20:00: O Tapete de Boas-Vindas e a Humilhação Comparativa
Eu segurei a maçaneta e abri a porta. Ajoelhado, com a peruca loira caindo sobre o rosto borrado de maquiagem e lágrimas, abaixei a cabeça até o chão. Os três homens entraram. Eram imensos, exalando masculinidade e perfume caro. Eles não disseram "boa noite".
A minha esposa, encostada na parede com a sua lingerie preta, sorriu docemente para eles.
— Podem limpar os sapatos, meninos. A minha cadelinha adora ser útil.
Os três homens riram. O primeiro avançou e esfregou a sola do sapato sujo da rua diretamente no meu rosto, sujando a minha maquiagem. O segundo limpou os sapatos nos meus ombros e no meu vestido de empregada. O terceiro pisou com força na minha cabeça, esmagando o meu rosto contra o piso.
— Muito obrigado, Senhores, — eu fui forçado a dizer, com a voz trêmula. — É uma honra limpar a sujeira dos Senhores. Os Senhores são muito bem-dotados.
Antes de irmos para o quarto, a minha esposa quis exibir o meu "presente" de aniversário. Na sala, ela mandou que eu ficasse de quatro e abrisse as pernas. Ela mostrou a gaiola de 1,5cm que esmagava o meu micropênis congelado. Eles gargalharam.
— Olha o tamanho dos volumes nas calças deles, amorzinho, — ela disse, puxando os meus cabelos para que eu olhasse para cima. — Você não passa de um eunuco perto deles. Diz pra eles o quão inútil você é.
— Eu sou um eunuco inútil. O meu pauzinho é uma piada perto dos Senhores, — eu repeti, chorando de humilhação.
O Tripé Humano e o Preparo Lubrificado
Fomos para o quarto. A ordem foi clara: eu deveria segurar o celular dela e gravar cada segundo sem tremer. Eu me tornei o tripé humano da minha própria destruição.
A minha esposa se ajoelhou no centro do quarto e os três homens a cercaram. Ela começou a pagar um boquete duplo, engolindo os paus com uma facilidade que eu nunca conseguiria satisfazer. No meio do ato, ela estalou os dedos, mandando eu me aproximar com a câmera.
Eu rastejei para perto. Ela tirou os paus da boca, com os lábios brilhando de saliva e pré-gozo, e olhou bem nos meus olhos.
— Olha bem pra isso, aberração. Olha o tamanho dos paus que a sua mulher gosta de chupar. — Ela cuspiu a saliva misturada com o fluido deles diretamente na minha cara. — Eu nunca mais vou beijar essa sua boca suja. Você é tão inútil que o seu único propósito agora é lamber sapato sujo e chupar os meus pés.
Para piorar, os homens decidiram participar da humilhação antes de começarem a meter nela. Um deles puxou o meu cabelo e começou a bater o pau pesado e duro repetidas vezes no meu rosto. Os tapas ecoavam pelo quarto.
— Abre a boca, corno, — o homem ordenou. — Deixa isso bem babado pra eu colocar na buceta da sua mulher.
A minha esposa sorriu e assentiu. Sob o olhar dela, eu abri a boca e mamei os paus enormes dos amantes dela, usando a minha saliva para lubrificá-los, preparando-os para arrombarem a mulher que eu amava.
As Posições da Degradação Máxima
Quando a penetração finalmente começou, o quarto virou um verdadeiro inferno de prazer para ela e de tortura para mim. A minha esposa fez questão de que a minha cabeça estivesse sempre a poucos centímetros de onde eles estavam metendo, obrigando-me a assistir em alta definição.
A primeira posição destruiu as minhas costas. O amante mais alto sentou-se na poltrona do quarto. A minha esposa sentou nele de costas, cavalgando com força. Mas as pernas dela precisavam de apoio.
— De quatro, lixo, — ela ordenou.
Eu me posicionei de quatro no chão, bem de frente para o homem. A minha esposa apoiou o pé esquerdo na minha cabeça e o pé direito nas minhas costas. Em determinado momento, para conseguir quicar mais fundo no pau dele, ela pisou com todo o peso na minha cara. O salto do pé dela esmagava a minha bochecha enquanto ela gemia histericamente de prazer.
O tesão dela só aumentava com a minha degradação. Ela parou, foi até a sacada do quarto, esfregou os pés nos vasos de planta e voltou com as solas cobertas de terra preta. Ela deitou na beirada da cama, de barriga para cima.
Enquanto um homem a penetrava na buceta e o outro arrombava o cu dela em uma DP (dupla penetração) brutal, ela colocou os pés sujos bem na minha boca.
— Limpa a sua deusa enquanto os machos dela a preenchem, — ela gritou, revirando os olhos.
A centímetros de distância, eu via os paus entrando e saindo dos dois buracos da minha esposa, ouvindo os gemidos obscenos, enquanto a minha língua raspava a terra amarga das solas dela.
E então veio a posição que eu mais temia e desejava: o 69 do Cuckold.
A minha esposa mandou que eu deitasse de barriga para cima no chão. Ela veio e sentou com a buceta — já larga, molhada e escorrendo os fluidos dos outros homens — diretamente no meu rosto. O terceiro amante posicionou-se em cima dela e começou a meter com violência. A cada estocada que ele dava na minha esposa, as bolas pesadas e suadas dele batiam com força na minha testa e no meu nariz. Eu sufocava com o peso dela, engolindo a umidade, beijando os lábios que eram esmagados pelo pau dele, sentindo o atrito do saco dele raspando na minha pele.
Por fim, ela precisava de um móvel macio. Ela mandou que eu ficasse de quatro no centro do quarto. Em vez de usar a cama, ela deitou o tronco sobre as minhas costas, usando-me como um colchão humano. O amante veio por trás e a fodeu sem dó. O meu corpo cedia a cada batida, as minhas mãos tremiam, a gaiola de 1,5cm repuxava o meu micropênis, e eu chorava, sustentando o peso do prazer insaciável dela.
A Limpeza Absoluta e a Recompensa Final
Depois de horas, os três homens chegaram ao limite. Eles gozaram em abundância. Um gozou dentro da buceta dela, outro encheu o rosto dela, e o terceiro gozou diretamente nos lindos pés que eu tanto adorava.
A cama estava um caos. A minha esposa, completamente exausta, ofegante e coberta de sêmen, olhou para mim. Ela sorriu, aquele sorriso apaixonado de quem tinha o melhor escravo do mundo.
— Você foi perfeito, meu amor. O melhor tripé e o melhor móvel do mundo. Agora, limpa a sua dona e limpa a cama dos Senhores.
Eu rastejei. O meu uniforme de empregadinha estava destruído e suado. Com a língua, eu limpei meticulosamente cada gota de porra dos pés dela, sentindo o gosto da masculinidade que eu nunca teria. Depois, limpei a barriga dela, os lençóis e, por fim, chupei a intimidade dela até deixá-la impecável.
Os homens se vestiram, rindo de mim. Antes que fossem embora, a minha esposa fez o último pedido da noite.
— Vamos dar uma recompensa pro meu eunuco no banheiro, meninos.
Fui levado para o box. Ajoelhado no piso frio, olhando para cima, eu vi a mulher que eu amava e os três homens que a destruíram se posicionarem ao meu redor. A minha esposa me olhou com uma ternura doentia.
— Abre bem a boca, corno.
Um fluxo quente e amarelo desceu. O banho dourado coletivo cobriu a minha peruca, o meu rosto, entrou na minha boca e encharcou o meu vestido e a minha gaiola minúscula. A urina dos homens misturava-se com a da minha rainha.
Quando eles finalmente fecharam as calças e saíram da casa, a minha esposa vestiu o roupão. Ela olhou para mim, ensopado, humilhado e completamente quebrado no chão do box. Ela se abaixou, fez um cafuné na minha peruca encharcada e sussurrou:
— Viu como a gente cuida bem de você? Dorme aí mesmo. A mamãe te ama demais pra te deixar usar a cama.