Chapeuzinho Vermelho (Capítulo 9)

Um conto erótico de Hot♡
Categoria: Homossexual
Contém 1877 palavras
Data: 19/04/2026 00:32:05
Assuntos: Gay, Homossexual

“Encontro Triplo na Floresta”

Uma semana se passou desde o encontro intenso com os bolinhos de chuva. Tiago estava deitado na cama, o quarto escuro e silencioso. Ele relembrava tudo com um sorriso nos lábios.

Primeiro veio a memória do primeiro encontro com Johnny: o atalho na floresta, o homem careca surgindo como um lobo, tirando sua camisa vermelha e devorando suas tetas antes de fodê-lo contra a árvore com aquele pau de 20 cm, enchendo-o de porra quente. Tiago sentiu um arrepio só de lembrar dos tapas e das putarias sussurradas no ouvido.

Depois relembrou o primeiro encontro com James: o lenhador loiro cortando madeira, o jeito gentil no início que logo virou desejo cru, a conchinha na toalha e o pau de 18 cm entrando devagar enquanto o beijava. Os dois homens haviam mudado sua vida na floresta.

Tiago dormiu como um anjo, o corpo relaxado e satisfeito.

Acordou cedo, tomou um banho longo, depilando cada centímetro da pele. Se arrumou com carinho: camisa branca com listras vermelhas que marcava seus peitos macios, boné vermelho virado para trás, calça jeans azul justa nas coxas grossas e na bunda, tênis vermelho. Fez café para a mãe — pão na chapa, suco e ovos. Sentaram juntos à mesa.

— Você está tão bonito hoje, filho — disse a mãe, passando a mão no rosto dele. — E tão responsável. Fico orgulhosa de ver o homem que você está se tornando.

Tiago sorriu, sentindo o carinho genuíno. Depois arrumou a cesta com doces e frutas para a avó e pegou o atalho na floresta.

Na casa da avó, passaram a tarde jogando dominó, rindo das peças erradas. Tomaram café juntos: bolo, café com leite e histórias antigas. O momento avó e neto foi doce e tranquilo, cheio de abraços e conselhos carinhosos.

— Você merece ser feliz, meu neto — disse a avó, apertando sua mão. — Seja lá como for essa felicidade.

Tiago beijou a bochecha dela e voltou para a floresta no fim da tarde.

Ao chegar na clareira familiar, encontrou Johnny e James rindo juntos, sentados em um tronco. Johnny vestia macacão jardineira marrom aberto no peito, gorro azul na cabeça careca e botas azuis. James usava camisa de manga longa azul, calça marrom e botas marrons. Tiago sentiu o coração aquecer ao vê-los se dando tão bem.

Conversou primeiro com Johnny, perguntando sobre a mãe dele. Depois com James, sobre o trabalho na floresta. Sem conseguir se conter, Tiago puxou Johnny e o beijou com paixão. Depois beijou James com a mesma fome. Por fim, os três se aproximaram e deram um beijo triplo: línguas se enroscando ao mesmo tempo, gemidos baixos misturados.

Johnny tirou toda a roupa de Tiago com pressa: camisa listrada, boné, calça jeans e tênis vermelho. O corpo gordinho e totalmente depilado ficou nu.

Johnny elogiou, os olhos azuis brilhando:

— Porra, essas tetas continuam perfeitas… macias, cheinhas, feitas pra serem abusadas.

Johnny tocou as tetas de Tiago com as duas mãos. James se ajoelhou atrás e abriu a bunda gordinha com as mãos grandes.

— Que cu lindo… rosado, apertado, já piscando de saudade — elogiou James.

Johnny apertou as tetas de Tiago com força, os dedos grossos afundando na carne macia e fofa, fazendo os peitos transbordarem entre suas mãos. Tiago arqueou as costas, soltando um gemido rouco. Ao mesmo tempo, James lambeu o cuzinho dele devagar, a língua larga e quente deslizando de baixo para cima, saboreando cada centímetro da pele lisa e rosada.

Johnny balançou as tetas para cima e para baixo com as duas mãos, fazendo-as quicar pesadamente, a carne macia tremendo a cada movimento. James, por sua vez, colou a boca no buraco e começou a chupar com vontade, a língua entrando fundo, fodendo o cu de Tiago com lambidas rápidas e molhadas que produziam sons obscenos.

— Que delícia esse cu… tão quentinho e guloso — murmurou James contra a pele, a voz abafada.

Johnny deu tapas firmes nas tetas, fazendo a carne balançar e ficar vermelha. Tiago soltou gritinhos agudos a cada impacto. James cuspiu direto no cuzinho, vendo a saliva escorrer devagar pelo anel apertado. Johnny cuspiu nas tetas, espalhando a saliva quente nos mamilos inchados com os polegares, beliscando e girando os bicos sensíveis até Tiago tremer inteiro.

James enfiou a língua mais fundo, fodendo o cu com movimentos rápidos e ritmados, enquanto Johnny continuava abusando das tetas — apertando, batendo, chupando e mordiscando alternadamente.

Johnny segurou o rosto de Tiago e o beijou profundamente, a língua invadindo sua boca no mesmo ritmo que James devorava seu cu. Tiago gemia dentro do beijo, o corpo completamente entregue, sendo estimulado nos três pontos mais sensíveis ao mesmo tempo.

James se levantou devagar, o queixo brilhando de saliva. Johnny chupou dois dedos grossos, cobrindo-os de saliva, e enfiou-os devagar no cu de Tiago, abrindo-o com cuidado. James fez o mesmo com outros dois dedos. Logo quatro dedos grossos e fortes fodiam o buraco ao mesmo tempo — dois de cada homem —, esticando as paredes internas, entrando e saindo em um ritmo coordenado e implacável.

Enquanto isso, Johnny abaixou a cabeça e chupou a teta esquerda com fome, mordiscando o mamilo e puxando-o com os dentes. James fez o mesmo com a direita, sugando forte e lambendo o bico inchado. Tiago gemia sem parar, o corpo tremendo violentamente, as pernas mal conseguindo sustentá-lo.

— Ahhh… porra… não aguento mais… — Tiago gemeu alto, a voz embargada de prazer. Seu pauzinho de 12 cm pulsou e jorrou porra forte no chão da floresta sem ser tocado, enquanto o cuzinho apertava os quatro dedos em espasmos intensos.

Johnny e James sorriram, satisfeitos, retirando os dedos devagar. Eles tiraram as próprias roupas com pressa, revelando os corpos nus: Johnny com seu físico atlético e cabeça careca brilhando de suor; James com o torso musculoso e bronzeado.

Tiago, ainda ofegante e com as pernas fracas, ajoelhou-se diante deles. Revezou chupando os dois paus grossos, alternando entre o de 20 cm de Johnny e o de 18 cm de James. Cuspiu bastante em cada um, babando generosamente enquanto lambia as veias e as cabeças inchadas. Depois tentou chupar os dois ao mesmo tempo — as cabecinhas roçando uma na outra sobre sua língua, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nas tetas.

Johnny segurou a cabeça de Tiago com firmeza e fodeu sua boca com estocadas profundas, fazendo o pau bater no fundo da garganta. Depois foi a vez de James, que meteu mais devagar, mas fundo, gemendo baixo. Os dois homens batiam os paus pesados no rosto de Tiago, deixando rastros de saliva e pré-gozo em suas bochechas. Em seguida, cuspiram nas tetas macias dele. Johnny esfregou seu pau grosso na teta esquerda, lambuzando o mamilo com pré-gozo, enquanto James fazia o mesmo na direita, espalhando o líquido viscoso e brilhante.

Johnny pegou a toalha da cesta de Tiago e forrou o chão da clareira.

— De quatro — mandou, a voz rouca de desejo.

Tiago obedeceu imediatamente, ficando de quatro sobre a toalha. James se posicionou na frente dele, também de quatro, empinando a bunda musculosa.

— Você já sabe o que fazer, garoto — disse James com um sorriso safado.

Tiago tocou e apertou as nádegas firmes de James, balançou-as com as mãos e deu tapas fortes, fazendo a carne dura tremer. Abriu a bunda com as duas mãos, admirando o buraco do lenhador.

— Que cu gostoso… tão apertado e masculino — elogiou Tiago, a voz cheia de desejo, antes de lamber devagar, cuspir e começar a chupar com vontade, enfiando a língua fundo, fodendo o cu de James com lambidas ávidas.

Atrás dele, Johnny abriu a bunda gordinha de Tiago, elogiou o cuzinho liso e rosado, e começou a lamber, chupar e foder com a língua, alternando entre lambidas longas e penetrações rápidas da língua. Tiago esfregou o rosto inteiro na bunda de James, gemendo alto enquanto era devorado por Johnny.

Depois de longos minutos de beijo grego intenso, todos se levantaram. Johnny deitou na toalha. Tiago se posicionou de frente para ele, apoiou as mãos no peitoral definido e sentou devagar no pau de 20 cm, sentindo centímetro por centímetro abrir seu cu até engolir tudo. Começou a cavalgar, subindo e descendo com movimentos circulares e profundos.

James se masturbava ao lado, observando a cena. Johnny segurou a bunda de Tiago e começou a falar putarias no ouvido dele:

— Isso… senta gostoso nessa rola grossa, vadia. Sua bundinha gorda foi feita pra engolir meu pau inteiro. Olha como seu cu engole tudo… que putinha gulosa.

Tiago aumentou a velocidade, gemendo alto. Ele se inclinou para frente e chupou o pau de James enquanto cavalgava em Johnny, a boca cheia e os quadris se movendo sem parar. Johnny dava tapas ritmados na bunda, incentivando-o a ir mais rápido.

Eles mudaram de posição. James deitou na toalha. Tiago sentou no pau de 18 cm dele, cavalgando com força, o cu já escorregadio de saliva e pré-gozo. Johnny se masturbava ao lado, depois se aproximou e deu mais tapas na bunda de Tiago enquanto James falava putarias baixinho, elogiando como as tetas balançavam a cada movimento.

James puxou Tiago para si e o beijou profundamente, a língua invadindo sua boca enquanto metia para cima com estocadas firmes. Johnny se posicionou atrás, alinhou o pau e penetrou devagar. A dupla penetração aconteceu novamente — os dois paus grossos esticando o cu de Tiago ao limite, abrindo-o de forma quase dolorosa e deliciosa.

Tiago gritou sem parar, alucinado de prazer, a voz rouca:

— Dois paus… me arrombando… que delícia! Me fodem mais forte… sou a vadia de vocês! Arrombem meu cu!

Ele revirou os olhos, o corpo tremendo, gemendo e falando putaria sem filtro enquanto os dois homens metiam em um ritmo coordenado — um entrando enquanto o outro saía, depois os dois juntos, fundo e forte.

Tiago teve um orgasmo intenso, o cuzinho apertando os dois paus com força, o corpo convulsionando de prazer. Johnny e James continuaram metendo sem piedade até gozarem quase juntos, enchendo o cu de Tiago com jatos grossos, quentes e abundantes de porra. Os dois grunhiram alto, empurrando fundo para depositar cada gota.

Eles deram mais algumas estocadas profundas e lentas, prolongando o prazer, depois saíram devagar. Porra escorria do cu aberto e vermelho de Tiago, descendo pelas coxas.

Os três desabaram na toalha, corpos suados, melados e ofegantes. Tiago, ainda recuperando o fôlego, falou com a voz suave e satisfeita:

— Quero continuar vendo vocês… os dois. Quero mais momentos assim, mais piqueniques, mais loucura na floresta. Mas também quero equilibrar com minha família.

Johnny sorriu, acariciando a coxa grossa dele com a mão grande.

— Eu volto pra cidade de vez em quando, mas sempre vou querer voltar pra essa bundinha gulosa. A gente pode fazer dar certo.

James concordou, passando os dedos pelos cabelos de Tiago.

— Eu estou aqui na floresta. Sempre que quiser, é só vir. Sem pressão, só prazer, companhia e muito sexo.

Tiago beijou Johnny com carinho, um beijo longo e doce. Depois beijou James com a mesma ternura. Por fim, sorriu, o rosto ainda corado, o cu latejando e pingando a porra dos dois homens que haviam marcado sua vida de forma tão intensa.

A floresta, o Chapeuzinho Vermelho e seus dois amantes encontraram um final feliz — cheio de desejo, cumplicidade, prazer sem limites e promessas de muitos outros encontros quentes.

Fim.

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