Dois dias depois.
Eu ainda estava obcecado com o cu da Neide. Depois daquela primeira vez dolorida no escritório, ela ficou mais receptiva. Hoje à tarde, por volta das 15h, ela apareceu no meu quarto já preparada.
Estava usando apenas uma camisola fina preta, sem calcinha. Na mão, carregava o tubo de lubrificante de 1 litro.
— Hoje eu quero tentar de novo… — disse ela, com a voz baixa e safada. — Mas você promete ir com calma?
Tranquei a porta. Tirei a roupa dela devagar, deixando ela completamente nua. Deitei Neide de lado na cama, levantei uma de suas pernas e comecei a passar lubrificante generosamente no cuzinho dela e no meu pau.
— Relaxa… — murmurei, pressionando a cabeça grossa contra o anel apertado.
Neide segurou o travesseiro com força.
— Vai devagar, Beto… por favor…
Forcei devagar. A cabeça entrou com mais facilidade que da outra vez. Neide soltou um gemido longo e sofrido:
— Aaaaiii… tá entrando… devagar… ai caralho, tá me abrindo…
Consegui colocar uns 10cm. Comecei a meter bem lento, um vai e vem curto, sentindo o cuzinho dela apertando meu pau como um punho quente. Neide gemia alto, misturando dor e prazer:
— Assim… assim… não força tudo… tá muito grosso… aaaahhh!
Eu segurava a bunda dela aberta, vendo meu pau desaparecer devagar naquele buraco virgem. A cada estocada um pouco mais fundo. Neide suava, tremia, mas empinava a bunda pedindo mais.
— Tá gostando, sua puta? Tá gostando de dar o cu pro genro?
— Tô… tô gostando… ai meu Deus… tá me viciando… mete mais devagar… aaaahhh!
Aumentei um pouco o ritmo. Neide gritava de prazer, a mão entre as pernas esfregando o clitóris enquanto eu fodia seu cu. Consegui enfiar quase todo o pau. O lubrificante fazia um barulho molhado obsceno.
Eu estava no paraíso… mas, pela primeira vez, uma sensação estranha começou a pesar no meu peito enquanto metia nela.
Enquanto Neide gemia alto, rebolando o cu no meu pau, minha mente viajou para o Maycon. Nas últimas semanas ele tinha mudado. Estava mais agressivo, mais obcecado. Ontem mesmo eu o peguei quase forçando a avó no banheiro do andar de baixo, mesmo sabendo que eu estava em casa. Ele não parava mais. Queria foder a Neide várias vezes por dia. Parecia um maníaco sexual.
“Porra… o que eu criei?”, pensei, enquanto socava o cu da sogra com mais força.
Neide gozou tremendo inteira, apertando meu pau dentro da bunda. Eu não aguentei e gozei forte dentro dela, enchendo aquele cu maduro de porra quente.
Caímos na cama, ofegantes. Neide virou o rosto, sorrindo satisfeita, o cuzinho piscando com meu gozo escorrendo.
— Daqui uns dias eu consigo tomar inteiro sem reclamar… — disse ela, orgulhosa.
Eu sorri fraco, mas por dentro uma inquietação começava a crescer.
Enquanto Neide foi tomar banho, fiquei deitado na cama olhando para o teto. O tesão ainda estava lá, mas agora vinha acompanhado de uma sensação ruim. Maycon estava perdendo o controle. Ele tratava a avó cada vez mais como um objeto sexual. E eu… eu tinha permitido que isso chegasse até aqui.
Pela primeira vez desde que tudo começou, uma pergunta martelava na minha cabeça:
Naquela tarde de quinta-feira, decidi tirar Maycon de casa. Falei que estava calor e que nós dois íamos tomar um sorvete na sorveteria boa do shopping. Ele estranhou, mas topou.
Durante o caminho no carro, fiquei em silêncio, dirigindo devagar. Olhava de canto de olho para ele. Aos 18 anos, Maycon estava cada dia mais alto e forte, mas tinha uma expressão diferente nos últimos dias — mais agressiva, mais inquieta. Parecia sempre com a cabeça longe.
Chegamos na sorveteria, pedimos (eu um de pistache, ele de chocolate belga com brownie) e sentamos numa mesinha mais afastada.
Fiquei mexendo na colher por um tempo antes de falar:
— Filho… tá tudo bem com você?
Maycon levantou a sobrancelha, surpreso.
— Tá sim, pai. Por quê?
Respirei fundo. Não queria enrolar.
— Tô te achando diferente ultimamente. Tá mais… obsessivo. Ontem eu vi você quase arrastando sua avó pro banheiro, mesmo sabendo que eu tava em casa. Você tá transando com ela todo dia, várias vezes. Isso não é normal, Maycon.
Ele deu um sorrisinho de canto de boca e continuou comendo o sorvete.
— A vovó tá cada dia mais gostosa, pai. Sério. O jeito que ela geme, que ela rebola… parece que quanto mais a gente fode ela, mais safada ela fica. Ontem ela mesma veio me acordar chupando meu pau. Você acha que eu vou recusar isso?
Senti um aperto no peito. Baixei a voz:
— Maycon… ela é sua avó. A gente criou uma situação perigosa pra caralho. Eu tô preocupado com você. Tá virando uma obsessão. Você mal sai do quarto, mal fala com seus amigos, só pensa em foder a Neide.
Ele ficou quieto por uns segundos, olhando para o sorvete. Depois levantou os olhos para mim:
— E você não tá obcecado também, pai? Para de fingir que só eu que tô nessa. Você adora foder ela. Principalmente o cu dela, né? Eu ouvi vocês ontem.
Fiquei sem resposta imediata. Ele continuou:
— Pra que eu vou querer namorada agora? Pra que me complicar com menina de 18 anos cheia de frescura, ciúme, drama… se eu tenho a vovó em casa? Ela é safada, obedece, chupa quando eu quero, dá a buceta e tá começando a dar o cu. E o melhor: ela gosta. Ela adora ser nossa puta.
Aquilo me acertou forte. Olhei para o meu filho e, pela primeira vez, vi claramente o quanto aquilo estava distorcendo ele.
— Maycon… escuta o que você tá falando. Você tá viciado. Isso não é saudável, filho. Um dia isso vai explodir na nossa cara. Sua mãe vai descobrir, ou sua avó vai se apaixonar de verdade e ficar louca, ou você vai se ferrar emocionalmente. Você precisa ter uma vida normal. Namorar, sair, viver coisas da sua idade.
Maycon ficou sério. Mexeu no sorvete por um tempo antes de responder, a voz mais baixa:
— Eu sei, pai… eu sei que isso não é normal. Às vezes eu penso nisso. Mas quando eu tô com ela… eu não consigo parar. É como se fosse uma droga. Eu penso nela o dia todo. Quero foder ela o tempo todo. Mesmo sabendo que é errado… eu não quero parar. Nunca.
Ele olhou pra mim com uma mistura de sinceridade e desespero:
— Eu posso até tentar arrumar uma namorada, se você quiser. Posso sair com alguma menina da escola… mas eu não vou parar de foder a vovó. Nem se eu tiver namorada. Ela é nossa, pai. A gente criou isso juntos. Agora não dá mais pra voltar atrás.
Fiquei em silêncio, sentindo um peso enorme no peito. Egoísmo, culpa, tesão, medo… tudo misturado.
— Eu também não quero parar — confessei baixinho. — Eu sei que é errado pra caralho, mas eu também tô viciado nela. Mas a gente precisa ter controle, Maycon. Se a gente não controlar isso, vai destruir nossa família. Sua mãe, você, eu, ela… todo mundo vai se foder.
Maycon assentiu devagar, mas eu vi nos olhos dele que as palavras entraram por um ouvido e saíram pelo outro.
— Tá bom, pai. Eu vou tentar arrumar uma menina pra sair. Mas em casa… continua igual. A vovó é nossa puta. E ela ama ser.
Terminamos o sorvete quase em silêncio. No caminho de volta para casa, eu dirigia sentindo um misto de alívio por ter conversado e um medo profundo do futuro.
Porque no fundo eu sabia: nem eu nem ele queríamos realmente parar.
E Neide… ela estava cada dia mais entregue ao papel que criamos para ela.
Chegamos em casa por volta das 18h20. Assim que abri a porta, senti o cheiro doce de perfume no ar. As luzes da sala estavam apagadas, apenas uma iluminação indireta vinda do corredor.
Neide estava nos esperando.
Ela estava no meio da sala, usando um conjunto extremamente provocante: um espartilho preto que apertava a cintura e empinava ainda mais os seios enormes, uma calcinha fio dental minúscula e meias 7/8 pretas. O cabelo vermelho solto e ondulado, boca vermelha, e um olhar que misturava desejo e nervosismo.
— Vocês demoraram… — disse ela com voz manhosa. — Eu fiquei o dia todo pensando em vocês dois. Tomei banho, me arrumei… e decidi que hoje eu quero dar um presente pra vocês.
Ela se aproximou devagar, rebolando. Parou entre nós dois, colocou uma mão no meu peito e a outra na virilha do Maycon.
— Quero os dois ao mesmo tempo… dentro de mim. Quero sentir meus dois machos me enchendo juntos pela primeira vez.
Meu pau endureceu imediatamente. Toda a preocupação da conversa no sorvete evaporou no mesmo instante. Só existia tesão puro.
Maycon sorriu como um lobo:
— Porra, vó… você tá falando sério?
— Tô. Hoje eu quero ser bem safada.
Subimos para o quarto principal. Neide tirou o espartilho devagar, revelando os seios grandes e firmes. Ficou apenas com a calcinha e as meias. Deitou na cama de quatro, empinando aquela bunda grossa.
— Vem… me preparem primeiro.
Eu e Maycon não pensamos em mais nada. Tirei a roupa rapidamente. Maycon fez o mesmo. Começamos a comer ela juntos. Eu meti na buceta dela por trás enquanto Maycon enfiava o pau na boca da avó. Neide gemia alto, babando no pau do neto.
Depois de deixar ela bem molhada, deitamos Neide de lado. Eu me posicionei na frente e enfiei na buceta dela bem fundo. Maycon ficou atrás, passou bastante lubrificante no cuzinho já um pouco mais acostumado e começou a forçar.
— Aaaaiii… devagar… — gemeu Neide quando o pau do neto começou a entrar no cu.
Foi lento e apertado. Eu sentia o pau do Maycon entrando pelo outro buraco, a parede fina separando nós dois. Neide tremia inteira, cravando as unhas no meu ombro.
— Meu Deus… os dois… tá me abrindo toda… aaaahhh!
Quando Maycon conseguiu colocar metade do pau no cu dela, começamos a meter juntos. No começo era lento e coordenado. Neide gemia descontrolada, quase em prantos de prazer:
— Tá muito cheio… tô sentindo os dois paus… ai caralho… me fodam… me usem!
Aumentamos o ritmo. Eu socava a buceta com força enquanto Maycon metia no cu. Neide gritava de prazer, o corpo suado tremendo entre nós dois.
— Mais forte! Me fode mais forte! — implorava ela, completamente perdida no tesão.
Troquei de posição com Maycon. Agora eu estava no cuzinho dela, que ainda estava bem apertado. Forcei mais fundo que antes, enquanto Maycon metia na buceta encharcada. Neide estava em êxtase, gritando:
— Isso! Me arromba! Os dois buracos! Sou a puta de vocês… aaaahhh!
O quarto cheirava a sexo, suor e lubrificante. O barulho molhado dos três corpos era obsceno. Neide gozou duas vezes seguidas, tremendo violentamente, apertando nossos paus ao mesmo tempo.
No final, Maycon não aguentou e gozou primeiro, enchendo o cu dela. Eu continuei metendo mais algumas vezes na buceta e também gozei forte, enchendo ela por completo.
Neide ficou deitada entre nós dois, ofegante, com porra escorrendo da buceta e do cu. Estava destruída, mas com um sorriso satisfeito no rosto.
— Vocês me mataram hoje… — murmurou, beijando meu peito e depois o de Maycon. — Vou me limpar.
Ela levantou com dificuldade, pernas tremendo, e foi para o banheiro.
Assim que a porta do banheiro fechou, Maycon virou o rosto pra mim. O olhar dele estava sério, diferente do tesão de minutos atrás.
— Tem como parar uma coisa dessas, pai? — perguntou baixinho.
Eu fiquei olhando para o teto, o coração ainda acelerado da foda, mas a consciência voltando devagar como uma onda fria.
— …Eu não sei, filho — respondi sincero. — Honestamente… eu não sei mais.
Ficamos os dois em silêncio, ouvindo o barulho do chuveiro.
Pela primeira vez, o peso do que estávamos fazendo parecia maior que o prazer.