Chinelo grande do tio Jorge - part 2

Um conto erótico de Tio Jorge e sobrinho Lucas
Categoria: Heterossexual
Contém 1815 palavras
Data: 21/05/2026 20:58:19

Chinelo grande do tio Jorge -part 2

Era final de tarde quando o tio Jorge chegou do trabalho. Lucas, que esperava ansioso na sala, ouviu a porta e correu imediatamente na entrada. Seus olhos brilhavam de excitação ao ver as enormes Havaianas pretas e amarelas do tio, mas antes que pudesse pegá-las, Jorge já sorria com aquele sorriso safado e dominante que Lucas tanto adorava.

— Olá, putinho… sentiu falta dos pés do seu tio? — disse Jorge com voz grave, largando a mochila no chão.

Lucas assentiu rapidamente, vermelho de vergonha e desejo. Jorge riu baixinho, sentou-se no grande sofá da sala e esticou uma perna.

— Vem cá, que hoje quero brincar de cavalinho de novo. Fecha a porta primeiro, porque seus pais estão viajando e não quero interrupções.

Lucas obedeceu correndo, trancou a porta e voltou quase voando. Jorge já havia tirado um dos sapatos de trabalho pretos, revelando um enorme pé dentro de uma meia preta, grossa e claramente usada o dia todo.

— Tira toda a roupa. Rápido — ordenou o tio.

Lucas se despiu em segundos: jogou os shorts e a camiseta no chão, ficando completamente nu, com o pau já duro e latejando. Aproximou-se e sentou sobre o enorme pé ainda com a meia nos pes. O calor era intenso. A planta estava quente, úmida de suor e o cheiro forte subiu direto para seu nariz.

— Ufff… tio… que pé quente… — gemeu Lucas começando a cavalgar devagar, esfregando a bunda e o pau contra a meia preta.

Jorge sorria, aproveitando a visão.

— Isso, sobrinho… monta o pé do tio como um bom putinho. Sente como suei o dia todo pra você.

Depois de alguns minutos, Jorge rosnou:

— Agora tira minhas meias, quero que sinta o pé peludo de verdade.

Lucas obedeceu ansioso. Puxou a meia preta do pé direito, revelando um pé enorme, com dedos grossos e pelos pretos nos dedos e no peito do pé. Jorge tirou rapidamente as calças sociais e a outra meia, ficando apenas com uma camisa social meio desabotoada e uma cueca vermelha que mal continha seu enorme volume. O pé esquerdo ainda tinha a meia preta, o que dava um toque ainda mais sujo.

Lucas sentou-se nu sobre o pé direito descalço. A sensação era brutal: quente, peludo, e com aquele cheiro intenso de pé masculino maduro.

— Ahhh caralho, tio! Que pé tão grande e peludo… — gemeu enquanto começava a cavalgar com mais força, agarrando-se nas pernas grossas e peludas de Jorge para manter o equilíbrio.

Começou a quicar com mais intensidade, esfregando a bunda contra a planta e deslizando o pau duro entre os dedos grossos do tio. Jorge olhava com luxúria.

— Isso, seu safado… monta forte o pé do seu tio. Você é um puto viciado nos meus pés, né?

No meio do tesão, Jorge soltou um jato quente de urina diretamente sobre o próprio pé enquanto Lucas o cavalgava. A urina quente escorreu pela planta e molhou a bunda e o pau do jovem.

— Sim, tio! ¡Mija em cima! Adoro sua urina quente no seu pé! — gemia Lucas, cavalgando ainda mais desesperado, todo molhado e escorregadio.

Jorge, muito excitado, enfiou a mão dentro da cueca vermelha e tirou sua enorme pau grosso de quase 27 cm, dura como uma barra, com a cabeça inchada , parecida a de um cavalo.

Enquanto Lucas continuava montando como louco no pé peludo e molhado, Jorge começou a se masturbar lentamente, exibindo o pau enorme.

— Olha o enorme pau do seu cavalo, sobrinho — disse rindo com tesão, movendo a mão para cima e para baixo no tronco grosso. — Isso é o que seu tio vai te dar enquanto você continua cavalgando meus pés… Quer que eu te mije mais enquanto monta, putinho?

Lucas só conseguia gemer mais alto, perdido no prazer, cavalgando o pé enorme, peludo e molhado de urina, sem conseguir tirar os olhos daquel pau monstruoso que o tio lhe mostrava.

A noite mal havia começado na brincadeira.

Jorge sorriu com um olhar selvagem, ainda segurando aquela verga grossa de 27 cm que pulsava na mão.

— Então quer mais, né, putinho? Hoje você vai virar meu cavalinho particular.

Ele puxou Lucas para o chão da sala, deitando de costas no tapete. Depois sentou-se no sofá com as pernas bem abertas e levantou os dois pés enormes, plantando-os firmemente um ao lado do outro, criando uma espécie de trono de carne e suor.

— Monta. Agora nos dois pés ao mesmo tempo. Quero ver você quicando como uma cadela no cio.

Lucas, nu e com o pau babando pré-gozo, obedeceu imediatamente. Sentou-se sobre as duas plantas enormes, sentindo o calor úmido, o pelo grosso e o cheiro forte invadindo todo o seu corpo. Começou a cavalgar com força, rebolando e subindo e descendo, esfregando o cu e o pau entre os pés gigantes do tio.

— Ahhh porra, tio… seus pés são tão grandes… tão fedidos… me dominam todinho! — gemia alto.

Jorge segurava os próprios pés pelas canelas, apertando-os contra o corpo do sobrinho, masturbando-o com as plantas enquanto Lucas quicava desesperado. A meia preta ainda no pé esquerdo deixava tudo mais sujo e excitante.

De repente, Jorge soltou um gemido rouco e começou a mijar. Um jato forte e quente saiu da cabeça inchada da sua verga, acertando direto na barriga de Lucas, escorrendo para o pau e para os pés que ele cavalgava.

— Toma a mijada do tio enquanto cavalga, seu puto! Molha tudo!

Lucas rebolava ainda mais rápido, todo molhado de urina quente. O líquido escorria pelos seus ovos, pelo cu e encharcava os pés de Jorge. O cheiro de urina fresca misturado com suor de pé enchia a sala inteira.

— Mais, tio! Mija mais em mim! — suplicava Lucas, fora de si.

Jorge obedeceu. Continuou mijando em jatos longos, apontando agora para o peito e para o rosto do sobrinho enquanto ele não parava de cavalgar. Parte da urina entrava na boca aberta de Lucas, que engolia o que conseguia, tossindo e gemendo de prazer.

— Isso… bebe a urina do seu cavalo, putinho. Você nasceu pra isso.

O tio então puxou Lucas para mais perto, ainda com ele montado nos pés. Encostou a cabeça grossa da sua enorme verga contra o pau de Lucas, esfregando as duas picas juntas enquanto os pés continuavam a trabalhar por baixo. A verga de Jorge era tão grossa que quase cobria completamente a do sobrinho.

— Olha o tamanho da pica do tio… um dia você vai sentar nela enquanto cavalga meus pés. Mas por enquanto… goza pra mim.

Lucas acelerou o movimento, quicando freneticamente sobre os pés encharcados de urina. Jorge apertava os dedos dos pés, prendendo o pau do jovem e masturbando-o com força. Não aguentou mais.

Com um grito alto e agudo, Lucas gozou violentamente, jorrando porra grossa e branca sobre os pés peludos, entre os dedos e na perna do tio.

Jorge não parou. Continuou esfregando os pés melados de porra e urina no corpo de Lucas, espalhando tudo. Depois pressionou o pé direito sujo diretamente na cara do sobrinho.

— Lambe tudo. Limpa sua porra misturada com minha mijada dos pés do tio.

Lucas, tremendo e ofegante, lambeu com devoção cada centímetro: entre os dedos, a planta venosa, o calcanhar… saboreando o gosto forte e salgado.

Jorge batia punheta devagar na sua enorme verga, ainda duro como pedra.

— Descansa um pouco, putinho… porque daqui a pouco vou te fazer cavalgar de novo. E dessa vez quero que você chupe meus dedos enquanto eu mijo na sua garganta.

A noite estava longe de acabar.

Jorge sorriu com um olhar selvagem, ainda segurando aquele pau grosso de 27 cm que pulsava na mão.

— Então quer mais, né, putinho? Hoje você vai virar meu cavalinho particular.

Depois sentou-se no sofá com as pernas bem abertas e levantou os dois pés enormes, plantando-os firmemente um ao lado do outro, criando uma espécie de trono de carne e suor de pezão

— Monta. Agora nos dois pés ao mesmo tempo. Quero ver você quicando como uma cadela no cio.

Lucas, nu e com o pau babando pré-gozo, obedeceu imediatamente. Sentou-se sobre as duas plantas enormes, sentindo o calor úmido, o pelo grosso e o cheiro forte invadindo todo o seu corpo. Começou a cavalgar com força, rebolando e subindo e descendo, esfregando o cu e o pau entre os pés gigantes do tio.

— Ahhh porra, tio… seus pés são tão grandes… tão fedidos… me dominam todinho! — gemia alto.

Jorge segurava os próprios pés pelas canelas, apertando-os contra o corpo do sobrinho, masturbando-o com as plantas enquanto Lucas quicava desesperado. A meia preta ainda no pé esquerdo deixava tudo mais sujo e excitante.

De repente, Jorge soltou um gemido rouco e começou a mijar. Um jato forte e quente saiu da cabeça inchada da pau enorme acertando direto na barriga de Lucas, escorrendo para o pau e para os pés que ele cavalgava.

— Toma a mijada do tio enquanto cavalga, seu puto! Molha tudo!

Lucas rebolava ainda mais rápido, todo molhado de urina quente. O líquido escorria pelos seus ovos, pelo cu e encharcava os pés de Jorge. O cheiro de urina fresca misturado com suor de pé enchia a sala inteira.

— Mais, tio! Mija mais em mim! — suplicava Lucas, fora de si.

Jorge obedeceu. Continuou mijando em jatos longos, apontando agora para o peito e para o rosto do sobrinho enquanto ele não parava de cavalgar. Parte da urina entrava na boca aberta de Lucas, que engolia o que conseguia, tossindo e gemendo de prazer.

— Isso… bebe a urina do seu cavalo, putinho. Você nasceu pra isso.

O tio então puxou Lucas para mais perto, ainda com ele montado nos pés. Encostou a cabeça grossa da sua enorme pau contra o pau de Lucas, esfregando as duas picas juntas enquanto os pés continuavam a trabalhar por baixo.

— Olha o tamanho da pica do tio… um dia você vai sentar nela enquanto cavalga meus pés. Mas por enquanto… goza pra mim.

Lucas acelerou o movimento, quicando freneticamente sobre os pés encharcados de urina. Jorge apertava os dedos dos pés, prendendo o pau do jovem e masturbando-o com força. Não aguentou mais.

Com um grito alto e agudo, Lucas gozou violentamente, jorrando porra grossa e branca sobre os pés peludos, entre os dedos e na perna do tio.

Jorge não parou. Continuou esfregando os pés melados de porra e urina no corpo de Lucas, espalhando tudo. Depois pressionou o pé direito sujo diretamente na cara do sobrinho.

— Lambe tudo. Limpa sua porra misturada com minha mijada dos pés do tio.

Lucas, tremendo e ofegante, lambeu com devoção cada centímetro: entre os dedos, a planta dos pes, o calcanhar… saboreando o gosto forte e salgado.

Jorge batia punheta devagar no seu enorme pau, ainda duro como pedra.

— Descansa um pouco, putinho… porque daqui a pouco vou te fazer cavalgar de novo. E dessa vez quero que você chupe meus dedos enquanto quica e mijo na sua garganta.

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