Nem sei pq tô fazendo isso, mas depois de ler um monte de coisa nesse site, bateu aquele impulso momentâneo e resolvi botar pra fora.
Vou alterar os nomes pra n ter perigo nenhum, óbvio. Meu nome não faz diferença aqui, apenas os responsáveis e envolvidos nesse rolo todo. Meu melhor amigo que se chamava "Lucas", e minha mãe eu vou chamar de Dona Neide.
Tudo que vou contar aqui é e foi real, aconteceu comigo faz anos já. Hoje em dia eu nem sei do Lucas, se casou, se mudou de estado, se tá vivo ou morto, trabalhando ou desempregado, nada. Já faz muito tempo mesmo que o contato se foi. É o tipo de coisa que a gente até vê em jornal mas não espera ser com alguém que conhecemos. Muito menos ser com a gente
A gente era grudado antigamente, era meu melhor amigo e o irmão que não tive. Jogavamoa bola juntos todo dia na rua com uma penca de meninada, brincavamos de esconde esconde, de tudo, sempre estávamos lá lado a lado e muita gente conhecida sempre perguntava se éramos irmãos por sempre estarmos juntos. Mesmo com a óbvia diferença entre nós, dormiamos um na casa do outro o tempo todo, comíamos na mesa da família do outro como se fosse da gente. Só faltava eu mamar na teta da mãe dele. Já o contrário..
Minha mãe me criava sozinha (me criou sozinha), ela era dona de casa, meio chata e séria pra porra tbm, aquele tipo de gente mais fechada , autoritária do jeito dela. Pessoa que não gosta muito de brincadeirinha, piadinha, tudo acha de mal gosto, tudo vê problema. Em partes ela sempre teve seus motivos, principalmente por eu ser único e ser somente nós dois. Então a proteção era demais tbm
Ela era/é uma coroa negra, mulher comum sem nada demais, nada de especial pra citar, meio gordinha, de coxa grossa e grande, bunda grande (todo o corpo dela é sempre foi), peitos grandes e caídos, cabelo preto, nada de milf gostosa de revista, só uma tia que tu vê na rua todo dia passando
Eu sempre me pego lembrando disso de tempos em tempos. Às vezes tô fazendo nada, vendo TV ou só deitado na cama, e vem aquela sensação antiga, aquele nervosismo misturado com um medo e depois aquele arrependimento por sentir algum prazer com tudo aquilo. É foda reviver isso na cabeça porque ao mesmo tempo que eu odiava, tinha uma parte de mim que não conseguia deixar pra lá. Ainda hoje sigo dessa forma.
Vou contar tudo bem devagar, relembrando e revivendo o que nunca antes falei e não imaginei um dia falar. Mas vendo as coisas aqui me deu um desejo disso, principalmente pelo o anonimato. Claro que muita coisa que eu vi aqui é pra lá de lorota mas eu nem perco meu tempo. Quem quiser fantasiar que fantasie, a vida é de cada um e eu não tenho nada a ver.
Mas voltando ao assunto da vida que levei
Lembro que naquele dia eu tinha saído cedo pra um curso que eu tava fazendo lá pra avenida, é meio longe mas é literalmente só pegar a rua aqui do lado que é uma principal e seguir reto. Sem virar pra canto algum. Uns 20 min andando chega. Parando pra pensar ou tudo ocorreu pra isso tudo vir a se desenrolar ou foi um acaso. Se ocorreu pra acontecer, foi pra me torturar? Será que na vida passada fiz alguma coisa de tão ruim?
Naquele dia o professor faltou, ele ligou lá pra o pessoal do curso pra informar e eles liberaram a gente. Eu fiquei puto pq tinha andado pra caramba a toa mas ao mesmo tempo de boa porque ia embora (só q ia andar mais). Cheguei cedo ainda da manhã. Normalmente chegaria praticamente meio dia.
Quando fui abrir o portão vi que tava trancado com o cadeado. Estranhei porque minha mãe sempre deixava só na tranca, nunca trancava de verdade a menos que saísse. Pensei que ela tinha saído sei lá e resolvi que ia pular o muro.
A porta de casa tava trancada também então eu dei a volta e fui lá trás onde a gente escondia a cópia da chave. O engraçado é que ali eu não sabia de nada e tudo estava normal. Eu sequer me preocupei em andar devagar ou alguma coisa do tipo, naquele momento era pra no mínimo eu ter sido ouvido, já eu ouvir alguma coisa não ia dar
Fui lá, peguei a chave e abri a casa na porta de lá mesmo, entrei pela a cozinha. larguei a mochila no chão tudo normal sem imaginar nada ou saber de nada pra me preocupar
Aí eu ouvi e segundos depois minha vida mudou até hoje
De lá deu pra escutar um rangido baixo, tipo um barulho de molas de colchão. Meu coração deu uma travada na hora. Fiquei igual o sr donizildo quando a donizete dava um susto nele e o velho faltava infantar
Fiquei parado lá uns 10 segundos, suando frio, pensando “que isso?”. Aí fui na ponta do pé sem saber o que esperar, eu nunca tinha me encontrado numa situação daquela
A porta do quarto dela tava fechada, tinha só uma frestinha do buraco da chave. Aquelas chaves antigas tá ligado, que deixa uma fresta. A porta do quarto dela e a do meu não tinha mais tranca, era quebrado mas dava pra encostar, então a gente não tinha chave ali. Era só a frestinha de onde a chave ficava
Eu me aproximei devagar sem saber de nada naquele momento, cada passo o coração apertava e a tremedeira aumentava, conseguia mal respirar direito, ai meti o olho lá no buraco
Eu travei na hora, só não dei um grito pq eu travei. Pq eu travo. Minha reação de susto é essa. Quando alguma coisa acontece tipo um pitbull se soltar da coleira e vem correndo me pegar, eu travo na hora. A perna fica bamba. Não consigo me mexer. Tem gente que daria no pé na hora, tem gente que mete o louco e vai pra cima, pega um pau, qualquer coisa. Eu não, eu fico paralisado por uns instantes. Só dps volto a ativa mas ai já seria tarde. Por mais que eu queira. Eu quero correr, eu quero sair dali, mas o corpo não obedece o comando ai eu fico lá
Na hora que meti o olho naquele buraco eu travei. Subiu de uma vez aquele gelo na espinha, aquele frio no corpo. Eu me arrepiei todo de um instante pra o outro. Lembra daquele trailer acho que dos vingadores guerra infinita quando mostra a cena do peter ficando arrepiado no ônibus, o sentido aranha dele. Eu fiquei daquele jeito
Lá tava o Lucas, meu melhor amigo e meu irmão, peladão deitado na cama da minha mãe e ela em cima dele, peladona. Ela estava se mexendo devagar, subindo e descendo naquele vai e vem devagarinho
O Lucas tava com as mãos agarrando as pernas dela, dava pra ver ele respirando fundo e de olho fechado, ela não dava pra ver a cara, ela estava de costas aqui pra a porta, só via ele de frente pra cá, mas dava pra ouvir ela respirando forte pela boca e a cama rangendo
Deu pra ouvir ela sussurrando alguma coisa baixinho pra ele e ele só balançando a cabeça que sim, o que falou não sei
Eu fiquei ali paralisado, minhas pernas tremiam de nervoso, parecia que eu tinha feito alguma coisa de muito errado e estava esperando só minha mãe chegar em casa pra me dar uma lapada de cinto. Foi a primeira vez que eu havia presenciado uma coisa sexual na vida, eu nunca tinha visto nada de alguém fazendo algo antes, e pra a minha desgraça foi logo a minha mãe que eu vi. Coisa que acredito nenhum filho querer presenciar. Se já não bastasse, não vi ela com um cara qualquer. As coisas só pioraram. Eu só fiquei lá aguentando firme pra as pernas ficarem duras sem conseguir tirar o olhar
Ela parou de rebolar de repente depois de um tempo e desceu dele devagar, só escutei um barulho molhado de clec na hora, hoje sei que era o barulhinho do pau dele saindo da buceta dela. Aí deu pra ouvir ela falando baixo "de lado, de lado" e apontando com o dedo pra o colchão fazendo tipo um gesto virando o dedo. Ele obedeceu na hora, virou de lado, e ela deitou de frente pra ele, levantou uma perna e ele abraçou a perna dela depois de eu ver ele procurando a buceta dela com o pau. Ele enfiou de novo devagar e ela começou a mexer o quadril pra frente e pra trás
Aqui agora ela estava de frente pra mim e ele de costas pra mim, dava pra ver a cara dela. Não era aquela cara de prazer e tudo mais, ela continuava com a mesma cara de sempre, meio séria como se estivesse chata, o máximo ela dava uma apertada na boca e soltava suspiros pelo nariz, mas dava pra ver que aproveitava sim (hoje eu sei disso, hoje lembrando eu tenho a noção de tudo, coisa que naquele tempo me faltava). O pau dele era como o meu quase, então sei que nessa questão ele não tinha como arregaçar ela e oq fosse, mas ela aproveitava mesmo assim
Os peitos dela espremia a cara dele, ele estava abraçado na perna dela de cara no meio dos peitos dela enquanto comia, Depois de uns 10 minutos creio eu deles assim ela mandou mudar de novo, falou baixinho "de quatro" e ele só fez que sim
Ela saiu e se ajeitou no meio da cama com a bunda empinada, ele se ajoelhou atrás, segurou na cintura dela e vi ele caçar a buceta dela com o pau, dava umas abridas na bunde dela, descia a cabeça pra procurar e dps procurava só com o pau de novo, na hora que achou segurou a bunda dela e começou a meter, tava os dois virados pra mim
Ela suspirava forte, só dava pra ouvir o barulho deles batendo e das respirações. Ficou uns bons minutos assim até ir parando devagar e parar, aí ouvi ele falando baixinho se já tava bom e ela falando "não" daquele jeitão de ogra dela. Aí ele voltou a meter
Depois de mais um tempo deu pra ouvir ela falar "deita de novo" e ele "hãn?", e ela "deita de novo", ai ele saiu dela, deitou de novo e deu pra ver o pau dele de branco que ele era , pra vermelho. Ela subiu e montou de frente pra ele, de novo de costas pra mim, ai começou a cavalgar mais forte que quando tava quando cheguei lá, a bunda dela subia e descia e ouvia ela respirar bem forte com a boca
Dava pra ver a cara dele e hoje sei que era uma cara de dor misturada com prazer, o jeito que ele estava lá com a boca meio aberta, franzindo a testa sabe, os olhos fechados, dava pra ver que ele não tava aguentando o tranco, eu só não sabia desde quanto tempo, mas ele tava lá com as mãos apertando os peitos dela. Ela rebolava, subia, descia, girava o quadril, fazia os caralho. Depois de uns 15 minutos assim ela parou e ficou um tempo respirando fundo em cima dele, aí foi levantando e foi deitando de barriga pra cima, abriu as pernas e mandou ele por cima. Deu pra ver bem a buceta dela cheia de pêlo preto. Só ouvi ela falar "vem" nisso. Mas tanto eu quanto ele tinha entendido. Na hr q ele ia se ajeitar deu pra ver o pau dele mais mole já, bem avermelhado. O Lucas sempre foi branco, mas o pau dele ali tava rosado, vermelho. Eu conhecia o pau dele, a gente tocava punheta junto pra os filmes que o irmão dele tinha, nem na punheta o pau dele mudava de cor, mas ali tava mudado
Ele se ajeitou em cima dela e começou, agr ele que estava de costas pra mim e ela de frente pra mim. Ela cruzou as pernas nas costas dele e apertou, prendeu ele na chave de perna, só escutei ela falar baixo "mais, mais" e ele metendo mais. Dava pra ver que ele se esforçava pra acompanhar o ritmo que ela queria, ele gemia mas era mais de tomar fôlego pra manter do que de gemido msm. Ele só gemia baixinho "ahhhhh ahhhhhh ahhhh" mas era mais dele recuperando ar e mantendo pra não parar, enquanto ela só ficava lá suspirando com aquele carão dela, aproveitando
Aí escutei ele falando "tia tá ardendo já" e ela respondeu "aguenta" e ele continuou, só que ele passou a gemer mais. Uns minutinhos depois e ele de novo "tá doendo" e ela " tu aguenta, cuida" tudo enquanto ele continuava. Aí ele gemia mais, mas ai já era de ele não aguentar mesmo (coisa que sei hoje em dia)
Parecia que quanto mais ele se acabava mais ela gostava, quanto mais ele gemia mais ela também soltava uns, aí ficaram assim até uns minutos a mais quando ele foi parando e parou de vez, aí ele ficou lá sem fazer nada. Como se tivesse sido o limite. Ela ficou lá deitada respirando e ele também, aí passou um tempinho e ela falou baixinho "deita de lado" e ele foi. Pau avermelhado todo mole já, ficaram um tempinho depois ela por cima mais uma vez, depois de quatro outra vez, em cima de novo, cada posição durando um tempinho, ela controlando tudo. Ele pediu arrego umas 6 vezes mais, dizendo que o pau já tava doendo demais mas ela não deixava, falava que "não tava não", "aguenta" e só falava "anda" como ela sempre dizia pra mim quando dava bronca. "Passa pra dentro, anda"
Quando ela gozou finalmente (se estremeceu toda) ela apertou ele com as pernas e deu uma gemida mais alta “AAaahhh…”
Só aí ela finalmente parou e ele ficou lá jogado de braços abertos, depois de um bom tempo ela foi saindo e deitou
Eles ficaram ali deitados uns 5 minutos, ofegantes, sem falar nada e eu lá olhando o que mais ia ter, do mesmo jeito. Quando vi ela levantando e saindo de perto da cama eu saí correndo pro quintal, peguei minha mochila e minhas coisas, encostei a porta e tchau. Pulei o muro igual vagabundo e cai na carreira, coração explodindo no peito, as pernas moles, faltava levar uma queda. Já viu aquela pegadinha do Silvio Santos que a velha pede pra os caras tirar um anel do chão, aí na hora que eles vão tirar tem um cara lá enterrado que dá um susto neles. Nessa pegadinha mais pra o final tem uma parte que o pessoal lá do fundo tbm sai correndo, aí tem uma parte que é um vendedor de picolé que sai faltando derrubar o carrinho dele, nesse momento vai passando um deficiente com as pernas tortas coitado kkkkkkkkkkkk, eu tava igualzinho. Sem nem pensar se alguém ia ver e sei lá, de repente comentasse com ela que me viu pulando o muro e saindo disparado (por sorte nunca aconteceu. N sei como teria sido)
Me mandei pra outras ruas e fiquei ali sentado no chão da calçada uns 40 minutos, tremendo, sem conseguir acreditar, raciocinar, nada. Parecia ter visto uma assombração. Meu pau tava duro mas não se safadeza exatamente, eu nunca tive aqueles pensamentos por parte da minha mãe nem nada, mas de certa forma por presenciar uma cena daquelas pela a primeira vez assim pessoalmente. Eu tinha o misto de raiva, ódio, tudo, mas por algum motivo o pau também duro. E eu me sentia o pior merda do mundo com aquilo. Depois de um longo tempo eu voltei pra frente da casa, abri o portão que voltou a estar aberto, bati a porta forte e fui entrando. Ela apareceu na sala arrumada, cabelo penteado, roupa normal de casa, cara de quem tava só vendo tv ou sei lá, bem diferente. Já toda normal
“O Luquinha tá aqui, ficou te esperando ai”. Lá vem ele com cara de paisagem "ô mano, meu pai me deu dinheiro e eu comprei um monte de carta pra o album, nem abri ainda". Naquele tempo estava tendo aquelas revistas de figurinha que se preencher tudo ganha alguma coisa. Eu fingi que tava tudo normal, já um pouquinho mais calmo depois de muito tempo na rua, fui entrando sem dar muita bola e fui pra o meu quarto me ajeitar, tirar a roupa. Na hora de passar pelo o quarto dela a porta estava aberta, a cama estava arrumada, outro lençol. O que eles com certeza não tinham prestado atenção e talvez nem sentissem, sei lá, era que o cheiro do azedo estava no ar lá do quarto. Aquele cheiro de piroca azeda, priquito, aquele cheiro de gala, aquele cheiro de sexo. Eu sentia aquele cheiro forte mas pelo o jeito eles não.
Fui lá, me ajeitei, voltei e sentei no sofá com eles, comemos um lanche que ela preparou, depois saia o almoço, conversamos bobagem nossa, as figurinhas. Mas por dentro eu tava arrasado de uma forma que só eu sei. Deve ser a sensação de descobrir que é corno, passar o dia trabalhando pra chegar e pegar a mulher com outro. Não sei.
Passei o resto do dia ali com ele como sempre, mas minha cabeça só repetia as imagens e estava em outro mundo. Eu sei que deixei transparecer que não estava muito legal, mas ele nem notava a indiferença.
A noite, quando ele foi embora e eu deitei na cama, não consegui dormir. Fiquei revirando até sabe lá que hr, suando, pau duro de novo sem querer, sentindo nojo de mim mesmo mas ao mesmo tempo revivendo cada cena que vi. No dia seguinte eu saí pra rua, fingi que tava tudo bem, mas minha cabeça tava só nisso.
Passei a semana inteira assim, pensava em tudo ou tentava pensar. Como?, desde quando?
Eu fiquei mais atento. Passei a sair mais de casa mas voltava escondido pela rua de trás, entrava de mansinho no portão ou pulava o muro quando ninguém via, espiava a noite. Mas nada rolava
Parecia que eles esperavam mesmo eu estar bem longe pra fazer alguma coisa se fosse acontecer, ou eu pensava. Eu nem sabia se aquilo rolava, se foi a primeira vez, eu nem sabia o que pensar, eu só fiquei apreensivo, com medo, era meu irmão, eu não queria brigar, não queria perder a amizade de anos, mas não queria aquilo, saber que ele fazia aquilo com minha mãe. Se fosse qualquer outra pessoa, quem sabe não tivesse acontecido com nós dois? Nós dois comendo uma mulher. Mas era só ele e era a minha mãe
Eu ficava horas escondido, coração acelerado, nervoso pra caralho, planejando como ia flagar de novo sem eles perceberem caso acontecesse. Eu nem queria flagrar exatamente, queria dessa vez brigar, não queria deixar aquilo acontecer. Eu não queria ninguém comendo minha mãe, aquele ciúme de filho mas era pior. No meu caso era pior
Noites sem dormir, pensando naquilo o tempo todo, misturando raiva, medo, vergonha de mim mesmo e aquele tesão estranho que me deixava arrependido depois. Semanas inteiras indo e voltando, fingindo normalidade, mas cabeça explodindo. Uma situação que não era pra alguém daquela idade estar se encontrando psicologicamente
Mas ai o dia veio, que eu tanto receava ao mesmo tempo que corria atrás
Eu tinha dito pra minha mãe que ia dormir na casa de um amigo da escola pra estudar mas eu já tinha arquitetado com ele. Eu ia sim, só que iria chegar lá tarde da noite. Ele deixou avisado pra a mãe. Eu iria de dia e passar o dia lá, e já ficar por lá. Mas nada disso era vdd, óbvio q eu n ia ficar lá o dia todo
Sai de casa de dia, dei tchau normal. Mas em vez de ir pra casa dele eu esperei uns 40 minutos pelas as ruas, Voltei e pulei o muro de novo quando tentei abrir o portão de mansinho e vi estar trancado, entrei pela porta dos fundos com a chave reserva. De lá eu já fui andando na ponta do pé mais atento e já ouvi de novo o nhec nhec de colchão. O coração que já estava disparado com o nervosismo só apertou mais
Eu me aproximei devagar e olhei o buraco. Lá estava eles de novo, aí eu travei geral. Ela ava sentada na beira da cama com as pernas abertas, e o Lucas de joelhos no chão, de costas pra mim, a cabeça enfiada entre as coxas dela. Ela segurava a cabeça dele com as duas mãos e peguei ela falando baixo “lambe direito, bem em cima”. Ela gemia baixinho. Fiquei uns 15 minutos assistindo, desde quando estavam já naquilo não sei, ou se tinham feito algo antes também, ai ela mandou ele levantar e deitar na cama, ela subiu nele, montou de frente pra mim com aquela bucetona preta com uns cabelos, enfiou o pau devagar e começou a cavalgar lento, subindo até quase sair a cabecinha e descendo, dessa vez deu pra ver o pau dele, estava duro e não estava aquele vermelhão. Dava pra ver a cara de prazer dele e a dela.
Dps de um tempo ela aumentou o ritmo, sentando mais forte, gemendo mais alto um pouco, dava pra ver ele com as mãos apertando a bunda dela. Aquela outra não tinha sido a primeira vez. Uns infinitos minutos assim e ele deu uma gemida forte e alta, deu pra saber que ele tinha dado uma gozada, era ele gemendo e ela sentando, até que ela foi parando e parou, aí ela mudou "de quatro agora”. Ela foi saindo e se ajeitando, deixou a bunda empinada lá em cima, toda de costas pra mim. O cuzão todo a vista daqui de onde eu via, ele se ajeitou e enfiou. Ela gemeu forte. Ele mal colocou e já foi metendo forte, só tinha o barulho da cama e deles batendo um no outro com ela e ele gemendo. Depois ela falou " de lado", e eles deitaram de lado, ele enfiou por trás, ela levantou a perna e mexia o quadril pra trás. Ai ele começou a gemer “tia tá doendo já". E ela “tu vai aguentar"
Aí ficaram mais um tempo, depois ela foi saindo e deitou com as pernas abertas, ele foi indo por cima e enfiando. E ela só “mais, mais" baixinho. Depois ela sentou de novo em cima dele, de frente pra ele e de costas pra mim, lá se vai mais sentada e rebolada. Ele pediu arrego já, a cara dele já era aquela mistura de prazer e incômodo. “ ai tia tá queimando” e ela ”acabou não, aguenta". Saiu e virou a bunda pra ele de quatro outra vez, ele veio por trás e foi metendo enquanto ela afundava o rosto no colchão. Depois de lado de novo, depois ela por cima mais uma vez. A foda durou sei lá quanto tempo mas ela era bruta e ele não pegava o tranco, não tinha como, cada posição ela botava pra lascar, ela mandava e falava como tinha que ser, isso é dela já. Ele obedecendo mesmo sem aguentar de pau doendo. Quando ela se estremeceu toda e deu aquele gemido longo, só aí liberou ele.
Eu todo o tempo lá com o coração a mil, a exata sensação da vez anterior, com a intenção de chutar a porta, gritar, chorar, brigar mas na hora que cheguei paralisei. Eu saí de fininho pro quintal, sentei no chão atrás da parede, respirei fundo querendo chorar mesmo de pau duro, cabeça girando. Depois fui pra casa do mlk de verdade, passei a noite acordado lá, só pensando naquilo.
No dia seguinte voltei pra casa normal, ela como sempre, ele como sempre quando nos viamos. Sem saber que eu tinha a plena noção de absolutamente tudo, mas nada fazia. Não sabia como, não sabia o que. Era só eu por eu mesmo, desamparado. Eu sei que transparecia indiferença, mas nada que percebessem que eu tinha algum tipo de "depressão"
Eu ficava vigiando de longe, escondido pelos os cantos, voltando escondido pra espiar. Nada acontecia. Por sorte eu também nunca fui pego. Em nenhuma vez que pulei muro nenhum vizinho comentou com ela que me viu pulando muro em alguma tal hora do dia, ou quando eu chegava ela não me pegava no pulo pra perceber chegadas mais cedo. Coisas que pudessem começar a deixar ela esperta comigo
Eles realmente esperavam eu estar bem longe. Ela realmente deixava eu estar ocupado, onde sabia que eu estaria mesmo ausente e não retornaria durante aquele período. Pq muitas vezes eu dava brechas, dava aberturas pra que pudessem fazer alguma coisa mas não faziam. Na verdade eu nem sei como faziam, eu não sei como ela combinava com ele
Noites sem dormir revirando na cama, lembrando de cada detalhe, nervoso, com medo de ser pego, arrependido por sentir aquele prazer doentio mas de certa forma o prazer não era por ela ou algo do tipo. Eu jamais tive pensamentos referentes a minha própria mãe. Era mais por presenciar a foda. Afinal eu não havia visto nunca ninguém fodendo assim bem na minha frente, era diferente do dvd pornô, mas me sentia mal mesmo assim. Mas não conseguindo parar de pensar.
Dias mais tarde fui mesmo pra o curso. Eu sabia que ele estava em outro lugar, a mãe dele me contou como ele tbm disse dias atrás. Então ele realmente estaria ausente, eu poderia estar tranquilo. Não precisava ficar preocupado em não estar em casa. Mas a pulga atrás da orelha ficava, alguma coisa me cutucava pra querer tirar a prova mesmo assim. Aquele incomodo ficou o tempo todo, eu não conseguia me concentrar na minha tarefa, ficava apreensivo, balançando as pernas sem parar. Aí eu resolvi ir embora e seguir minha intuição. Esperei só o tempo de poder ir lanchar pra dar no pé
Quando cheguei a surpresa, o portão trancado como nunca ficava. Era estar trancado e eu já sabia que estava errado. Nesse ponto eu já estava experiente nas minhas artimanhas. Já prestava atenção pra ver se ninguém ia ver eu pulando muro e tomava cuidado nisso.
Quando cheguei lá eu ouvi logo ali de fora mesmo, aí eu não entrei, rodeei pra o lado de casa pra ver pelo buraco da fresta que tinha do vidro quebrado nosso, me pendurei lá
Ela estava lá sentada no sofá só de blusa com as pernas abertas e o Lucas de joelhos, não dava pra ver do ângulo mas ele tava lambendo ela enquanto ela segurava a cabeça dele com as duas mãos, praticamente esfregando a cara dele. Igual o cara faz quando usa a boca da mulher de buceta, empurrando a cabeça da mulher, engasgando ela. Mas aqui era a bucetona dela. Não dava pra ouvir direito o que ela falava, eles falavam sempre baixinho, mas deu pra ver ela falando pra ele lamber mais em cima e devagar. Eu fiquei um tempão vendo ele fazendo aquilo, não sei desde quando estavam mas fiquei um bom tempo
Ela pegava a cabeça dele pelos os cabelos e esfregava de um lado pra o outro, de cima pra baixo, dava pra ver ela puxando o cabelo dele, com certeza doía
Depois ela puxava o cabelo dele tirando da buceta dela e metendo a cara dele de novo, fez umas vezes repetidas, algumas ele até tossia, ai na última ela tirou a cabeça dele e ficou segurando pelo o cabelo, aí ela deu umas puxadas pra o lado como se maltratasse ele e soltou, aí ela levantou e foi apontando pra o sofá falando alguma coisa, não deu pra ouvir mas era mandando ele sentar no sofá, não tinha como ser outra coisa. Ele subiu com o cabelo pro alto todo bagunçado e foi sentando, ela subiu nele de frente pra ele e se ajeitou, subiu e desceu devagar. Mal dava pra ver as pernas dele em baixo do corpo grande dela. Ela sentou e sentou e começou a ir mais rápido, ele mal conseguia segurar a bundona dela com as mãos, ela abraçava ele e deixava a cara dele entre os peitos dela na blusa. Ele gemia bastante e ela respirava bem pesado
Depois de sentar bastante ela parou e foi saindo, deu uns tapas nele pra ele sair e ele foi indo pra o lado, aí ela foi deitando no sofá e ficou de quatro pra o lado, ele veio sem ela chamar por trás já metendo , depois de lado no sofá com a perna pro alto e a outra deitada e ele no meio das pernas dela, ficaram e depois ela sentou de pernas abertas. Depois ela por cima de novo. Ele já pedia pra parar um pouco nesses períodos todo. Ela só mandava continuar. Durou sei lá quanto tempo mas nada de muito também, ele não aguentava o tranco como ela
Terminou com ela lá sentada com as pernas abertas de novo fazendo ele lamber, dava pra ver o pau dele todo mole avermelhado na hr q eles pararam antes de ir chupar ela
Quando vi que tinha acabado eu vazei, já estava acostumado a ver aquilo mas não conseguia engolir ainda, e a tremedeira não passava. Estava acostumado de ver e saber, mas sempre que estive ali a sensação era a exata da primeira vez. Era uma coisa de outro mundo que eu não tinha como lidar. É igual quando a gente dá uma de machão mas na hora arrega, eu ficava desse jeito
A pior foi quando peguei no meu quarto. Na cama que eu durmo. Isso acabou comigo mais que quando descobri desde a primeira vez
Quando vi no meu próprio quarto, eu fiquei mais perturbado do que nunca. Foi diferente. Não consegui me conter por um tempo, cai numa depre mesmo mas consegui passar e fingir.
Eu continuei com o meu esquema de dar liberdade e ir ver, embora não soubesse o pq ficava nisso. A intenção sempre era chutar o balde mas quando chegava a hora eu travava, e isso se repetiu em todas as vezes. Eu nunca consegui tomar uma atitude. Dizia pra minha mãe que ia pro curso, que ia estudar em grupo, que ia isso, aquilo mas na verdade eu voltava escondido, pulava o muro, espiava pela janela ou pela fresta da porta, coração batendo forte, pau duro sem querer e aquela culpa batendo depois. Nada rolava. Tudo era em vão
Como eu já tinha a certeza, eles esperavam mesmo eu estar bem longe, tipo saber o horário que eu saía e voltaria pra só fazer quando eu tava fora de verdade. As noites sem dormir ficavam, o sono sempre me pegava mas era demorado. Algumas poucas vezes eu cheguei a apagar na aula. A sorte que nenhum professor via pra não ter sido uma coisa recorrente e talvez ela ter sido comunicada.
Eu sentia raiva, nojo, mas não conseguia parar de pensar. Uma vez quase fui pego ou pensei porque voltei cedo demais e ouvi ela rindo baixo no quarto, mas quando entrei tava só ela arrumando a cama. Fiquei com o coração na boca o resto da semana e tive mais cuidado com o horário, sempre tive a sorte de chegar já no meio do ato, ainda não tinha acontecido de eu presenciar ele chegando em casa e tudo mais, eu não sabia como devia ser o processo
Aí veio o outro dia que eu flagrei, foi quando o Lucas veio dormir em casa, tipo umas semana depois daqueles monte de dias de nada (pelo meus eu acho, a menos que eu tenha mesmo perdido). Era um fim de semana, acho que sexta pra sábado.
Foi tudo normal, eu não percebia nunca diferença entre eles. Ela não olhava pra ele de algum jeito e nem ele pra ela. Ela sempre foi chata, não tenho dúvidas que botou uma prensa nele sobre isso pra não levantar suspeitas. Fizemos nossas coisas, jantamos e mais tarde cama. Eu dei espaço. Ele ficou no colchão no chão
Virei pra o lado e me cobri todo, fiquei o tempo todo prestando atenção. Deve ter passado uns 40 min eternos até eu ouvir a porta do quarto abrir e ouvir a voz dela perguntando se eu dormia e ele dizendo que sim e que já fazia tempo, ela só disse "uhum" e fechou. Mas ouvi ainda ele ali comigo. Depois acho que uns 20 min ouvi a porta abrir de novo e ela falando baixo "já", ai ouvi ele levantando, o barulho do lençol sendo jogado e depois a porta fechando
Já me atentei mais, esperei uns 20 minutos, sei lá. A casa tava quieta no meio da noite, mas eu ouvi barulho baixo vindo do quarto dela. Fui na ponta dos pés lá, dava pra ver a luz por baixo da frestinha da porta, olhei pelo buraquinho pra ver o que tinha. Lá tava eles. O Lucas já pelado deitado na cama e ela de joelhos entre as pernas dele, de costas pra mim, dava pra ver a cabeça dela subir e descer, não dava pra ver mas eu sabia que ela mamava e mamava rápido, sugando forte pq fazia um barulho molhado estalado. O Lucas gemia baixo sem parar, dava pra ver bem o prazer dele. Só deu pra ouvir ela falar "cala a boca”. Aí ela ficou e ficou enquanto ele se contorcia na cama até uma hora que a voz dele aumentou e ela meteu a mão na boca dele pra tapar, e ele ficou se contorcendo com ela forçando e sem parar de chupar. Até que ele parou de se debater e eu via bem o peito dele subir e descer com a respiração dele, aí vi ela subir a cabeça e uns barulhos de cuspe, ela cuspiu umas 3 ou 4 vezes, aí ela passou a mão na boca tipo limpando o rosto e depois deu pra ver uma baba grande na mão dela caindo naquele fio, ela limpou no lençol e depois passou a boca de novo pra limpar mais, desceu a cabeça de novo e abocanhou mais um pouco, o Lucas parecia que tinha partido dessa pra melhor, ficou só lá estirado
Aí ela parou, subiu na cama e sentou na cara dele de costas pra mim, eu só via ela agachada,a bunda dela e o corpo dele voltado pra cá, o pau dele mole pro lado. Ela dava umas remexidas devagar em cima da cara dele
Depois ela desceu, montou no pau dele de frente pra mim, enfiou devagar e começou a cavalgar bem lento. Eu via todo o corpo dela, a buceta cheia de cabelo preto ralo, a cara de prazer dela. Ai ela aumentou o ritmo, subindo e descendo mais forte, gemendo mais alto um pouco. Uns vários minutos assim, ele começou a gemer já “tia meu pau já tá doendo”. Só ouvi ela falando "cala a boca!" assim meio pausado, tipo "cala....a....boca!" mas num jeito mandona, igual quando ela brigava "Passa.. pra... dentro!"
Ai ela montou de novo, cavalgou mais forte por mais tempo, rebolando, subindo e descendo, ele pediu arrego de novo já e ela desceu mais, subiu, desceu. Ela ficou só nessa, dava pra ver a cara de prazer dela de cabeça levantada e olho fechado, nem parecia a mulher que eu conhecia mas ao mesmo tempo era a mesma, chata e mandona. Ela ficou até estremecer toda enquanto a cara dele era aquela coisa, se aguentando todo
Quando ela parou ela ficou lá suspirando forte, ficou um bom tempo em cima dele até ir saindo e indo pra o lado, o pau dele já tava pra lá de mole e avermelhado, ele ficou lá jogado com ela e eu fiquei ali vendo. Aí eu vi que já tinha acabado mesmo e quando ela levantou e veio andando na direção minha, eu saí fora. Voltei pra o quarto e fiquei lá pondo a cabeça no lugar. Umas meia hora a porta abre e ouço ele deitando o colchão, fiquei um bom tempo ali até conseguir descansar a mente
Cara foi tanta coisa e eu lembro de tudo, mas foi tanto que eu não sei como lidei. Talvez por sempre me sentir da mesma forma em todas as vezes. Eu sempre travava, congelava e ficava impotente, depois prestava atenção nela como sempre e no meu melhor amigo e irmão como o mesmo de sempre, como se eu fosse um otário e nada além disso. O que eu sei ou posso dizer é que tudo o que ele fez ou aprendeu sobre foder, foi junto dela e ele nunca me contou histórias de que comeu alguma gata e fez isso ou aquilo (histórias que fez com ela sem eu saber de quem se tratava).