MEU FILHO E EU TRANSFORMAMOS MINHA SOGRA NUMA PUTA FAMINTA PT6

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 2093 palavras
Data: 22/05/2026 12:17:48
Assuntos: Filho, GENRRO, Grupal, Puta, Sogra

Sexta-feira de manhã. Neide desceu as escadas devagar, quase mancando. Estava usando um robe curto cinza, sem nada por baixo. O cabelo vermelho estava preso de qualquer jeito e o rosto mostrava claramente o estrago da noite anterior: olheiras, lábios inchados e uma expressão de quem foi bem usada.

Sentamos à mesa do café. Eu tinha feito café, pão na chapa e suco. Maycon ainda estava terminando de se arrumar para a escola.

Neide sentou com cuidado, fazendo uma careta ao apoiar a bunda na cadeira.

— Ai… — reclamou baixinho. — Vocês acabaram comigo ontem. Minha buceta tá ardendo… e meu cu então… parece que levei um punho. Tô toda arrombada.

Ela pegou o café, tomou um gole e continuou, com a voz rouca:

— Vocês me foderam como dois animais. Doeu pra caralho… mas eu gozei tanto que nem consigo contar. Tô destruída… mas ainda tô com tesão. Vocês me viciaram mesmo.

Maycon sorriu safado, já sentado à mesa. Eu apenas observava, sentindo aquela mistura estranha de tesão e culpa.

Neide olhou para nós dois, mordeu o lábio e falou baixinho:

— Levanta os dois.

Nós nos levantamos. Ela puxou nossos shorts para baixo quase ao mesmo tempo. Nossos paus pularam livres, já meio duros. Neide não hesitou. Segurou um em cada mão e começou a mamar alternadamente, ali mesmo na mesa do café da manhã.

— Mmm… delícia de café da manhã — murmurou, antes de enfiar metade do meu pau na boca.

Ela chupava com vontade, babando bastante, alternando entre mim e Maycon. O barulho molhado da chupada enchia a cozinha. Enquanto mamava um, masturbava o outro com a mão habilidosa.

— Porra, vó… você acordou bem safada hoje — gemeu Maycon, segurando o cabelo dela.

Neide tirou o pau do Maycon da boca, olhou pra cima com olhos pidões e disse:

— Quero beber a porra de vocês dois agora… me dá tudo.

Ela acelerou o movimento, chupando com mais fome. Primeiro Maycon não aguentou: segurou a cabeça da avó e gozou forte na boca dela. Neide engoliu tudo, sem desperdiçar uma gota, gemendo enquanto tomava.

Depois virou pra mim, olhos lacrimejando de esforço, e mamou com tudo. Segurei o cabelo vermelho e gozei fundo na garganta dela. Neide engoliu meu gozo também, limpando o pau com a língua depois.

Sentou de novo na cadeira, passou a mão nos cantos da boca e sorriu satisfeita.

— Agora sim… café da manhã completo.

Maycon terminou de comer rápido e me chamou no canto da cozinha enquanto Neide lavava a louça.

— Pai, vem aqui rapidinho.

Fomos até o escritório. Ele fechou a porta e falou baixo:

— Tive uma ideia. Aquela menina da minha sala… a Gabi. Aquela nerd feinha, de óculos, que vive atrás de mim faz tempo. Ela é bem quietinha, estudiosa, meio sem graça. Acho que vou chamar ela pra jantar aqui em casa hoje.

Levantei a sobrancelha, surpreso.

— E pra quê exatamente?

Maycon deu de ombros, mas tinha um brilho calculista no olhar.

— Você vive falando pra eu arrumar uma namorada, né? Então vou trazer ela pra casa. A gente faz um jantar normal, conversa, essas coisas… A Gabi é inocente pra caralho, vai ficar toda feliz só por eu chamar ela. Enquanto isso, a vovó fica comportada na frente dela. Pode ajudar a disfarçar um pouco.

Ele fez uma pausa e completou:

— E se der certo… eu fico com ela de fachada. Namoradinha oficial. Mas em casa… continuo comendo a vovó sempre que eu quiser. O que você acha?

Fiquei olhando para meu filho por um tempo.

A ideia era inteligente, mas também mostrava o quanto ele estava mergulhando fundo nessa loucura. Usar uma menina inocente como “capa” para continuar fodendo a própria avó…

— Você vai usar a menina, basicamente — falei.

— Pai… ela já gosta de mim. Eu só vou dar o que ela quer. E a gente ganha um pouco de segurança. Se alguém desconfiar de alguma coisa em casa, a gente fala que eu tô namorando.

Fiquei em silêncio. Por um lado, achava perigoso e errado. Por outro… parte de mim via vantagem naquilo. Disfarce. Continuar tendo Neide sem tanta pressão.

— Tudo bem — respondi por fim. — Chama ela. Mas vai com calma. Não força nada com a menina.

Maycon sorriu.

— Pode deixar. Vou mandar mensagem pra ela agora. Hoje à noite a Gabi vem jantar aqui.

Enquanto ele saía do escritório, fiquei pensando:

Estávamos indo cada vez mais longe. Não só transando com Neide… agora já estávamos planejando usar outra pessoa para encobrir nossos pecados.

E o pior: eu estava deixando acontecer.

No jantar Neide se superou naquela noite. A mesa estava impecavelmente arrumada: toalha branca, pratos bons, velas acesas e um aroma delicioso de lasanha caseira saindo do forno. Ela estava vestida de forma “respeitável”: um vestido azul marinho até os joelhos, decote comportado, cabelo preso em um coque elegante e um leve batom rosado. Parecia a sogra perfeita, a avó religiosa e carinhosa.

Por volta das 19h30 a campainha tocou.

Maycon foi abrir. Gabi entrou tímida, segurando uma pequena caixa de brigadeiros que ela mesma havia feito.

— Oi… boa noite — disse ela quase sussurrando, com um sorrisinho nervoso.

Ela era exatamente como Maycon havia descrito, mas ainda mais delicada pessoalmente.

Pele morena clara, cabelos lisos pretos caindo até o meio das costas, óculos de grau de armação fina que deixavam seu rostinho infantil ainda mais evidente. Olhos castanhos claros, quase verdes, grandes e expressivos. Corpo magro, seios médios discretos, vestindo um vestidinho florido branco e rosa, inocente, que ia até acima dos joelhos. Parecia uma menina de 15 anos, embora já tivesse 18 anos e 3 meses.

Neide se levantou imediatamente, com um sorriso enorme e maternal.

— Ai, que gracinha! Você deve ser a Gabi! — disse ela, aproximando-se e dando um abraço carinhoso na menina. — Maycon me falou tanto de você. Que prazer te receber aqui em casa, meu anjo.

Gabi ficou vermelha na hora.

— Obrigada, senhora… muito obrigada pelo convite. Trouxe brigadeiro de colher…

— Que linda! Tão educada! — Neide pegou a caixa como se fosse o maior presente do mundo. — Pode me chamar de vovó Neide, tá bom? Aqui em casa é tudo em família.

Sentei-me à mesa observando tudo. Gabi era realmente muito tímida. Falava baixo, sorria pouco, mexia nas mãos o tempo todo. Sentou-se ao lado de Maycon, bem comportada.

Durante o jantar, Neide brilhou como atriz:

— Gabi, você estuda na mesma sala que o Maycon, né? Que bom que vocês estão se aproximando. O Maycon precisa de uma menina séria, estudiosa como você. Essas meninas de hoje em dia são muito assanhadas…

Gabi corou novamente.

— Eu… eu gosto de estudar, dona Neide. Quero fazer Medicina.

— Medicina! Olha só que menina inteligente! — Neide colocou a mão no peito, impressionada. — Que Deus te abençoe, minha filha. O mundo precisa de mais jovens como você, com valores, com vergonha na cara.

Eu quase ri por dentro. A mesma mulher que horas atrás engolia nosso gozo no café da manhã agora falava de “vergonha na cara” com a cara mais lavada do mundo.

Maycon tentava agir como o namorado ideal: servia refrigerante pra Gabi, elogiava a comida da avó, fazia perguntas sobre a escola. Mas eu percebia que ele olhava para Neide de vez em quando com outro tipo de fome.

Em determinado momento, Neide se levantou para trazer a sobremesa. Ao passar por trás de mim, discretamente apertou meu ombro e sussurrou no meu ouvido:

— Ela é uma coisinha tão inocente… dá até pena.

Depois, ao passar por Maycon, fez o mesmo, mas apertou a nuca dele de leve.

O jantar transcorreu de forma extremamente agradável. Gabi foi se soltando aos poucos. Riu tímida de algumas piadas, elogiou a lasanha da Neide várias vezes e até contou que queria ser pediatra. Neide ouvia tudo com atenção, elogiando a menina o tempo todo:

— Você é um anjo, Gabi. Tão certinha, tão educada. O Maycon tem muita sorte de ter conhecido uma menina como você.

Em certo momento, Neide olhou para mim com um brilho perigoso nos olhos e disse:

— Beto, você não acha que eles formam um casal lindo? Ela tão delicada… e o Maycon tão… forte.

Eu apenas sorri, sentindo o duplo sentido.

Depois da sobremesa, Gabi ajudou a tirar a mesa junto com Neide. As duas conversavam na cozinha como se fossem avó e neta. Neide estava realmente encantada com a menina — não só pelo disfarce, mas parecia genuinamente gostar da inocência dela.

Quando Gabi foi ao banheiro, Neide se aproximou de nós dois na sala e falou baixinho, com um sorriso malicioso:

— Que menina mais linda e pura… coitadinha. Se ela soubesse o que a “vovó carinhosa” dela faz com os dois machos dessa casa…

Maycon riu baixo. Eu apenas balancei a cabeça.

Por volta das 22h, Maycon levou Gabi embora de Uber. Quando a porta fechou, Neide soltou um suspiro longo e se jogou no sofá entre nós dois.

— Ela é uma graça… tão inocente. Me deu até vontade de proteger ela — disse Neide, rindo. Depois mudou o tom, ficando safada: — Mas agora que a princesinha foi embora… a puta da casa pode voltar, né?

Ela colocou uma mão na minha coxa e a outra na de Maycon, apertando.

— Quem vai me comer primeiro hoje?

Neide soltou um suspiro profundo, tirou o coque e deixou o cabelo vermelho cair solto sobre os ombros. Virou-se para nós dois com um olhar faminto, completamente diferente da “vovó carinhosa” de minutos atrás.

— Finalmente… — murmurou. — Passei a noite toda me comportando como santa na frente daquela menina inocente. Agora eu quero ser a puta que vocês merecem.

Ela deixou o vestido azul marinho cair aos seus pés. Por baixo, usava apenas um conjunto de lingerie preta rendada que mal cobria os seios grandes. Ajoelhou-se no tapete da sala, bem no meio de nós dois.

— Quero os dois paus agora.

Puxou nossas calças para baixo quase ao mesmo tempo. Segurou um pau em cada mão e começou a chupar alternadamente, com fome. Lambia da base até a cabeça, babava bastante, enfiava o mais fundo que conseguia na garganta.

— Mmm… que delícia… — gemia ela, olhando pra cima. — Passei o jantar todo molhada imaginando isso.

Maycon segurou o cabelo dela e enfiou mais fundo na boca. Eu peguei os seios grandes e apertava com força enquanto ela mamava meu filho.

Depois de deixar nós dois bem duros e babados, Neide se levantou, tirou a lingerie e subiu no sofá de quatro, empinando a bunda grossa.

— Me fodem… os dois. Quero sentir bem cheio hoje.

Eu me posicionei atrás dela e meti na buceta molhada de uma vez. Neide soltou um gemido longo. Maycon ajoelhou na frente dela no sofá e enfiou o pau na boca.

Começamos a comer ela ritmado: eu socando forte na buceta enquanto Maycon fodia a boca da avó. Os seios dela balançavam pesadamente a cada estocada.

— Isso… assim… me usam… — gemia ela com o pau do neto na boca.

Depois de uns minutos, Maycon deitou no sofá e Neide sentou nele, de costas. Desceu devagar, engolindo o pau do neto na buceta. Eu me posicionei atrás e pressionei meu pau no cuzinho dela, que ainda estava sensível da noite anterior.

— Devagar no cu… — pediu ela, mas empinou mais.

Forcei devagar. Com bastante lubrificante da noite anterior, a cabeça entrou mais fácil. Neide soltou um gemido rouco quando os dois paus começaram a entrar ao mesmo tempo.

— Aaaahhh… os dois… me enchendo… que delícia safada…

Começamos a meter juntos. Eu no cu, Maycon na buceta. Neide gritava de prazer, completamente empalada entre pai e filho.

— Mais forte! Me arrombem! Sou a puta de vocês… aaaahhh!

O barulho era obsceno: pele batendo, gemidos, o sofá rangendo. Neide gozou pela primeira vez tremendo violentamente, apertando nossos paus. Não paramos. Continuamos metendo cada vez mais forte.

Trocamos de buraco. Agora eu na buceta e Maycon no cu dela. Neide estava insaciável, rebolando, pedindo mais, xingando de tesão.

— Me fode, Beto! Me fode, Maycon! Me enche de porra!

Maycon foi o primeiro a gozar. Segurou a bunda da avó e ejaculou fundo no cu dela. Eu continuei socando a buceta molhada e gozei logo depois, enchendo ela por completo.

Neide desabou sobre o peito de Maycon, ofegante, suada, com porra escorrendo dos dois buracos. Estava destruída, mas com um sorriso satisfeito no rosto.

— Vocês me matam assim preciso de descanso agora… mas eu amo isso — murmurou, ainda tremendo.

Ficamos os três deitados no sofá por um tempo, recuperando o fôlego.

Neide passou a mão no meu peito e depois no de Maycon, com um olhar quase carinhoso.

— Vocês dois são meus agora… e eu sou de vocês.

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