Minha primeira vez: com o meu cunhado
Olá, pessoal. Me chamo Renato, tenho 54 anos, sou casado há 30 anos com a Márcia. Tínhamos uma vida tranquila, rotina normal, nada fora do comum. Mas tudo mudou com a chegada do irmão dela, o Lucas, que veio morar conosco há oito meses. Ele tem 28 anos, e o que começou como uma ajuda, virou a minha primeira vez com um homem, algo que eu nunca imaginei viver.
Lucas veio de outra cidade, precisava de lugar para ficar enquanto arrumava emprego e se estabelecia. Desde o primeiro dia, ele se encaixou bem. Era calado, educado, sempre disposto a ajudar nas tarefas de casa. Tinha corpo forte, pele morena, cabelo curto e porte atlético. Dormia no quarto de hóspedes, ao lado do meu. Nós três convivíamos bem, a minha mulher gostava de tê-lo por perto, e eu via ele só como parente, alguém da família.
Com o passar do tempo, comecei a notar coisas diferentes. Ele passava mais tempo perto de mim. Quando eu estava na sala, ele sentava junto. Quando eu fazia alguma coisa em casa, ele se oferecia para ajudar. O contato ficou mais frequente: um toque no braço ao passar, um abraço mais demorado ao chegar ou sair, ficar parado muito perto enquanto conversávamos. Eu não entendia o que era, só sentia um calor no corpo e um nervosismo que não passava. Nunca tinha olhado para outro homem, sempre fui casado, sempre gostei de mulher. Mas com ele, os pensamentos mudaram sem eu perceber.
Até que um dia, a Márcia viajou para visitar uma tia, ficaria dois dias fora. Ficamos só nós dois em casa. O clima já estava estranho desde a manhã. Ele me olhava diferente, parava de fazer o que estava fazendo quando eu passava, ficava me observando. À noite, depois de jantarmos, nos sentamos na sala. A televisão estava ligada, mas ninguém prestava atenção. Ele se aproximou de mim, ficou de frente, muito perto.
— Renato, tem coisa que eu guardo há tempo — ele disse, voz baixa e firme. — Não aguento mais esconder. Eu gosto de você. Não como cunhado. Gosto de homem, e esse homem é você. Sempre foi. Desde que cheguei, tudo o que eu quero é estar com você, tocar você, ser seu. Eu nunca estive com ninguém, e só quero ser seu.
Eu fiquei sem reação. Antes que eu falasse algo, ele segurou o meu rosto e me beijou. Foi um beijo com desejo, com língua, com vontade. E eu correspondi. Não pensei, não parei. O meu corpo reagiu na hora. Meu pau endureceu. Eu segurei ele pela cintura, puxei ele para mim. Naquele momento, não existiam regras, não existia família, não existia nada além de nós dois. Era a primeira vez que eu sentia isso com um cara, e tudo parecia certo.
— Eu também, Lucas... eu também — foi tudo o que eu disse. — Achava que era coisa da minha cabeça, que eu estava errado de pensar essas coisas.
— Não é erro. É o que a gente quer — ele respondeu, e sorriu.
Fomos para o quarto dele. Ninguém falou da minha mulher, da irmã dele, do que poderia dar errado. Lá dentro, era só desejo. Ele começou a tirar a minha roupa, peça por peça. Beijou o meu peito, a minha barriga, desceu pela minha cintura. Eu tirei a roupa dele. Quando vi ele nu, corpo forte, pele macia, pau duro e grande, eu senti uma coisa que nunca tinha sentido. Peguei ele na mão, e ele gemeu baixo, envergonhado e cheio de vontade.
— Me usa. Faz o que quiser comigo — ele pediu, deitou na cama e abriu as pernas. — Eu sou todo seu, quero que você faça tudo comigo. É a minha primeira vez também, e eu quero ser seu.
Beijei todo o corpo dele. Desci a boca até o pau dele, enfiei tudo dentro. Ele arqueou as costas, agarrou o lençol e gritou o meu nome. Chupava devagar, sentindo o gosto, ouvindo os gemidos. Ele segurava a minha cabeça, empurrava devagar, encaixando tudo. Depois eu parei, e ele me olhou nos olhos, com o rosto corado.
— Agora quero você dentro de mim. Quero sentir o seu pau me enchendo todo. É o que eu mais quero.
Peguei óleo, passei bastante no meu pau e na entrada dele, que estava fechada, apertada, virgem. Ele virou de quatro, levantou o bumbum, abriu com as mãos, me mostrou tudo, todo aberto, pronto para me receber.
— Vai devagar. Abre tudo com calma — ele disse, respiração pesada, rosto afundado no travesseiro.
Encostei a cabeça do meu pau na entrada dele, empurrei devagar. Senti a carne apertada, quente, abrindo pouco a pouco para me deixar entrar. Ele gemeu forte, misturou dor e prazer, apertou os lençóis com força. Fui entrando centímetro por centímetro, até sentir a minha bacia bater na bacia dele, tudo encaixado, tudo meu. Fiquei parado um pouco, deixando ele se acostumar com o meu tamanho, com o meu peso dentro dele. Ele respirava fundo, rebolava devagar para trás, pedindo mais.
— Agora mete. Fode tudo, me usa como quiser — ele gritou, virando o rosto para me olhar, os olhos cheios de lágrimas de emoção e prazer.
Comecei a mexer. Saía tudo, entrava tudo, forte e devagar. O barulho dos corpos batendo enchia o quarto. Ele rebolava, apertava os lençóis, chamava por mim. Eu segurava a cintura dele, apertava, marcava. Cada movimento era mais forte, mais fundo. Era a minha primeira vez com um cara, e era bom, muito bom, coisa que eu não imaginava existir.
Virei ele de frente, encaixei as pernas dele na minha cintura. Continuei metendo, olhando no rosto dele. Ele me beijava, me arranhava, me abraçava. O suor escorria nos dois corpos. O cheiro de sexo tomava conta de tudo. Ele era todo meu, todo entregue, passivo, deixando eu fazer tudo o que eu quisesse.
— Enche tudo. Quero sua porra toda dentro — ele pedia.
Aumentei o ritmo. Metia sem parar. Ele gozou primeiro, muito, jatos que saíam do pau dele, espalhou nos nossos corpos. Gritou alto, corpo todo tremendo, apertou o meu pau com força dentro dele. Não parei, continuei até chegar ao meu limite. Empurrei tudo com força, bem no fundo, e gozei muito, tudo dentro dele, escorreu para fora, molhou tudo.
Caímos abraçados, ofegantes. Ele deitou a cabeça no meu peito. Ficamos em silêncio.
— Agora sim — ele disse baixo. — Agora somos um só.
No dia seguinte, acordamos juntos. Nos beijamos de novo. Nós sabíamos que ninguém poderia saber. Teríamos que continuar a vida normal, como se nada tivesse acontecido. Mas também sabíamos que não iríamos parar.
Hoje, Lucas ainda mora conosco. A minha mulher acha que somos amigos, que nos damos bem. Nunca desconfiou de nada. Nós aproveitamos cada momento que temos sozinhos. Toda vez que podemos, repetimos tudo, cada vez com mais vontade.
Eu nunca pensei que poderia gostar de homem, nunca imaginei que iria me envolver com parente. Mas com ele, tudo faz sentido. Ele é o meu primeiro, e agora, o meu único amor. O que parecia errado, proibido, é hoje a coisa mais certa da minha vida.
