Esse conto contém tema relacionado a abuso, se isso desperta gatilhos eu recomendo não ler, pois a história pode mexer com você. Os nomes foram alterados para proteção dos mesmos, no restante é tudo real.
Meu nome é Eduardo, sou um homem comum que poderia passar despercebido por você, tirando o fato que tenho 1m84, sou um homem de barba por fazer, me visto bem, uso bons perfumes e prático esportes, natação academia e principalmente sou apaixonado por vinhos e viagens. Atuo na área empresarial em Florianópolis.
Frequento academia todos os dias e nunca me envolvi com nenhuma aluna, apesar de olhar, trocar até contato, nunca fui até o fim, pois sou o chamado "Demi sexual, preciso ter atração pelo intelecto além da beleza. Quem me vê na rua, pode achar que é só mais um cara que goza em 30 segundos e dorme, o que não sabem, é que sou apaixonado por dominar, provocar, abusar, deixar marca, xingar, humilhar, bater (obviamente tudo tendo palavra de segurança e sem redflag) ocorre, que fui tão provado que perdi o controle.
Milena estava chegando na academia, cabelos negros, pele branca e os olhos mais azuis que eu já vi na vida, curiosamente, sou apaixonado por mulheres de olhos grandes, ao ver ela, não olhei para bunda e peito e sim para os olhos, o que para ela deu a entender que eu estava flertando. Ao ver o todo, notei que ela usava uma legging preta, top e dava para sentir seu perfume. Flávia correspondia as olhadas e se aproximava de mim, até que em silêncio, apenas com seu fone de ouvido, quando fui pegar um peso, ela passou roçando e disse "desculpa" nesse hora meu pau na estava de lado.
Depois foi minha vez de esfregar como se fosse sem querer e sentir, tudo sutilmente. Decidi tomar uma atitude drástica, sair da academia e fica na saída aguardando aquela cadela, detalhe, usava aliança. Quando vi, ela saiu como que me procurando, e acenei para ela poder me ver:
- Olá, prazer Eduardo!
- Milena (beijo no canto da boca)
- Está sozinha?
- acabei de pedir o app
- se quiser te dou uma carona
- claro, mas ...
- shhhhhhh coloquei o dedo em sua boca
Entramos em meu carro e isso já era 21h, ela dizia o endereço e eu me fingia de surto, levei para um lugar abandonado
- aonde você está indo? Me leva de volta,.por favor, tô começando a ficar com medo,.você vai fazer o que ? Vou gritar
- cala boca sua cadela, ninguém vai te ouvir, você acha que não notei você me provocando? Agora vou te foder a força
- não por favor, não faça isso, eu vou gritar
Parei o carro, desci rapidamente e a peguei com força jogando no mato, abaixando sua calça e sentindo sua buceta melada nos dedos enquanto ela se debatia e dizia
- para, por favor, eu não mereço isso, eu não quero,.você vai me estuprar? Vai?
- tampei sua boca e soquei de uma vez ouvindo o barulho da buceta babando e ela gemendo
_ para, você tá abusando, tá estuprando para, para (gemendo)
Tampei sua boca, dei um tapa na cara, puxei o cabelo com força, cuspi na cara e soquei forte, de quatro, com força, a força e com muita força, dava estocadas e segurava, puxando o cabelo e socando, socando mais, ela chorava e dizia " me estupra, por favor não para, é errado mas eu quero"
Tirei o pau na hora de gozar e arranhando suas costas ela sentiu a bunda quentinha de porra.
- isso é para você aprender a nunca mais me provocar sua cadela, daqui pra frente você é meu objeto e vou te foder quando eu bem entender e jogar fora.
- era isso que eu sempre sonhava e nunca contei pra ninguém,.agora antes de levar pra casa,.me ajuda a me limpar e tomar banho, pois sou casada, mas nunca foi comida assim. Me estupra mais?
Virei amante de Milena que depois sentiu culpa e desistiu, mas fica a lembrança e o pensamento de quem pode ser a próxima.
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