Há um ano, eu estava passando 15 dias em uma cidade turística no Nordeste com um "namorado". A cidade era linda, mas eu, com meus 22 anos, 1,54m de pura provocação e aquele corpo que eu esculpi durante 7 anos de academia, era a verdadeira atração turística. Seios fartos que saltam de qualquer roupa, cintura fininha e aquela bunda gigante que não cabe em calcinha nenhuma... eu sabia o impacto que causava.
Certo dia, por volta das 18h, saí sozinha para ir ao mercadinho comprar batatas e refri para a gente assistir Netflix. Enquanto eu esperava o sinal abrir na faixa de pedestres, um carrão preto, luxuoso, parou bem na minha frente. O vidro baixou e deu as caras um negão imenso, com um olhar que me atravessou.
— Quanto é que você cobra? — ele perguntou, direto e reto.
Eu travei. Fingi aquela cena de "moça de família", toda sem graça e com vergonha:
— Eu não faço essas coisas! — respondi, mas por dentro, meu coração disparou. A verdade é que eu amo rola de paixão, amo o proibido, e aquele homem exalava um poder que me deixou zonza.
Ele pediu desculpas, meio sem jeito, e me entregou um papelzinho:
— Se por acaso quiser dar uma volta, é só me chamar.
Segui pro mercado, mas quando puxei o papel do bolso... caralho! Era o contato dele com 500 reais enrolados em notas de 100 e 50. Dinheiro grátis! Sem fazer nada! Eu ri sozinha pensando: "Puxa, que bom que me confundiram com uma profissional, tomara que aconteça mais vezes!".
Dois dias depois, tive uma briguinha boba com meu namorado. Ele saiu de casa, e eu fiquei ali, no banho, sentindo a água escorrer pelos meus seios e coxas grossas, lembrando daquele negão. O tesão bateu forte. Mandei a mensagem: "A proposta ainda está de pé?". Ele respondeu na hora. Como um lobo desperdiçaria uma cordeirinha loira, de olhos azuis e bunda GG?
Ele me levou para um motel luxuoso e me deu uma lingerie vermelha, transparente, que não escondia absolutamente nada da minha marquinha em dia. Enquanto ele ficava deitado na cama, sem camisa, só de bermuda jeans, eu comecei a dançar no pole dance. Eu via o olhar dele hipnotizado na minha raba rebolando, e o volume na calça dele estava gritando. Ele estava no comando, e eu amava ser dominada por aquele poder.
Fui até ele, beijando-o com fome, descendo a língua pelo peitoral largo até chegar na bermuda. Quando eu abaixei a peça, o vagabundo estava sem cueca, e a rola saltou para fora. MEU DEUS! Aquilo era impossível! Uma rola preta, imensa, grossa, veiada... um verdadeiro monstro. Tentei chupar, mas a cabeça nem cabia direito na minha boca. Eu lambia aquele pau e as bolas como se minha vida dependesse disso.
Ele me deitou com delicadeza e começou a me devorar. Ele chupou cada centímetro do meu corpo: minha língua, meus peitos, meu cuzinho e minha bucetinha. Foram uns 10 minutos de puro êxtase; eu gozei na boca daquele filho da puta, arqueando as costas e gritando de prazer.
Aí veio a prova de fogo. Ele pegou o lubrificante e, bem devagar, começou a enfiar aquela rola colossal na minha bucetinha loirinha. Eu senti que estava me dividindo em duas. Aquela pressão, aquela dor gostosa... era surreal sentir aquele pau preto preenchendo cada espaço do meu corpo. O ritmo aumentou, e para completar a tortura deliciosa, ele colocou um plug no meu cuzinho enquanto me fodia por frente. Eu estava em transe, engolindo aquela rola por inteiro em todas as posições possíveis.
Mas ele não tinha terminado. Ele tirou o plug e, com muito lubrificante, forçou a entrada no meu cuzinho. Aquele negão me arregaçou sem dó! Ele socava com força, me fazendo tremer inteira. Quando ele chegou ao ápice, gozou absurdamente no meu cu. Senti o sêmen quente inundando meu interior, escorrendo por tudo. Eu não conseguia nem andar; fiquei ali, jogada em êxtase, depois de ter gozado umas quatro vezes.
No final, ele perguntou quanto eu queria para pagar por aquilo. Eu ia dizer que já estava paga, mas ele me interrompeu:
— 15 mil está bom?
Eu travei. 15 mil?! No final, ele ainda me deu um bônus. Saí daquele motel realizada, rasgada, sem pregas e com 20 mil reais na conta! Comecei a pensar seriamente se as meninas do JOB não ganham bem demais... rs.
Cheguei em casa e meu namorado estava lá com um chocolate e um ursinho de pelúcia, pedindo desculpas pela briga. Ele olhava para mim com aquele carinho bobo, sem imaginar que a raiva tinha sumido há muito tempo — e que eu ainda sentia o sêmen daquele negão escorrendo por dentro de mim.
Minha viagem ao Nordeste foi inesquecível. Fico pensando agora... quando será que eu volto para "visitar a cidade" novamente? hahaha
