o seu brinquedo novo, vem devagar!

Rosinha (me encarando e pressionando a cabeça do pau nas minhas pregas, mas sem enfiar) – Peça, Fer, quero ouvir você pedindo exatamente o que tá querendo de mim!

Eu (sabendo o quanto é bom ouvir obscenidades, me esforçando pra perder a vergonha decidi satisfazer a tara da minha mulher) – Vem, mete seu pau no meu cu, quero sentir seu cacete enfiado na minha bunda!

No segundo seguinte senti aquela coisa dura sendo pressionada nas minhas pregas até que elas começaram a ceder e dolorosamente permitiram a invasão do meu furinho anal. Que dor!

Eu (apoiando as mãos nas coxas da Rosinha e a empurrando) – Tire, tire que tá doendo!

Rosinha (aliviando a pressão) – Relaxe, amor, vou bem devagar e logo você terá meu cacetão todinho enterrado no seu cuzinho! (provocando) – Tô vendo que você tá doidinho pra ter ele dentro do seu rabo!

De novo ela começou a empurrar aquilo pra dentro da minha bunda, indo e vindo, enfiando enquanto eu não gemia e tirando quando eu reclamava de dor. E assim a minha mulher foi pacientemente insistindo até que senti aquela coisa dura abrir meu buraquinho traseiro. Respirei fundo tentando relaxar e aliviar a dor que eu sentia no rabo que se abria pra agasalhar o invasor.

Rosinha (dando uma paradinha enquanto me encarava sorrindo) – Meu pau já abriu seu buraquinho e a dor maior já passou! (com um sorriso safado) – Peça e eu te darei o que você tá querendo!

Eu queria, sim, todo aquele cacete dentro do meu cu, confesso que desejava aquela coisa dura toda dentro da minha bunda, mas não tive coragem de pedir e, ao invés de falar, agi colocando os pés nas nádegas da minha esposa e a puxando de encontro a mim.

Rosinha (endurecendo o corpo e resistindo) – Nãaao!, Quero ouvir você pedir, peça que eu te darei o que você tanto quer!

Eu (muito tesudo e esquecendo a vergonha) – Mete, putinha, mete seu cacete no meu cu, quero sentir sua pica grossa toda enterrada no meu rabo, me dê esse seu pau gostoso!

Ao terminar a frase o cacete da minha esposa começou a entrar em mim, a invadir minha bunda até que senti seu púbis pressionar meu rego. Finalmente o pau da Rosinha estava todo enterrado no meu cu! Depois de um tempinho, no qual ela ficou quietinha pra que eu me acostumasse com aquela pica grossa no meu rabo, voltou a se movimentar e lentamente a meter na minha bunda, ia e vinha, enfiava e tirava até a cabeça me fazendo sentir o alargamento que aquela coisa grossa causava nas minhas pregas. Que delícia! Não havia mais dor, mas somente prazer!

Rosinha (falando com voz de tarada) – Ai, Fer, tá bom demais comer sua bunda, eu sinto os plugs do brinquedo se mexendo dentro de mim, na xota e no cuzinho. (me dando uma estocada forte que me causou um pouco de dor) – Sinto mais tesão quando eu meto com força em você. Ai, que delícia, vou gozar, amor, vou gozar, ai, tá vindo, putz, que coisa gostooosaaaaa!

A Rosinha gozava e eu, que também estava próximo do meu prazer maior, tive medo dela gozar e me deixar na mão e, então, liberei minhas obscenidades:

Eu (agarrando as nádegas da minha mulher e incentivando ela a meter mais rápido e com força) – Fode, putinha, fode meu cu que eu também quero gozar, ai, que delícia sentir seu pau fodendo meu cu, ai, vai, vai, mete que eu também vou gozar, ai, tô gozando, tô gozandooo!

Senti meu corpo se arrepiar e explodi em gozo sem me tocar no pau. Meu prazer foi tão intenso que jatos de porra molharam minha barriga, peito e até no rosto fui atingido, quase acertou meu olho.

Rosinha (se deitando sobre mim depois de me ver gozar) – Ai, que delícia, amor, ver você gozar pelo cu! Adorei meter na sua bunda, gozei muito gostoso e parece que você também, né!

Tímido, não admiti o enorme prazer que senti ao dar a bunda pra ela e nem a intensidade do gozo que quase me fez desmaiar.

Eu (me sentindo incomodado com aquele cacete duro dentro do meu rabo) – Rosinha, tire esse negócio da minha bunda, já gozei e não quero mais ele dentro de mim, não!

Rosinha (sorrindo, pegando no meu pau e forçando o quadril pra me penetrar mais profundamente) – Nada disso, amor, meu pinto e o seu continuam duros e eu ainda não estou satisfeita; quero gozar mais! (sorrindo sapeca) – Agora vou comer você de quatro, vire-se!

Eu (reclamando enquanto sentia o pinto saindo da minha bunda, mas me posicionando de quatro como ela queria) – Mas eu já gozei e homens quando gozam precisam de um tempo pra descansar!

Rosinha (passando gel lubrificante no meu cu após dar um tapa na minha bunda) – Vamos fazer o seguinte, vou voltar a meter na sua bunda e, se o seu pau amolecer, nós paramos e você descansa um pouco, mas se continuar duro, vou meter até gozarmos outra vez, tá! (empurrando meu quadril pra baixo) – Abaixe a bunda, Fer, pra que eu possa alcançar o seu cuzinho!

Nem tive tempo de decidir ou responder, pois o pau da Rosinha, logo que abaixei a bunda, voltou a invadir meu cu, desta vez sem dor alguma, apenas prazer. Apesar da vergonha de estar de quatro, minha excitação continuava e meu pau não dava sinais de amolecimento. Me ajeitei melhor sobre o colchão, abri um pouco as pernas e me apoiei nos cotovelos sentindo no cu as investidas que a minha esposa dava no meu rabo com o seu cacetão duro. O meu tesão era enorme e meu pau continuava duro, mesmo que vez ou outra as metidas que a Rosinha me dava fossem um pouco dolorosas.

Rosinha (enfiando a mão por baixo da minha barriga e pegando no meu pau) – Ai, que delícia, amor, você continua de pinto duro; isso significa que você tá gostando de dar a bunda pra mim! (metendo mais forte e rápido) – Eu também tô adorando meter no seu cuzinho, amor; sempre que empurro meu pau pra dentro de você sinto os plugs do consolo se mexendo dentro da minha buceta e do meu cu, ai, tá bom demais!

Caros leitores, dar a bunda sempre foi algo que imaginei ser prazeroso para os homossexuais e pras mulheres, mas nunca para os homens heterossexuais. Quanto engano! Naquela posição que eu sempre julguei ser uma posição feminina estava eu, de quatro, bunda arrebitada e minha mulher, minha amada esposa estocando com força um pinto de silicone no meu cu me enchendo de tesão e prazer.

Rosinha (metendo mais rápido, parecendo estar próxima de gozar outra vez) – Tá gostando, amor, tá curtindo meu cacetão grosso fodendo seu cuzinho?

Eu (também sentindo a proximidade do prazer maior) – Tô adorando seu pau no meu cu, minha putinha, vai, mete no meu rabo, fode meu cuzinho que vou gozar de novo! (sentindo os primeiros espasmos de gozo) – Vai, vai, mete que eu tô gozando, ai, que delícia, tô gozaaandooo!

Sem forças e com o corpo amolecido pela descarga de prazer que me atingiu, fui me deitando de bruços e tentando escapar da Rosinha que me agarrou pela cintura e veio me acompanhando enquanto eu deitava, se deitando sobre mim e continuando a meter freneticamente na minha bunda. Consegui olhar nossas imagens refletidas nos espelhos e vi toda a beleza daquele momento em que minha amada comia meu cu e gozava pela segunda vez.

Rosinha (metendo forte na minha bunda) – Tô gozando, amor, ai, isso é bom demais, aiiiii, que coisa gostosa! (mordendo minhas costas próximo dos meus ombros enquanto ainda sofria os espasmos de gozo) – Amo muito você, Fer!

Sentindo não somente a deliciosa moleza do meu corpo após o gozo, mas também o peso do corpo quente da Rosinha sobre mim, tentei ficar naquela posição, debaixo dela, até que ela descansasse, mas aquele negócio duro e grosso ainda dentro do meu rabo começou a incomodar.

Eu (inclinando o corpo pra que minha mulher saísse de cima de mim) – Agora chega, Rosinha, saia daí que não quero mais seu pinto no meu cuzinho, já gozei duas vezes!

Rosinha (se deixando cair pesadamente ao meu lado e exibindo no rosto o seu lindo sorriso) – Putz, Fer, comer seu cuzinho com este consolo me fez sentir as melhores gozadas da minha vida!

Olhei pra ela, preguiçosa ao meu lado, apreciei seu belo corpo todo mole após o prazer maior e sorri ao ver que o “seu pau”, apontando pro teto, continuava duro (risos)! Cochilamos por alguns minutos, depois tomamos banho e dormimos felizes!

Amanheceu a sexta-feira e naquela manhã a Rosinha acordou primeiro que eu e decidiu me acordar de um jeito especial. Eu ainda dormia quando senti ela se mexer sobre o colchão, mas eu estava sonolento demais e nem abri os olhos. Minha soneca matinal foi interrompida quando senti no meu rosto o suave toque de pelos e, mesmo sonolento, percebi que a Rosinha havia acordado com tesão e se esfregava em mim. Mantive os olhos fechados e aspirei profundamente o ar quente que brotava daquela região sentindo o perfume inconfundível da xota da minha esposa amada.

Rosinha (esfregando sua racha desde o meu nariz até o queixo) – Acorde, amorzinho, tá na hora de você trabalhar!

Eu (adorando a safadeza da minha mulher, mas fingindo resmungar) – Tá cedo, depois que mudei de emprego, posso ir mais tarde.

Rosinha (massageando meu pinto que naquele dia amanheceu mole) – Não tô falando do trabalho na imobiliária, mas sim das suas obrigações conjugais de toda manhã! Acorde pra me fazer um carinho, vem!

Eu (lambendo minha mulher no cuzinho e na rachinha) – Acordou taradinha, é?

Rosinha (beijando meu pinto que endurecia) – Hoje é sexta-feira, Fer, dia do tio Carvalho voltar; tô morrendo de saudade dele e daquele pintão cor de chocolate, doidinha pra comer aquela delícia!

Rosinha - (punhetando meu pinto quase totalmente duro) – Aliás, amor, será que daria pra você voltar pra casa mais cedo hoje, é que eu gostaria que você raspasse minha xaninha, quero que ela esteja bem bonitinha quando o tio chegar!

Eu (alisando seus pelos xoxotais) – Sua xota é linda de qualquer jeito!

Rosinha (sorrindo, provocando) – Eu, sei que minha xaninha é linda, mas além de bonita, quero ela bem raspadinha, sem nenhum pelinho pra você ver o cacetão do tio entrando nela. Vai gostar, amor, de ver minha pepeca comendo todo o pauzão do tio?

Nosso tesão crescia rapidamente, olhei pro relógio e ainda me sobrava algum tempo e, então, começamos a nos chupar naquele delicioso 69, mas sempre me controlando pra não gozar e guardar energias para o fim da noite. Estranhamente a Rosinha, que gostava de gozar pela manhã, minutos depois, quando estávamos sentindo a proximidade do prazer maior, ela saiu de cima de mim interrompendo nossos carinhos.

Rosinha (beijando minha boca, lambendo meus lábios molhados de caldinho de xota) – Fer, não quero gozar agora pela manhã, vou guardar energias pra quando o tio Carvalho voltar hoje à noite.

Nos levantamos e, depois do banheiro, fizemos juntos nosso café da manhã. Eu estava de saída pro trabalho quando a Rosinha veio até a porta me dar um beijinho:

Rosinha (sorrindo safada, provocando) – Fer, se possível, volte mais cedo pra casa, quero que você raspe a minha xaninha antes do tio chegar. Se não der pra chegar cedo, ligue que eu mesma raspo!

Eu (sorrindo da safadeza dela) – Eu, heim, raspar a xota da minha esposa pra outro macho comer! Isso é coisa de corno!

Rosinha (alisando meu pinto por sobre a roupa) – Claro que é, amor; só os corninhos mais apaixonados e amados é que preparam a esposinha pra outro macho comer, só os maridos muito corninhos ficam de pinto duro quando imaginam a esposa rebolando e gozando na pica de outro; e você é o meu corninho querido que ficará de pinto muito duro assistindo eu dar por tio Carvalho, comer e gozar naquele cacetão gostoso que ele tem!

Fui trabalhar e, durante o expediente, quando fui ao banheiro mijar, lembrei que minha mulher gostaria que eu lhe raspasse a xota. Imaginando o que estava por acontecer logo mais à noite, quando ela e o tio Carvalho fossem pra cama, meu pau endureceu tão rápido que tive dificuldades pra terminar de expelir minha urina. Tesão de corno (risos)! Adiantei meus trabalhos na imobiliária, falei com o chefe e consegui sair mais cedo. Caminhando de volta pra casa, me imaginei raspando a xota da minha esposa pra outro macho comer e meu pau endureceu outra vez, e ficou tão duro que tive que disfarçar e enfiar a mão dentro da calça pra ajeitá-lo, mesmo estando na rua. Cheguei em casa e fui recebido alegremente pela Rosinha.

Rosinha (me abraçando e me beijando repetidas vezes no rosto) – Ai, que bom que você voltou cedo, Fer; assim você vai poder raspar minha pepeka e deixar ela bem gostosinha pro tio Carvalho! (sorrindo sapeca) – Fer, faz três semanas que o tio não me come, tô imaginando que ele deve estar com uma fome enorme! (virando as costas pra mim, saindo pra buscar os apetrechos de raspagem e levantando a saia pra me provocar) - Tô imaginando que o tio deve estar de saco cheio, as bolas dele devem estar pesadas com muito leitinho pra mim!

Eu (surpreso ao ver que ela estava usando calcinha) – Ué, porque você tá usando calcinha hoje? Você nunca usa!

Rosinha (voltando pra sala e se ajeitando no sofá pra perder os pelos entre as coxas que acho tão lindos) – Fer, lembra-se de que dias atrás conversamos sobre o cheiro de xota? Conversamos aquilo porque eu disse que o cheiro da pepeka da Maria, aquela preta gostosa que você não quis comer, é mais forte que o meu, Eu falei que penso que o cheiro pode ser mais suave ou forte dependendo se a rachinha fica ou não abafada debaixo de uma calcinha durante o dia. (tirando o vestido, a calcinha e se pondo peladinha de pernas abertas pra mim, em posição ginecológica) - Então hoje eu usei calcinha e mantive a minha passarinha presa dentro da calcinha durante todo o dia, e agora você poderá me dizer se o cheirinho da minha pombinha está mais intenso ou não.

Caros leitores, tendo aquela belíssima paisagem diante dos meus olhos, fui me ajoelhando sobre uma almofada sem desviar o olhar daquela fruta e até me esqueci que estava ali pra raspar os pelos que, pra mim, tornavam aquele sexo ainda mais lindo. Olhando aquela racha me senti atraído como um animal descuidado se deixa atrair pela armadilha. Enquanto apreciava, aproximei o rosto e logo senti o cheiro tão característico dessa parte do corpo feminino, só que um pouco mais intenso, mais forte, mais marcante que de outras vezes em que aquela delícia passava o dia todo desprotegida de calcinha. Sim, minha mulher tinha razão ao dizer que a xaninha dela tinha cheiro mais forte se ficasse presa debaixo de uma calcinha. Aspirei o ar quente que brotava daquele entre coxas e fui me embriagando, aproximando meu nariz até encostá-lo no grelinho que endurecia saindo da casinha.

Rosinha (fingindo protestar) – Amor, não faça suspense, diga logo, o que tá achando do cheiro da minha pepeka depois que ela que ficou dentro da calcinha o dia todo!

Eu (com o nariz tocando o grelinho, aspirando com força aquele cheiro de fêmea) – Adorei! O cheiro da sua xota tá mais gostoso do que nunca. (me levantando, tirando toda minha roupa e exibindo meu cacete duríssimo) – Veja como o cheiro da sua buceta deixou o meu pau, trincando de duro!

Rosinha (olhando meu pau com cara de tarada) – Ufffff, que delícia saber que você gostou do cheiro da minha xota, Fer; ver seu pau duro assim me dá vontade de comer ele, mas agora quero que você raspe minha bucetinha, não poderemos transar pra que eu esteja bem apertadinha pro tio Carvalho!

Eu (encarando ela) – Meter não pode, né safada, pois quer dar para outro! (caindo de boca naquela buceta com cheiro de fêmea) - Lamber eu posso?

Rosinha (se arreganhando toda pra mim) – Lamber você pode, amor, aproveite que gostou do cheiro e experimente o sabor também!

Eu (lambendo aquela fruta deliciosa e sugando seus sumos) – O sabor tá mais gostoso que nunca, sua buceta tá cremosa, uma delícia!

Rosinha (puxando minha cabeça contra seu entre coxas) – Ufffff, então lambe, tarado, lambe minha buceta, enfie a língua e tire pra você todo o creminho que tem aí dentro!

Eu (enfiando a língua na portinha do paraíso, lambendo tudo aquilo como se fosse o último manjar deste mundo) – Vou lavar sua xota com minha língua, minha putinha gostosa, vou te lamber até tirar todo o creminho e fazer você gozar na minha boca!

Rosinha (dando uma reboladinha) – Isso, meu macho tarado, lambe minha buceta, sinta como ela tá cremosa, lave ela com sua língua!

Eu me embriagava com aquele cheiro e sabor de fêmea, e caprichava nas lambidas, pois estava disposto a fazer minha Rosinha gozar.

Rosinha (empurrando carinhosamente minha cabeça, me afastando dela) – Ai, Fer, pare, não quero gozar agora; vou guardar energias pro tio Carvalho, pode ser?

Eu (sorrindo e concordando que deveríamos poupar nossas energias) – Claro, já cheirei e lambi essa bucetinha que tá mais gostosa do que nunca; espero que você use calcinha mais vezes pra que ela fique ainda mais cheirosa e saborosa! (pegando a espuma de barbear e espalhando na xota entre as pernas abertas da minha esposa) - Agora vamos raspar estes pelinhos que eu tanto gosto, e deixar sua xaninha bem lisinha e ainda mais linda pra você dar bem gostoso pro tio Carvalho; ele deve estar vindo de pau duro pelo caminho, doido pra te comer!

Controlamos nossos instintos, interrompemos nossos carinhos e iniciamos a raspagem dos pelos xoxotais da minha esposa. Após espalhar a espuma e aguardar um tempinho, lentamente comecei a deslizar a lâmina e, pouco a pouco, com paciência e carinho, fui tirando os pelos que tanto gosto e que, embora curtinhos, cobriam aquele lindo jardim como se fosse um gramado bem cuidado. A pele delicada daquela região foi aparecendo e, como se cortinas fossem puxadas revelando uma obra de arte, tirei a pelagem que cobria aquele sexo feminino revelando a xota mais linda que já conheci. Quando terminei, os grandes e os pequenos lábios, o grelinho duro e a portinha do paraíso foram plenamente expostos em toda sua beleza. Diante de tanta formosura, apreciando aquela fruta tenra e pronta pra ser degustada, lembrei que mais tarde ela seria também apreciada pelo meu tio dotado e, mais que apreciar, ele iria comer tudo aquilo.

Rosinha (me olhando apreciar o seu entre coxas) – Fer, agora vou ficar de quatro pra você raspar meu cuzinho também.

Eu – Não precisa raspar atrás, você não tem pelos no furinho traseiro!

Rosinha (se pondo de quatro e arrebitando a bunda) - Melhor raspar, amor, pois quero ter certeza de que a minha portinha dos fundos estará bem bonita também!

Eu (provocando enquanto passava creme de barbear no rego traseiro da minha esposa fazendo com que ela contraísse o cuzinho) – Você está esperando “visitas” aqui atrás pra este fim de semana?

Rosinha (rindo) – Feeer, o tio Carvalho tá voltando e ele deve estar com tanta fome que talvez queira comer pratos variados!

Eu (deslizando o barbeador, mesmo sem pelos naquela região e outra vez fazendo ela apertar o furinho lindo) – E se ele não quiser variar de pratos, e se ele se contentar com um prato só?

Rosinha (sorrindo safada) – Aí eu vou oferecer a ele a possibilidade de variar os pratos, afinal o tio Carvalho é nosso amigo e devemos tratar ele muito bem!

Eu (dando um tapa estralado na bunda dela) – Você tá doidinha pra ser a comidinha do tio hoje, né, safada!

Rosinha (provocando) – Não somente hoje, como todo o fim de semana, amor!

Terminada a raspagem e vendo que se aproximava a hora do tio Carvalho chegar, fomos tomar banho no quintal, pois o clima gostoso convidava a uma ducha fria. Após nos lavarmos, forramos o banco com as toalhas, pegamos uma cerveja gelada e sentamos pelados pra esperar o tio. A Rosinha me encarou com um olhar maroto e eu soube que estava armando alguma arte. Ela pegou o celular e mandou uma mensagem de áudio no zap assim: “Tio, não se esqueça do meu presente!”

Eu ainda sorria da safadeza da minha Rosinha quando chegou a mensagem de áudio do tio Carvalho: “Não me esqueci do seu presente, não, Rosinha, ele está aqui comigo, bem protegido! Peçam pizza e vinho, por favor, chegarei em uma hora e estou com muita fome! Ah, Rosinha, você terá onde guardar o presente que estou levando pra você? Abraços a vocês dois!” Rimos ao ouvir as frases de duplo sentido do tio e a minha esposa respondeu com outra mensagem de áudio: “Tio, tenho, sim, bons lugares pra guardar o presente que você está trazendo pra mim, inclusive hoje à tarde o meu amorzinho Fer limpou e cuidou muito bem dos locais onde você poderá guardar o meu presente! Aguardo ansiosa!”

Eu (fingindo dar bronca) – Rosinha, falando isso pro tio, você me deixa envergonhado, ele vai achar que raspar a xota da esposa pra outro comer é coisa de corno!

Rosinha (rindo) – E é mesmo, amor! (pegando e balançando meu pinto mole) - Relaxe, o tio já foi muito corno também e sabe o quanto isso é gostoso!

Encomendamos a pizza, terminamos a cerveja, fomos pra nossa casinha, vestimos roupas leves e arrumamos a mesa com pratos, talheres, taças e vinho, tudo à espera do meu tio dotado que vinha pelo caminho doido de vontade de se alimentar com pizzas e depois comer minha esposa.

O tio chegou no horário previsto, veio alegre e falante nos abraçando e nos fazendo sentir o quanto ele nos quer bem. Considerando que a pizza não havia chegado, ele resolveu tomar banho antes do jantar e foi pra ducha do quintal. A Rosinha, sapeca, foi olhar pela janela da sala e, quando eu a vi, estava ajoelhada no sofá espiando o tio tirando a roupa e ajeitando sobre a cerca viva próxima.

Eu (me aproximando por trás da Rosinha, levantando o vestido que pouco cobria a bunda sem calcinha e encoxando ela) – Tá espiando o tio, né, safada! Tá com saudades do pintão dele?

Rosinha (agitada) – Oh, amor, faz três semanas que não como ele, tô doidinha pra sentir aquilo dentro de mim me fazendo gozar. (rebolando, esfregando a bunda em mim) - Fer, ele esqueceu a toalha, acho melhor eu levar uma e, se você concordar, vou ajudar o tio a se lavar! Posso, amor?

Eu (rindo) – Claro, que pode, cê tá doidinha pra se enroscar com o tio, né, safada! Mas quando a pizza chegar, venham rápido comer ou vai esfriar!

Minha esposa pegou uma toalha e saiu apressada rumo ao quintal e eu a acompanhei até onde eu poderia ouvir os dois sem ser visto.

Rosinha – Tio, eu trouxe uma toalha pra você se enxugar depois do banho! (sorrindo e olhando descaradamente o volume na cueca do tio) - Se quiser uma mãozinha pra se lavar é só pedir, tá!

Carvalho (rindo da safadeza da minha mulher) – Venha, Rosinha, será bom ter uma ou duas mãozinhas suas pra me ajudar no banho!

Olhando o tio Carvalho, que permanecia de cueca, minha mulher tirou rapidamente a única roupa que usava, o vestidinho leve, e o jogou sobre uma das plantas do quintal.

Rosinha (se aproximando do tio) – Primeiro temos que tirar sua cueca, né, tio, pra que você possa tomar um banho caprichado.

Minha esposa se agachou em frente ao tio com as pernas abertas, exibindo a bucetinha, e em seguida puxou a cueca dele pra baixo expondo o pinto mole que balançou pesado entre as coxas.

Rosinha (pegando no pau do tio, puxando a pele pra trás sem desviar os olhos da piroca diante do seu rosto) – Agora temos que puxar essa pele e pôr a cabeça pra fora pra podermos lavar direitinho!

Em um local discreto, assistindo os dois safados, senti meu pinto endurecendo tão rápido quanto o do tio. A diferença é que meu pinto crescia dentro do short que eu usava, e o dele na mão habilidosa da minha esposa que massageava sua picona. Depois de endurecer o pau do tio e transformar um pinto mole grande em uma piroca dura e gigantesca, minha esposa agarrou aquela enormidade com as duas mãos e iniciou uma punheta lenta.

Carvalho (alisando os cabelos da minha esposa) – Sinto que você está taradinha, minha flor! Estava com saudades do meu pau?

Rosinha (beijando a região entre o saco e a base da pica) - Eu estava com saudade de você e do seu pauzão, tio, faz três semanas que eu não como ele!

Carvalho (falando carinhosamente) – Hoje ele será todo seu pra que você possa comer quantas vezes quiser, aliás, serei inteiramente seu durante todo o fim de semana, se o Fernando permitir.

Rosinha (puxando outra vez a pele do pau, esfregando a cabeça brilhante nas narinas e cheirando) – Ufff, ufff, ufffff, ai, tio, que delícia, o cheiro do seu pau me enlouquece!

Depois de cheirar bastante a cabeça da pica, ela abocanhou com tara aquela coisa dura e começou a chupar como se fosse o último pinto do mundo.

Rosinha (entre uma chupada e uma encarada no tio) – Seu pau tá com um gosto muito bom, tio!

Carvalho (fazendo com que ela se levantasse ao ouvir a campainha tocando) – Levante, minha linda, me deixe ligar a água e tomar banho que a pizza já deve estar chegando, vamos deixar as brincadeiras pra mais tarde que preciso me alimentar antes de comer você!

Passei por eles, olhei os dois safados que sorriram pra mim, a Rosinha lavando o pau do tio enquanto ele se esfregava com a bucha em outras partes. Quando eu voltava, o tio encoxava minha mulher com o pau enfiado por trás, entre as coxas, e um bom pedaço brotando na frente, prensado na xaninha.

Rosinha (sorrindo pra mim ao ver que eu olhava pra eles, punhetando o pau que tinha entre as coxas como se aquilo fosse dela, como se nascesse do seu corpo) – Tô com saudades do pintão do tio, Fer!

Eu (fingindo dar bronca nos dois) – Tô vendo que você tá com saudade, pelo jeito que agarra o pintão do tio, parece que não vai largar nem pra jantar! (fingindo dar bronca) - Venham vocês dois pra mesa ou irão comer pizza fria! Tenham paciência que mais tarde vocês matarão as saudades!

Nos sentamos à mesa, eu de short, a Rosinha em seu vestidinho curto e o tio com uma toalha amarrada na cintura. Por mais de uma hora saboreamos a deliciosa comida, o vinho e colocamos nossas conversas em dia. Ao final, limpamos tudo e fomos pro quintal terminar de beber o restante do vinho. Sentados no banco, eu de um lado, o tio do outro e a Rosinha, ao chegar por último, se acomodou entre nós.

Carvalho (sorrindo pra nós) – Senti saudades de vocês nestes dias que estive fora, me fez falta a companhia nas refeições dos fins de semana, a boa prosa, tudo!

Eu – Nós também sentimos sua falta, tio, principalmente durante as refeições.

Rosinha (pegando a toalha amarrada na cintura do tio, puxando delicadamente até abri-la e deixar exposto o pinto mole que repousava pesadamente sobre as bolas do saco) – Tá calor, tio, pode deixar a toalha aberta, se quiser! (irônica, olhando o pinto que começava a pulsar e crescer) – Tio, você diz ter sentido falta da nossa companhia durante as refeições, além disso, sentiu falta de algo mais?

Carvalho (percebendo a ironia e rindo) – Claro, minha linda, senti muita falta de você, dos seus carinhos, das nossas brincadeiras a três, de tudo!

Rosinha (olhando o pau do tio que começava a levantar) – Tio, você bateu punhenta pra se aliviar nestas três semanas que ficou longe de nós ou guardou suas energias pra mim?

Carvalho (contraindo os músculos da região e fazendo o pau balançar) – Guardei tudo pra você, minha linda!

Rosinha (atrevida, colocando a mão sob o saco do tio parecendo pesar as bolas) – Sério, tio, você guardou aqui nas suas bolas todo o melzinho produzido em três semanas?

Carvalho (com o pau duro apontando pro céu) – Houve dias que eu até batia punheta, mas não gozava, não foi fácil me segurar, mas resisti e guardei meu creminho todo pra você, tá tudo aí esperando que você colha o melzinho que tanto gosta!

Rosinha (sorrindo pra mim e pegando o pauzão endurecido do tio pela base, apertando, sentindo a dureza e a grossura) – Pra que eu possa ganhar o seu creminho, terei que tirar ele por essa mangueira grossa, né, tio?

Carvalho (ironizando) – Siiiiim, tenho certeza de que você sabe muito bem o que fazer pra colher o mel que guardei pra você!

Rosinha (movimentando o pau do tio de um lado a outro, examinando e apreciando) – Tio, seu pau tá todo raspado, inclusive nas bolas do saco. Você raspou hoje?

Carvalho – Sim, minha linda, raspei hoje pela manhã, pois sei que você gosta de pau sem pelos.

Rosinha (sorrindo) – Gosto de pau de qualquer jeito, mas aprecio mais os raspados!

O nosso tesão crescia, meu pau estava duríssimo, eu queria tirar a bermuda pra diminuir o incômodo e exibir meu cacete duro, mas estava um pouco tímido de revelar o quanto estava tesudo por ver minha esposa agarrando a pica do tio.

Rosinha (olhando pra mim e sorrindo após apalpar meu pau e senti-lo duro dentro da roupa) – Ai, que delícia, Fer, você já está de pau duro também! Tire a roupa, mostre pro tio o quanto você fica tesudo quando me vê pegando em outra pica!

Mesmo envergonhado, tirei toda a roupa e exibi meu cacete duríssimo.

Carvalho (pegando a barra do vestido da Rosinha e puxando pra cima) – Levante-se, minha linda, vamos tirar sua roupa também, quero te ver peladinha!

Minha esposa se levantou, se pôs de pé diante de nós e puxou o vestido pra cima o tirando pela cabeça. Sem qualquer inibição, ela sorria ao girar o corpo exibindo orgulhosa suas belas formas e curvas, seus peitos de bicos duros, a bunda firme e a xota volumosa e raspadinha, tudo sustentado por coxas grossas, porém se exagero.

Rosinha (olhando pra mim, pro tio e se ajoelhando sobre os chinelos entre as pernas abertas dele) – Tô cheia de tesão, não vou aguentar esperar até irmos pro quarto!

Eu já havia visto minha esposa de joelhos chupando o cacete do tio Carvalho inúmeras vezes, mas sempre sentia tesão como se fosse a primeira. Meu pau pulsava enquanto apreciava minha amada agarrando com as duas mãos a piroca do tio, olhando para aquilo como se estivesse enfeitiçada por aquela mangueira grossa. Abaixou-se e começou a lamber, primeiramente as bolas do saco tentando pôr uma delas na boca, porém sem sucesso por ser grande demais. Em seguida lambeu todo o pau desde a base até a cabeça e, sorrindo pra mim, abocanhou tudo que conseguiu enfiar em sua boca. Me vendo admirá-la, esticou o braço e também pegou no meu pau, apertando e punhetando. Tarada como estava, ela me puxou pelas coxas fazendo eu me sentar próximo a eles e, em seguida, curvou-se e também abocanhou minha pica me dando o prazer de sentir sua boca quente envolvendo meu pau. Que delícia ver e sentir minha esposa tarada daquele jeito! Ela nos chupou por alguns minutos se revezando no meu pau e no do tio dando atenção igual a nós dois, se bem que eu entenderia se ela se dedicasse mais ao pau dele por ele ter estado ausente por três semanas.

Rosinha (se levantando, sorrindo pra nós e estendendo suas mãos) – Venham, quero ir pra cama do tio, quero dar e gozar muito hoje, quero fazer vocês dois gozarem muito também.

Saímos dali, deixamos as taças de vinho vazias sobre a mesa da varanda e seguimos os três pra o quarto do tio. Enquanto íamos caminhando pela casa, minha esposa, entre eu e ele, segurava firme nossos pintos como se tivesse medo de que algum de nós tentasse escapar. Entramos no quarto, acendemos as luzes, ligamos o ar condicionado e nos jogamos na cama. A Rosinha, deitada entre eu e o tio, parecia querer dar atenção a nós dois, mas preferi me afastar pra assistir e deixar os dois safados matarem as saudades acumuladas nas últimas três semanas. Saí da cama, puxei a poltrona e me acomodei, eu havia decidido ser um corno voyeur, pelo menos no início da brincadeira entre o tio e a minha Rosinha. O tio, ao ver que eu iria apenas assistir, pediu um tempinho e saiu da cama rumo à cozinha dizendo que iria buscar água e também uma surpresa pra nós.

Rosinha (sorrindo safada pra mim quando o tio saiu do quarto) – Hoje o meu corninho vai só olhar, é? Eu vou adorar fazer um show especial pro meu maridinho corno! (abrindo as pernas e exibindo a xana raspada brilhando de tão molhadinha) – Vai te dar tesão ver minha bucetinha comendo o pauzão de cavalo do tio, vai bater punheta vendo a sua esposinha sendo puta de outro macho pauzudo?

Respondi apenas com um sorriso, pois o tio retornava pro quarto trazendo água e uma filmadora, daquelas pequeninas, tipo go-pro com uma cinta pra fixar na cabeça.

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Caros leitores, deixarei de publicar por alguns dias, mas retornarei no início do próximo mês. Armando Pintor, o autor.

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