Bianca, a infiel

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1819 palavras
Data: 21/05/2026 11:29:46
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 1: O Calor do Ônibus

meu nome é Bianca, tenho 30 anos, uma mulher negra que chama atenção sem querer no subúrbio de Ribeirão Preto. Minha pele brilha sob o sol, meus olhos castanhos guardam segredos, e meus cachos longos caem soltos quando não estão presos pro trabalho na clínica. Meu corpo é curvilíneo, com peitos fartos, cintura marcada e quadris que não passam despercebidos, mesmo nas roupas simples que uso, saias lápis ou vestidinhos baratos que abraçam minhas formas. No dia a dia, pareço recatada, a esposa perfeita de Rafael, o homem que amo desde 2008. Mas, por dentro, sou fogo. Minha buceta fica melada só de pensar no proibido, pulsando com um tesão que Rafael, por mais que me chupe com maestria, não sacia. Em 2015, comecei a trair, e cada encontro me fazia sentir viva, molhada, pronta pra me entregar.

Era 2015, e o calor de Ribeirão Preto parecia derreter até a alma. Todo dia, eu saía da clínica onde trabalhava como recepcionista às cinco da tarde, com a blusa colada nas costas pelo suor e os cachos pesando no pescoço. O ônibus 204, que cortava o subúrbio até o centro, era sempre uma tortura: lotado, cheirando a suor e com aquele ronco do motor que parecia engasgar. Eu me espremia entre os corpos, tentando achar um canto pra me apoiar, às vezes conseguindo sentar no fundo, outras ficando de pé, sentindo o calor dos outros passageiros colado em mim. Minha vida era simples, mas eu não me queixava. Tinha Rafael, meu marido, o homem que escolhi em 2008, quando éramos só dois jovens apaixonados sonhando com uma casa e uma família. Ele era vendedor de autopeças numa loja no centro, trabalhava duro, me tratava com carinho. Eu o amava. Juro que amava. Mas, naquele ano, algo mudou. Algo dentro de mim acordou, e eu não sabia se era benção ou maldição.

Foi no ônibus que tudo começou. Eu pegava o mesmo 204 todos os dias, via as mesmas caras: a dona de casa com sacolas de feira, o estudante com fone de ouvido, o velho que resmungava sobre o preço da passagem. Mas, entre eles, tinha Felipe. Eu o notei pela primeira vez semanas antes. Ele entrava duas paradas depois da minha, sempre com uma camiseta surrada, calça jeans que marcava as coxas grossas e um jeito de quem não dava a mínima pro mundo. Moreno, barba malfeita, olhos que pareciam guardar um segredo. Não era bonito como Rafael, com aquele rosto suave e sorriso que ainda me fazia suspirar. Felipe era bruto, com mãos calejadas que sugeriam trabalho pesado, talvez na construção, eu imaginava, e um corpo que ocupava espaço sem pedir licença. Ele me olhava, e eu fingia não ver. Mas via. Via os músculos do braço dele tensionando quando se segurava na barra do ônibus, o jeito que seus olhos desciam pelo meu corpo, parando nos meus quadris, nos meus peitos, que eu sabia que chamavam atenção mesmo na blusa modesta que usava pro trabalho. E eu gostava. Deus, como eu gostava.

Naquele dia, o ônibus estava mais cheio que o normal. Era fim de mês, todo mundo correndo atrás de boleto. Eu estava de pé, espremida contra a janela, o vidro quente encostando no meu ombro. Minha saia lápis, que eu usava pra parecer profissional na clínica, apertava minhas coxas, e a blusa branca, úmida de suor, marcava o contorno do meu sutiã. Felipe entrou na parada dele, e nossos olhos se cruzaram por um segundo. Ele não sorriu, só me encarou, e eu senti um calor que não tinha nada a ver com os 35 graus de Ribeirão. Ele se espremeu pelo corredor, e, como se fosse obra do destino, parou bem atrás de mim. O ônibus sacodiu, e eu senti. O corpo dele pressionou contra o meu, a bunda dele, ou algo mais duro, roçando na minha. Não foi acidental. Eu sabia, porque ele não se afastou. E eu não me mexi.

Meu coração disparou. Minha buceta pulsou, como se tivesse vida própria, e eu apertei as coxas, tentando me controlar. Rafael nunca me fazia sentir assim, com esse fogo que subia do meio das pernas até o peito. Eu amava meu marido, de verdade. Ele era bom, chegava em casa cansado, cheirando a graxa da loja de autopeças, e ainda me abraçava com aquele carinho que me conquistou anos atrás. Mas no sexo... Rafael era gentil demais. Ele me chupava com uma paciência que me levava ao céu, me fazia gozar com a língua como ninguém, mas faltava algo. Faltava força, tesão, aquela urgência que eu nem sabia que queria até sentir Felipe atrás de mim. Naquele momento, com o corpo dele colado no meu, eu soube o que era.

No dia seguinte, aconteceu de novo. O ônibus lotado, Felipe atrás de mim, o volume na calça dele roçando minha bunda. Dessa vez, eu empinei um pouco, só pra testar. Ele percebeu. Senti a respiração dele mais pesada no meu pescoço, e quando o ônibus freou, ele se apertou mais, quase me imprensando contra a janela. Minha buceta ficou encharcada, o calor escorrendo pelas coxas, e eu me odiei por isso. Mas também me quis. Quis mais. Quando desci na minha parada, ele me entregou um pedaço de papel amassado, com um número rabiscado em caneta esferográfica. “Me liga, gata,” murmurou, com uma voz rouca que fez meu corpo tremer. Ele sumiu na multidão, e eu guardei o papel no bolso, sabendo que não deveria, mas já pensando na terça-feira, quando Rafael estaria fora, jogando futebol com os amigos.

Era terça-feira, oito da noite, uma semana quente de outubro de 2015. Rafael tinha saído há meia hora, com a bolsa de futebol no ombro, me dando um beijo rápido na testa antes de fechar a porta. “Volto tarde, amor,” ele disse, como sempre. Eu esperei cinco minutos, o coração na boca, antes de pegar o celular, um Nokia velho que mal pegava sinal e discar o número do papel. Felipe atendeu no segundo toque. “Tô indo,” foi tudo que disse, e desligou. Minha mão tremia quando guardei o celular. Eu sabia o que estava fazendo, e sabia que era errado. Mas o tesão era maior que a culpa, maior que tudo.

Ele chegou em menos de vinte minutos, batendo na porta da nossa casa simples, com paredes descascadas e um ventilador de teto que rangia mais do que refrescava. Eu abri a porta, ainda de saia e blusa do trabalho, os cachos soltos caindo pelos ombros. Felipe não perdeu tempo com conversa. “Você quer isso, né?” perguntou, já tirando a camiseta. O peito dele era largo, peludo, com uma tatuagem tosca de um dragão no braço. Eu assenti, sem conseguir falar, e ele me puxou pela cintura, a boca na minha, um beijo bruto, com gosto de cerveja e urgência. Minha saia subiu, e ele rasgou minha calcinha com uma mão, como se fosse nada. Eu gemi, não de prazer, mas de choque. Rafael nunca faria isso. Rafael era delicado, cuidadoso. Felipe não.

Eu me ajoelhei no tapete da sala, o chão frio contra meus joelhos. A calça dele caiu, e o pau dele... Meu Deus. Era grande, muito maior que o de Rafael. Grosso, com veias marcadas, pulsando na minha frente como se tivesse vida própria. Eu segurei, sentindo o peso, a pele quente. Minha boca salivou, e eu chupei, primeiro devagar, lambendo a cabeça, sentindo o gosto salgado. Depois engoli o máximo que podia, a garganta apertando, os olhos marejando. Ele gemeu alto, segurando meus cachos, puxando com força. “Isso, porra, chupa,” ele grunhou, e eu obedeci, chupando com vontade, querendo me perder naquele momento. Minha buceta pingava, o tapete ficando úmido debaixo de mim. Ele empurrou minha cabeça, me fazendo engasgar, e eu amei. Amava a crueza, a falta de respeito, o jeito que ele me fazia sentir viva.

Ele me levantou, quase me arrastando pro quarto, e me jogou na cama onde dormia com Rafael. A culpa apertou meu peito, mas o tesão era mais forte. Ele tentou me chupar, ajoelhado entre minhas pernas, mas não era como Rafael. A língua dele era desajeitada, apressada, sem ritmo. Eu fingi gemer, mexendo os quadris pra ajudar, mas por dentro, sentia falta da habilidade do meu marido. Mas não era por isso que ele estava ali.

Ele subiu em cima de mim, o peso do corpo dele me esmagando contra o colchão. Minhas pernas se abriram, largas, desesperadas, e ele entrou em mim com uma estocada forte. Eu gritei. O pau dele era grande demais, esticava minha buceta, doía e era bom ao mesmo tempo. Ele metia forte, sem delicadeza, os quadris batendo nos meus com um som molhado que ecoava no quarto. Minha buceta estava encharcada, facilitando cada movimento, e eu gozei rápido, as unhas cravando nas costas dele, o corpo tremendo como se estivesse em choque. Ele não parou, continuou metendo, os olhos vidrados nos meus peitos, que balançavam a cada estocada. “Porra, que buceta gostosa,” ele rosnou, e eu gozei de novo, as pernas tremendo, a cabeça girando, o prazer me rasgando por dentro.

Ele me virou de quatro, sem aviso, e(empinei a bunda, sentindo o lençol roçar meu rosto. Ele agarrou meus quadris, as mãos grandes deixando marcas na minha pele, e meteu de novo, mais fundo, mais forte. O som dos nossos corpos ecoava, o calor dos nossos suores se misturando. Eu sentia cada centímetro dele, preenchendo, rasgando, me fazendo esquecer de tudo. “Goza, vai,” ele mandou, e eu obedeci, o orgasmo me arrancando um grito que os vizinhos provavelmente ouviram. Minha buceta apertava ele, pulsando, e eu desabei no colchão, ofegante.

Ele saiu de mim, me virou de novo, e gozou na minha cara. Jatos quentes escorreram pelo meu queixo, pelos meus lábios, pingando no lençol. Eu respirei pesado, o gosto salgado na boca, o corpo mole, satisfeito e destruído ao mesmo tempo. Felipe se levantou, limpou o pau na minha blusa que estava jogada no chão, e vestiu a calça. “Você é foda,” disse, com um sorriso torto, antes de sair pela porta dos fundos, como se nunca tivesse estado ali.

Eu fiquei lá, deitada, o corpo dolorido, o coração acelerado. A culpa veio como uma onda, mas o prazer ainda pulsava entre minhas pernas. Eu me arrastei pro banheiro, lavei o rosto, o corpo, tentando apagar as evidências. Troquei o lençol, passei um pano com álcool no tapete da sala, qualquer coisa pra esconder o que tinha feito. Quando Rafael chegou, por volta das onze, eu estava no sofá, de pijama, fingindo folhear uma revista Caras velha. Ele me deu um beijo na testa, cheirando a sabonete e suor, a bolsa de futebol jogada no canto. “Tô morto, amor. Como foi teu dia?” perguntou, com aquele sorriso cansado que eu amava.

“Normal,” menti, sorrindo de volta, enquanto o calor de Felipe ainda queimava dentro de mim.

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Comentários

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Mais uma puta vadia, diz que ama o marido, que ele chupa bem, que fode gostoso e que faz ela gozar, porém traiu, meteu uma galhada no marido na própriacama do casal, no seu leito conjugal, no cara que a ama muito e lhe trata bem, porque? Por ter índole de vadia sem escrúpulos.

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