As aventuras de Daniel: uma nova parceria comercial. parte 02 (Episódio 02)
Assim que vi aquela mensagem de Ricardo, meu sangue gelou e ferveu ao mesmo tempo. Corri para casa, para verificar o que diabos eu tinha enviado. Quando abri a conversa, o pânico me atingiu em cheio, era o vídeo. O vídeo que eu tinha gravado na noite anterior, sozinho no meu quarto, me masturbando, Fiquei apavorado, O medo daquele conteúdo vazar e destruir minha imagem profissional me assombrou por dias, Tentei me enterrar no trabalho, evitando qualquer contato, qualquer ligação, ou mensagem de Ricardo.
Mas o destino não colaborou. Depois de duas semanas de fuga, ele apareceu na empresa, Ao dar de cara com ele no meu escritório, perdi a voz. Ele começou a falar de negócios com uma naturalidade, mas eu não conseguia disfarçar o desconforto, sentindo meu rosto queimar. Ricardo parou de falar, fixou aqueles olhos em mim
Ricardo — Estou notando que você está desconfortável, Fique tranquilo, eu prezo pela discrição, Não vou sair divulgando nada, Notei que você sumiu... Eu entendo esse seu lado reservado. Já passei pelo que você está passando agora.
Respirei fundo, sentindo um peso colossal saindo dos meus ombros.
Eu — Desculpa pelo sumiço... Não era para eu ter enviado aquele vídeo - minha voz saiu mais grave que o normal.
O alívio abriu espaço para um tesão acumulado e sufocante. A presença dele ali, o cheiro de homem maduro... Não aguentei. Fui chegando perto, sentindo o calor que ele emanava, e selei nossos lábios em um beijo urgente, faminto. Ricardo se afastou.
Ricardo — Tem mais alguém trabalhando aqui na empresa? - perguntou com a voz rouca.
Eu — Já saíram todos. Só restou nós dois aqui — respondi olhando no fundo de seus olhos.
Ele entendeu o recado. Sem perder tempo, Ricardo começou a desabotoar minha camisa, revelando meu peitoral, Ele passou as mãos grandes sentindo cada definição e músculo, descendo até o meu abdômen.
Ricardo — Caralho... que corpo é esse?
Dei um riso tímido, mas carregado de desejo.
Eu — E esse seu corpo? Gostoso pra caralho...
Fui desabotoando a sua camisa, tirando aos poucos revelando os seus ombros largos, e uma estrutura de touro. Meus dedos se perderam nos pelos do peito, sentindo a maciez daquele peitoral peludo, senti um aroma delicioso de creme corporal, desci até seu quadril para tirar o cinto da calça. Quando abri o zíper e a calça caiu puxando sua cueca junto, aquele pau monstro saltou para fora, pulsando, com o cheiro inebriante de um dia inteiro de trabalho misturado com a pré-gozo que já brilhava na ponta.
Ricardo me agarrou pela cintura e me suspendeu, me sentando com força na mesa de madeira do escritório. Ele abriu minhas pernas e assumiu o controle. Baixou minha calça e cueca em um movimento bruto, ajoelhou-se entre minhas coxas e abocanhou meu pau de um jeito feroz, e selvagem. Eu soltei um gemido baixo, a cabeça pendendo para trás. Ele chupava como se quisesse me devorar, descendo até minhas bolas, colocando uma por vez na boca enquanto se masturbava com a outra mão, os olhos fixos nos meus, vendo minha reação, uma chupada deliciosa, eu me contorcia todo, colocava meu pau na boca engolindo ele inteiro até se engasgar, meu pau não parava de pulsar dentro da boca dele, eu já estava delirando, e gemendo de tanto tesão.
Saí da mesa com as pernas bambas, e o puxei para um beijo de língua, nossos paus duros se batendo. Ricardo pegou os dois membros com as duas mãos e começou a nos punheta simultaneamente, O som da nossa punheta era a única coisa que se ouvia, além dos nossos gemidos animais, eu já estava louco para fuder aquela bunda. Peguei uma camisinha no bolso da calça, Ricardo entendeu o comando, Ele foi até o final da sala, encostou uma mão na parede, empinou aquela bunda enorme e com a outra mão começou a se masturbar.
Ricardo — Vem me fuder... mete logo esse pica em mim, mete com força! — ele ordenou.
Aí vê-lo pedindo rola fiquei louco de tesão, depois de colocar a camisinha, passei um pouco de lubrificante, e fui até ele, segurei nos seus quadris e guiei minha cabeça para a entrada, Fui entrando devagar, sentindo sua bunda se abrindo para mim, aos poucos foi entrando, tive bastante cuidado para não machucar, Ricardo foi relaxando até entrar tudo, fiquei parado naquela posição.
Eu — Que bunda gostosa do caralho — ofeguei.
Ricardo — Soca logo essa porra! Soca com força!
E eu obedeci. Comecei a meter aumentando o ritmo aos poucos, até começar a fuder com uma violência deliciosa. Ao decorrer das estocadas o suor começava a escorrer em minhas costas, e peitoral ,de repente o cheiro de sexo impregnava o escritório, Eu o abracei por trás, enterrando meu pau lá no fundo, fiquei ali por uns segundos, Ricardo se contorcia todo, ele virou a cabeça um pouco para trás, ali naquela posição, com meu pau enterrado dentro daquela bunda, nos beijamos, peguei no seu pau que já babava muito, bati uma punhete para ele, até sentir ele pulsar, começou a jorrar jatos fortes que sujaram a parede, Tirei meu pau de dentro dele, mas ele tentou me segurar, mas mesmo assim sai de dentro dele, virei ele de frente para min, e começamos a nos beijar, chupando aquela língua deliciosa.
Ricardo — Que tesão do caralho... eu gozei, mas meu pau não amoleceu. Me arromba agora na mesa!
Fomos para a mesa do escritório, já que é uma mesa grande de madeira, e bastante resistente, ele deitou no canto da mesa de costas, ficando de frente para min, abreu as pernas para o alto, fazendo aquela posição clássica.
Ricardo — Vem, meu puto gostoso, arromba esse cu de novo!
Vendo aquela visão, não perdi tempo, fui até ele. Encaixei e entrei com tudo.
Eu — Que cu gostoso de meter.. porra! — eu gritava.
Fudendo aquele cu delicioso, pensei “Nossa, como essa mesa do meu escritório ficou na altura certa”
Que visão do caralho eu estava tendo, aquele homem parrudo, igual um urso, delirando na minha pica, as vezes parava de socar, tirava meu pau, e ia chupar seu pau, uma tática para não gozar logo, de repente ele me puxou para eu beijar a sua boca, deitando em cima dele, não sei o que aconteceu, foi algo bastante sincronizado, parecia que a gente tinha combinado por telepatia.
Subi na mesa, e ele foi se afastando para o meio da mesa, eu ficando por cima dele, voltei a fuder aquelas bunda, enquanto nossas bocas se encontravam, o pau dele voltava a pingar porra em seu abdômen, ele pegava as gotas com os dedos e enfiava na minha boca, Éramos dois animais, Eu lambia seu pescoço, sentindo o sal do suor, enquanto seus pés estavam erguidas em meu ombro.
Eu — Que foda do caralho...
Ricardo — Você mete bem demais, pra quem não tem tanta experiência assim…
Retardei meu gozo o máximo que pude parando um pouco de fuder aquele cu, e ia chupar seus mamilos, Eu não aguentava mais, já estava prestes a gozar, com o suor escorrendo na testa já estava difícil de poder enxergar, Segurei o pau dele e comecei a masturbá-lo na mesma velocidade das minhas estocadas. Ricardo explodiu em novos jatos de porra que atingiram meu rosto e meu peito. Tirei a camisinha e, logo em seguida, jorrei meu leite sobre o peitoral e o rosto dele, Com a mão juntei nossa porra misturando tudo, e levei à minha boca, depois beijei a boca dele, compartilhando aquele suco amargo e quente.
Deitei exausto sobre ele. Ficamos ali, sujos e gozados, nos beijando lentamente, desci até seu peitoral e fui chupando até limpar tudo, Quando recuperei o fôlego, limpei o corpo dele com minha camisa, me limpei, Vesti minha calça e o paletó por cima da pele nua, abotoando tudo para esconder as evidências.
Eram 23h. Ricardo saiu primeiro. Ao passar pela portaria, o segurança viu sua roupa amassada e soltou um sorriso de canto de boca. Quando chegou minha vez, saí tentando manter a postura, mas estava desajeitado. O segurança, um homem de pele preta, dois metros de altura e um corpo maciço de lutador de MMA, se aproximou.
— Muito trabalho hoje, chefe? — ele perguntou, com um brilho malicioso.
Eu — Sim... uma reunião muito importante — Fui apertar a mão dele, mas senti meus dedos grudentos de porra, e puxei a mão rapidamente, logo ele deu aquele sorriso.
Segurança — O senhor trabalha muito. A reunião deu certo?
Eu — Deu muito certo. Tinha vários assuntos pendentes... finalmente tratados.
Olhei no fundo dos olhos dele por alguns segundos. Aquele segurança era imponente. Senti um arrepio estranho percorrer minha espinha ao tocar a mão dele. Entrei no carro e, no caminho de casa, a imagem do sexo com Ricardo se misturava com a imagem daquele gigante na portaria.