A Saga de Otávio 2 - Maré Alta, Vento Forte

Um conto erótico de Xandão Sá
Categoria: Gay
Contém 3395 palavras
Data: 19/04/2026 18:47:40

Todo feriado de Corpus Christi a família de Otávio (os tios e primos que moravam em Fortaleza) se reunia na casa de praia de Tio Zeca. Era uma espécie de tradição da qual, esse ano, Tavinho e as irmãs, por estarem morando na capital, tiveram que tomar parte, já que, com a preparação pro vestibular, não tinha dado pra ir ver os pais no interior.

A casa, na praia do Pecém, era afastada da Vila, cercada por coqueiros e sacudida pelo vento forte e pelo som constante do mar. Durante o dia, tudo era barulho, risadas, comidas e conversas cruzadas. Lá estavam tios, primos e agregados. Tinha bebê, crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. Com tanta gente, havia rede armada por todo lugar e fila pra comer, pra tomar banho, além do vai e vem constante de gente entre a praia e a casa. Tanta agitação trazia um sentimento de inquietude em Otávio. Ele não tinha costume de conviver com tanta gente ao mesmo tempo. Por sorte, tinha os banhos de mar, os jogos de bola, as brincadeiras para trazer alguma distração, mas não o bastante para dissipar a sensação de deslocamento, apesar de que suas irmãs estavam mais ambientadas e integradas que ele, talvez por ter mais primas na mesma idade. Ele estava meio que isolado, tinha os mais velhos, já casados e a molecada mais jovem que não tinha assunto com ele.

Mas à noite, quando o vento ficava mais forte e as luzes diminuíam, o lugar parecia outro. Mais silencioso. Mais misterioso. Otávio sentia isso com intensidade. Desde a última experiência que tivera com tio Zeca, há um mês — algo que ainda não conseguia nomear sem sentir o peito apertar — ele carregava dentro de si uma mistura difícil de organizar: culpa, curiosidade… e um desejo que não diminuía.

Pelo contrário. Parecia ter acordado de vez. Tinha sido assim no cursinho pré-vestibular e no colégio onde estava concluindo o 2º grau: além do interesse nas garotas que ele continuava desejando e ficando excitado com elas, agora reparava com igual intensidade nos rapazes, então ali na praia não seria diferente e naquela época, os homens usavam tangas, umas sungas super pequenas, que marcava bem o volume do pau, a bunda, os glúteos, as coxas... Mesmo assim, Tavinho tentava agir normalmente. Ria nas conversas, ajudava a arrumar a mesa, fingia prestar atenção nas histórias dos mais velhos. Mas seu olhar sempre escapava. E quase sempre parava em Caio. Ou em Tio Zeca. Ou nos dois… ou nos outros para ver se estavam prestando atenção nele e nas coisas que ele prestava atenção.

Enquanto isso, Caio cumpria fielmente o papel de noivo da prima. Estava sempre ao seu lado lhe cortejando com gentilezas, demonstrações de afeto e cavalheirismos. Tinha alguns anos a mais, uma presença tranquila, um jeito seguro de se mover. Não era espalhafatoso como os outros da família. Falava pouco, observava mais. E, de vez em quando, olhava de volta.

No começo, Otávio achou que era impressão. Depois, percebeu que não. Havia algo ali. Um tipo de entendimento silencioso. Tio Zeca deve ter falado pra ele, deve ter contado sobre o que aconteceu na cozinha da casa do tio há algumas semanas.

Na sexta à noite, depois do jantar, a casa foi se acalmando aos poucos, depois de dois dias intensos. As crianças e os idosos foram dormir, alguns adultos ficaram na varanda conversando, enquanto os jovens foram passear na Vila.

Otávio saiu sem fazer barulho. Aproveitou que ninguém estava atento a ele e escapuliu, sorrateiro, com o coração sobressaltado, porque precisava daquele momento sozinho. Se afastou da varanda e foi até a parte lateral da casa, onde uma pequena escada de madeira levava para a área externa próxima à praia, e desceu até o gramado. O som das vozes foi ficando distante. O vento estava mais fresco, e o som das ondas parecia mais próximo. Ele respirou fundo. Tentava se acalmar. Tentava não pensar, enquanto decidia se ia caminhar na praia ou ia na Vila encontrar o pessoal.

— Também não consegue dormir?

A voz atrás dele fez seu corpo inteiro enrijecer. Era Caio. Otávio virou devagar.

— Não… muito calor — respondeu, tentando soar casual.

Caio sorriu de leve, soltando a mão do corrimão da escada e caminhando na sua direção.

— Ou muita coisa na cabeça?

Otávio não respondeu. Nem precisou. O silêncio entre os dois dizia demais. Por alguns segundos, ficaram apenas ali, lado a lado, olhando para o escuro. Até que Caio deu um passo mais perto. Não foi brusco. Não foi invasivo. Foi… decidido.

— Você fica me olhando — Caio disse, em tom baixo.

O coração de Otávio disparou.

— Eu não

— Fica.

Não foi acusação. Foi constatação. Otávio sentiu o rosto esquentar. Quis negar de novo. Mas não conseguiu. Porque, pela segunda vez, alguém tinha dito em voz alta o que ele sempre precisou esconder. Caio levantou a mão devagar, como quem dá tempo para o outro recuar. Otávio não recuou. O toque em seu rosto veio leve. Quase hesitante. Mas suficiente para fazer tudo dentro dele se embaralhar. Uma carícia em seu rosto barbeado. Um gesto surpreendentemente delicado para o que Tavinho imaginava ser uma troca erótica com outro homem. O toque acionou um turbilhão em seu peito. Medo. Desejo. Dúvida. Vontade.

Era como estar à beira do mar em noite de lua nova, o manto escuro cobrindo tudo de promessas e incerteza, sem saber se a água estava calma ou se uma onda mais forte viria de repente.

— A gente pode parar — disse Caio, observando a reação dele e percebendo seu pânico.

Otávio balançou a cabeça.

— Não…

A resposta saiu antes mesmo de ele pensar. E, naquele instante, ele percebeu. O desejo era maior. Maior que o medo. Maior que a culpa. Maior que qualquer regra silenciosa que ele carregava há anos. Eles se aproximaram. Dessa vez sem hesitação. Caio pegou Otávio pela mão e lhe puxou para um canto mais afastado do jardim, onde tinha um pergolado coberto de jasmim. Protegidos e parcialmente escondidos pelo arbusto perfumado que subia pelas colunas e se espalhava pelas vigas. Pararam, frente a frente.

O primeiro beijo não foi como Otávio imaginava que seria. Foi mais confuso. Mais intenso. Mais real. Nada de fantasia. Nada de distância. Foi ainda melhor, diria a si mesmo depois. Só o corpo reagindo, a respiração mudando, a consciência de que aquilo estava acontecendo de verdade. O mundo ao redor desapareceu. Só existia o momento. As mãos. Os lábios se chocando. As línguas se procurando. A proximidade. A sensação nova, quase avassaladora, de finalmente atravessar uma linha que ele sempre observou de longe. A maciez e voracidade dos lábios de Caio. Definitivamente, não era mais brincadeira de criança. Sexo não era mais diversão fortuita e travessa. Era desejo, pau duro, vontade de esmagar o outro, de invadir e ser tomado. Otávio sentia tudo ao mesmo tempo. E isso o assustava. Mas não o fazia parar. Eles se afastaram por um segundo, respirando mais rápido.

Foi aí que Tavinho notou que a mão de Caio estava dentro de sua bermuda e seguravam seu pau como garras. Firmes. Ele estava preso e seu coração acelerou ante a sensação de que Caio tinha se apossado dele.

- Seu Zeca não mentiu, Tavinho, que pau é esse? Porra!!!!

Tavinho ficou sem palavras. Não havia resposta. Não tinha costume de falar dessas coisas. A mão de Caio tinha uma pegada macia, apesar dos calos da musculação. Caio acariciava sua rola e lhe enlouquecia. Era gostoso demais aquele toque firme, mas gentil. Pressão na medida exata. Lhe puxava pra dentro de um redemoinho. Lembrou de seu tio lhe chupando. Desejou que Caio fizesse o mesmo. Magia do desejo, Caio ajoelhou e tirou seu pra fora, completamente…

O primeiro contato da boca de alguém com sua pica ninguém esquece. É como atravessar um portal. O beijo de Caio tão gostoso, macio e envolvente, agora se apresentava na forma de um boquete. Otávio estava em êxtase. A língua buliçosa do noivo da prima logo mostrou a que veio. Havia sofisticação ali. Tio Zeca tinha mamado Tavinho como quem chupa um sorvete, com fome mas sem variação, a boca no pau engolindo a rola, cadência contínua, o prazer resumido ao ir e vir. Caio, não. Era outra coisa. A forma como os lábios envolveram o pau de Otávio, a língua por baixo serpenteando a cabeça da rola, o freio, descendo até as bolas, engolindo uma bola, depois a outra, tentando abocanhar as duas sem sucesso, era muito estímulo. Caio se serviu da rola de Tavinho como quem degusta iguaria fina, a pressão dos lábios variava, entre o lamber, o chupar e o mordiscar uma variedade alucinante de sensações.

Além de desfrutar, Tavinho prestava atenção. Quando fosse chupar uma rola era daquele jeito que tinha que ser. Se deixava ele alucinado, poderia deixar os outros também. Quis tentar. Bateu no ombro de Caio que olhou pra cima com metade da rola de Tavinho enfiada até a goela. Tavinho pediu pra ele se levantar, olhou pros lados pra ter certeza que estavam mesmo a sós ali e se ajoelhou. Encarou o pau de Caio, menor e mais grosso que o de tio Zeca. Aproximou-se e cheirou. Deu uma longa cafungada na rola, nos pentelhos, no saco. Cheiro de rola de macho, nada mais inebriante na vida. Aroma único, inconfundível. Tavinho comeria e chuparia muitas bucetas ao longo da vida, mas nada se compararia a um bom pau!

Abriu a boca e envolveu só a cabeça. Arriscou os movimentos de língua que Caio tinha feito e viu o parceiro gemer. Ele estava fazendo certo. Arriscou mais. Mimetizou as mesmas coisas que Caio tinha feito e os gemidos abafados, os dedos dele se enroscando nos seus cabelos, demonstrava que ele estava indo bem. E foi nesse instante que um barulho interrompeu tudo.

Passos na escada. Os dois congelaram, mas logo se afastaram. Otávio se levantou com a ajuda de Caio. A figura surgiu da sombra. O tio. Ele parou ao ver os dois. O silêncio que se seguiu foi pesado. Denso. Quase insuportável. Otávio sentiu o corpo inteiro travar. O medo voltou com força total. Era o fim. Medo da raiva do tio pelos dois estarem se envolvendo, escondido dele. Imaginou que podia resultar em alguma reação violenta. Tio Zeca era explosivo. Podia dar em confusão. Era tudo aquilo que ele sempre temeu. Mas o que veio depois não foi o que ele esperava. O olhar do tio não era de surpresa pura. Nem de raiva. Era… mais complexo. Como se ele estivesse entendendo mais do que deveria. Ou mais do que dizia. Ninguém falou nada por alguns segundos. Caio não se afastou completamente. Sequer guardou o pau nas calças, ainda que a rola tivesse perdido parte da ereção.

Otávio notou isso. Percebeu também que não tinha sido empurrado para longe. Nem Caio tinha se afastado. Era como se aquele momento tivesse aberto uma porta que nenhum dos três sabia exatamente como fechar.

O tio deu um passo mais próximo. Otávio prendeu a respiração. Seu instinto gritava para fugir. Mas seu corpo não se mexia. Havia medo. E culpa. Mas havia também algo que ele já reconhecia. O mesmo impulso. A mesma curiosidade perigosa. A mesma vontade de ir além, mesmo sem saber o que encontraria.

— Vocês deviam tomar cuidado — disse o tio, em voz baixa.

E ficou parado. E isso dizia tudo. O silêncio voltou. Mais carregado do que antes. Otávio olhou de um para o outro. Sentia que estava à beira de uma escolha. Uma escolha que mudaria muita coisa. Talvez tudo.

Seu coração batia tão forte que parecia impossível que ninguém ouvisse. Mas, ainda assim… Ele não saiu. Não seguiu o impulso de sair correndo para a praia. Buscar proteção no escuro da noite. Se perder no vento forte, no barulho das ondas. Ele não saiu. Ficou. Porque, naquele momento, entre o medo e o desejo… Ele já sabia qual estava vencendo. E, pela primeira vez, não tentou fugir disso.

Zeca entendeu. Caio também. Sem dizer palavra, os dois puxaram Otávio em direção à praia. Saíram pelo portãozinho e foram em direção ao breu. Noite de lua nova. Sem luz. Mas Zeca conhecia cada palmo daquela praia. Andaram na direção das jangadas, uma espécie de doca seca no barranco acima de onde as ondas arrebentavam. Otávio na frente. Caio puxando Otávio pela mão. Segurando firme. Como se temesse que ele se arrependesse e fugisse. Tavinho não acostumava com aquilo, estava vexado. Imagina andar em público de mãos dadas com outro homem…

Quando chegaram nas jangadas Zeca parou. Nem esperou os dois chegarem. Baixou a bermuda junto com a cueca, a rola mole pendurada balançando. Caio também não se fez de rogado. Não havia tempo para jogos ou disfarces. Ajoelhou e abocanhou a rola do futuro sogro. Havia familiaridade ali, costume de o genro chupar o pau do pai da noiva. Otávio conseguia ver os contornos dos corpos com dificuldade. Estava escuro. Muito escuro. Isso era bom. Trazia proteção. As luzes da cidadezinha ao longe pareciam miragem.

O bater das ondas da maré alta fazia barulho, o zunido do vento forte também. No meio daquela percussão, os sons da boca de Caio mamando tio Zeca trouxeram a atenção de Tavinho de volta para o breu da toca. Ele se aproximou. Caio logo levou a mão e segurou a rolona de Tavinho. Puxou ele pra perto. Pelo pau. Sem resistência, ficou quase colado em seu tio. Caio passou a alternar a chupada. Ora num. Ora noutro. Esfregou a cabeça de uma pica na outra. Ambas meladas de saliva. Otávio e Zeca gemeram. O tio procurou a boca do sobrinho para um beijo. Otávio não quis. Recusou. Virou o rosto pro lado. A intimidade dele com o tio não podia ultrapassar tal limite. A sensação de desconforto voltou. Uma gastura que vinha da culpa? Talvez…

Zeca não insistiu. Segurou a cabeça de Caio com as mãos e se concentrou na mamada que o futuro genro lhe dava. Tavinho ficou ainda mais deslocado, mas decidiu fazer algo pra compensar a rejeição à tentativa do tio lhe beijar. Por impulso ajoelhou-se e procurou o pau do tio com a boca. Caio abriu espaço. Passaram a chupar a rola de Zeca juntos e a se beijar com a rola pelo meio. Beijo e boquete, tudo ao mesmo tempo. Disputaram a rola dura entre lábios e línguas. Zeca gemeu ainda mais forte. Segurou a cabeça de Tavinho também. Começou a falar palavras soltas carregadas de tesão:

- putinhos… delícia de chupada… mama vai, seus putos… isso, porra, vai, lambe a cabeça da minha pomba… que tesão… ahhhhhh… tá muito gostoso, caralho…

Entre uma lambida, um beijo e uma mamada, Caio surpreendeu sussurrando no ouvido de Otávio:

- Quero dar pra você. Mete essa pomba no meu cu, vai…

Otávio tremeu. Seu histórico de sacanagem com outros moços nunca tinha chegado tão longe. Era troca-troca de simulação, pau nas coxas, sem penetração, no máximo roçando a pica no rego. Enquanto Tavinho divagava e temia não saber o que fazer, Caio não lhe deu tempo pra ter dúvida. Ele se levantou e puxou Otávio com ele, virando pra Zeca e falando:

- Você não disse que queria me ver encarando essa pomba gigante?! Pois vai ver!

Caio meteu a mão na boca e pegou um bocado de saliva, levou a mão ao meio da bunda e lambuzou suas pregas. Repetiu o gesto e besuntou o pau de Otávio que continuava parado, perplexo, sem saber o que fazer, mas Caio sabia. Ele se apoiou num barco e empinou a bunda chamando Otávio:

- Vem Tavinho, mete essa pomba no meu rabo…

Vendo a indecisão do sobrinho, Tio Zeca assumiu o papel de tutor da enrabada. Conduziu o pau do sobrinho até a chapeleta encostar na olhota lambuzada do cuzinho de Caio e deu comando:

- Agora empurra.

Otávio hesitou por um segundo. Empurrar como? Desajeitado e nervoso forçou o pau contra as pregas de Caio. Resistência. Mais força. Pressão. As carnes de Caio começaram a ceder mas estava seco demais. Fricção que parecia atrito. Caio sentiu e pediu:

- Bota mais cuspe.

Otávio repetiu o que tinha visto Caio fazer. Pegou um bocado de saliva e passou no cu de Caio. O contato dos dedos com a pele enrugada trouxe mais tesão, um calor subiu pelo ventre. O pau ficou mais duro. Lambuzou a própria pica e encostou. Dessa vez já sabia o caminho. Abriu a bunda de Caio com uma mão. Segurou o quadril dele com a outra. Enfiou. A cabeça da rola pulou pra dentro. Ele sentiu o espasmo do cu cedendo à invasão da sua rola. Empurrou mais. Caio gemeu alto, foi pra frente e pediu:

- Devagar, Tavinho. Tá lascando meu cu, porra.

Ele parou. Esperou. Pensou até em tirar. Não queria lascar ninguém. Caio empurrou a bunda pra trás. Pediu pica. Otávio atendeu. Voltou a meter. Dessa vez, lentamente. Sem voltar atrás. Até o talo. Os pentelhos encontrarem as bordas do cu do noivo da prima. O tremor lhe deixou zonzo. A rola ficou mais dura. Completamente envolvida pelas carnes do rabo de Caio. Maciez. Calor. Saboreou o momento. Primeira vez comendo um cu. Bom demais. Se sentiu macho. Colocou a outra mão no quadril. Lembrou da roça. Montaria. Foder um cu era como galopar. E começou a socar.

Tio Zeca ficou alisando Tavinho. A mão procurou sua bunda, deslizou pelo rego, achou seu cuzinho. Dedilhou suas pregas. Arrepiou até a alma. Nunca tinha sentido nada tão forte. O medo dizia pra ele mandar o tio parar, a vontade de ver até onde aquilo ia, o fazia calar. Deixou. Zeca entendeu como consentimento e lambuzou o cuzinho de Otávio com saliva pra dedilhar aquelas pregas. Tavinho desacelerou as socadas no cu de Caio pra desfrutar da exploração do tio em seu rabo. Zeca foi pra cima. Ajoelhou atrás de Otávio e meteu a língua no seu cu. Tavinho agarrou o quadril de Caio e manteve a rola duríssima toda enfiada, pulsando de tesão. Caio passou a rebolar em sua pica enquanto o tio fodia seu cuzinho com a língua.

Vendo que Tavinho tava entregue, Zeca levantou, encaixou o pau e ficou dando socadinhas de leve, ia vencer a resistência daquele cu na suavidade. Pouco a pouco as pregas foram cedendo, a cabeça da rola foi entrando, o ardor aumentando e Otávio:

- Ai, tio, tá doendo…

- Quer que eu tire?

- Não. Deixa parado um pouco pra ver se passa…

Zeca com mais da metade da pica enfiada, parou. Caio por sua vez intensificou o vai e vem no pauzão de Otávio. Com o aumento do estímulo, foi relaxando e no ir e vir, foi se empalando na pica do tio, enquanto aumentava a socada de pica no noivo da prima. O trenzinho partiu rumo ao gozo supremo da putaria. Foi estímulo demais e Otávio não segurou, sem avisar esporrou no rabo de Caio que sentiu a quentura da gala lhe invadindo e falou:

- vai, Tavinho, enche meu rabo de porra, sacana. Que tesão, caralho…ai…

Nos espasmos do gozo, seu cu expulsou a pica do tio. Quando parou de leitar o rabo de Caio, Tavinho deixou o pau escorregar e sair. Zeca lhe empurrou pro lado e meteu no genro. Caio ganiu feito cadela no cio:

- Vai sogrinho, come meu cu, me fode, porra, junta tua gala com a de Tavinho. Quero dormir cheio de leite no rabo, porra.

Em menos de dois minutos, Caio acelerou a punheta e gozou, seguido por Zeca. Otávio assistiu a cena com um misto de sentimentos: fascinado por ver dois homens fodendo diante dele e, ao mesmo tempo, com um misto de medo e culpa, por ter feito o que fez.

Caio cumpriu o prometido, levantou a cueca e a bermuda e guardou o que não vazou de porra dentro do rabo. Enquanto se vestia, o tio percebeu o desconforto de Otávio e procurou lhe acalmar:

- Relaxa, Tavinho, isso é normal meu filho. Muita gente faz, escondido, mas faz. Inclusive da nossa família, mas aos poucos você vai descobrindo. O negócio é saber manter sigilo e ser discreto que ninguém vai desconfiar…

Otávio terminou de se ajeitar enquanto ouvia o tio. Seguiu os dois de volta pra casa com a cabeça em redemoinho. Quer dizer que tinha outros parentes que também faziam aquilo. Então, era normal… A questão era descobrir que tios e primos curtiam a putaria…

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Foto de perfil de Xandão SáXandão SáContos: 52Seguidores: 228Seguindo: 131Mensagem Um cara maduro, de bem com a vida, que gosta muito de literatura erótica e já viu e viveu muita coisa para dividir com o mundo.

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