Fox e o velho Fábio

Um conto erótico de Emeraldo
Categoria: Heterossexual
Contém 772 palavras
Data: 18/04/2026 16:37:01

Fox tinha 23 anos e estava animada para passar o fim de semana no sítio com os irmãos mais novos e alguns primos. O lugar era bem simples e pequeno: uma casa aberta onde eles penduraram as redes para dormir, e mais ao fundo, outra casinha onde morava o velho Fábio, o senhor que ajudava o avô dela com o terreno.Quando chegaram de bote, Fábio já estava esperando. Ele abriu um sorrisão largo assim que viu o grupo. Fox calculou que ele devia ter uns 55 ou 60 anos. Era um homem forte, de pele curtida pelo sol da roça, com aquele jeito calmo e tímido típico do interior. Os dias foram passando devagar, entre banho de rio, pescaria e conversas na fogueira. Mas Fox logo percebeu o jeito como Fábio olhava para ela. Não era um olhar descarado, mas era constante. Sempre que ela passava, ele acompanhava com os olhos, especialmente quando ela estava de short ou biquíni. Aquilo mexeu com ela. Fox se lembrou de uma vez, anos atrás, quando um amigo velho do pai dormiu na casa deles e acabou transando com ela no quarto. Tinha sido uma das experiências mais gostosas da vida dela — o contraste entre a juventude dela e a experiência dele, o cheiro forte de homem da roça, o jeito bruto mas carinhoso ao mesmo tempo. Desde então, ela nunca mais tinha transado com ninguém. Naquela noite, todos estavam reunidos em volta da fogueira, rindo e contando histórias. Fox estava de barriga para baixo em uma esteira, com a bunda empinada e bem destacada. Ela usava um short fino que marcava suas formas. A bunda dela era grande, redonda e musculosa — algo de que ela tinha muito orgulho. Em um momento, ela ergueu o olhar rápido e flagrou Fábio encarando exatamente ali. Seus olhos estavam fixos na curva generosa da bunda dela. Quando ele percebeu que ela o viu, ficou vermelho e desviou o rosto. Fox sorriu por dentro. Sem pensar muito, ela levantou uma perna devagar, flexionando o pé no ar, o que fez sua bunda ficar ainda mais empinada e em evidência. Fez isso olhando diretamente nos olhos dele, com um sorrisinho safado no canto da boca.Fábio ficou todo tímido. Encolheu-se na rede, quase se escondendo, mas não conseguiu disfarçar o desconforto (e a excitação). Fox riu baixinho no escuro, sem que ninguém percebesse. Ela ficou imaginando se, mais tarde, ele ia se masturbar pensando nela dentro da rede.Já era tarde quando todos foram dormir. Fox estava na sua rede quando viu uma luzinha de lanterna acesa na casinha do fundo. Era o velho Fábio. A luz apagou rápido, mas ela gostou de saber que ele ainda estava acordado.Sem fazer barulho, ela se levantou, atravessou o terreno no escuro e abriu a porta da casinha dele.— Posso entrar? — perguntou baixinho.Do escuro total, veio a voz rouca dele:— Pode...Ela entrou e fechou a porta. Quase não se via nada. Sentiu as mãos grandes e calejadas dele segurando sua cintura com cuidado. Só então percebeu que tinha um pequeno colchão fino no chão, onde ele dormia. Eles se aproximaram. No breu, começaram a se beijar. Os beijos foram ficando mais quentes, mais urgentes. Fox sentiu o volume duro do pênis dele roçando contra ela por cima da roupa. Era um pau grosso, pesado. Ela lembrou do cheiro e da sensação daquele outro velho, anos atrás. Fábio apertou a bunda grande dela com as duas mãos, gemendo baixinho contra sua boca. Ela adorou. Amava sentir que sua bunda chamava tanta atenção.Ele tirou a roupa toda. Fox só baixou o short e a calcinha, deixando tudo cair nos tornozelos. Sem dizer nada, ela sentou devagar no colo dele, guiando o pau grosso para dentro de si. Estava molhada desde a fogueira. Começaram a foder em silêncio, no escuro completo. Só se ouvia a respiração pesada dos dois e o barulhinho molhado dos corpos se encontrando. Fox cavalgava devagar, sentindo cada centímetro dele. Fábio segurava firme na cintura e na bunda dela, ajudando no ritmo. Depois de uns bons 20 minutos, ele começou a tremer. Parou de se mexer de repente e apertou forte a bunda dela. Fox sentiu o pau pulsando forte dentro dela enquanto ele gozava, soltando um gemido rouco e abafado. Ela ficou mais um instante sentada nele, sentindo o calor. Depois se levantou com cuidado, puxou o short para cima no escuro e sussurrou um “boa noite” baixinho.Voltou para a rede em silêncio. Faltavam só algumas horas para amanhecer. Deitou-se sorrindo, o corpo ainda quente e satisfeito. Tinha sido muito bom dar pra aquele velho novamente.

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