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*Olá meus gostosos pauzudos! Como os senhores estão? Essa putinha aqui, precisa alertar que nos contos que publicarei tem BDSM, então, se os senhores não curtirem, PERDÃO e um beijo molhado nessas rolas saborosas!”
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Vandão levantou com a camisinha ainda na rola meio dura e foi para o banheiro. Quando voltou eu ainda estava no sofá, ele me puxou pelo pé me fazendo cair de bunda no tapete.
- Cadela! Tu me marcou! Puta burra do caralho!
Ele agarrou o chinela e começou a me bater me agarrou pelos cabelos e me mostrou as costas dele toda arranhada.
- Se minha mulher ver isso? Tá maluca?
Recebi duas bolachas na cara. Vandão me arrastou mesmo porque eu estava ainda sem forças nas pernas. Como ele era maior e mais forte, para me levar era bem fácil.
Ouvi os latidos de cachorros, ele abriu uma porta dentro de uma lavanderia que tinha ali e eu nem tinha visto. Ele desceu comigo por uma escada, havia um pitbul e um pastor alemão presos em um tipo de jaula grande.
Ali era tipo um quintal, os muros altos, as pilastras da laje, e embaixo da escadaria havia outra jaula maior e com uma corrente no chão em um gancho preso ao chão.
Vandão abriu aquela jaula e me empurrou para dentro.
- Cadela! Tu vai dormir é aqui. Tá pensando que pode fazer o que quiser é?
Estapeou minha cara mais uma vez e prendeu e trancou o portão da jaula onde eu estava, Vandão soltou os cachorros que começaram a latir em cima da grade.
Eu só sabia pedir desculpas.
- Pode gritar a vontade... Pra aprender a me respeitar. Cadela burra.
Nossa mente e corpo se acostumam a qualquer situação. O cansaço, me fez adormecer, e me enrolar em um lençol fedido.
Quando amanheceu os cachorros não estavam mais em cima da grade mas eu estava toda dolorida, com fome e com medo. Vandão demorou a aparecer e quando apareceu cuidou primeiro dos cachorros.
- Por favor Vandão... me perdoa, deixa eu sair...
Ele virou para mim e antes de se aproximar disse:
- Aqui a hierarquia é assim, eu em primeiro lugar, meus filhos e meus cachorros em segundo, minha arma em terceiro, minha casa, minhas coisas, tu está nessa posição, entendeu? Tu é uma coisa que eu tenho, e vou usar como quiser até cansar.
Em primeiro momento fiquei com medo. Eu tremia e tive que segurar meus joelhos.
- Você não tem autorização para usar celular, não pode subir se eu não mandar, nem descer se eu mandar, nem sair de casa... Entendeu?
- Sim...
- Não interaja com meus cachorros...
Ele os havia prendido nas suas jaulas. Vandão prendeu uma coleira em mim, e disse:
- Nunca tire isso. Agora sobe e lava esse rabo.
Eu fiz o que ele disse e com medo não chorei quando terminei fiquei na sala, nua sem saber o que fazer.
Vandão mandou eu descer, fiquei com medo de dizer que estava com fome. Mas assim que chegamos a jaula, no chão havia um pratinho cheio de frutas e um outro vaso com água.
- Vandão... Eu vou ficar aqui?
Tive medo de levar um tabefe mas não houve resposta, Vandão saiu sem dizer nada.
Eu devia gritar e pedir ajuda. Mas eu precisava mesmo de ajuda? Vai ver que era um jeito de chefe de boca resolver as coisas, afinal eu não era uma amante dele? Mas... Mas...
Os cachorros voltaram a latir, com fome peguei as frutas no pratinho e comi tudo com medo do Vandão fazer alguma coisa comigo caso eu não comesse tudo.
Eu deitei de lado, sentindo uma vulnerabilidade exterior e interior imensas, estava nua, em uma jaula, sem ouvir nada além de latidos a minha volta.
Adormeci.
- Hora de acordar – assustei com o tombo na grade. – Olha comeu tudo, isso mesmo, pode usar o banheiro daqui de baixo para fazer tuas necessidades. E anda rápido que estou doido para foder.
Fui o mais depressa que pude. Vandão colocou uma guia em mim e foi me puxando pela casa, mandando eu ficar de quatro. Ele ria me gravando e perguntando:
- O que você é?
- A cadelinha do Vandão... – eu falava sorrindo.
Mas com um misto de medo e terror que conforme ele ia relaxando sorrindo, e conversando com os amigos no celular, comigo de joelhos mamando a rola dele, sentia o prazer retornar. Vandão mandou eu montar no seu pau enquanto ele deitava no sofá.
- Rebola! Putinha gostosa! Rebola!
Ele estapeava minha bunda me fazendo aumentar a velocidade. Mesmo com o corpo todo dolorido.
Vandão montou em mim de quatro no chão da sala, e fez eu beber o seu gozo todinho, dessa vez não deixei cair uma gota com medo dele me bater mais.
- Agradece...
A cada hora era uma coisa diferente.
- Obrigada Vandão.
- Muito bem, muito bem... Amanhã vou te levar para um passeio, vamos visitar alguns lugares. Nada de tentar fugir. Nem me desopedecer.
- Sim...
- Agora vai dar uma geral na casa que isso aqui está fedendo.
Haviam câmeras pela casa, reparei mas por estranho que pareça e tenho certeza que parece muito estranho, eu não estava mais planejando nada, na verdade... Como posso confessar isso sem parecer louquinha? Eu estava me acostumando.
Na expectativa por ordens novas... Como isso era possível?
Vandão era um homem bruto, negão, troncudo, sem beleza de revista, tevê, redes sociais, nada do padrão globo de beleza apesar disso tinha tudo que um homem na minha visão precisa ter para se impor e isso era o suficiente para me deixar submissa.
Faz sentido?
Desde a voz rouca, grossa, até os braços duros, firmes, mesmo tendo uma cintura e barriga largas e não tivesse um corpo de academia, muito, muito longe disso! A barba, o cheiro, os pelos no peitoral e na rola mesmo aparados, os sovacos... Sim até as axilas dele aqueles pelos ali também me causavam uma espécie de submissão.
Estou ficando louca...
- Anda putinha, termina logo isso! – ele bradou.
Eu limpei tudo, Vandão mandou eu tomar banho. Fui com o vestido do dia que havia chegado, aquele todo aberto. Vandão vendou meus olhos e me guiou colocando-se atrás de mim me segurando pela nuca.
Quando tirou a venda, já estávamos em um lugar de vegetação eu sentia nas minhas pernas e o cheiro de mato. Ele me empurrava meio apressado e dizia par eu ter cuidado onde pisava mas como se estava vendada?
Depois do que pareceu quinze minutos, chegamos a um carro, desses palio, Vandão sorriu e disse:
- Você agora é minha cadelinha, - disse passando a mão na coleira no meu pescoço. – E parece bem satisfeita.
Eu nem arriscava desviar o olhar para nada além da cara dele. Vandão continuou:
- Mas isso não importa, o que importa mesmo é que cadelas não podem andar de carro como pessoas normais, e como não queremos chamar atenção.
Ele abriu o porta-malas e mandou em deitar ali. Eu nem questionava mais nada só obedecia e percebia o quanto isso o deixava satisfeito, quase excitado até. Vandão fechou a porta e de inicio achei que sufocaria mas logo percebi que dava para respirar sem problemas.
O carro começou a andar em meio a buracos e o som alto de funk no carro. Depois veio chão de asfalto pelo menos era o que parecia. Minhas pernas já estavam dormentes quando paramos.