Iniciação de putinha 3

Um conto erótico de Gabinha
Categoria: Heterossexual
Contém 1132 palavras
Data: 19/04/2026 01:45:41

3

Acordei com a boca seca com a sensação de que estava em casa mas logo veio o susto de despertar em um lugar estranho. Eram vinte e três horas, levantei engolindo saliva seca, e tropeçando pela casa do Vandão.

Aos poucos a ficha de marmita de gerente do crime ia caindo mas quando a gente é muito nova o perigo é a última coisa que preocupa.

Sentei no vaso e relaxei ao som da urina, o prazer da bexiga descomprimida. Minha mala já estava na sala. Eu andei pela casa, sentindo mais liberdade, silêncio e o espaço.

Havia um ar condicionado, televisão grande, uma cozinha mais arrumada. As pizzas estavam em cima da mesa. Comi uma fatia da de linguiça minha preferida, tomei um banho e procurei uma roupa leve para vestir. Estava com meus tornozelos doloridos.

Quando meu celular ligou, ainda na tomada do carregador, não havia nenhuma chamada de papai, ou de Matheus, apenas mensagens de Stefani, Carla e um menino que vivia atrás de mim Guto, preocupado com um trabalho de escola.

- Foda-se escola... – falei. Ignorando a mensagem.

“Vadia manda sinal de vida, deu tudo certo?”

Eu ainda estava com os dados móveis aproveitei para fazer uma chamada de vídeo para a Carla que atendeu na mesma hora.

- Que lugar é esse Gabriela? – perguntou baixinho.

- Tu é traíra! Onde tu acha que é? O apê do Vandão eu acho... Ou sei lá o depósito de putas dele vai saber... Algo assim.

Ela arregalou os olhos:

- Mulher tu é doida é? – disse Carla. – Era pra tu ter ficado lá no outro kitnet que é do meu primo, dono do morro, não tinha perigo, não tinha erro, ninguém te mexia. Tu se entregou de bandeja assim pra Vandão foi? Perdeu o juízo.

Fiquei atônita sem saber do que ela estava falando:

- Mas não foi você mesma Carla que pediu para ele me ajudar?

- Foi mas era só dar umazinha, uma mamada, e pronto, esse porco se aproveitou da tua inocência! E a mulher dele é o cão viu.

- Tu está me assustando.

- Calma, Evandro meu primo é o chefe, agora, acho que não tenho coragem de pedir nada mais a ele não, tu é grandinha já né? Isso que ele vai dizer. E outra, apesar de ser o dono do morro, Evandro não vai bater de testa com um dos gerentes dele não.

Sem querer pensar muito naquilo para não ficar paranoica de uma vez por todas, mudei de foco:

- Tá, tá, mas e meu pai?

- Até onde sei não está atrás de você não. Stefani falou com Matheus, hoje a tarde, e teu irmão disse a ela que para teu pai você está morta, que tu que escolheu essa vida.

- Que drama... – falei.

Mas o barulho de chave na porta me fez desligar a chamada. Vandão entrou conversando com a mulher dele pelo celular. Eu o vi sentando no sofá e ligando a televisão.

Fui com as pizzas nas mãos quando vi que ele havia encerrado a chamada. Vandão se espreguiçou todo no sofá e me chamou para o colo dele. Achou engraçado meu pijama, apalpou meu peito.

- Da uma mamada bem gostosa, tô precisando relaxar...

Ele se esticou para pegar a pizza, e derreou no sofá, arreganhando a perna em cima de um puff. Eu ajoelhei no tapete e mesmo sob o cheiro de pizza de linguiça e a virilha do Vandão, com as mãos tremendo abri a braguilha dele e desci o zíper.

A rola preta ainda meio murcha liberou um cheiro de urina de homem mais encorpado que o feminino pelo menos que o meu e um cheiro que eu só podia nomear de cheiro de rola mesmo, lambi por cima.

Depois procurei chupar a cabeça, até que o Vandão foi ficando duro.

- Isso que delicia... – disse ele com a boca cheia de pizz.

Fui engolindo aos poucos, sentindo que sua rola estava ficando cada vez maior e mais grossa, a ponta babava bastante também, o que ajudava, eu estava começando a gostar daquele vai e vem gostoso, ritmado, quando ele assumiu o controle me segurando pela nuca e me forçando para engolir mais.

Vandão era bem mais forte e pesado então mesmo com minhas mãos em suas coxas não fazia a menor diferença para ele, mesmo assim, ouvi a ordem seca vindo de baixo:

- Tira as mãos cadela, deixa eu foder essa boca direito!

A contragosto mas sentindo uma onda de prazer de ouvir aquilo, baixei as mãos fazendo carinho nele quem sabe não o deixava um pouquinho mais delicado? Engano puro!

Vandão me recostou no sofá e começou a foder minha goela mais uma vez, parecia ser o fetiche dele mas dessa vez Vandão não gozou na minha boca, rasgou a parte de baixo do meu pijama e me colocou de quatro no sofá, com as almofadas embaixo me poiando ao sofá. Ele mandou eu colocar a camisinha, tive dificuldade.

Mas consegui.

- Por favor vai devagar...- implorei.

- Devagar? Tá se sacanagem! Vou te torrar no meio cachorra que é disso que tu gosta!

E gargalhou tremi de ouvir aquilo, senti uma pincelada de baixo para cima e a rola entrou rasgando mas deslizou porque eu estava bem excitada, ouvir aquelas coisas, sentir a mão dele me guiando me prendendo.

O fato de estar submissa a um homem, sei lá pode ser loucura mas eu sentia que tinha nascido para fazer exatamente aquilo, me submeter mesmo.

A estocada me fez desmaiar mas logo recobrei a consciência, com as pernas tremendo, e a dor lancinante, a rola dele era grossa e suas estocadas muito pesada, meu quadril doía, mesmo assim, com tudo isso, sentia água escorrer pela boca.

- Ai me fode... me fode... me fode...

- Cachorra... putinha gostosa safada – ele dizia – toma, toma...

Vandão estava montado em mim, quase de pé, e suas estocadas em sequência me derretiam inteira, apesar de o ar estar ligado e a pizza ali perto, aberta, os únicos cheiros que eu sentia era o do Vandão e de sua rola dentro da minha boceta, toda enterrada, mesmo ardendo, mesmo sabendo que o que estava me sustentando ainda era o sofá.

Eu mesma estava entregue completamente grogue. Vandão me deitou em cima do sofá com as pernas abertas para cima, e segurando meus calcanhares, fodeu minha boceta toda dilatada já.

Eu queria pedir para parar na mesma hora que pedia para continuar porque toda vez que rola dele saia era como correr uma maratona, mas quando entrava toda, a sensação era de estar voando, sem brincadeira, quando ele entrava todo, eu retorcia os dedos dos pés.

- Vou gozar! Vou gozar!

Ele derreou para a frente e arfou pesado no meu ouvido, urrando enquanto eu sentia seu pau inchando, eu havia cravado minhas unhas nele, um erro que me custaria caro depois.

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