A ESPOSA ADÚLTERA, O CUNHADO, E UM ROTWEILLER (UM MÉNAGE ZOOFÍLICO DE FAZER CORAR ATÉ O CAPETA)

Um conto erótico de Rico Belmontã
Categoria: Zoofilia
Contém 1970 palavras
Data: 18/04/2026 07:21:04

Patrícia era o epítome da puta dissimulada, uma vadia de 34 anos com tetas siliconadas enormes que balançavam como sinos de uma igreja profana em decotes apertados, uma bunda redonda e empinada de squats infinitos na academia, e um rosto de anjo caído que enganava até o diabo. Seu corpo era uma arma: curvas que faziam homens babarem, uma buceta sempre depilada e úmida de tesão, e um cu apertado que ela laceava com plugs cada vez maiores para aguentar qualquer tamanho de rola. O marido, Eduardo, aquele corno broxa de 40 anos, um engenheiro fracassado com um pau mole que mal endurecia por 30 segundos, vivia na ilusão de um casamento "perfeito". Ele saía cedo para o trabalho, deixando-a sozinha na mansão de subúrbio chique, com o rottweiler Brutus – uma besta de 52 kg, preto como carvão, músculos trabalhados como um lutador de MMA, e um pau vermelho, grosso como uma perna de mesa, sempre babando e pronto para destruir qualquer buraco.

Mas o corno idiota nem sonhava com o festival de putaria insana que rolava assim que o carro dele sumia na esquina. Patrícia, já pelada e suando como uma prostituta de cabaré de favela, trancava a suíte master – cama king size com lençóis de seda agora imundos de muco vaginal e squirts de siriricas – e se jogava no chão de quatro, abrindo as pernas largas como uma cadela no cio, a buceta já escorrendo um mel grosso e odor forte de excitação acumulada. "Vem aqui, Brutus, sua besta filha da puta! Lambe a minha buceta suja, lambe até eu gozar na tua cara nojenta!", ela rosnava com voz rouca, esfregando a xoxota inchada e vermelha no focinho úmido do cachorro, o cheiro de fêmea no cio misturando com o feromônio animal dele.

Brutus, o rottweiler tarado que ela treinara desde filhote para ser seu escravo sexual, não perdia tempo: enfiava a língua áspera e comprida como uma lixa viva bem no fundo na buceta dela, raspando as paredes internas molhadas, lambendo do cu piscante até o clitóris inchado e sensível com uma voracidade brutal. Ele lambia como se quisesse comer a carne dela viva, a saliva grossa misturando com o suco abundante que saía da xoxota, criando um caldo nojento que escorria pelo chão. Patrícia gozava em segundos, o corpo convulsionando como se estivesse possuída, rebolando como uma puta, esguichando um jorro quente na cara do animal, molhando o pelo preto, pingando nos olhos do bicho. "Aaaah, porra! Isso, seu cão imundo, me faz gozar assim como o corno do meu marido nunca sonhou! Lambe mais fundo, enfia essa língua no meu cu agora, seu vadio!"

Não contente com o sexo oral canino, ela se virou de costas novamente, empinando a bunda alta como uma montanha de carne suculenta, as nádegas tremendo de tesão, e guiou o pau pulsante e vermelho do Brutus direto para a entrada da buceta. "Soca, Brutus! Mete esse pau grosso na tua putinha, arromba essa xaninha adúltera até eu gritar por uma misericórdia que não existe!" O animal era uma máquina de foder bruto: socava de uma vez sem dó nem piedade, o pau grosso como um punho rasgando as dobras molhadas dela como uma serra em madeira fresca, esticando as paredes internas da buceta até doer deliciosamente. Patrícia rebolava de olhos fechados, batendo a bunda com força no pêlo suado e fedorento do rottweiler, os gemidos ecoando pelo quarto como berros de uma mulher louca: "Me fode, seu filho da puta de quatro patas! Rasgue minha xoxota no meio, me encha de porra até transbordar, me deixe fedendo a cachorro pro corno cheirar quando voltar!"

O nó começava a inchar devagar, crescendo como um balão latejante dentro dela, esticando a entrada da buceta ao limite absoluto, a dor misturada com prazer insano fazendo lágrimas escorrerem pelo rosto dela. Ela forçava o quadril para trás com violência, querendo mais, cravando as unhas na própria carne para aguentar: "Incha mais dentro de mim, Brutus! Trava esse nó nojento na minha xoxota, me prende como uma cadela de rua sendo estuprada por um vira-lata, me engravida seu filho de uma puta nojento!" Quando o nó travou de vez, Brutus gozou em jatos fartos e contínuos, enchendo-a de sêmen quente, viscoso e fétido como mijo de animal, filetes grossos transbordando pelas coxas dela, pingando no tapete e criando poças imundas. Patrícia gozava junto, o orgasmo violento fazendo o corpo dela tremer como em um terremoto, os olhos revirando, babando pela boca aberta: "Porraaaa! Gozando com pau de cachorro dentro de mim, sou uma puta nojenta, uma traidora devassa!"

Era nesse clímax bestial e profano, com o nó ainda inchado e latejando dentro da buceta dilatada, porra canina escorrendo como um rio sujo pelas pernas dela, que o cunhado Marcelo entrava na jogada. Aos 29 anos, um pauzudo de 23 cm, grosso como uma lata de cerveja com veias saltadas como cordas de navio, ele era o amante secreto dela há dois anos – fodendo-a em motéis baratos, no carro, até no banheiro da casa da família enquanto o corno assistia novela. Ele tinha a chave reserva, um "segredo" que ela dera para visitas surpresa, e abria a porta devagar, atraído pelos gemidos guturais e os latidos do cachorro. Vendo a cena – Patrícia de quatro no chão, buceta esticada ao máximo pelo nó inchado da pica do rottweiler ainda dentro dela, o cheiro de sexo animal e suor preenchendo o ar como um bordel de quinta – Marcelo ficava duro na hora, o pau latejando na cueca. "Caralho, Patrícia... você é a vadia mais degenerada e imunda que eu já vi na vida, fodendo com o cachorro do meu irmão como uma puta de zoológico!", ele grunhiu, tirando a roupa com pressa, o pau saltando livre, vermelho e pronto para destruir.

Ela olhava para trás, os olhos vidrados de luxúria insana, suor escorrendo pelo rosto maquiado agora borrado, e sorria como uma demônia saída do inferno: "Vem, cunhadinho tarado! Fecha essa porra de porta e me usa como a vadia traidora que eu sou. Hoje tem dupla penetração pra essa puta: pau de homem e de cachorro me rasgando ao mesmo tempo, me violentando até eu desmaiar de tesão!" Marcelo não hesitou, ajoelhando na frente dela com brutalidade, enfiando o caralho duro na boca gulosa e cheia de baba. Patrícia engolia até o talo, engasgando violentamente, a garganta se dilatando como um buraco de vadia experiente, lágrimas e saliva pingando pelo queixo enquanto o rottweiler ainda latejava e se movimentava dentro da buceta. Ele segurava o cabelo dela com força animalesca, puxando como se quisesse arrancar tufos, e fodia a garganta sem pena: "Chupa, sua puta nojenta! Engole meu pau inteiro enquanto esse cachorro te enche de porra fedida, sua traidora do caralho! Vou foder tua boca até você vomitar, vadia!"

O nó do Brutus finalmente murchava depois de minutos de agonia deliciosa, saindo com um "ploc" molhado e obsceno, deixando a buceta dela que agora era um buraco escancarado, vermelho como carne crua, pulsando e escorrendo sêmen animal em cascatas grossas que formavam uma poça no chão. Marcelo a agarrava pelo cabelo e pela garganta, jogando-a na cama de bruços como um trapo usado, as tetas siliconadas esmagando contra o colchão sujo. "Dupla penetração agora, sua cadela devassa! Vou meter meu pau junto com o do Brutus nessa buceta arrombada, te esticar até te rasgar de verdade!" Ele chamava o rottweiler de volta, posicionando a besta para que o pau vermelho e ainda duro voltasse a entrar na buceta junto com o dele. Ele colocou a cunhada por cima dele, abrindo a xoxota dela com violência, enfiando o pau humano ao lado do canino, os dois membros se esfregando dentro dela em uma fricção insana e dolorosa, esticando as paredes da buceta além do limite humano, sangue misturando com porra no atrito brutal.

Patrícia gritava como uma louca possuída, as unhas cravando no peito de Marcelo até arrancar pele e sangue: "Aaaah, porra! Me arregaça toda, seus filhos da puta! Dois paus me fodendo ao mesmo tempo, um de homem e um de bicho, me violentando como uma puta de rua! Mais forte, Brutus, arranha minhas costas, seu cachorro sádico!" O rottweiler latia alto, com as patas sobre ela, deixando marcas profundas e sangrentas, enquanto Marcelo batia na bunda com tapas violentos, deixando hematomas roxos e inchados, e bolinava o grelo por baixo. "Você merece isso, sua adúltera gostosa e imunda! Traindo meu irmão com o pau do cachorro dele, sua vadia sem vergonha! Vou te foder até você não poder sentar por uma semana!" A violência escalava para o insano: ele socava com brutalidade animal, o pau dele e do cachorro friccionando dentro dela, criando uma sinfonia de sons molhados e nojentos, porra e sangue espirrando para todos os lados.

Patrícia ria histericamente entre gemidos, gozando em ondas violentas, esguichando um misto de squirt, porra humana e canina que molhava a cama inteira como um dilúvio pornográfico: "Hahaha! Mais violência, Marcelo! Me bate mais, mama meus peitos, me morde junto com o Brutus! Eu sou uma puta devassa, uma zoofílica louca que adora ser estuprada por macho e bicho!" Não satisfeitos com a buceta, eles mudavam de posição com selvageria. Patrícia se virava de costas, abrindo as pernas como uma prostituta barata em um beco escuro, a buceta e o cu piscando de tesão. Marcelo enfiava no cu dela sem lubrificante além da porra que escorria da xoxota, rasgando o rabo apertado com socadas brutais que faziam sangue escorrer: "Toma no cu, vadia! Meu pau te arrombando o rabo enquanto o Brutus fode sua buceta suja por baixo!" Brutus, lambia a cara dela e latia com as patas abertas enquanto ela cavalgava ele, o pau do cunhado alternava entre o cu e a buceta preenchida pelo pau do cachorro, os buracos preenchidos ao mesmo tempo por homem e bicho, os membros se sentindo através das paredes finas internas.

A dor era excruciante, o cu ardendo como carvão em brasa, a buceta esticada ao máximo quando os dois paus a arrombavam, mas ela pedia mais, cravando as unhas no colchão: "Me fode como se eu fosse uma cadela de rua numa gangbang de vira-latas! Goza dentro, mistura tua porra com a do cachorro, me enche até eu explodir de esperma, seus machos sádicos!" Marcelo gozou primeiro, enchendo o cu dela com jatos quentes, o sêmen escorrendo e misturando com sangue das mordidas e tapas. Brutus seguia, o nó inchando na buceta novamente, travando os três em uma orgia bestial e profana, latindo e lambendo com fúria os peitos dela até os mamilos sangrarem. Patrícia gozou tantas vezes que perdeu a conta, o corpo tremendo em espasmos violentos, urinando de prazer incontrolável, mijando na cama e nos corpos deles em jorros quentes e amarelados: "Eu sou uma puta mijona, uma vadia insana... mijando enquanto sou arrombada por pau de cachorro e do meu cunhado gostoso! Mais putaria, quero ser violentada!"

Horas depois, exaustos e cobertos de fluidos imundos – porra humana e canina, mijo, sangue, suor, urina e baba –, eles caíram na cama destruída, o quarto fedendo como um curral de porcos. Brutus lambia o pau flácido de Marcelo, limpando os resquícios pegajosos, enquanto Patrícia acariciava os dois com mãos trêmulas, sussurrando com voz a rouca: "Meus machos de verdade... amanhã, se o corno do Eduardo chegar cedo, a gente amarra ele na cadeira, força ele a assistir enquanto vocês me estupram de novo. Quem sabe eu faço ele chupar o pau do Brutus depois, lambendo a porra que sobrar da minha buceta fodida. Hahaha, vou transformar ele num corno canino também!" A devassidão não tinha limites; era um poço sem fundo de putaria sem limites, onde dor, violência e prazer se fundiam em uma orgia eterna de degradação absoluta, e Patrícia reinava como a rainha das vadias pervertidas.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Rico Belmontã a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários