Iniciação de putinha 2

Um conto erótico de Gabinha
Categoria: Heterossexual
Contém 1374 palavras
Data: 19/04/2026 00:49:42

2

Falar a verdade? Eu gostei da forma como Vandão segurou meu pescoço e enfiou a cara em mim, foi me empurrando aos poucos para o colchão sarando a rola em mim, subindo a mão até minha vagina.

Ele mordeu o meu mamilo e apetava o outro com a mão, abriu minhas pernas, e alisou minha vagina:

- Que delícia Gabi...

Ele me dedou perguntando se eu gostava, assenti olhando para ele que não era o homem mais lindo da face da terra mas senti aquela rola dura cutucando minha perna e a mão dele me invadindo... Era gostoso pra caralho!

- Hum... continua por favor... – gemi baixinho ainda com timidez.

Vandão me arranhava com aquela barba dele, e o peso do seu corpo enorme em cima de mim, eu o segurava pelos braços que para minha surpresa eram forte e rijos, os pelos do seu corpo embora aparados também me arranhavam inteira.

Vandão, caiu de boca na minha boceta, e linguou de uma forma que me fez agradecer por ter deixado aquele ônibus para trás e vindo para aquela maloca no meio de um monte de casas amontoadas e lajes, num calor sufocante.

O cheiro de suor do corpo dele se misturava ao cheiro de cigarro de fora, cerveja, carne assando em algum lugar, funk explodindo em outra direção, e eu só conseguia pensar naquela língua me invadindo.

Vandão, deitou de barriga para cima e me puxou para sentar em cima do seu caralho todo apontado para cima quase furando o tecido do seu short:

- Você tá pegando fogo em putinha? Que delicia de boceta apertadinha, quero te arregaçar inteira...

- Fiz um biquinho de medo – e suspirei fingindo timidez. – Será que aguento essa rolona?

Esfreguei minha boceta e munda nele, o vestido estava todo junto na minha barriga, Vandão disse para eu não tirar, que ali era apenas um aperitivo, uma brincadeirinha antes de a gente sair.

- Guenta, tem que guentar, aproveita e dar um trato nele, vai cachorra, gostosa...

E estapeou meu rosto de leve segurando meus cabelos e enrolando eles na sua mão me conduzindo para o meio de suas pernas. Eu sem saber direito como agir, puxei o short, e a rola dele preta como a borracha de um pneu, saltou para fora!

Veiúda e grossa como um cabo de um martelo!

A cabeça parecia uma seta de tão pontuda. Eu mamei a cabeça de leve mas logo Vandão meteu na minha boca sem dó. Me empurrando para seu pau me fazendo engasgar e engulhar.

Meus olhos cheios de lágrimas, ele tacou a torra na minha cara, e pedi menos toda babada, ele riu.

- Mama direito putinha – mandou. – Vem cá...

Vandão mandou eu colocar os braços para cima e prendeu meus pulsos com suas pernas, não machucava mas ficava impossível tirar. Seus joelhos impediam, ele veio por cima me fez chupar suas bolas uma por uma e depois sarrando a rola grossa na minha cara toda, encaixou na minha boca me fazendo engolir de cabeça para baixo me contorcendo toda gritei de desespero.

- Oh delicia, é assim que se descabaça uma garganta de puta!

Ele fodia e tirava porque eu implorava para tirar sem conseguir aguentar mais tento. Sentia o pau dele descendo por minha garganta era uma sensação de sufocamento terrível, e o medo de morder a rola? Mas acho que mesmo se quisesse não conseguiria sentia minha queixada toda relaxada como um boneco de plástico com a boca quebrada.

Mas depois da quarta vez, eu já estava mais entregue e aguentando mais as fodidas na minha boca, ele liberou minhas mãos e enquanto martelava na minha garganta, chupara minha boceta no meu primeiro beijo grego!

- Vou gozar! Engole essa porra toda! Engole tudo caralho!

Os jatos me fizeram egulhar, e não conseguir segurar tudo me melequei inteira. Ele deitou no colchão e me reclamou por ter melado ele inteiro, ainda no final disse:

- Puta inexperiente. Vou bater um banho pra nós ir colar ali nuns parceiros meus.

Eu estava tremendo inteira como se tivesse levado um choque. Mas... Que desgraça... Eu havia gostado de ter sido tratada assim...

Vandão mandou eu tomar um banho novamente. Antes de sair, Vandão sentou no sofá e mandou eu sentar ao seu lado.

- Tá ligada no que é isso aqui? – perguntou. – Esse cafofo aqui, já se ligou o que é?

- Como assim?

- É o que nós aqui chamamos de abatedouro, os manos comem putinhas assim como tu aqui, as putinhas que ficam aqui não tem dono entende, é de geral.

Eu engoli em seco sem acreditar na enrascada que a Carla havia me colocado.

- Mas... mas...

- Calma, calma, não precisa se assustar não – ele sorriu – você só fica se quiser, e outra, posso te descolar uma coisa melhor mais suave.

- Com você? – perguntei. Tentando como aqueles personagens do titanic me agarrar a alguma tabua de salvação.

- É, tipo isso, eu já tenho mulher entende? Filhos e tudo. Mas nada impede de tu ficar comigo não, sem ela saber, te descolo um cafofo melhor que esse muquifo aqui, e aí tu fica só pra mim.

Eu feita uma tonta aceitei sem pensar duas vezes a ideia de que a qualquer momento poderia entrar vários homens e me estuprarem ali, era aterrorizante. Com o Vandão, pelo menos por um tempo, até eu dar um jeito na minha vida, seria bem mais fácil de aguentar.

- Eu quero, - falei.

Aí o rosto dele mudou um pouco ficou mais duro e severo uma transformação bem nítida, Vandão segurou no meu queixo, e olhando nos meus olhos avisou:

- Mas tu tem que andar na linha, e obedecer sem perguntar merda nenhuma. Quando eu mandar tu obedece, porque aqui putinha a lei somos nós, entendeu? Se tu me desobedecer, me desrespeitar, vai sentir o peso da minha mão, ou coisa pior, entendeu?

Eu sacudi a cabeça, sair do tacão de papai, para cair na mão de um completo desconhecido com pelo menos uma década mais velho... Uma pincelada de arrependimento começava a surgir pesando na minha consciência. Vandão segurou minha mão e a gente subiu para uma laje onde havia uns homens sem camisa, bebendo, e ouvindo música. Armas na cintura, óculos escuros.

Pedro não estava por ali, e das mulheres eu não conhecia nenhuma. Vandão era o mais gordo de todos apesar de não ser barrigudo era largo, atarracado. Os outros eram mais magros alguns até malhados.

- Essa é a Gabi, - ele apresentou. – Não é uma princesa? Rapaziada, aqui tem minha marca valeu?

Os caras ergueram as cervejas. Um deles com luzes no cabelo e pigodezinho riscado, disse:

- Deixa tua vadia com as outras e cola aqui...

Vandão fez um gesto e fui para perto das mulheres todas mais ou menos parecidas comigo a não ser pela diferença de cor, eram mais morenas, e tinham menos cintura e bunda do que eu. Eram bem peitudas.

As meninas disseram para eu ter cuidado com a mulher do Vandão que era bem barraqueira.

Eu bebi um pouco de refrigerante uns nacos de carne mas ainda estava travada sem conseguir descontrair. Minha garganta doía, e meu corpo também por causa do peso do Vandão.

Escurecia quando ele voltou, mandou eu descer de moto com o Andrezinho o mesmo cara que havia me pegado mais cedo, descemos por outro mundo de ruas e vielas, e chegamos em um prediozinho em uma ladeira.

- Tá com fome? – ele perguntou. – O chefe mandou pedir umas pizzas, mandou tu esperar por ele, dorme, que mais tarde ele cola aqui.

- Quando as pizzas chegarem eu como umas fatias – eu falei inocente.

Andrezinho sacudiu os ombros abriu o portão, e me conduziu por um beco, escuro descemos por umas escadas, e mais abaixo subimos por outra escada, vinha um ventinho frio da parte de baixo que era um matagal. Terminado em um murro.

Ele abriu uma porta de alumínio, subimos mais um lance de escada. A casa era forrada, só havia uma janela para o lado de fora mesmo assim pequena. A sala era mais espaçosa que a outra, havia um espelho de corpo todo, uma televisão grande e o cheiro de gordura no ar.

Andrezinho saiu e trancou a porta, eu deitei no sofá, e dormi, cansada, confusa, sem processar tudo que havia acontecido naquelas vinte e quatro horas.

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