A Ex do Amigo
Carlão, conhecido por muitos como Nego Tora Bruta, era um homem de 1,83m, corpo atlético, pele negra morena brilhante, braços e peito cobertos de tatuagens e a frase “jiu jitsu” marcada na barriga definida. Ele e Mateus eram amigos há anos. Quando Mateus começou a namorar, levou Tamiris para apresentar ao amigo.
Tamiris era uma morena índia linda, tinha apenas 18 anos, 1,55m de pura tentação. Corpo magro e bronzeado, pernas torneadas, bumbum empinado que mal cabia no shortinho leve de praia — a parte de baixo da bunda aparecia elegantemente a cada movimento. Os seios redondinhos e durinhos balançavam livres debaixo de uma blusinha tomara-que-caia fina. Naquele dia, ela cumprimentou Carlão de longe, mas na hora da despedida olhou bem nos olhos dele, acenou com a mão e sorriu de um jeito que ficou na cabeça do grandão.
A partir dali, toda vez que Mateus e Tamiris apareciam na casa de Carlão ou se encontravam por aí, Tamiris não conseguia disfarçar. Seus olhos escuros sempre buscavam o corpo de Carlão, descendo discretamente até o volume marcante entre as pernas dele — que, como de costume, não usava cueca.
Carlão, leal ao amigo, sempre ignorava os olhares.
Meses depois, numa festa, Mateus brigou com Tamiris e foi sozinho. Lá encontrou Luna, a morena de 1,70m, 25 anos, corpo gostoso, cabelo cacheado preto volumoso, bunda grande e peitos firmes. Mateus tentou de tudo para dar uns pegas nela. Luna cortou seco:
— Você namora, Mateus. E você sabe muito bem que meu negócio é com o Carlão. Ele é seu melhor amigo!
Mateus bebeu mais um pouco e foi embora frustrado.
No domingo seguinte, como de costume, Luna apareceu na casa de Carlão pra levar uma foda bem dada. Assim que entrou, ela contou rindo:
— Adivinha quem tentou me comer ontem na festa? Seu amigo Mateus! Foi sozinho, sem a namoradinha.
Carlão ergueu a sobrancelha:
— E vocês ficaram?
Luna se aproximou, já passando a mão no peito largo dele:
— Jamais! Ele é seu amigo e eu sou sua puta. Vem me dar esse pauzão grande, meu safado.
Carlão não perdeu tempo. Puxou Luna pela cintura, tirou a roupa dela com pressa e jogou na cama. Ele ficou de pé, tirou a bermuda e deixou o pau semi-duro balançar — grosso, pesado, veioso, quase 23cm. Luna lambeu os lábios, se ajoelhou e começou a chupar com vontade, babando bastante, as duas mãos trabalhando na base enquanto a boca lutava pra engolir o máximo possível. Carlão segurava o cabelo cacheado dela e metia devagar na garganta.
Depois que ela mamou gostoso, Carlão a levantou, jogou de costas na cama, abriu bem as pernas dela e enterrou o rosto entre as coxas grossas de Luna. Ele chupou a buceta dela com fome: língua larga passando devagar pelo clitóris, depois sugando forte, enfiando a língua fundo enquanto segurava as coxas dela abertas. Luna se contorcia toda, agarrava o lençol, gemia alto e tremia as pernas:
— Ai caralho… Carlão… assim não… vou gozar na sua boca!
Ele não parou, chupou mais rápido, dois dedos entrando e saindo enquanto a boca trabalhava no ponto certo. Luna gozou forte, o corpo arqueando, os peitos grandes subindo e descendo rápido.
Só então Carlão subiu, deitou Luna de lado, levantou uma perna dela e meteu tudo de uma vez. Ele fodeu forte nessa posição, depois virou de quatro, socando fundo enquanto apertava a bunda grande dela. Terminaram com Luna cavalgando, os peitos pulando, até Carlão gozar dentro dela.
Ofegantes, Carlão alisou os seios de Luna e disse:
— Minha putinha é fiel a mim, né safadinha? Se Mateus me falasse que tinha interesse em você e estivesse solteiro, eu não veria problema. Mas achei desleal ele tentar te pegar sem me falar nada. Podia pelo menos ter feito uma proposta, né?
Luna sorriu maliciosa:
— Qual proposta?
Carlão riu:
— Me deixar foder aquela indianzinha namoradinha dele. Já reparou nela? Toda quietinha, tímida…
Luna interrompeu, passando a língua nos lábios:
— Tímida nada! É só te ver que não para de te comer com os olhos. Ainda mais que tu anda com essa jeba gigante sem cueca… não tem quem não olhe!
Carlão alisou os seios dela:
— Ficou com ciúmes dela reparando meu pau disfarçadamente?
— Safado caralhudo! Ciúmes não… Mas eu adoraria chupar ela todinha, dar um carinho de mulher pra mulher bem na sua frente, depois te puxar pelo pau pra gente te chupar juntas bem gostoso… e depois você foder nós duas.
Carlão gemeu só de imaginar:
— Seria uma delícia… Mas além de ela ser novinha, deve ser apertadinha pra caralho. Não vai aguentar meu cacete todo naquela bucetinha. Melhor parar de falar disso, senão vou acabar olhando com maldade pra ela.
Uma semana depois, Tamiris chamou Carlão no Instagram. O papo começou inocente, mas logo ela entrou num tom sexual sutil. Carlão respondeu:
— Melhor não falar desses assuntos. Tu é namorada do meu amigo.
Tamiris respondeu rápido:
— Ex-namorada. Somos adultos. Não tem nada demais falar de sexo. Super normal, não acha?
Carlão olhou a foto dela de biquíni no espelho do perfil e sentiu o pau endurecer na hora. Respondeu:
— Super normal mesmo. A parte ruim é que esse papo tá me dando um tesão do caralho e não sei se isso seria certo…
Tamiris:
— Se quiser, depois que eu sair do trabalho a gente dá um jeito nesse teu tesão. Ninguém precisa saber que a gente ficou.
Carlão:
— Que delícia… Combinado então. Quando sair me avisa que peço carro pra te buscar. Pode tomar banho aqui em casa.
Tamiris:
— Saio às 19h. Bj!
Às 19h40 Tamiris chegou. Carlão abriu a porta e sentiu o cheiro dela. Depois do banho, ela saiu do banheiro enrolada numa toalha branca. Quando soltou a toalha, o corpo bronzeado de 1,55m apareceu inteiro: pele lisinha, seios redondinhos durinhos com bicos escuros, cintura fina, bumbum empinado, pernas torneadas e uma bucetinha lisinha, rosada e já molhada.
Carlão estava sentado na cama só de bermuda. Quando tirou a bermuda, Tamiris arregalou os olhos ao ver o mastro negro grosso e longo — veias saltadas, cabeça grande, quase 23cm de puro tesão.
— Caralho… — ela sussurrou espantada.
Sem dizer mais nada, Tamiris se ajoelhou entre as pernas dele. Segurou o pau com as duas mãos pequenas e começou a mamar gostoso. Chupava a cabeça, lambia toda a extensão, tentava engolir o máximo que conseguia, babando muito. Carlão segurava o cabelo dela e gemia baixo.
Depois que ela mamou com vontade, Carlão a levantou, colocou Tamiris deitada na cama, abriu bem as pernas dela e desceu a boca na bucetinha lisinha e rosada. Ele chupou devagar no começo, passando a língua larga pelo clitóris inchado, depois sugou forte, enfiando a língua fundo enquanto segurava as coxas pequenas e torneadas dela abertas. Tamiris se contorcia toda na cama, as mãos agarrando o lençol, gemendo alto e tremendo as pernas:
— Ai Carlão… que boca… assim eu vou gozar… ai meu Deus!
Ele não parou, chupou mais rápido, dois dedos entrando e saindo ritmados enquanto a língua trabalhava sem piedade. Tamiris gozou forte na boca dele, o corpo pequeno arqueando, a bucetinha pulsando.
Só então Carlão subiu, deitou Tamiris de lado e tentou meter. A bucetinha dela era bem apertada. Ele esfregou a cabeça grossa várias vezes, empurrou devagar. Tamiris gemia de dor e prazer:
— Vai devagar… ai que grosso…
Depois de insistir, o pau entrou inteiro. Tamiris arqueou as costas e gritou de tesão. Carlão começou a foder forte. Virou ela de quatro, meteu fundo, depois de lado, depois por cima. Foderam por quase duas horas sem parar — posições variadas, suor escorrendo, gemidos altos.
O auge veio quando Carlão pegou Tamiris no colo, em pé. Ele segurava as pernas dela abertas, braços fortes por baixo das coxas. Tamiris agarrava a nuca dele, o corpo pequeno balançando enquanto ele socava forte pra cima. A bucetinha dela estava toda molhadinha, inchada e dolorida, mas ela não queria parar. Gritava:
— Ai Carlão… que pauzão… me fode mais… assim!
Ele metia fundo, rápido, sem piedade. Tamiris tremia, gozando pela terceira vez. No final, Carlão não aguentou mais e gozou forte dentro dela, enchendo a bucetinha quente sem camisinha.
Exaustos e suados, foram juntos para o banho. A água quente caía sobre os dois corpos. Carlão ensaboava as costas pequenas de Tamiris enquanto ela se encostava nele, sentindo o pau ainda semi-duro roçar na sua bunda.
Carlão suspirou e falou baixo:
— Eu sou o pior amigo do mundo…
Tamiris virou o rosto, olhou pra ele por cima do ombro e sorriu:
— Nada a ver isso. Você sempre foi respeitoso comigo. E além do mais, o Mateus não é tão seu amigo assim! Peguei conversas dele no celular com outras mulheres… e até ele falando com um amigo dele por mensagem que era doido pra foder aquela morena que é caso seu, a Luna! E esse amigo respondeu que isso era vacilação, porque mesmo não tendo nada sério, era o Carlão que administrava a carne! E ele respondeu que não dava nada! Então ele não é seu amigo!
Carlão ficou em silêncio por alguns segundos, processando tudo. Depois sorriu, apertando a cintura dela:
— Você tem razão… O que você tem de tímida, tem de vingativa né, mocinha?
Tamiris sorriu maliciosa, ainda enrolada na toalha branca enquanto a água escorria pelo seu corpo bronzeado. Seus seios pequenos e durinhos marcavam o tecido molhado. Ela olhou pra Carlão com aqueles olhos escuros cheios de tesão e respondeu:
— A vingança mais gostosa de todas!
Depois de falar isso, Tamiris se secou completamente, vestiu novamente suas roupas (a blusinha tomara-que-caia e o shortinho leve que marcava bem o bumbum) e se arrumou na frente do espelho do banheiro. Ainda com as pernas um pouco fracas, ela voltou para a sala.
Eles se despediram com um beijo longo na porta. Tamiris saiu da casa de Carlão com a bucetinha latejando, marcada pelo maior pau que já tinha sentido na vida, o corpo ainda quente do tesão e com um sorriso satisfeito e vingativo no rosto.
Quer saber como essa história continua?
Acompanhe os próximos contos de Nego Tora Bruta.
