Passei o dia inteiro pensando como seria, sabe o que é pior? Foi quando deu às 18:00 horas me deu um frio na espinha, devia ir direto pra casa dela ou ir pra minha? Incertezas me rondava falei que iria comprar um presente mas não tinha comprado ainda, fui pra casa tomar um banho, tudo aquele questionamento me rondava, será que está certo!? Será que está errado!? Ao pensar nela me traindo meu pau ficou duro debaixo do chuveiro, não queria me masturbar liguei na água fria, mas todo tempo que enrolava mais sorte pro azar eu dava, sai do banho às 18:40.
Me deitei na cama e fui pesquisar qual era o melhor presente surpresa pra minha namorada, tinha várias opções, mas achar um lugar aberto naquele horário perto de mim só tinha uma opção, floricultura.
Eu sabia da possibilidade dela estar transando com o outro, isso não seria culpa dela ou minha, tinha aceitado aquilo, mas a verdade é que falar é uma coisa e passar por isso era outra. Tinha que ser muito beta mesmo, comprar um buquê de rosas de 150 reais em flores que iriam estragar em questão algumas horas, a humilhação me consumia.
Às 19:20 a atendente falou o tanto que minha namorada iria me amar. Já eu tinha minhas dúvidas (me amar na cama com outro? Escolheu outro em vez de mim) muitas coisas se passaram e quando eu peguei meu celular pra pagar no Pix, tinha mensagem da Helô, “Bruno está aqui amor.” A mensagem tinha sido enviada às 18:50.
Eu olhei para atendente, ela estava com um sorriso no rosto fazendo o embrulhado do buquê, não imaginava a minha situação, paguei e saí da loja.
Já fazia praticamente 30 minutos que ela estava com ele, não sei se ele ainda estava na casa dela, entrei no carro e fiquei me perguntando (será que eu vou e pego eles no flagra? Será que eu vou eles já terminaram e o Bruno fica me olhando rindo eu chegando com buquê de rosa, ou eu chego antes de acontecer algo e Helô se sente culpada e desistir desse negócio de traição.) Era muita incerteza, mais fácil era chegar depois dele ir embora, mais se eu demorasse a rosas iriam murchar, que situação embaraçosa.
Às 19:33 quando eu estava pra chegar na Helô com coração na mão, passou por mim um cara de moto e empinou e caiu no chão bem na minha frente, se eu não parasse iria passar por cima, desci do carro e dei uma mão ao cara, ele parecia bem, mais tinha muitos ralados logo alguém chamou uma viatura, que chegou conversei com a polícia, e fui liberado nisso se passou uns 30 minutos, montei no carro e cheguei na Helô.
Por volta das 20:10 a moto dele ainda estava lá, fiquei um pouco perplexo, eles tinham transado? Não tinha como não ter transando, já tinha se passado tanto tempo, eu tremia não sabia como reagir me sentia humilhado. A melhor reação foi gritar Helô, não queria entrar e pegar eles no flagra, seria mais humilhante. Eu fiquei na frente da casa dela sabendo que tinha a possibilidade dela estar me traindo com um cara que tem a fama de transar com uma buceta diferente todo dia, qual mulher iria resistir a isso?
A cada segundo que Helô demorava pra sair meu coração acelerava mais, depois de quase um minuto ela saiu só de camisola vermelha bem atraente, uma tecido leve e curto, meu pau ficou duro na hora que a vi, mais foi nesse momento eu pensei (aconteceu algo), seus olhos tinha os olhos de culpa. “Entra amor.”
“Eu esqueci a chave.” tive que mentir.
Ela abriu o portão pelo botão, eu entrei com buquê nas mãos, ela deu uns pulos de felicidade, na hora eu vi que estava sem calcinha o Bruno também viu, ou já tinha conferido com as mãos, meu pau estava duro.
Ela me deu um beijo eu senti um gosto de sexo na boca dela, podia sentir o gosto da buceta dela com pau, nesse momento tive a confirmação, ela tinha realmente me traído, sentia meu coração doer dentro de mim, olhei pro Bruno sentado rindo da minha cara, Helô parecia ter tirado um mundo das costa ao me ver, eu me sentia pesado, talvez o peso do chifre, e tive que sentar as pressas, e nem era pra tentar esconder a ereção, mais porque minha pressão tinha caído.
“Felicidades aos casais, mas eu tenho que ir numa missão.”
“Faz tempo que vocês estão aqui?” eu perguntei, mas sabia o tempo certinho.
“Faz um tempo, a gente ficou conversando.” respondeu o Bruno pegando as coisas.
“E vocês falaram sobre o que?” eu perguntei.
“Sobre rio.”
“Rio?” que papo mentiroso era aquele.
Ele riu “é mano, Helô falou como se nada no raso, não consegue chegar no fundo.”
“Tenho que aprender nadar.”
“É foda aí não chega no fundo, por isso tem que comprar algo pra fazer chegar.”
“Comprar algo?”
Ele riu, “Helô te explica.”
“Eu?” falou Helô.
Eu estava sentado e precisava de resposta, mas não queria perguntar, mas precisava saber, ouvimos o Bruno bater o portão e sair de moto.
Eu olhei a sala parecia estar em ordem “amor e essa roupa?”
“Foi a única que eu achei as outras estavam espalhadas no chão.”
Espalhadas pelo chão? Como assim, ela nem tentou mentir, admitiu mesmo.
“Você fez isso, Helô?”
Ela ficou em silêncio, nesse momento eu tentava lamber meus lábios para ver se tinha o gosto do dela, mas não tinha. Me levantei e fui até Helô ela ficou me olhando com um pouquinho de medo.
“Gostou do buquê?”
“Sim adorei, vou colocar em algum lugar.”
Ela voltou e colocou na jarra de suco, eu fiquei rindo com a genialidade dela, ela veio até mim e me deu um beijo, eu não me segurei e demos um beijo de língua bem gostoso, eu precisava confirmar tudo, a troca de saliva foi perfeita eu sentia toda a traição dela, um pouco me deixava triste e outro com muito tesão. Ela começou a tirar a minha camisa enquanto falava “quer sabe como aconteceu? Promete não ficar bravo? Se ficar bravo eu não te conto nada!” A voz dela mudou, ela estava no modo persuasão, eu sou um beta.
E quando chegou na parte da minha calça ela viu como pau estava duro “Tô vendo que gostou”
Estava com tesão, só que a humilhação era de outro mundo, agora ela era minha namorada, eu definitivamente era um namorado corno.
“Afinal a culpa é sua! Me comprou consolo, e depois me deixou com o Bruno sozinha, mesmo sabendo do nosso passado, porque demorou tanto?
Ela nunca iria acreditar que um cara caiu de moto na minha frente e tive que ajudar por isso demorei, aquele momento pensando nisso se passou uns quinze segundos sem resposta.
“Na verdade você queira isso mais que eu né, isso é um fato.”
Minha namorada agora tinha certeza que ela fez o certo e eu não conseguia dizer que não.
De quem era a culpa? Mas ninguém tinha culpa. Quem era o culpado? O Cara da moto? Talvez eles já estavam transando antes. O culpado era eu por ter enrolado tanto? O Bruno que viu a oportunidade? A Helô? Não a Helô não era a culpada, ela já tinha colocado isso na mesa, o maior culpado era eu por deixar acontecer tudo muito rápido.
“Oh meu amorzinho, eu iria fazer de corno, (quando ela me chamou de corno meu pau ficou mais duro ainda) mas não queria que fosse assim, tão rápido, tão recente, não faz nem 6 dias que começamos a namorar… ele começou a me provocar, ele me seduziu, eu te falei que ele era um perigo. Ele é um homem que come buceta todo dia, não importa se solteira, namorada, casada, viúva, eu te falei como ele era, e você me deixou sozinha com ele.”
“Oh meu amor.” me sentia culpado.
“Mas a culpa é sua por ter um pauzinho tão pequeno.”
Dei uma gemida e ela riu.
“Eu preciso ver.” Eu falei.
Ela foi até o quarto, eu olhei os lençóis estavam bagunçados.
“Foi aqui amor?” Eu perguntei.
Ela me olhou “sim amor.”
Cai derrotado, fiquei de joelhos, e olhei pra cima “queria ter chegado antes, me desculpe minha princesa.”
Ela riu “ah princesa se comportou muito má, promete não ficar bravo?”
“Claro meu amor, eu queria chegar mais cedo e sabia que algo poderia acontecer.”
“Me sinto culpada por ser tão rápido.”
“Não é fim meu amor.”
Ficamos em silêncio, finalmente ela falou “Você quer saber como aconteceu?”
“Quero meu amor.” não deveria ter falado tão rápido.
Nesse momento foi um instinto eu olhei pro meio de suas pernas queria ver a sua bucetinha, eu tinha que erguer a camisola, mas ainda não estava pronto, eu precisava ouvir.
“Ele me sujou toda, me tratou com uma vadia… fiquei tão molhada.”
Meu pau pulsou, minha respiração ficou forte e me deu um frio na barriga, minha namorada passou a mão na coxa e foi subindo a camisola e só deu pra ver a metade da sua bucetinha, deu pra ver que estava melada e bem vermelha, tudo aquilo me deixava com tanto tesão, e quando ela passou os dedos nela e veio na minha direção, eu não resisti e abri a boca e provei o seu néctar, era o mesmo gosto que tinha na sua boca.
Ela riu e sentou na cama “amor limpa meus pés.”
Ela estava descalça, limpei a sujeira com as mãos, e fui ao banheiro me limpar, quando voltei ela já estava confortável na cama.
Quando ela me viu voltando com pau durinho ela me olhou “gostou mesmo amor?” Me sentei na cama e ela pegou nas minhas bolinhas “meu amorzinho.”
Aquilo era uma humilhação sem fim, ela fazendo carinho nas minhas bolas e meu pau pulsando enquanto ela continuava contando.
“Amor eu estava assim com essa camisola mas estava de calcinha, eu juro estava de calcinha… ele chegou e perguntou de você e falei que você não estava, ele me comeu com os olhos, fiquei molhada só com o olhar dele, e quando ele veio me comprimentar, estava cheiroso, aquele corpo músculo, parecia enorme, me abraçou forte.”
Ela com a outra mão começou a passar na virilha, eu peguei na sua perna olhando com atenção ela me contar, meu pau estava tão duro.
“Quando ele se afastou eu tentei manter a compostura, mais ele não anda de cueca, o pau dele fica marcando sempre, (eu tive a lembrança do outro dia, sabia como era) ele foi conversando comigo, eu já estava boba e ele me elogiava e percebeu que estava sem sutiã porque meus faróis estavam acesso como agora, não tem como não perceber né?”
“Não tem amor.”
“Ele chegou perto de mim e com um dedo tirou a alça do meu ombro, eu não conseguia falar nada, e com o outro dedo tirou a última alça, fazendo a minha camisola ir aí chão amor.”
Eu comecei a reparar nela e percebi uma marca de chupão no pescoço, meu pau pulsou, ela tinha uma cara de puta das mais safadas do mundo.
“Tá bem amor, não precisa mais contar.” eu falei, pensando que não iria suportar, eu podia gozar assim, dela falando como foi uma putinha na mão dele fazendo carinho nas minhas bolas.
“Amor eu falei pra ele parar, que eu tinha namorado.”
Eu sou bem curioso nesse momento ela me pegou, tinha que ouvir o resto.
“Mas ele mordeu o lábio ele gostou de ouvir, não abalou ele e me deu um tapa forte no rosto.”
Fiquei um pouco preocupado, aquele cara já tentou comer ela enquanto ela dormia o que eu poderia esperar.
“Eu não queria amor, eu não queria nem olhar no rosto dele, mas você não chegava então olhei pra baixo e vi o volume… ah aquele volume (ela falou mordendo os lábios) no short, ele estava morrendo de tesão e se divertindo… eu não tinha força para parar um homem daquele e coloquei minha cabeça no peito dele ele falou boa menina passando as mãos em mim.”
Eu segurei a perna dela “amor de me desculpa.”
“Talvez você não me desculpe.”
“Eu te amo meu amor, você não deve ter feito nada de errado.”
“Ele me provocou e depois negou amor, isso foi péssimo.”
“Eu não entendi meu amor.”
“Eu fui pegar no pau dele, o pau dele era tão atrativo e ele não deixou… ele queria que eu tirasse a calcinha, eu recusei falei que iria só chupar o pau dele, ele não gostou amor, me jogou na cama deu um tapa no meus peitos.”
Fiquei olhando tentando entender, ela me puxou e me beijou “amor ele me bateu e me deixou cheia de marcas mesmo sabendo que eu estava namorando você, ele não ligou.”
“Eu devia ter chegado antes.”
“Tira a minha camisola amor.”
E com muito carinho tirei a camisola, a bucetinha dela que estava vermelha, e os peitos também estavam vermelhos, tudo era verdade.
“Amor você vai dar um beijinho onde ele deixou marcas para sarar rápido?”
Eu tinha que mimar a minha namorada, ela precisava de mim.
“Claro meu amor.”
“Amor ele rasgou a minha calcinha, deve estar em algum canto da cozinha.”
Enquanto eu beijava o seu pescoço perguntei “Cozinha amor?”
“Sim.”
E quando eu fui beijar o seu peito, ela impediu.
“Me escuta com atenção, me prometer não ficar bravo eu deixo.”
“Eu juro meu amor, não vou ficar.”
Ela sorriu e eu beijei o braço dela, e quando fui beijar o seu peito ela me deu um tapa na cara, não foi forte mais me fez parar, meu pau pulsou “vai me ouvir?”
“Sim amor.”
“Olha como ele me deixou vermelho, foi tão violento comigo… ele foi homem que não tem medo de nada, nem de mulher que namora, me deixou assim pra você ver, ele parecia um leão como poderia dizer não a ele? Tudo nele me deixava tão molhada… amor ele falou que vai voltar… você vai deixar?”
Não sabia como reagir ou falar.
“Amor, ele me comeu tão gostoso.”
Meu pau pulsou, eu fiquei olhando ela falar com luxúria, aquela mulher que parecia vulnerável, estava falando com paixão nos olhos.
“Quer olhar amor?”
Fui para o meio de suas pernas parecia um ginecologista olhando a paciente, a sua bucetinha vermelha e molhada, a virilha parecia suculenta, tão cremosa.
“Ele gozou três vezes dentro de mim.”
“Três vezes amor?”
“Você demorou tempo demais, no começo eu queria que você chegasse logo, mas quando ele começou a transar comigo, eu não queria que viesse… você vai fazer o seu papel de namorado corno? Vai me limpar todinha?”
“Não usaram camisinha?”
“Já viu leão usar preservativo?” Fiquei olhando, “quer experimentar amor?”
“Posso?”
Ela riu “que tal começar com um beijo.”
Eu fui beijar e ela colocou a mão na sua coxa interna a centímetros da sua bucetinha “aqui” ela falou, eu beijei sem pensar duas.
“Deixa eu ver seu pau.”
Quando ela viu ele durinho com pré gozo enorme na cabeça.
“Quer mesmo me chupar, deve querer o recheio de dentro, mas antes tem que ir devagarinho.”
Quando eu cheirei senti o cheiro de sêmen e sexo, o cheiro dela também era ótimo. Eu queria muito provar, provar o sêmen de outro dentro dela, no começo a gente até evitava esse tipo de situação, ela ficava constrangida em conversa, mas agora ela amava tanto quanto eu, sentimos culpa talvez, mas o tesão e vontade fala mais alto.
Enchi a sua bucetinha de beijos, ela gemia de prazer e quando comecei a lamber, foi no capô e depois fui descendo no começo o gosto não era dos melhores, mais quando cheguei no clitóris ela gemeu alto e já nem liguei mais, ela estava no paraíso gemendo imóvel me olhando e adorando tudo, quando eu cheguei nos seus lábios vaginais, ahh ela estava doce e molhado, eu gostei tanto que lambi com força e depois enchi de beijos bem onde o Bruno meteu o pau dele com força, sua bucetinha estava arrombada e quando eu lambi parece que ela se abriu começou a escorrer, Helô gemia alto, ela estava perto de um orgasmo. Eu lambi tudo que escorria da sua bucetinha e depois peguei firme no clitóris dela, eu não aguentei e coloquei um dedo na bucetinha dela, ela foi ao delírio, minha língua e meu dedo lhe dando prazer máximo. Ela teve um orgasmo forte, minha boca, meu nariz, meus olhos ficaram molhados do seu orgamo, ela demorou para se recuperar enquanto eu beijava sua coxa.
Ela me puxou e me beijou “você está bravo amor?”
“Não amor, eu juro.”
Ela finalmente segurou no meu pauzinho com os dois dela “amor, você não se importa que Bruno venha mais vezes aqui? Você gosta de saber que sua namorada está feliz!”
“Você sempre me manipula mesmo.”
“Amor por favor.” Ela falava brincando com pau.
“Deixo, deixo você fazer o que quiser.”
“Amor não querendo explorar, amanhã eu tenho uma festa, comprei o ingresso antes da gente começar a namorar, posso ir sozinha?”
“Quem vai amor?”
“Minhas amigas.”
“Pode sim.”
“Ahh, obrigada, posso ir bem putinha?”
“Pode amor, você sempre se vestiu assim.”
Ela riu “posso beijar alguém.”
“Se for escondido pode.”
“Seu safado.”
Meu pau pulsava na mão dela.
“Amor, o que te dá mais tesão? O Bruno vier me comer toda semana ou que amanhã na festa posso te trair?”
Ela começou a me masturbar rápido, eu simplesmente explodi por toda a minha barriga.
“Ah amor agora que estava ficando bom você gozou.”
“Me desculpa amor.”
E com beijou gostoso me olhou feliz com um sorriso lindo “meu betinha.”