Olá, meu nome é Tiago nesse ponto da história e vou relatar o caso de abuso que sofri ao chegar no meu novo emprego e em como tudo se desenrolou ao longo do tempo até aqui.
Sou homem, tenho 189 cm e com 25 anos, sou bem branco com olhos verdes e um cabelo claro, sou bem magro apesar da minha altura, tenho uma esposa com quem me casei faz pouco tempo e que está grávida.
Tive muita sorte ao procurar um novo emprego, achei que teria que ser funcionário de baixo escalão, mas fui chamado para uma entrevista como secretário ganhando muito acima do esperado eu só teria que passar na entrevista. Então eu usei todas as táticas que sempre ouvi falar sobre entrevistas, coloquei minha melhor roupa, um perfume que não era meu era da minha esposa, uma meia feita para o frio, não queria ficar tremendo as pernas com eles achando que eu estava nervoso ou despreparado e eu nao tinha quase nada de barba para fazer, mas fiz assim mesmo.
Na entrevista eu cheguei cedo, não parecia haver ninguém no prédio ainda e para minha surpresa fui recebido cedo. Ouvi o discurso e tentei responder da melhor forma que consegui:
- Um prazer Tiago, sou o diretor e chefe dessa filial, todos me chamam de Diretor e às vezes o “o pai de todos”. Desde que vi seu currículo com foto fiquei impressionado, você colocou tudo sobre você, inclusive suas redes sociais, adorei o que vi. Vc é perfeito para o cargo de confiança que preciso aqui tenho muitos papeis e documentos sigilosos que precisam de atenção e descrição qualquer coisa feita ou dita nessa parte do edifício deve ficar em sigilo, será que posso contar com você para isso?;... Ótimo, boa resposta! Outra coisa que deve saber, trabalhamos muito aqui e também visitamos outras filiais, o mais normal é que não temos hora para voltar pra casa e podemos ter que trabalhar na nossa folga, dormir no trabalho ou passar dias em viagem de trabalho, vi que você tem uma esposa que está grávida será que você consegue deixar ela tanto tempo sozinha em casa? Claro que o salário, como já te disse, compensa muito, daria até para contratar uma empregada para ajudá-la.
De fato essa parte me pegara desprevenido, mas eu não vim pensando em desistir, como ele disse daria mesmo para contratar uma empregada para fazer o trabalho pesado com esse serviço e o bebe também precisava desse dinheiro. Só havia uma resposta.
- Que ótimo que entendeu. Você não precisa se preocupar com estadia aqui, todo esse andar é do meu setor, temos chuveiro, cozinha, armários e camas além claro da nossa estação de trabalho. Como eu disse, tem vezes que nem voltamos para casa, aqui é nosso quartel general e eu sou o capitão. Você gosta de referências militares?;... Eu também. Eu adoro, homens como nós devem ser parceiros e ter uma irmandade para fazer de tudo por nossas mulheres, protegê-las mesmo que tenhamos que fazer coisas horríveis como em uma guerra;... Eu também fico animado falando essas coisas, mas tem algo que tenho que te falar, como eu disse no nosso setor temos documentos que tem que ser tratados com descrição, alguns falam de coisas pesadas que não é qualquer um que aguenta trabalhar aqui, então para não dizer que não avisei você quer ver um antes de assinar o contrato?;... Que bom. Tire a calça.
Aquilo me pegou de surpresa, estaria ele fazendo uma piada? Eu até faria para assinar o contrato, era muito dinheiro, mas estava com medo de mostrar minhas meias, o que pensaria ele que era tão mais velho?
- Desculpe por pedir isso, mas olhe lá. Aquilo é uma câmera apontada para nós e tem uma nos arquivos também, ninguém nunca vê as gravações, mas em caso de emergência ela serão consultadas. No contrato que você vai assinar tem uma cláusula de confidencialidade, para garantir que você não falei disso com ninguém, mas você não assinou ainda. Eu teria problemas em te mostrar isso, mas se fizer algo assim estaríamos os dois em pé de igualdade, ambos teríamos problemas, isso garante que nenhum problema seja relatado hoje. Assim como eu vou dar uma prova de irmandade tem que ser recíproco, eu vou dar uma chance de mostrar com o que vai trabalhar para ver se você suporta, considere isso o primeiro ato de confiança.
A lógica do capitão era imbatível, eu estava com uma chance genuína de sair da pobreza, ele estava sendo legal comigo em me mostrar algo que era proibido apenas pra me ajudar a decidir, eu estava com um pouco de medo, mas recusar poderia me custar o emprego e já tínhamos nos dado tão bem. Como ele disse: Eu tinha que proteger minha esposa.
Coloquei meus tênis de lado e tirei as calças, agradeci que não estava frio, na verdade com aquele ar condicionado ligado, eu estava com calor desde o momento que chegará, aos poucos desde que a conversa começou eu havia tirado várias peças de roupas, o contraste de frio lá fora e quente ali dentro era gritante e então chegou a hora. Minha meia sete oitavos de algodão listrada, uma meia de e-girl vermelha e branca.
- Que meia fabulosa. Fique de pé, soldado. E agora de uma reboladinha. Que rebolada feia, isso mostra que você ainda é homem apesar das meias, mas você parece muito uma mulher.
Ele disse isso levantando de sua mesa e chegando cada vez mais perto enquanto eu estava parado de pé com vergonha. Ele era muito mais baixo que eu, negro e gordo, mas apesar de ter tudo para me achar superior a ele eu nao estava me sentindo nada superior e me assustou mais ainda ver o pau duro dele vizivel mesmo por baixo da calça e o modo como ele tentava por no lugar ao mesmo tempo que esfregava-o. Ele chegava mais perto e eu sentia que meu cu seria violado ali mesmo. E quando ele saiu do meu campo de visão e foi para trás de mim eu fechei os olhos e nao me virei e apenas ouvi: - “Deixe o tênis e a calça ai e me siga”
Fomos para uma sala de arquivo, eu já estava um pouco mais relaxado depois do que houve na outra sala, ele pegou uma ficha e me deu para ler. A ficha falava sobre um caso no ano passado sobre uma denuncia de uma funcionária que fora estuprada por seus supervisores, TODOS os supervisores, ela fazia um horário longo na empresa de modo que tinha 3 chefes ao longo do dia, ela era obrigada a fazer sexo com todos eles conforme dizia o relato, praticamente ela nem era paga para trabalhar, tornou isso rotina por anos ate que um dia ficara gravida e não sabia quem era o pai, ao relatatar ao RH o mesmo disserá que tambem poderia ser do marido dela e que não poderia ser considerado abuso, pois ela propria fora filmada varias vezes fazendo tudo de boa vontade por anos. Continuei lendo, havia fotos tiradas das câmeras e nem percebi que meu pau ficava duro lendo aquilo, mas meu chefe percebeu e já estava fazendo algo sobre isso.
- Isso mesmo, essa é uma excelente reação de um funcionário desse setor, acho que você nasceu para o cargo. Soldado, leia debruçado com a bunda empinada e joelhos sempre retos sobre a mesa. Tem uma bunda branca linda, tem certeza que é homem mesmo? Você está usando um perfume de mulher, por acaso estava pensando em seduzir um homem depois que saísse daqui?
Eu não parei de ler um minuto sequer, as únicas horas que me distraia da leitura era quando ele passava os dedos de leve roçando minha pele nua, as coxas a mostra e também minha cintura acima da cueca, ele me avaliou como um cavalo que ele não sabia se comprava ou não, até que ele resolveu tirar minha cueca, ele a colocou no bolso e abaixou se sentando no chão, dava para sentir a respiraçao dele próximo ao meu pau até que ele colocou a mão nele e começou a esfregar.
- Você está indo muito bem na sua entrevista, soldado, está firme e não perde a concentração. Ficou duro vendo a sua ex-colega de profissão ser abusada no trabalho e mesmo comigo tocando você não perde a dureza tem tudo pra trabalhar aqui.
Eu estava quase gozando quando ele parou de tocar, pediu para que largasse o documento e levantasse, ele estava com o pau pra fora fazia algum tempo estava bem duro, eu estava paralisado vendo ele bater com bastante força ate ele gozar e mirar no meu pau, a porra dele voou e pegou tudo em cima do meu pau, havia partes que pegou nas pernas e em toda cintura fora o que nao escorreu pelas minhas bolas e meia, quando terminou ele limpou o pau na minha meia antes de guarda-lo.
- Venha comigo, vamos assinar o seu contrato.
Eu nao tive tempo de nada, estava atordoado com tudo que houve e ainda cheio de tesao reprimido, aquela porra grossa não caia de mim e voltei pra cadeira onde tudo havia começado ainda sem calças, o contrato sempre esteve ali na minha frente, desde o inicio da entevista ele só me passou o papel e eu assinei sem ler, agora estava empregado, passei por tudo aquilo, talvez acontecesse de novo, mas agora as coisas nao podiam ser piores que a pobreza. Apertamos as mãos, sorrimos, eu peguei minha cópia do contrato e estava me preparando pra me vestir quando ele disse:
- Então nos vemos amanhã de manhã senhorita Thia. Não esqueça de vir arrumada conforme o contrato.
Eu havia ficado confuso e surpreso, mas estava tudo no contrato, a vaga nunca foi para um homem e sim para um mulher, ele fizera a gentileza de falsificar meu nome e me explicou que para manter o cargo eu teria que fingir que era mulher enquanto estivesse em horário de serviço, que eu era perfeito para o cargo, pq daria para me disfarçar sem esforço ou apenas relatar que era uma mulher trans, mas para isso eu teria que manter a farsa.
- Suas roupas de mulher e sua maquiagem estarão no seu armário amanhã de manhã, lembre de vir com cabelo arrumado, vamos cuidar dos outros detalhes do seu disfarce em uma reunião de trabalho amanhã.
Eu estava ainda mais chocado, então eu fui escolhido para entrevista por ser afeminado. Então vozes da minha cabeça gritaram coisas do passado: “mulherzinha”, “viadinho”, “loira”.
Silenciei as vozes tão rápido quanto elas vieram, eram apenas traumas de infância e adolescência. Eu queria ir embora logo e quando perguntei da minha cueca o Diretor disse:
- Eu não a vi, por favor se vista rápido e saia.
Eu fui para casa com aquela porra gosmenta sujando a parte de dentro da minha calça, no caminho parei em um banheiro publico para me sentar, mijar e avaliar meu corpo. A porra havia secado e tentei bater uma pensando no que houve, meu pau cheio de porra seca tentei bater e estava seco, levei os dedos a boca para pegar saliva e meus dedos estavam com um cheiro que eu nunca sentira antes, os lambi e molhei o pau, estava louco pra gozar. Quando escutei: “Isso loirinho goza pra mim”. Eu me assustei, levantei tudo e saí correndo até chegar em casa.
Cheguei em casa e contei as boas novas, minha esposa estava girando de felicidade, eu me pus a descansar, tirei os sapatos e as meias, minha esposa fazia todas as tarefas da casa com entusiasmo cantando e eu só podia tentar me acalmar com tudo, diretor, trabalho, abuso, cheiro de porra e ser Thia, minha tentativa de me acalmar foi quebrada com minha esposa vendo a mancha nas minhas meias que eu acabei de tirar, ela perguntou: “O que voce derramou aqui?” Ela levou as manchas até a boca e nariz e deu uma bela e longa cheirada na mancha tentando adivinhar o que era. Aquilo me levou ao delirio e a peguei pelo braço e fizemos sexo, o melhor sexo que eu ja tive na vida ate aquele momento.