Meu nome é Yumi. Tenho 58 anos, sou viúva há seis. Meu marido, Kenji, era um homem bom, trabalhador, recatado. Japonês, como eu. Como todo oriental, tinha o pau pequeno – nunca medi, mas se tivesse 11 centímetros era muito. O sexo com ele era sempre igual: luz apagada, silêncio, papai e mamãe, dois minutos, gozava, virava para o lado e dormia. Eu nunca soube o que era um orgasmo de verdade. Nunca soube o que era sentir uma buceta sendo preenchida de verdade.
Depois que ele morreu, eu me aposentei. A solidão bateu. Foi quando uma amiga brasileira, a Valéria, me convidou para entrar no grupo de corrida do bairro. "Vai te fazer bem, Yumi. Vai conhecer gente. Vai suar o corpo e a alma."
Comecei a correr três vezes por semana. No começo, eu mal conseguia completar um quilômetro. Depois fui pegando o ritmo. E foi numa dessas corridas que eu vi ele pela primeira vez.
Ele devia ter uns 30 anos. Negro, alto, magro mas definido. Usava um short de lycra preto, justo, que deixava pouca coisa para a imaginação. E o volume entre as pernas dele era impossível de ignorar. Eu nunca tinha visto nada parecido. Meu marido, quando duro, mal fazia volume. Aquele homem, andando, parecia que estava carregando um braço dentro da calça.
O nome dele era Davi.
Começamos a conversar nos alongamentos depois da corrida. Ele era simpático, educado, daqueles que olham nos olhos quando falam. Aos poucos, fui descobrindo que ele tinha um fetiche. Sim, ele mesmo contou, sem vergonha. "Eu adoro mulher mais velha, Yumi. Principalmente japonesas. E tenho um tesão especial por pentelho branco."
Eu fiquei vermelha. Tinha pentelho branco sim – a idade chegando, a natureza fazendo o trabalho dela. Nunca imaginei que isso pudesse ser atraente para alguém.
Valéria, minha amiga brasileira, logo percebeu o que estava acontecendo. "Você está molhada por ele, Yumi. Não nega. Eu vejo o jeito que você olha para o short dele."
— Ele é muito novo – eu disse.
— Idade não tem nada a ver com tesão. Você quer saber o tamanho daquilo?
— Não...
— Eu te conto. Eu já vi. A irmã da minha cunhada saiu com ele uma vez. Ela disse que é enorme. Grosso. Cabeça roxa. Ela disse que não aguentou tudo. Que ele teve que parar na metade.
Meu coração disparou.
— E como ela aguentou?
— Não aguentou. Por isso que eu digo: você não vai aguentar também. Mas que tesão, né, Yumi? Imagina aquilo dentro da sua bucetinha de japonesa apertada...
Valéria falava assim, sem filtro. No começo eu me assustava. Depois comecei a gostar. Ela falava o que eu pensava escondida.
Chegava em casa depois das corridas, tomava banho, me trancava no quarto. Pegava meu vibrador – o mesmo que eu usava há anos, o mesmo tamanho do pau do meu falecido marido – e me masturbava pensando em Davi. Mas o vibrador não chegava nem perto do volume que eu via nas calças dele. Eu enfiava ele inteiro, sentia a ponta batendo no fundo, e mesmo assim sabia que não era nada. Que o pau dele deveria ser o dobro. E mais grosso. E mais quente.
Passei a usar o vibrador todas as noites. Às vezes duas, três vezes. Minha buceta ficava inchada, dolorida, pedindo mais. Mas não tinha mais. Só tinha o vibrador de mentira e a vontade de verdade.
O convite para sair aconteceu num sábado, depois de uma corrida. Valéria não apareceu – disse que estava com gripe. Era só eu e Davi no parque.
— Você está suada – ele disse, sorrindo.
— Muito. Hoje estava quente.
Ele se aproximou. Passou o dedo na minha nuca, onde o suor escorria. Levou o dedo ao nariz. Cheirou.
— Eu adoro esse cheiro – ele disse. – Cheiro de mulher suada. Cheiro de esforço. Cheiro de você.
Minha buceta molhou na hora.
— Você está me provocando, Davi.
— Estou. E você está gostando.
Ele me beijou. Ali mesmo, no parque, perto do bebedouro. A língua dele era grossa, quente, exploradora. Ele me apertou contra o tronco de uma árvore. As mãos dele desceram para a minha bunda, apertaram forte. Senti o volume dele encostando na minha barriga. Não era volume. Era uma barra de ferro.
— Vamos para o meu carro – ele sussurrou.
Fomos. O carro era grande, escuro, os vidros fumê. Ele me levou para o banco de trás. Fechou a porta. Meu corpo todo tremia.
— Tira a roupa – ele disse.
Tirei a camiseta suada. O top. O short. Fiquei só de calcinha de algodão branca, encharcada de suor – e de tesão.
Ele se ajoelhou no chão do carro. Abriu minhas pernas. A calcinha estava tão molhada que dava para ver o formato da minha buceta pelos lados.
— Cheira – ele disse, apontando para a minha própria calcinha.
Eu não entendi.
— Cheira o seu suor, Yumi. Eu quero ver você cheirando a sua própria buceta.
Com vergonha, levei a calcinha ao nariz. O cheiro era forte. Ácido. Selvagem. Eu nunca tinha cheirado ali. Sempre tomei banho antes de qualquer coisa. Ali, estava pura. Suada. Corrida.
— Gostou? – ele perguntou.
— Não sei.
— Vai gostar. Quando você sentir o meu pau, você vai amar o cheiro da sua buceta misturado com o meu suor.
Ele tirou a calcinha de mim. Enfiou o rosto entre minhas pernas. Cheirou fundo. Gemeu.
— Porra, Yumi – ele disse. – Sua buceta está com um cheiro de mulher de verdade. Aquele cheiro que faz homem ficar louco. Não é esse cheiro de sabonete e perfume. É cheiro de buceta. Cheiro de sexo.
Ele lambeu. A língua grossa, quente, percorreu meus grandes lábios, meu grelinho, minha entrada. Eu já estava tão molhada que ele mal precisava usar saliva.
— Isso, Davi – eu gemia. – Lambe a buceta da sua japonesa.
Ele lambeu até eu gozar. O primeiro orgasmo da minha vida com a língua de um homem. Foi rápido, intenso, molhado. Meu corpo tremeu inteiro.
— Agora você – ele disse.
Ele tirou a calça. O short de lycra preto desceu. O pau dele pulou para fora.
Eu nunca vou esquecer aquela visão. Enorme. Grosso. A cabeça roxa, brilhando de pré-gozo. As veias saltadas na lateral. O pau mais bonito – e mais assustador – que eu já tinha visto na minha vida.
— Você vai colocar isso dentro de mim? – eu perguntou, a voz falhando.
— Vou tentar. Você vai me ajudar.
Ele me deitou no banco de trás. Abriu minhas pernas. A buceta lisa, os pentelhos brancos aparecendo entre os lábios.
— Que buceta linda – ele disse. – Pentelho branco. Delícia.
Esfregou a cabeça grossa na minha entrada. Só a cabeça já era grande.
— Vai devagar – eu pediu.
— Vou.
Ele empurrou a cabeça. Eu gritei. Não de dor – de choque. Era muita grossura. Minha buceta se esticava de um jeito que eu nunca imaginei que pudesse esticar.
— Relaxa, Yumi. Respira fundo.
Respirei. Ele empurrou mais um pouco. Parou.
— Até onde deu?
— Metade – ele disse.
— Já está doendo.
— Quer parar?
— Não. Quero mais.
Ele empurrou mais. O tamanho do meu vibrador inteiro. Mais. Mais.
— Não consigo mais – eu disse, ofegante. – Está no fundo.
— Não está. O fundo é mais pra frente. Mas seu corpo precisa acostumar. Hoje foi só até aqui.
Ele começou a meter. Só com o que conseguiu enfiar. Já era o pau mais comprido que eu tinha sentido. Ele metia devagar, olhando nos meus olhos.
— Você é muito apertada, Yumi. Sua buceta está me esmagando.
— É porque eu nunca tive um pau de verdade. Só brinquedo pequeno.
— Agora você tem. E vai ter sempre que quiser.
Ele acelerou. Eu gozei de novo. Ele gozou dentro de mim. A porra quente, grossa, encheu minha buceta. Escorreu pela minha bunda, pelo banco do carro, pelo chão.
Ficamos ali, suados, molhados, o cheiro de sexo preenchendo o carro.
— Quando a gente se vê de novo? – eu perguntei.
— Amanhã. Mesmo lugar. Mesmo horário. Mas agora você vai treinar em casa para caber tudo.
— Como?
— Com o seu vibrador. Mas não vai adiantar. Vibrador é fino. Você precisa de algo mais grosso. Vou te dar um consolo. Você vai usar todos os dias. Enfiar fundo. Deixar sua buceta acostumar com a grossura.
Ele me deu o consolo no dia seguinte. Era preto, grosso, com ventosa. Eu usei todas as noites. Nas primeiras, doía. Depois foi ficando gostoso. Depois de algumas noites, já conseguia enfiar ele inteiro.
Na segunda vez que saímos, ele conseguiu enfiar mais fundo. Eu já estava mais relaxada, mais molhada. Ele meteu com mais força. Eu gozei duas vezes.
— Está aprendendo – ele disse.
— Estou com o cu piscando de vontade de você me comer ali também.
— Acalma essa vontade. Primeiro a buceta. Depois o cu.
Na terceira vez, mais fundo ainda. Eu já sentia a cabeça do pau dele batendo no colo do meu útero. Uma dor gostosa, diferente, que fazia meus olhos marejarem.
— Está quase lá – ele disse.
— Quero ver você gozar dentro de mim quando estiver tudo dentro.
— Vai gozar junto.
Na quarta vez, eu já não sentia mais dor. Só prazer. Ele metia fundo, rápido, forte. Eu gemia como uma cadela.
— Porra, Davi – eu gritava. – Arromba a minha buceta. Faz ela de puta.
— Você já é puta, Yumi. Só não sabia.
— Agora sei.
Na quinta vez, ele conseguiu enfiar tudo. A cabeça do pau dele bateu no fundo do meu útero. O saco dele encostou na minha bunda. E eu senti cada centímetro, cada veia, cada pulsação.
— Goza – ele mandou.
Gozei. O orgasmo mais forte da minha vida. Meu corpo inteiro tremeu. Minha buceta contraiu em volta do pau dele. Ele gozou dentro de mim. O esperma quente misturou com o meu gozo.
— Cabeu tudo – eu disse, ofegante.
— Cabou. E nunca mais vai querer outra coisa.
— Nunca mais.
Valéria morria de curiosidade. Toda vez que a gente se via, ela perguntava:
— Já conseguiu colocar tudo?
— Já.
— E doeu?
— No começo. Depois ficou gostoso.
— E o cheiro? Você disse que ele gosta de cheiro forte?
— Gosta. Ele adorou a minha buceta suada. Disse que cheiro de mulher de verdade é aquele, não sabonete.
— Nossa, Yumi... fiquei molhada só de pensar.
— Você quer ver?
— Ver o quê?
— Ele. O pau dele. Você quer ver?
Ela ficou vermelha.
— Posso?
— Posso falar com ele. Ele topa.
Davi topou na hora. "Duas japonesas de uma vez? Meu sonho." Ele alugou um motel, suíte com hidromassagem.
Valéria chegou primeiro. Estava de vestido curto, sem calcinha. A buceta lisa, molhada. O cheiro de desejo no ar.
— Está nervosa? – eu perguntei.
— Estou. Nunca vi um pau tão grande.
— Vai ver agora.
Davi chegou. Vestido de linho branco, sandália. O volume marcava. Ele beijou Valéria na boca primeiro. Depois me beijou.
— Vamos para a cama – ele disse.
Ele deitou Valéria de costas. Abriu as pernas dela. A buceta lisa, rosada, já escorrendo.
— Cheira – ele disse, para ela.
Ele enfiou o rosto na buceta de Valéria e cheirou fundo.
— Que cheiro gostoso – ele disse. – Cheiro de mulher excitada. Cheiro de desejo.
Ele lambeu. Valéria gozou em um minuto.
— Agora você vem, Yumi.
Ele me deitou ao lado de Valéria. Lambeu a minha buceta também. O gosto de suor, tesão, velha.
— As duas de quatro – ele mandou.
Ficamos de quatro, lado a lado, a bunda empinada. Davi se posicionou atrás de nós. Enfiou o pau na buceta de Valéria primeiro. Ela gritou.
— Porra, Davi... você é muito grande...
— Sei. Por isso que vocês me chamaram.
Ele meteu nela até gozar. Depois enfiou na minha buceta. Eu já estava acostumada, mas ainda assim a grossura me surpreendia.
— Isso, Davi – eu gemia. – Me come. Me fode.
Depois que ele gozou dentro de mim, Valéria pediu:
— Agora você, Yumi. Enfia o dedo no meu cu enquanto ele me come.
Enfiei o dedo. Valéria gozou de novo.
— Agora eu – eu disse. – Quero seu dedo no meu cu enquanto ele me come.
Valéria enfiou o dedo. Davi metia. Eu gozava. Depois gozávamos juntos.
Foi a primeira vez que eu transei com uma mulher. A primeira vez que senti uma buceta na minha mão, nos meus dedos, no meu rosto. Eu amei. O gosto dela, o cheiro dela, o gemido dela.
— Você gosta de mulher, Yumi? – Valéria perguntou depois.
— Gosto. Gosto de mulher e gosto de homem. Gosto de tudo que me faz gozar.
— Você é bissexual.
— Sou. Estou descobrindo agora.
Davi riu.
— Duas bissexuais. Tô no céu.
— Duas de pentelho branco – eu corrigi.
— Melhor ainda.
Numa quarta-feira, eu tinha combinado de encontrar Davi e Valéria na minha casa, não no motel. Valéria ia trazer vinhos e queijos, Davi ia trazer o pau enorme – e eu ia trazer a buceta molhada.
Minhas filhas, Emi e Akiko, não tinham o hábito de aparecer sem avisar. Eram casadas, tinham suas vidas, seus maridos. Mas naquela quarta-feira, por um acaso do destino, as duas resolveram fazer uma visita surpresa. "Vamos levar flores para a mãe. Ela anda muito sozinha desde que o pai morreu."
Elas tinham a chave da minha casa. Eu nunca pedi de volta. Entraram devagar, com cuidado, para não fazer barulho. As flores nas mãos. O vestido bonito. O cabelo arrumado.
E a cena que elas viram na sala: eu de quatro no tapete da sala, o vestido levantado até a cintura, a buceta lisa e os pentelhos brancos à mostra. Davi atrás de mim, pelado, o pau enorme enfiado até o talo na minha buceta. Valéria debaixo de mim, chupando meus peitos e passando a mão na minha bunda.
O cheiro de sexo preenchia a sala – suor, esperma, lubrificante, tesão.
— Mãe? – Emi disse, a voz falhando. As flores caíram no chão.
— Mãe? – Akiko repetiu, paralisada.
Davi não parou. Continuou metendo.
— Mãe, o que é isso?
— O que parece – eu respondi, ofegante, a voz saindo entrecortada pelos gemidos. – Estou transando. Você não sabe o que é transar?
— Com um homem negro?
— Com um homem. A cor não importa. O que importa é o tamanho. E ele tem tamanho. Muito tamanho.
Akiko ficou em silêncio. Os olhos dela estavam vidrados no pau de Davi – entrando e saindo da buceta da mãe, brilhando de lubrificante, a cabeça roxa pulando a cada estocada.
— O meu marido é pequeno – Akiko disse, como se estivesse falando sozinha.
— O meu também – Emi disse.
— Minhocas – Valéria disse, rindo debaixo de mim. – Os dois têm minhocas. Não paus.
— Cala a boca – Emi respondeu.
— Cala a boca você, corna. Olha a sua mãe. Olha como ela está feliz. Você já viu sua mãe feliz assim na cama com o seu pai?
Emi não respondeu.
— Nunca – eu respondi. – Seu pai gozava em dois minutos. Luz apagada. Silêncio. Eu nunca gozei com ele. Nunca. Agora eu gozo. Todas as vezes.
Akiko tirou o vestido.
— Eu quero – ela disse.
— Akiko! – Emi gritou.
— Você não está com tesão? Olha o tamanho daquilo. Olha como a mãe está gemendo. Você já ouviu a mãe gemer assim algum dia?
— Nunca.
— Eu também não. E eu quero gemer assim. Eu quero sentir. Eu quero saber o que é um pau de verdade.
Akiko tirou a calcinha. A buceta lisa, os pentelhos pretos (ela ainda era jovem, não tinha pentelho branco como eu). Ela deitou na cama ao lado de Valéria. Davi tirou o pau da minha buceta – escorreu uma poça do meu gozo e do esperma dele – e enfiou na buceta de Akiko.
Ela gritou. Não de dor. De choque.
— Porra... que pau... é muito grosso...
— Cala a boca e goza – ele disse.
Ele começou a meter. Akiko gemia como uma condenada. Os olhos revirados. A boca aberta. A saliva escorrendo pelo canto.
Foi então que Emi, vendo a irmã ser comida daquele jeito, sentiu a própria buceta molhar. Ela tentou resistir, mas o corpo falou mais alto. Ela tirou a roupa.
— Vem cá – Valéria disse, estendendo a mão.
Emi foi. Valéria a puxou para a cama, beijou sua boca, passou a mão na sua buceta.
— Você está molhada – Valéria disse.
— Desde que eu vi o pau dele.
— Vai ser a primeira vez com uma mulher?
— Vai.
— Vai gostar.
Valéria chupou a buceta de Emi enquanto Davi comia Akiko. Eu me ajoelhei na frente de Davi e chupei o pau dele – que estava molhado da buceta da minha filha.
— Isso, mãe – Akiko disse, sendo comida. – Chupa o pau que me comeu.
— Chupa, sua puta – Emi disse, sendo chupada por Valéria.
— Vocês duas são umas vadias – eu disse, com a boca cheia.
— Filha da puta – Akiko respondeu, rindo.
— A mãe é a puta. A filha é a putinha.
Foi a primeira orgia da nossa família. Davi comeu as duas filhas naquela noite. Enfiou o pau enorme na buceta de Akiko, no cu de Emi, na boca de Valéria, na minha buceta de novo. Todos gozaram. Todos foram gozados.
Foi naquela noite que algo especial aconteceu entre Davi e Akiko. Ela estava menstruada – o sangue já escorria pela sua calcinha quando ela tirou a roupa. Davi viu. Não se afastou. Pelo contrário, seus olhos brilharam.
— Você está menstruada? – ele perguntou, a voz cheia de tesão.
— Estou – Akiko respondeu, envergonhada. – Quer que eu coloque um absorvente?
— Não. Eu quero você assim. Sangrenta.
Ele a deitou de costas. Abriu as pernas dela. A buceta de Akiko estava vermelha – o sangue escorria, grosso, vivo, descendo pela sua bunda. Davi se ajoelhou entre as pernas dela. Cheirou fundo. O cheiro de sangue, de ferro, de útero.
— Porra – ele gemeu. – Que cheiro selvagem. Cheiro de mulher. Cheiro de vida.
Akiko estava envergonhada. "Ninguém nunca me comeu menstruada. Meu marido tem nojo."
— Eu não tenho nojo. Eu amo. Buceta menstruada é buceta de verdade. É a natureza funcionando. É a vida saindo.
Ele enfiou a língua. Lambeu o sangue. O gosto de cobre, de ferro, de útero. Lambeu os grandes lábios, o grelinho, a entrada. O sangue escorria na boca dele. Ele engoliu.
— Isso, Davi – Akiko gemia. – Lambe a minha buceta sangrenta. Lambe o sangue da sua puta japonesa.
Ele lambeu até ela gozar. O orgasmo veio rápido, forte, molhado – o sangue misturado com o gozo escorreu na boca dele. Ele engoliu tudo.
— Agora vou te comer – ele disse.
Enfiou o pau enorme na buceta menstruada de Akiko. O sangue lubrificou a entrada. O pau entrou fácil – mas a grossura ainda a fazia gritar. Ele metia fundo, a cabeça do pau saindo vermelha, molhada de sangue.
— Porra, Davi – ela gritava. – Me come menstruada. Me fode sangrenta.
Ele meteu até gozar dentro dela. O esperma branco misturou com o sangue vermelho. Escorreu pela bunda dela, pelo lençol, pelo chão.
— Limpa – ele disse.
Ela se ajoelhou. Lambeu o próprio sangue e o esperma dele do chão.
— Você é nojenta – ele disse.
— A senhora que me ensinou – ela respondeu, olhando para mim.
— Não ensinei nada – eu disse. – Você já era.
Emi, que tinha assistido a cena toda com os olhos arregalados, sentiu a própria buceta pulsar. Ela se aproximou de Davi.
— Eu quero uma coisa diferente – ela disse.
— O quê?
— Faz xixi em mim.
Davi ergueu a sobrancelha.
— Você tem certeza?
— Tenho. Eu sempre tive vontade. Meu marido nunca quis. Diz que é nojento.
— Não é nojento. É tesão.
Ele a levou para o box do chuveiro. Mandou ela ajoelhar. Abriu a boca.
— Abre bem.
Ela abriu. A língua para fora. Ele mijou. O jato quente, amarelo, forte, atingiu a língua de Emi, o céu da boca, a garganta. Ela engoliu. O gosto de café, de homem, de desejo.
— Isso, Emi – ele dizia. – Bebe o meu mijo. Bebe a urina do homem que come a sua mãe.
Ela bebeu tudo. Até a última gota.
— Gostou? – ele perguntou.
— Gostei – ela respondeu, com a boca ainda úmida. – Gosto de pecado.
— Gosto de liberdade.
Ele a puxou pelo cabelo. Levou de volta para a cama. Comeu ela com a buceta ainda molhada de mijo.
Akiko, que tinha acabado de ser comida menstruada, se juntou a elas. As duas filhas se beijaram – o gosto de sangue e de mijo misturados. Davi as comeu as duas ao mesmo tempo – uma na buceta, outra no cu. Eu assistia, me masturbando. Valéria chupava os dedos de Akiko.
— Isso é uma obra de arte – eu disse.
— É uma orgia – Davi disse.
— É a nossa família – Emi disse.
— Família de puta – Akiko disse.
— Família de puta feliz – Valéria disse.
No final, Emi disse:
— A gente tem que fazer isso de novo.
— Quando? – Akiko perguntou.
— Amanhã.
— Amanhã não posso. O marido está em casa.
A partir daquela quarta-feira, passamos a nos encontrar regularmente. Minhas filhas, eu, Valéria e Davi. Às vezes no motel, às vezes na minha casa, às vezes na casa de uma delas quando os maridos viajavam.
Akiko aprendeu a chupar o pau de Davi até o fundo. Emi aprendeu a tomar no cu sem chorar. Eu aprendi a lamber a buceta da minha própria filha – e a gostar.
Valéria ensinou a gente a fazer chuva dourada. Davi ensinou a gente a gostar de cheiro forte – axila suada, buceta menstruada, cu sem banho. Toda vez que a gente se encontrava, ele cheirava a buceta de cada uma antes de comer. Cheirava fundo, demorado, com os olhos fechados. Às vezes só cheirava e gozava – sem nem enfiar.
— Você é doente – Valéria dizia.
— Doente de tesão por vocês.
Foi Emi que teve a ideia do vídeo. "Para a gente ver depois, quando estiver com saudade." Filmamos uma sessão inteira numa sexta-feira – Davi comendo as quatro, Valéria comendo as três japonesas, eu comendo minha filha com o consolo. O vídeo ficou salvo no celular de Akiko.
Ela esqueceu de apagar.
O marido de Akiko, Toshi, encontrou o vídeo por acaso. Estava procurando uma foto do conserto do carro e abriu a pasta errada. A tela mostrou a esposa de quatro, o cu aberto, o pau de Davi entrando e saindo. A mãe da esposa de joelhos, chupando o pau molhado da buceta da filha. A amiga da sogra com a buceta na cara da esposa. E viu também a esposa menstruada sendo comida com sangue. E viu a cunhada bebendo mijo de joelhos.
Ele ficou uma semana sem falar com ela. Depois chamou o cunhado, o marido de Emi, o Kenji (nome igual ao do meu falecido marido, coincidência). Mostrou o vídeo.
Os dois ficaram em silêncio por um longo minuto. O som do vídeo ainda ecoava na sala – gemidos, tapas, o som molhado do pau entrando e saindo.
Depois ambos olharam para baixo. As calças estavam marcadas.
— Você está de pau duro? – Toshi perguntou para Kenji.
— Estou. E você?
— Também.
— A gente é corno.
— A gente é corno. E gosta.
— O que a gente faz?
— Vamos ver ao vivo.
Eles sabiam o dia, o horário, o lugar. Eu sempre encontrava Davi e Valéria nas quartas-feiras, na minha casa. Era o nosso dia sagrado. Eles esperaram a gente começar – meia hora, quarenta minutos, o tempo suficiente para o cheiro de sexo impregnar a sala.
Depois entraram com a chave que a Akiko tinha dado ao Toshi (para "emergências"). A chave girou na fechadura. A porta rangeu. Eles entraram.
A cena que eles viram: as quatro mulheres de quatro na cama. Davi atrás, revezando. Enfiava o pau enorme na buceta de Emi, tirava, enfiava no cu de Akiko, tirava, enfiava na minha buceta, tirava, enfiava na buceta de Valéria. As quatro gemendo.
— Isso é uma obra de arte – Toshi disse, com a voz trêmula.
— É a nossa esposa sendo comida por um negão – Kenji disse.
— A minha esposa também.
— A minha mãe – Toshi corrigiu. – A sua esposa é minha mãe.
— Pois é. A gente come a mesma buceta.
Os dois homens se olharam. Os paus duros marcando as calças jeans.
— Tira a roupa – Davi disse, sem parar de meter.
Eles hesitaram.
— TIRA A ROUPA, SEUS CORNOS!
Eles tiraram. Os paus pequenos – minúsculos perto do de Davi – duros, apontando para cima. As bolas pequenas. Os pelos mal aparados.
— Olha o tamanho dessa minhoca, Davi – Valéria disse, rindo. – Não dá nem para brincar.
— Cala a boca – Toshi respondeu.
— Cala a boca você, corno. Senta no chão e se masturba. Eu quero ver vocês batendo uma olhando para o pau de verdade.
Os dois se ajoelharam no tapete. O mesmo tapete onde eu tinha sido comida tantas vezes. Começaram a se masturbar. As mãos pequenas, os paus pequenos, os olhos vidrados no pau de Davi.
— Isso, seus cornos – Emi disse, sendo comida. – Batam uma para o meu comedor.
— Batam uma para o comedor da sua mãe – Akiko completou.
Davi tirou o pau da buceta de Emi. Foi até os dois homens.
— Abre a boca – ele disse para Toshi.
Toshi abriu. Davi enfiou o pau enorme na boca do genro. Toshi engasgou. A saliva escorreu.
— Chupa, viadinho. Chupa o pau que comeu a sua esposa menstruada.
Toshi chupou. A língua dele enrolou na cabeça grossa, desceu pela haste, lambeu as bolas. Ele nunca tinha chupado um pau. Nunca. Mas aprendeu rápido.
Kenji assistiu, se masturbando.
— Agora você – Davi disse, apontando para Kenji.
Kenji abriu a boca. Davi enfiou o pau. Ele chupou também. Os olhos marejados, a baba escorrendo.
— Agora os dois vão lamber o cu um do outro.
Os dois homens hesitaram. Olharam um para o outro. Olharam para suas esposas.
— AGORA!
Eles se ajoelharam de quatro no tapete. Toshi enfiou a língua no cu de Kenji. Kenji enfiou a língua no cu de Toshi.
— Isso, seus viadinhos – Valéria disse. – Lambe o cu do seu cunhado.
— Lambe o cu do homem que come a sua esposa – eu disse.
Eles lamberam. A língua entrando e saindo. O som molhado. E gozaram – sem ninguém tocar nos paus.
— Gozaram só de lamber cu – Akiko disse.
— Gozaram igual viado – Emi disse.
— Agora vocês – Davi disse, apontando para as mulheres.
Ele nos deitou de costas na cama. Enfiou o pau enorme na buceta de Valéria. Eu enfiei o consolo no cu de Emi. Valéria enfiou o vibrador na buceta de Akiko. Akiko chupou os dedos de Kenji. Kenji masturbou Toshi.
— Isso é uma obra de arte – eu disse.
— É uma orgia – Davi disse.
— É a nossa família – Emi disse.
— Família de puta – Akiko disse.
— Família de puta feliz – Valéria disse.
Em determinado momento daquela noite, eu estava montada no pau de Davi. Cavalgava devagar, sentindo cada centímetro daquele pau enorme abrindo minha buceta de velha. Os pentelhos brancos roçavam na base do pau dele. Valéria estava sentada no meu rosto, esfregando a buceta suada na minha boca. Akiko estava de quatro, sendo comida por Toshi – o pau pequeno mal entrava, mas ela gemia para agradar. Emi estava sendo comida por Kenji – a mesma coisa, pau pequeno, gemido falso.
— Eu quero ver vocês dois se comendo – eu disse, tirando a boca da buceta de Valéria.
— Quem? – Toshi perguntou.
— Você e Kenji.
— Não...
— VÃO!
Davi tirou o pau de dentro de mim. Foi até os dois homens. Segurou a cabeça de Toshi e empurrou contra o cu de Kenji.
— Lambe – Davi mandou.
Toshi lambeu. A língua no cu do cunhado. Kenji gemeu – pela primeira vez na vida, o cu dele era lambido por outro homem.
— Agora você lambe ele.
Kenji lambeu o cu de Toshi.
— Isso, seus viados – eu disse. – Agora vão comer um ao outro.
— Com o quê? – Kenji perguntou.
— Com o consolo.
Peguei o consolo preto da bolsa. Passei lubrificante. Enfiei no cu de Kenji primeiro. Ele gritou – um grito agudo, de dor e prazer.
— Agora você enfia no seu cunhado.
Ele tirou o consolo do próprio cu. Enfiou no cu de Toshi. Toshi mordeu os lábios para não gritar.
— Agora fode ele – Davi mandou.
Kenji começou a meter. O consolo entrava e saía do cu de Toshi. Toshi gemia baixo.
— Isso, Kenji – Emi disse. – Come o cu do seu cunhado.
— Enquanto eu como o cu da sua esposa – Davi disse.
Davi virou Emi de bruços. Enfiou o pau enorme no cu dela. Ela gritou – de dor e prazer. O cu dela nunca tinha sido penetrado por algo tão grosso. Toshi, o marido, só usava o pau pequeno. Davi usava muito mais.
— Porra, Davi... – Emi gemia.
— Cala a boca e goza.
— Eu não vou aguentar.
— Vai.
Davi meteu fundo. O pau inteiro entrou no cu de Emi. Ela chorou – de prazer.
Kenji continuava metendo no cu de Toshi. Toshi gemia. Eu assistia tudo, me masturbando. Valéria chupava os dedos de Akiko.
— Agora troca – Valéria disse.
Kenji tirou o consolo do cu de Toshi. Enfiou no próprio cu. Toshi começou a meter nele.
— Isso, Toshi – Akiko disse. – Come o cu do homem que come a sua esposa.
— Ele está comendo o cu de quem come a sua mãe – Valéria corrigiu.
— É a mesma coisa.
Todos gozaram. Kenji gozou primeiro – dentro do cu de Toshi. Toshi gozou depois – dentro do cu de Kenji. Davi gozou dentro do cu de Emi. Emi gozou no pau de Davi. Akiko gozou no pau pequeno de Toshi. Valéria gozou na minha boca. Eu gozei na boca de Valéria.
Caímos na cama. Sete pessoas nuas (Davi, Valéria, eu, minhas duas filhas, os dois genros). Suados. Fedidos. Gozados. O cheiro de sexo tão forte que dava para cortar com faca.
Depois daquela noite, passamos a nos encontrar todas as quartas-feiras. A minha casa, no horário combinado, ninguém falta. Toshi e Kenji descobriram que gostavam de ser comidos. Que gostavam de chupar pau. Que gostavam de lamber cu. E que os paus pequenos podiam dar prazer também – só que de um jeito diferente. Submisso.
Davi continuou sendo o rei da orgia. O pau enorme sempre pronto, sempre duro, sempre gozando dentro de alguém. Ele não cansava. Nunca.
Valéria continuou sendo a puta mais feliz que eu conheci. Ela transava com todo mundo – com Davi, comigo, com minhas filhas, com os genros. Ela não discriminava. Pau não pau, buceta não buceta, cu não cu. Tudo era buraco. Tudo era prazer.
Minhas filhas continuaram casadas com os maridos cornos – e felizes. Emi descobriu que gostava de ver Toshi sendo comido. Akiko descobriu que gostava de lamber o cu do próprio marido depois que outro homem gozava dentro.
E eu, Yumi, a viúva japonesa de pentelho branco, descobri que o prazer não tem idade. Não tem tamanho. Não tem cor. Não tem gênero. O prazer só tem um requisito: vontade.
— Eu vou sentir falta de vocês – eu disse, no final daquela quarta-feira, quando todos já estavam se vestindo.
— Não vai sentir falta – Davi disse. – A gente se vê semana que vem.
— E na semana que vem. E na outra. E na outra.
— Até quando?
— Até o pau dele cair – Valéria disse.
— O meu pau não cai nunca.
— Até a minha buceta secar – eu disse.
— A sua buceta não seca nunca. Ela fica molhada só de pensar no meu pau.
— Até as minhas filhas ficarem velhas.
— Elas vão ficar velhas com a buceta aberta de tanto pau – Davi disse.
— Que nem a mãe.
— Que nem a avó.
— Que nem a bisavó.
Rimos. Eu fechei a porta atrás deles. O cheiro do sexo ainda estava no ar – na sala, no tapete, na cama, na minha pele.
Não tomei banho. Nunca tomava depois das quartas-feiras. Queria sentir o cheiro daquela noite até o dia seguinte.
No dia seguinte, quinta-feira, encontrei Valéria no supermercado. Ela estava com a buceta doendo – mal conseguia andar. "Davi não teve pena ontem", ela disse. "Ele me comeu de manhã, antes de você chegar."
— E você deixou?
— Deixei. Duas vezes.
— Você é uma puta.
— Você é outra. A gente combina.
Rimos no corredor dos enlatados. As velhinhas olhavam. A gente não ligava.
Fim.