Sou o Marcelo, tenho 39 anos, sou microempresário, dono de uma pequena distribuidora de peças.
O negócio roda bem, dá pra viver confortável, pagar as contas e ainda sobrar uma grana.
Sou um cara normal: 1,74m, 74 quilos, barriga um pouco saliente de quem fica sentado o dia todo no escritório da loja, mas vou pra academia às vezes. Pele parda, cabelo preto, nada de corpo definido e sempre fui muito quente para o sexo.
Minha esposa é a Fernanda, 37 anos, loira, branquinha, magrinha, 1,69m, só 62 quilos. Seios pequenos, bunda pequena e redondinha. Somos casados há 10 anos e não temos filhos, por opção.
Ela trabalha numa loja de roupas no shopping, às vezes de manhã, às vezes à noite, quase sempre nos fins de semana.
Está quase sempre cansada, seu forte nunca foi o sexo, sempre meio apática. Fazia quase três semanas que a gente não transava direito. Da última vez que transamos ela ficou parada, fria. Meti uns minutinhos, gozei sem prazer nenhum e ela virou pro lado em silêncio. Parecia que eu tinha fodido uma boneca.
Eu tava começando a pensar sério em separação. Não aguentava mais viver assim. Transar raramente, e ainda por cima sem gosto, tava me matando por dentro. Eu ainda gostava dela pra caralho, mas aquele casamento tava virando uma prisão sem sexo e sem vontade. Já tinha até pensado em sentar e falar pra ela que não dava mais, que eu precisava de uma mulher que me desejasse de verdade. O problema é que Fernanda me amava demais, de um jeito quase doentio.
Eu já tinha tido algumas escapadas rápidas com outras mulheres. Ela descobriu uma e chorou pra caralho, mas perdoou. Falou que preferia morrer a me perder.
Era submissa, ciumenta, fazia tudo por mim. Eu sabia que se eu falasse em separação ela ia desabar.
Mesmo assim, eu tava no limite.
Certo dia cheguei em casa um pouco cansado do trabalho, o cheiro de papelada e plástico da distribuidora ainda grudado na minha camisa.
Fernanda estava largada no sofá, pernas cruzadas, vendo TV com cara de quem não tá nem aí.
— Chegou cedo hoje — ela falou, voz baixa, sem nem olhar pra mim.
— É, o movimento na distribuidora deu uma acalmada. E você, como foi seu dia no shopping?
— Cansativo. Fiquei o dia inteiro em pé, atendendo cliente atrás de cliente. Amanhã tenho que voltar cedo de novo.
Eu fui para a cozinha tomar uma água e ouvi o celular dela tocando.
Fernanda atendeu e correu para o quarto, o assunto parecia sério. Eu estranhei e encostei na porta pra escutar.
— Alô, mana? ... O quê? De novo a Larissa? — A voz dela subiu rápido. — Tá saindo toda noite? Bebendo? Arrumando confusão com homem casado? Meu Deus do céu...
Ela andava de um lado pro outro, nervosa.
— Tá bom, mana... Eu entendo. Você criou ela sozinha, o pai sumiu quando a menina era pequena... Claro que ela pode vir pra cá. Tem o quarto de hóspedes. Eu falo com o Marcelo... Pode mandar ela vir. Beijo.
Fernanda desligou e me olhou com cara de quem tá pedindo um favor grande.
— Era minha irmã. A Larissa, minha sobrinha, tá dando muito trabalho. É muito saidinha, vive na farra, não para quieta um minuto. A mãe tá com medo que ela se perca de vez. Pediu pra ela vir morar com a gente um tempo, arrumar emprego, amadurecer. Você topa, amor?
Dei de ombros.
— Se é pra ajudar a família, pode vir. A casa é grande e tem espaço.
Fernanda sorriu aliviada, veio e me abraçou apertado, encostando os seios pequenos no meu peito.
— Obrigada, Marcelo. Você é tão bom pra mim... Eu te amo tanto.
Três dias depois a Larissa chegou.
Ela desceu do carro com duas malas grandes, o sol batendo direto na pele parda brilhante. 23 anos, cabelos pretos lisos, compridos até a cintura, balançando. 1,70m de corpo definido da academia, seios médios bem durinhos marcando a blusa fina, cintura marcada e uma bundona grande, redonda, dura, empinada pra porra. O short jeans apertado mal dava conta daquela bunda, deixando a metade de fora. Uma cavala jovem, gostosa e perigosa pra caralho.
— Tia Fer! — gritou, jogando-se nos braços da Fernanda.
Depois virou pra mim devagar. Me olhou de cima a baixo, demorando o olhar, e abriu um sorriso safado, quase desafiador. Estendeu a mão.
— Oi, tio Marcelo... Obrigada por me deixar ficar aqui. Prometo não dar trabalho.
Eu estendi os braços e me aproximei pra dar um abraço de boas-vindas. Assim que encostei nela, caralho... senti aquele corpo jovem e quente colado no meu. Os seios médios e durinhos apertaram contra meu peito, a cintura fina encaixou perfeitamente nas minhas mãos. Abracei mais forte que o necessário, e meu pau, que já tava meia-bomba desde o momento que vi ela descer do carro, roçou bem no baixo da barriga dela. Certeza que ela sentiu.
Larissa não se afastou rápido. Ficou um segundinho a mais ali, colada em mim.
Dei dois beijinhos no rosto dela, bem devagar, sentindo o cheiro bom do cabelo e do perfume doce.
— Seja bem-vinda, Larissa. Vai ser um prazer te receber aqui em casa — falei, com a voz um pouco mais rouca que o normal.
Dispensei o Uber, peguei as duas malas pesadas e comecei a andar atrás delas. Fernanda ia na frente conversando com a sobrinha, e eu vinha logo atrás, sem conseguir tirar os olhos daquela bundona grande, redonda e dura balançando a cada passo. O short jeans apertado subia um pouco, deixando a metade de baixo da bunda de fora.
Fiquei admirando aquilo tudo, imaginando como seria segurar aquela carne firme com as duas mãos enquanto metia nela. Meu pau latejava dentro da calça só de pensar.