Esse tempinho feio só me dá mais saudade do verão. Então hoje decidi aproveitar essa saudade para contar uma aventura que tive com um novinho no inicio do ano.
Depois de uma bela venda que me rendeu uma comissão maravilhosa, resolvi tirar minhas férias em um hotel na praia. Sim, eu moro na praia e tiro férias na praia. Mas poxa, são praias diferentes, vai! Eu amo o sol, o calor e ficar de biquíni pegando um bronze, e mudar de ares faz super bem para os negócios e para a mente. Enfim, o novinho que eu peguei era um funcionário do hotel bem novinho mesmo, primeiro emprego.
Devia ter uns 18 ou 19 anos, aquele corpinho magro mas já definido pelo trabalho no sol, um sorriso tímido de quem ainda estava descobrindo o mundo e um uniforme de sarja leve que parecia implorar para ser tirado. Ele trabalhava no serviço de praia e piscina do hotel, ajeitando as espreguiçadeiras e trazendo os coquetéis para os hóspedes.
No meu primeiro dia, montei o meu QG na melhor espreguiçadeira, de frente para o mar. Botei meu biquíni cortininha fio-dental, porque a coroa aqui rala muito na academia para deixar o resultado escondido, óculos escuros e comecei a passar o bronzeador, fazendo questão de espalhar bem devagar pelas coxas e pelo bumbum. Quando olhei de lado pelo canto dos óculos, lá estava ele. O garoto travou com a bandeja na mão, as bochechas ficando vermelhas num contraste lindo com o bronzeado do sol.
Ali eu vi que o "investimento" das férias ia ser alto padrão.
Chamei ele com um aceno de mão e pedi uma água de coco. Quando ele me entregou, propositalmente passei a ponta dos meus dedos na mão dele. O coitado quase derrubou o canudo, gaguejando um "Pois não, senhora... digo, moça".
Dei aquele meu sorrisinho de lado e respondi bem baixinho para ele me chamar pelo nome e ainda completei: “E se você continuar cuidando tão bem de mim assim, vou ter que dar uma avaliação excelente para o seu gerente."
Nos dia seguinte, toda hora ele dava um jeito de passar perto da minha espreguiçadeira para ver se eu precisava de alguma coisa. E eu sempre precisava: era um ajuste no guarda-sol, era mais um drink, ou uma dica de lugar para ver o pôr do sol.
Até que, na penúltima noite, a oportunidade perfeita bateu à porta, literalmente. O hotel fez um luau na praia, mas o tempo virou um pouco e começou a chuviscar, esvaziando a área externa. Eu já tinha subido para a minha suíte com vista para o mar. Estava vestindo apenas um robe de seda preta curtinho, curtindo a brisa da varanda, quando ouvi uma batida suave na porta.
Era ele segurando um balde de gelo e uma garrafa de espumante que eu nem tinha pedido. Ele estava meio molhado da chuva fina, o cabelo preto bagunçado e os olhos castanhos fixos nos meus, cheios de uma coragem que ele claramente precisou juntar o dia todo para ter.
“Desculpa incomodar, mas... o serviço de quarto mandou entregar isso como cortesia. E... eu queria saber se está tudo bem com a sua estadia.” Ele disse com a voz um tom mais grave do que o normal e o peito subindo e descendo rápido de nervosismo.
Olhei para ele, olhei para o espumante e dei um passo para trás, deixando a porta totalmente aberta.
"Está quase perfeita. Só falta uma companhia para me ajudar com essa garrafa. Entra."
O garoto engoliu em seco e deu o passo para dentro, fechando a porta atrás de si. Ali, o profissionalismo do hotel ficou do lado de fora.
Deixei o balde em cima da mesa e me aproximei dele devagar. Ele parecia uma estátua, fascinado com a visão. Com as pontas dos dedos, comecei a desabotoar a camisa do uniforme dele, sentindo o calor que emanava daquele peito jovem. "Você trabalha demais, sabia? Acho que agora é a minha vez de fazer você relaxar..." Sussurrei encostando meu corpo no dele.
Aquilo foi o gatilho. A timidez do menino sumiu e deu lugar a uma urgência deliciosa. Ele largou a postura certinha, me segurou pela cintura com as duas mãos firmes e que pegada, meus amores! Me puxou contra o corpo dele, atacando a minha boca com uma fome que só um novinho transbordando energia tem. O beijo dele era quente, misturando a inocência do início com uma vontade absurda de assumir o controle.
Ele me empurrou devagar até a cama king size, o robe de seda já deslizando pelos meus ombros. Quando caímos nos lençóis do hotel, eu soube que aa viagem seria memorável. Ele subiu por cima de mim, admirando cada curva do meu corpo com os olhos brilhando. Ele beijava o meu pescoço, descendo pelos meus seios, me fazendo arquear as costas e cravar as unhas nos ombros definidos dele.
"Meu Deus, você é gostosa demais, to desde ontem sonhando com isso no trabalho" Ele confessou.
Antes de deixar o menino tomar conta de vez, decidi que a patroa aqui também precisava dar as boas-vindas oficiais. Empurrei ele de leve pelos ombros, fazendo ele sentar na beirada da cama, e me ajoelhei entre as pernas dele. Olhei bem no fundo dos olhos dele e segurei aquele pau que já estava duro e latejando, completamente pronto para o serviço. Comecei a chupar com calma, envolvendo toda a extensão com a boca, subindo e descendo devagar para ver o garoto perder o controle. Ele jogou a cabeça para trás, cravando os dedos nos meus cabelos e soltando uns gemidos baixinhos, completamente entregue ao meu ritmo. Ele estava viciado no meu toque, e eu adorei ver aquele garotão derreter nas minhas mãos.
Quando vi que ele estava quase no limite, parei e dei um sorrisinho de lado. Dei um pulo até a minha mala, que estava aberta ali perto, e tirei uma camisinha da necessaire. Voltei para a cama, rasguei a embalagem com os dentes e coloquei nele, deixando tudo bem seguro.
Aí sim, sem mais cerimônias, deitei de costas na cama e puxei minhas pernas lá para cima, dobrando os joelhos bem perto do meu peito, na famosa posição do “frango assado”. Essa posição deixa tudo completamente exposto e ainda mais apertado, ideal para quem quer intensidade. O novinho arregalou os olhos, fascinado com a visão.
Ele se encaixou ali por cima, segurou firme nas minhas coxas abertas e, quando veio com tudo, deu a primeira estocada, funda e certeira. Eu soltei um gemido alto que ecoou pelo quarto. A penetração nessa posição foi profunda demais, me preenchendo por inteira. O ritmo do menino era puro fôlego, uma disposição incansável que não me deixava respirar. Ele acelerava, suando, me empurrando contra o colchão e me dando exatamente a intensidade que eu queria.
"Isso... vai... fode essa coroa, vai!" Eu gemia sem nenhum filtro, completamente entregue ao prazer daquele momento. Cada palavra minha parecia dar mais força para o garoto, que afundava com vontade a cada impulso, fazendo a cabeceira da cama bater com força contra a parede. Ele olhava para baixo, vendo o encaixe perfeito dos nossos corpos, o que só deixava o tesão dele mais descontrolado.
O clímax veio como uma onda gigante. Senti o corpo dele tensionar completamente, as mãos apertando as minhas coxas com força. Com os últimos impulsos vigorosos e profundos, ele soltou um gemido grave e gozou tudo na camisinha ali, tremendo inteiro em cima de mim, enquanto eu gozava junto, sentindo aquela descarga deliciosa de adrenalina e prazer me deixar completamente anestesiada.
Ficamos ali deitados por um bom tempo, abraçados na penumbra do quarto, ouvindo o som da chuva lá fora e recuperando o fôlego. Ele estava com um sorriso de orelha a orelha, olhando para mim como se tivesse acabado de ganhar o maior prêmio do hotel. Antes de ele ter que descer para não dar na cara, dei um selinho demorado na boca dele e pisquei o olho. "Nota dez no atendimento ao cliente."
Mas uma loucura maior aconteceu no dia seguinte. Ele já estava completamente solto comigo, perdeu toda aquela timidez. No meio da tarde, ele passou por mim fingindo que estava recolhendo um copo e sussurrou: "Me encontra na rouparia do bloco C em dez minutos. Não tem câmera no corredor de serviço."
Aquilo atiçou totalmente a minha safadeza. Esperei o tempo certo, caminhei fingindo olhar a arquitetura do hotel e deslizei para a área restrita dos funcionários. O corredor era silencioso, com aquele cheiro de amaciante e lençol limpo. Quando abri a porta da rouparia, o novinho me puxou para dentro para um quarto escuro, iluminado apenas pela fresta da porta, cercado por pilhas e pilhas de toalhas brancas e fofas.
"Você enlouqueceu? Se te pegam aqui, você perde o emprego." Eu tava louca com aquilo, mas tentei me fazer um pouco.
"Vale o risco. Eu não consigo passar o dia vendo você de biquíni sem poder te tocar" Ele respondeu com a voz cheia de desejo.
Ele me pegou pela cintura, me suspendeu com facilidade e me sentou em cima de uma bancada alta onde ficavam as pilhas de lençóis. Ele abaixou o meu shorts jeans e jogou no chão e arrastou o biquíni para o lado. O moleque meteu com tudo, me enforcando de leve com uma das mãos enquanto me comia ali mesmo, no meio do quartinho de serviço do hotel.
Admito que eu não esperava tal encontro, então não tinha levado camisinha para a piscina. Ah, mas sinceramente não me arrependo de ter dado no pelo para ele, ainda mais hoje em dia sabendo que não teve nenhum tipo de surpresa.
O contraste do ambiente proibido com o vigor dele era uma loucura. A cada botada dele, as prateleiras de ferro davam uma leve tremida, e eu tinha que morder o ombro dele para os meus gemidos não ecoarem pelo corredor dos funcionários. Ele me pegou em posições que eu nem sabia que minha coluna aguentava, mostrando que o novinho tinha aprendido direitinho como agradar a cliente VIP aqui. Ele gozou tudo dentro de em mim ali mesmo, me deixando completamente de perna bamba.
Nos ajeitamos correndo, ele me deu um beijo com gosto de pecado e eu saí de fininho, voltando para o meu quarto com aquela cara de santa que acabou de cometer o melhor crime das férias. Que viagem, meus amores.
Só que esse não foi a única rapidinha pelo hotel que fizemos. Eu confesso que sou uma mulher que gosta do perigo, mas ali o meu coração quase saiu pela boca.
O sol já estava daquele jeito, bem baixo, deixando o céu com um tom alaranjado lindo. O movimento na piscina do hotel já tinha caído bastante, a maioria das pessoas tinha subido para tomar banho e se arrumar para o jantar. Eu estava lá, esticada na minha espreguiçadeira, fingindo ler um livro, mas na verdade estava só de olho no meu novinho.
Ele estava recolhendo as últimas toalhas usadas, aquele corpo jovem se movimentando, o short de sarja do uniforme marcando bem a bundinha dele quando ele se abaixava... Uma delícia.
Em um determinado momento, ele passou perto da minha cadeira, fingindo que ia pegar um copo vazio na mesinha do lado. Ele olhou bem no fundo dos meus olhos, deu aquela lambidinha de leve nos lábios e fez um sinal quase imperceptível com a cabeça na direção do corredor dos banheiros do deck. Depois, caminhou até lá segurando o cesto de toalhas e entrou.
Eu esperei dois minutos para não dar na cara. Levantei, dei aquela ajeitada no meu biquíni que já estava clamando para ser tirado e caminhei com toda a pose de patroa em direção aos banheiros.
O corredor estava silencioso, só com o som abafado da música ambiente do hotel e do vento nas palmeiras. A porta do banheiro PCD, abriu uma fresta. Uma mão firme me puxou para dentro pelo pulso e a porta foi trancada num estalo seco.
O espaço era enorme, super limpo e com aquele espelho gigantesco que ia de uma ponta a outra acima da bancada. Ele me colou de costas contra a porta.
"Você é muito corajoso para um funcionário em primeiro emprego, sabia?" Sussurrei, provocando, com as mãos já espalmadas no peito dele.
"Você me deixa louco. Eu passei a tarde inteira olhando para essa sua bunda nesse biquíni e quase errei os pedidos dos hóspedes" Ele falou com a voz bem mansa e grave. A timidez sumia completamente quando o tesão falava mais alto.
Ele não perdeu tempo com preliminares longas. O Gabriel me deu um beijo cinematográfico, daqueles de tirar o fôlego, e logo em seguida me virou de frente para a pia.
"Quero ver a sua cara no espelho enquanto eu te fodo!" Ele sussurrou no meu ouvido, me arrepiando inteira.
Apoiei as duas mãos firmes na bancada de mármore frio, empinando bem o bumbum na direção dele. No espelho enorme bem na nossa frente, eu conseguia ver tudo: o contraste da minha pele bronzeada com o uniforme dele, a minha saída de praia jogada para cima e o rosto dele, transformado pelo desejo.
Ele veio por trás, puxou a lateral da minha calcinha de biquíni para o lado, deixando o caminho completamente livre, e abriu o zíper do seu short.
Ok, dessa vez eu tinha deixado uma camisinha na minha bolsa, mas digamos que eu “esqueci” a bolsa do lado da espreguiçadeira.
Enquanto a gente se posicionava ali, ouvi o barulho da porta principal do corredor abrindo e passos de salto alto entrando no banheiro feminino ao lado. A parede era grossa, mas dava para ouvir o som da descarga e da torneira. Aquilo foi o estopim para a nossa safadeza. O risco de ser pega me deixou completamente molhada na hora.
Ele percebeu a minha reação olhando fixamente para os meus olhos através do reflexo do espelho. Ele deu um sorriso malicioso e segurando firme nos meus quadris, ele entrou. Foi uma estocada funda, de uma vez só, que me fez soltar um gemido alto. Ele cobriu a minha boca com uma das mãos na mesma hora, me mantendo prensada contra a pia, enquanto nossos olhares continuavam travados no espelho.
"Shh... quietinha, senão o hotel inteiro vai ouvir o que eu estou fazendo com você" Ele sussurrou no meu ouvido, dando aquela risadinha cafajeste que eu amo.
O ritmo dele ali foi um absurdo. Como a gente tinha pouco tempo e muito risco, ele veio com uma força e uma velocidade surreais por trás.
A cada metida bruta que ele dava, eu via no espelho o impacto do corpo dele contra o meu, a minha bunda balançando e as minhas unhas arranhando o mármore para segurar o tranco. Ver a cena em tempo real, os olhos dele semicerrados de prazer focados na minha expressão de puro deleite, levou o meu tesão para o espaço. O moleque tinha uma disposição que parecia que ia me partir ao meio, me dominando de um jeito que me deixava completamente rendida.
O barulho das pessoas andando no corredor lá fora continuava, e a gente ali, se assistindo no proibido, se deliciando com o perigo. Sentir o novinho me comendo daquele jeito, num banheiro, sabendo que qualquer um podia bater na porta, era uma loucura deliciosa.
Não demorou muito para o orgasmo chegar para os dois. O ritmo dele ficou ainda mais frenético. No reflexo, vi o corpo dele tensionar inteiro, os músculos dos braços definidos saltando enquanto ele me puxava com ainda mais força contra ele. Eu senti a minha musculatura contrair inteira, um orgasmo forte vindo com tudo da cabeça aos pés. Ele deu as últimas estocadas bem profundas, segurando a minha cintura com tanta força que os dedos dele afundaram na minha pele, e gozou tudo ali, de novo dentro de mim, dando um gemido abafado contra o meu pescoço, enquanto eu assistia de camarote no espelho a nossa entrega total.
Ficamos alguns segundos estáticos, colados, sentindo o coração um do outro batendo a mil por hora.
"Você ainda vai me matar do coração, menino." Cochichei, me virando para dar um selinho nele enquanto ele se afastava devagar.
Ele deu um sorriso de orelha a orelha, se ajeitou no uniforme correndo e deu uma olhada no espelho para ver se o cabelo estava no lugar eu ajeitei o meu biquíni. Ele abriu a porta com cuidado, olhou o corredor e me deu sinal verde. Saí de lá com as pernas até bambas, segurando o riso como se tivesse apenas ido retocar o protetor solar.
E para fechar as férias com chave de ouro, meus amores, a nossa última noite foi digna de um Grand Finale. Eu já estava com aquele aperto no coração de ter que ir embora, mas decidida a extrair até a última gota de energia e de outra coisa daquele novinho.
Na nossa última noite juntos, ele já sabia o caminho da minha suíte de olhos fechados. Bateu na porta de madrugada, já sem o uniforme, vestindo apenas uma bermuda e uma camiseta largada, exalando aquele cheiro gostoso de banho tomado.
Não teve conversa longa, não teve enrolação. O clima já era de despedida e de puro desejo acumulado, aquela urgência de quem sabe que o relógio está correndo contra a gente. O garoto nem esperou a porta fechar direito por trás dele. Ele me pegou no colo assim que entrou, segurando firme as minhas coxas, e me jogou na cama com uma gana que me fez perder o fôlego.
Nós fodemos como se o mundo fosse acabar às seis da manhã. O quarto estava na penumbra, iluminado apenas pela luz da lua que vinha da varanda, com a cortina aberta mostrando o mar escuro e agitado lá fora. O som das ondas quebrando na areia era a trilha sonora perfeita para a nossa loucura.
O novinho me comendo ali, naquele cenário, foi de uma intensidade absurda. Ele estava sem camisa, e a textura da pele jovem, quente e levemente suada dele contra a minha me dava arrepios.
Ele começou me devorando por inteira. Desceu beijando meu pescoço, mordiscando os meus seios e foi descendo pela minha barriga até chegar onde o fogo estava concentrado.
O moleque deu a vida ali. Me chupou inteira, com uma vontade e uma propriedade que me faziam agarrar os lençóis com força, arqueando as costas e gemendo sem nenhum pudor. Ele sabia exatamente o que estava fazendo, alternando entre movimentos lentos que me deixou completamente nas nuvens, me levando ao primeiro orgasmo da noite antes mesmo dele entrar.
Só o novinho queria mais, muito mais. Ele me pegou de lado, com uma das minhas pernas suspensa no ar, me moldando ao corpo dele de um jeito tão encaixado que eu sentia cada centímetro daquela pica jovem me preenchendo. Mas o auge daquela madrugada foi quando ele me colocou de quatro na cama, os novinhos adoram essa. Ele me segurou firme pelo quadril e desferiu uma sequência de estocadas brutas, ritmadas, implacáveis. A cabeceira da cama batia contra a parede no ritmo da nossa safadeza, e eu já não conseguia articular uma palavra, só soltava gemidos manhosos e pedia para ele não parar.
Ah, foi de novo sem camisinha. Não me julguem, por favor, eu realmente me cuido, esse garoto foi uma das exceções.
O menino usou e abusou de todo o fôlego da juventude para cravar na minha memória o que era um atendimento de alto padrão. Ele não cansava, parecia que a cada orgasmo meu, a energia dele se renovava. Foram horas de uma entrega total, onde a coroa aqui se rendeu completamente ao vigor daquele garoto.
Ao final, nós dois desabamos na cama. Lembro de dormir exausta, com as pernas bambas e o corpo todo dolorido de tanto prazer, mas com uma sensação de satisfação indescritível, totalmente abraçada naquele peitoral firme, quente e acolhedor. Foi o fechamento perfeito para aquela viagem.
O sol amanheceu estalando de forte, como se estivesse zombando da minha partida. Acordei, arrumei as minhas malas e dei aquela última olhada no espelho: a pele estava radiante, o bronzeado impecável, e eu tinha aquele sorrisinho de canto de boca de quem sabe que aproveitou cada segundo da viagem.
Gente, esse relato ficou maior do eu eu pensei e olha que resumi bastante coisa do que aconteceu. Enfim, espero que gostem.
