Esse é o último conto referente a saída com Pedro pois ele teve que mudar.
Fazia tempo que não postava. Também preciso colocar quando comecei a sair com meu sobrinho também Após Pedro mudar. Caso tenham interesse em fotos dele mijando em mim e fotos minhas me chamem no e-mail: fernandaescritora1992@gmail.com
Segue o capítulo:
Depois daquele primeiro encontro no motel, Pedro não perdeu tempo. Ele transformou nós duas — a professora de 40 anos e a aluna de 20 — em suas putas exclusivas. E decidiu que, a partir dali, quase sempre seríamos usadas juntas.
Dia 1 – A Primeira Noite Juntas
Ainda no mesmo motel, depois do choque inicial, Pedro nos colocou de joelhos lado a lado.
— Beijem uma na outra primeiro. Quero ver língua.
Júlia e eu nos olhamos hesitantes. Nossos rostos estavam perto. Eu, loira madura, babada e destruída. Ela, morena jovem, ainda com resquícios de inocência. Pedro segurou nossas nucas e aproximou nossas bocas.
O beijo começou tímido. Depois virou molhado, línguas se enrolando, trocando a baba que ainda escorria da minha boca. Pedro batia o pau nos nossos rostos enquanto assistia.
— Isso… duas putas se beijando. Agora abram a boca.
Ele gozou forte, alternando jatos entre nossas bocas abertas. Porra grossa escorreu na língua de Júlia e na minha. Pedro segurou nossas cabeças juntas:
— Beijem agora. Passem minha porra uma pra outra.
Nós nos beijamos novamente, línguas meladas de porra, trocando o sêmen quente de boca em boca. Algum escorria pelo queixo, pingando nos nossos peitos. Eu engolia um pouco, Júlia também. O gosto salgado misturado com saliva era forte. Pedro gravava tudo, rindo.
— Boas meninas. Agora lambam o resto que caiu nos peitos uma da outra.
Terminamos a noite com ele fodendo minha garganta enquanto Júlia lambia minhas coxas, depois trocando: ele facefuckava Júlia enquanto eu lambia os seios dela.
Dia 2 – No Motel, com Mijo
No dia seguinte, marcamos novamente no mesmo motel depois da aula.
Pedro chegou animado. Colocou nós duas de quatro, lado a lado, bundas empinadas.
— Hoje vamos brincar com mijo.
Ele começou pelo facefuck em mim, bem bruto, fazendo eu babar muito. Depois tirou o pau e mijou direto na minha boca aberta. Eu engoli o que consegui, o resto escorreu pelo meu corpo.
— Júlia, vem cá. Lambe o mijo da professora.
Júlia hesitou só um segundo antes de obedecer. Sua língua quente lambeu meu queixo, meu pescoço, meus seios, limpando o mijo misturado com baba. Pedro então mijou na cara de Júlia. O jato quente acertou os olhos dela, encheu sua boca. Eu, obedecendo ao comando dele, me aproximei e beijei Júlia enquanto o mijo ainda escorria.
Nós nos beijamos molhadas de mijo, línguas trocando o líquido salgado, engolindo um pouco uma da outra. Pedro assistia, pau duro na mão.
— Olha só… professora e aluna se beijando com meu mijo na boca. Vocês são nojentas e eu adoro.
Depois ele nos fodeu alternadamente, sempre fazendo a que não estava sendo comida lamber a baba ou o mijo que escorria da outra.
Dia 3 – Facefuck Duplo e Beijo com Porra
No terceiro dia, Pedro quis algo mais intenso.
Ele nos colocou de joelhos, frente a frente, bocas quase coladas. Começou a facefuckar uma, depois a outra, alternando rápido. Quando tirava de uma, enfiava na outra. Baba de nós duas misturava e escorria.
— Beijem enquanto eu fodo.
Nossas bocas se encontravam entre uma estocada e outra, línguas se tocando enquanto ele metia na garganta de uma ou de outra. A baba ficava cada vez mais grossa, escorrendo pelos nossos queixos e pingando entre nós.
No final, ele gozou na boca de Júlia. Em vez de engolir, ele mandou:
— Não engula. Beije a professora e passe tudo pra ela.
Júlia e eu nos beijamos profundamente, trocando a porra quente de boca em boca. Eu engoli uma parte, ela engoliu outra. O beijo ficou longo, molhado, sujo. Pedro gravava de perto.
— Isso… passem meu leitinho uma pra outra como boas putinhas. Vocês duas são minhas agora. Não importa se uma é professora e a outra é aluna. As duas são só buracos pra eu usar.
Dia 4 – A Rotina se Estabelece
A partir do quarto dia, a rotina ficou clara:
• Depois da aula, nós três íamos separadamente para o motel.
• Eu e Júlia chegávamos primeiro, tirávamos a roupa e nos ajoelhávamos esperando.
• Pedro chegava e começava sempre com facefuck duplo: alternando bocas, fazendo nós duas babarmos muito.
• Ele mijava na cara de uma, depois na outra, e nos obrigava a lamber e beijar enquanto o mijo escorria.
• O final era quase sempre o mesmo: ele gozava na boca de uma de nós e mandava passarmos a porra no beijo, lambendo os restos que caíam nos peitos ou na barriga uma da outra.
• Às vezes ele fodia uma enquanto a outra lambia as bolas ou o cu dele, depois trocava.
Eu via Júlia se entregando cada vez mais. No começo ela ficava envergonhada, mas depois do segundo dia já gemia alto, já pedia pra ser usada. Eu, por minha vez, sentia uma mistura estranha de ciúme, excitação e alívio — não era mais só eu sendo a puta dele. Agora éramos duas.
Pedro adorava nos comparar enquanto nos usava:
— Olha a professora madura babando… e a novinha apertada engasgando. As duas são putas iguais. As duas traem o que pregam. Carla, conta pra Júlia o que você fala nas suas palestras de feminismo enquanto toma mijo na cara.
Eu obedecia, voz rouca:
— Eu falo que mulher merece respeito… enquanto engulo porra e mijo do meu aluno…
Júlia gemia ouvindo isso, e nós duas nos beijávamos novamente, bocas meladas de tudo que Pedro nos dava.
A humilhação compartilhada estava nos unindo de um jeito doentio e viciante.
Caso queiram fotos dele mijando em mim e fotos minha me chamem no e-mail