Mudança é sempre cansativa. Passamos o final de semana inteiro organizando caixas, arrastando móveis, e hoje ainda está uma bagunça. Para complicar, Thais estava de TPM.
Acabamos discutindo por causa do sofá. Eu queria perto da janela, ela insistia que ficaria melhor virado para a porta.
Não sei se com vocês é assim também: às vezes, temos uma briga boba. Depois, os dois acabam fingindo que não querem pedir desculpas, só para não perder a razão. Passa um tempo e ninguém lembra direito como começou. Hoje foi o sofá, mas poderia ser qualquer outra coisa. É quase engraçado, dois adultos fazendo de conta que estão ocupados demais para fazer as pazes.
E Thais, quando está neste período, se irrita com facilidade. Ela evita contato. Não gosta de carinho muito menos de sexo. Ela diz que fica incomodada com a menstruação descendo.
À noite, deitei no meu lado da cama e deixei ela quieta no canto dela, como sempre faço quando ela está assim.
Só que, desta vez, ela encostou e ficou de ladinho na minha frente, como quem quer dormir de conchinha. Abracei por trás, mesmo sabendo que corria o risco de levar uma cotovelada gratuita. De repente, ela se mexeu, movendo o quadril até sua bunda se ajustar certinho onde estava o meu pau. Eu fiquei ali, quieto, deixando acontecer. Ela deu uma empinada discreta e rebolou. Foi quando ela virou o rosto por cima do ombro, devagar e, simplesmente, pediu para eu comer o cu dela.
Demorei alguns segundos para acreditar no que estava ouvindo. Nunca tinha comido a bunda dela. E agora era ela quem pedia. E o mais estranho de tudo: justamente neste período. Tive que perguntar se ela estava falando sério.
A resposta dela veio sem palavras: primeiro lambeu dois dedos até deixar tudo bem molhado, depois a mão dela encontrou o meu pau, guiando até a portinha do seu cu, só tive o trabalho de empurrar, sentido a pica romper aquela resistência inicial que um cuzinho costuma oferecer. Os gemidos dela começou baixo, parecia preso na garganta, crescendo à medida que eu ia mais fundo.
Fiquei ali, de ladinho, enrabando minha mulher pela primeira vez. Eu enfiava a pica devagar, deixava lá dentro e depois tirava aos poucos, saboreando aquele rabo sem pressa. Eu até imaginava que a bundinha de Thais era gostosa, mas não desse jeito.
Sem aviso, ela começou a se contorcer, primeiro de leve, depois vieram espasmos mais fortes, o corpo tremendo sem coordenação. Os gemidos dela agora escovam aberto, rasgando a ar, gritando para nossa nova vizinhança inteira ouvir que ela estava gozando pelo cu.
Não aguentei e gozei junto.
Depois de tudo, tomamos um banho e fomos deitar abraçados. Foi então que ela bateu o martelo, garantindo que, de agora em diante, sempre que a menstruação descer, o cu estaria liberado. Ela concluiu, dizendo que só tomando no cu para ela deixar de ser fresca nesses dias. Rimos bastante.
Por incrível que pareça, não consegui dormir. Fechei os olhos, virei pra um lado, depois pro outro, e nada. Levantei, pra não acordar minha esposa, e fui pro celular.
Fiquei nas redes sociais sem pensar muito, até que joguei na busca: marido corno.
Apareceram uns dez perfis, mais do que eu esperava. Um prendeu minha atenção. Jonas e Íris.
Fiquei olhando por um tempo até mandar uma mensagem, só pra ver o que acontecia.
A resposta veio rápido.
Foi assim que começamos a conversar. Um assunto puxando o outro, sem esforço, sem pausa. Durante o papo, eles revelaram que são jovens. Jonas, no auge dos 23 anos, tem muita vontade de ser corno da noiva, Íris, de 20. Mas morre de medo de que alguém conhecido descubra esse desejo.
Contei um pouco das nossas experiências, tomando cuidado para não assustar o casal.
E assim a conversa foi fluindo. Quando dei por mim, já tinham passado mais de duas horas.
No final, eles sugeriram um encontro no sábado. Eu disse que não era má ideia, mas que minha esposa precisava concordar para isso acontecer.
Eles entenderam.
Nem sei que horas saí do celular, só sei que acordei com Thais radiante ao meu lado, parece que tomar no cu melhorou o humor dela. Aproveitei o momento e contei da minha insônia, do casal e da proposta de um encontro.
Ela riu e disse que ia adorar conhecer outro corno.
Marcamos aqui em casa. Durante a semana, conversamos bastante, trocamos fotos. Pelas imagens, Jonas parecia um pouco acima do peso, pele morena. Íris era pequena, magra, pele clara, cabelo cacheado e usava óculos.
O dia chegou rápido.
No horário combinado, bateram na nossa porta. Quando abri, Íris me chamou atenção. Ao vivo, parecia menor do que nas fotos. Havia algo delicado nela, quase frágil.
Nos cumprimentamos e convidei os dois para entrar.
Assim que sentaram no sofá, oferecemos vinho. As taças ocuparam as mãos enquanto o silêncio ainda aparecia entre uma fala e outra.
A conversa começou simples. Perguntas fáceis, respostas curtas. Aos poucos, foi ganhando volume. Jonas passou a se inclinar mais, reagindo com mais entusiasmo. Íris demorou um pouco, depois começou a participar do papo com mais frequência.
Thaís sustentava o ritmo. Sorria, puxava assunto. Eu observava mais do que falava.
As taças esvaziaram. Foram enchidas de novo algumas vezes.
Sem perceber direito quando, o clima mudou.
O papo ficou mais íntimo. Já falávamos dos meus chifres. Thaís comentou, com naturalidade, como foi dar a buceta para outro homem dentro de um carro e na frente de casa.
Jonas ouviu atento, o corpo levemente inclinado na direção dela.
Íris já não evitava tanto o olhar. Havia curiosidade ali, mais nítida agora.
Depois de duas ou três garrafas de vinho, eu não sei dizer exatamente quando a putaria começou, vou ficar devendo para vocês. Eu devia lembrar… Devia mesmo. Um momento desses não era pra escapar assim.
A minha lembrança já começa com as roupas de todo mundo espalhadas pelo chão, Thais ajoelhada segurando o meu pau para Íris começar a fazer um boquete, enquanto Jonas está em pé ao nosso lado batendo uma com a pica visivelmente mole.
Íris colocou o cabelo para trás, inclinou a cabeça e abriu a boquinha na direção da cabeça do meu pau.
E aqui eu preciso falar direto com vocês. Porque, por mais que eu tente descrever, um boquete com a permissão da sua esposa não é só um boquete, é uma declaração de amor. Eu podia escolher palavras melhores, alongar a cena, tentar te convencer da intensidade, mas a verdade é que, minha pica ali dentro daquela boca foi a sensação mais gostosa que eu já senti.
E eu ia gozar ali mesmo, mas minha esposa tinha outros planos...
Sem aviso, ela disse que se Jonas estivesse disposto a ser corno, seria corno de cu. Nem esperou resposta, pegou Íris pelas mãos e posicionou ela de quatro. Foi neste momento que aquela bundinha se abriu e revelou algo surpreendente: no centro havia um furo discreto, mas ao redor dele se espalhavam pregas enormes, dando a sensação de que aquele cu era maior do que parecia. Eu nunca poderia imaginar que uma bundinha tão pequena escondia algo tão grande.
Antes de me aproximar, olhei para Thaís, esperando qualquer sinal.
Ela veio até mim sem pressa. Tirou uma camisinha da embalagem e começou a colocar no meu pau. Em seguida, pegou um pouco de lubrificante e espalhou da cabeça até a base. Quando terminou, apenas sorriu.
Encarei a bundinha de Íris por um tempo.
Era pequena demais. Delicada demais. Cabia inteira na palma da mão. Diante dela minha pica parecia enorme. Dava a sensação de que iria rasgar ao meio se eu fodesse muito forte.
Posicionei o pau com cuidado, encaixando a ponta na borda. O primeiro movimento foi lento, sentindo que o cuzinho dela era realmente apertado. Precisei forçar para conseguir uma abertura, foi então que senti aquela satisfação viciante de romper a resistência de um cu. Íris gemeu abafado quando finalmente encaixei tudo lá dentro.
Em pé, ao nosso lado, Jonas parecia em transe, batendo punheta com o pau meio mole, o olhar preso na minha rola sumindo atrás da mulher dele.
Aumentei o ritmo em uma série de estocadas fortes, vendo o anel daquele cu formando um biquinho que se fechava ao redor do meu pau, acompanhando o vai e vem, como se não quisesse deixar escapar.
Do nada, Íris começou a humilhar o noivo, chamando ele de broxa, pau mole, precoce. No fim, ela mandou ele sentar no chão para aprender a foder um cu.
O curioso é que Jonas obedeceu, sentando a bunda nua no chão frio.
Senti Thais se aproximar por trás. Os lábios dela tocaram a ponta da minha orelha quando ela sussurrou: arromba essa puta.
Ao ouvir isso, fui dominado pelo tesão, comecei a meter mais forte e mais rápido, um vai e vem obsessivo, como se eu quisesse invadir as entranhas daquela putinha, o som do impacto dos nossos corpos escova pelas paredes da sala.
Íris respondia com gemidos cada vez mais altos até que, em uma metida mais firme, ela esguichou, como se o tesão acumulado rompesse a última barreira. Os jatos atingiram o sofá, o tecido do estafado mudou de cor, absorvendo aquele líquido que insistia em jorrar por entre as pernas de Íris. Ela gritou de forma escandalosa que estava gozando dando o cu.
Eu não parei, pelo contrário, a sensação de fazer ela gozar me deu um novo fôlego. Eu martelava numa cadência visceral.
Gozei de súbito, sem qualquer aviso, numa explosão absoluta de puro êxtase. Uma satisfação quase elétrica percorreu minha espinha, fazendo minhas pernas ficarem bambas.
Só então notei Thais com as pernas escancaradas no sofá, ela estava se tocando, gemendo, gozando.
Tirei o pau daquele cu gostoso.
Foi aí que vi quanta porra havia dentro da camisinha, estava cheia, pesada. Removi o preservativo. Antes de amarrar para descartar, Íris estendeu a mão e pediu a camisinha. Eu não questionei, apenas entreguei.
Ela se virou para Jonas.
Ele ainda estava ali, como antes, sentado no chão, batendo punheta com o pau meio mole.
Íris chegou perto, posicionou a camisinha acima da rola dele e espremeu.
Ele continuou batendo a punheta dele.
No início, a porra saiu devagar, pesada, pingando na mão e na pica, aos poucos, foi deixando tudo molhado.
Íris se abaixou, aproximou o rosto do ouvido de Jonas e disse algo que eu não conseguia ouvir.
Foi quando o pau dele finalmente ficou duro.
E dois segundos depois ele gozou, ficando ofegante como se tivesse corrido uma maratona.
A putaria acabou já na madrugada. O casal acabou dormindo conosco.
Acordei já perto do meio-dia, arrancado de um sono pesado por vozes vindas da sala. O casal discutia. Pouco depois, o som da porta se abrindo e fechando com força.
Thaís levantou primeiro. Fui logo atrás.
Encontramos Íris encolhida no canto do sofá, quase em posição fetal, com as mãos no rosto. O choro era baixo, como se ela tentasse esconder que estava chorando.
Thaís não pensou duas vezes, sentou ao lado dela e a puxou para um abraço. Íris cedeu na hora. As duas ficaram assim por um longo período.
Em algum momento, quando as duas viraram o rosto ao mesmo tempo, os lábios se tocaram por acidente, e o gesto acabou virando um beijo.
Elas se afastaram apenas o suficiente para se olharem. Vi os olhos de Íris ainda úmidos. As duas acabaram rindo juntas.
Thais limpou as lágrimas do rosto dela, sem desviar o olhar. O riso ainda vibrava entre as duas.
Foi quando o beijo aconteceu novamente. Dessa vez, não houve acidente.
Elas continuaram ali, entrelaçadas. Uma fazendo carinho na outra.
Thais segura a alça da blusa de Íris com as pontas dos dedos. O movimento é lento. O tecido desliza e revela o pequeno seio. Em seguida, ela inclina a cabeça, encosta os lábios e dá uma chupada demorada no biquinho. Depois, morde.
Neste momento, o som do gemido de Íris saiu tão gostoso que fez o meu pau ficar duro na hora.
As duas se ajudaram a tirar o calcinha. As peças caíram no chão, esquecidas.
Thais guia o corpo de Íris, abrindo as pernas dela para encaixar uma buceta na outra. Meu olhar não desvia quando elas se encostam. O balanço dos quadris começam, em ritmo lento, concentrado apenas no contato que estava acontecendo ali, entre as pernas das duas. É muito excitante ver duas mulheres se tocando desse jeito.
Elas se perdem naquele espaço que criaram, onde o
resto do mundo e eu deixamos de existir.
O movimento fica mais curto e rápido, as duas bucetas se fundindo. O rebolado de ambas vira um balanço contínuo.
Íris chegou primeiro ao organismo. O gemido que escapou de seus lábios foi longo. Notei o tremor percorrendo suas pernas. Thais gozou logo em seguida, as duas compartilharam espasmos e gemidos.
Elas se beijaram mais uma vez. Fiquei apenas observando, com o pau duro já soluçando.
Foi então que minha esposa me olhou e disse que era para temperar aquele beijo com minha pica no meio.
Gozei em dois minutos com as duas me chupando ao mesmo tempo. E eu sei que você está aí, do outro lado da tela, lendo cada detalhe dessa putaria, vai dizer que eu gozei rápido demais, então tenta segurar a pressão com duas boquinhas fazendo um revezamento no seu pau, faça o teste e depois me conte o resultado.
Mais tarde, Íris nos contou os motivos da discussão que levou Jonas a terminar o noivado com ela. Foi a humilhação de ser corno, além disso, um amigo dele descobriu o perfil das redes sociais. Ele culpou Íris por tudo.
Eu expliquei a ela que o difícil não é assumir que você é feliz em ser corno, mas sim não se importar com o que os outros vão pensar da sua felicidade.
Ser corno é saber que a mulher que você escolheu esconde dentro dela uma fêmea querendo experimentar todo tipo de rola.
Nós três conversamos por horas até o sono nos vencer, acabamos dormindo juntos na mesma cama.