A noite parecia não ter mais fim! Uma chatice entediante naquela delegacia onde as ocorrências mais comuns eram brigas domésticas (desinteligência, segundo alguns), entreveros decorrentes de excesso de álcool e uns furtos menores; enfim, uma chatice, mas naquela noite tudo estava muito parado e haja café para segurar as pontas! Passava das duas da manhã quando meu celular vibrou com a imagem da minha ex-mulher na tela; respirei fundo quase em desalento imaginando que seria mais alguma exigência esquecida de antes da separação, porém, mesmo assim, achei por bem atender a ligação. "Oi, desculpe incomodar, mas estou preocupada com a Vivian ..., desde ontem ela não manda notícias ..., será que você poderia cuidar disso?", pediu ela com uma ponta de exasperação no tom de voz que me chamou a atenção já que não era seu tom habitual; respondi que cuidaria do assunto e desliguei sem cerimônia.
Vivian era nossa filha que desde a separação não lidou bem com o assunto, em especial pelo fato de ser obrigada a conviver com a mãe, algo que ela julgava inaceitável, e que a fez se transformar em uma adolescente revoltada e eternamente insatisfeita; a bem da verdade sempre desconfiei que Vivian nutria para comigo algo mais que um amor filial, porém jamais estimulei que isso frutificasse, embora não pudesse negar que ela mexia comigo; Vivian era uma loirinha espevitada com corpo de falsa magra, dona de um par de mamas que enchiam um decote, uma bundinha arrebitada e uma carinha se anjo celestial por trás do qual escondia-se uma diabinha safada ..., e mesmo com todos esses atributos excitantes eu sempre a tratei com o necessário distanciamento em uma relação paternal. Fiz algumas ligações sem muito êxito até falar com David, um gay amiguinho de minha filha que também se tornara seu confidente sabendo de todos os seus passos.
“Olha, eu posso te dizer o que quiser sobre a Vivi, mas sabe …, tudo na vida tem um preço, e comigo não é diferente!”, foi a resposta que obtive ao perguntar sobre o paradeiro de minha filha, impondo que eu aceitasse negociar com o pequeno putinho; ele pediu que eu fosse até o seu apartamento para conversarmos melhor sobre o assunto. Falei com o investigador chefe explicando meu problema e ele me dispensou desde que eu mantivesse o celular ligado. Peguei meu carro e em poucos minutos estava próximo do prédio onde David residia, que não passava de um um edifício decadente e mal cuidado habitado por todo tipo de gente …, enfim, um zoológico humano. Desci do elevador e vi a porta do apartamento aberta à minha espera; entrei e David me esperava pelado sentado em uma poltrona de tecido.
David era um branquinho gordinho dono de uma piroca pequena e uma bunda enorme; tinha o hábito de se depilar deixando o corpo liso como a maioria de seus machos apreciava. “Oi, tio! Não demorou, hein? Então …, me faz feliz que eu te faço feliz!”, disse ele com tom insinuante e um risinho safado nos lábios; respirei fundo, me aproximei dele e baixei as calças expondo a pistola meia bomba deixando o putinho todo alvoroçado com uma expressão gulosa no rosto. David não perdeu tempo em se pôr de joelhos tomando o bruto nas mãos e cuidando de lamber a glande chegando a aprisioná-la entre os lábios dando pequenos apertões. Demonstrando uma habilidade excepcional, David obteve êxito em me deixar excitado com o pinguelo enrijecendo dentro de sua boquinha esperta e concedendo uma mamada bem além da expectativa; o tesão era tão alarmante que deixei de lado informações sobre minha filha e segurei David pela nuca socando rola em sua boca fazendo-o quase engasgar babando espesso sobre a pistola que eu socava impiedosamente. David não resistia, pelo contrário, se deixava levar pela situação saboreando as socadas em sua boca, me levando a pensar que ele queria algo mais.
E foi então que libertei o putinho do castigo oral mandando que ele se pudesse de quatro para ser enrabado; David não se fez de rogado correndo em direção ao sofá oposto à poltrona pondo-se de quatro balançando o traseiro roliço e opulento. “Vem, tio, vem me foder bem gostoso!”, pedia ele com tom suplicante e ansioso. Eu me despi e parti para o ataque, tomando posição, apertando as nádegas e pincelando o rego com a glande fazendo o putinho gemer de tesão; as preliminares não duraram muito e eu tratei de socar com força enterrando a chapeleta no cuzinho de David que reagiu soltando um gritinho histérico. “Aiii! Que gostoso, tio …, vai …, mete! Mete com força …, arregaça meu rabinho carente!”, implorou ele com tom embargado e arfante; com estocadas vigorosas fui enterrando o bruto no rabinho apertado de David que entre gemidos e gritinhos gingava o traseiro procurando acelerar o processo de empalamento que não demorou a ter seu fim.
Sem rodeios comecei a socar com força, profundidade e cadência segurando o putinho pela cintura a fim de facilitar meus movimentos, sendo que vez por outra não perdia a chance de estapear aquelas nádegas gordas e suculentas; a curra seguiu um ritmo crescente com meus golpes chacoalhando o corpo de David que correspondia com um gingado de contra-ataque que me deixou ainda mais excitado; currei o safadinho até o limite da minha resistência que culminou em um gozo abundante encharcando o rabo do putinho que por sua vez também experimentou um orgasmo sem a necessidade de manipulação; mantive o rabinho de David preenchido pelo bruto cuja rigidez ainda se fazia presente esperando pelo momento certo para sacá-lo, o que aconteceu alguns minutos depois quando o membro foi murchando aos poucos até escorregar para fora do selo arrombado libertando consigo o sêmen que escorreu até pingar sobre o tecido do sofá.
David ainda respirava com alguma dificuldade quando me revelou o que sabia; segundo ele Vivian havia se envolvido com um velho metido a cafetão por conta de uma foda fortuita com o filho dele e precisou se esconder, pois não tinha a pretensão de servir como putinha de cafetão. "Ela me disse que passaria uns dias na casa da Isadora e quando a poeira baixasse ela voltaria ..., é tudo que eu sei, tio ..., de verdade!", finalizou David com tom enfático. Isadora era irmã da minha "ex", que sempre tratou Vivian com um carinho incomum se tornando sua confidente e protetora. Já minimamente recomposto saindo do apartamento de David e indo em direção ao meu carro fiquei procurando lembrar o endereço de Isadora e um estalo me levou ao celular descobrindo o contato dela; tive que fazer mais de uma ligação sem obter o sucesso pretendido.
Graças a ajuda de um parceiro da delegacia de crimes cibernéticos descobri o endereço da minha cunhada, mas o dia já estava nascendo e eu precisava retornar para a delegacia fechar meu ponto e relatórios. Fiz tudo que precisava e ao sair da delegacia passei em uma loja de conveniência adquirindo um energético a fim de me manter acordado tempo suficiente para ir até a residência de Isadora e encontrar minha filha. Todavia, ao passar em casa para tomar uma ducha e trocar de roupa dou de cara com Fernanda, minha vizinha de porta no edifício onde morava e a coisa ficou séria já que havia algum tempo eu cobiçava aquela policial penal de corpo esculpido em horas diárias de academia, dona de uma vasta cabeleira loira ondulada, olhos cativantes e sorriso insinuante. "Hummm, chegando agora do plantão, foi? Deve estar cansadinho ..., duvido que seja capaz de dar uma trepada suada!", comentou ela assim que as portas do elevador se fecharam. Por um momento ponderei que tinha uma missão a realizar, mas logo percebi que me aventurar no corpo daquela safada era uma boa válvula de escape antes de retomar a busca por Vivian e trazê-la de volta para casa e de volta para o bom senso.
Ao sairmos do elevador disse a ela que tinha energia suficiente para dar a ela um surra de piroca, ao que ela respondeu com tom insinuante: "Então, hoje é seu dia de sorte! Meu plantão começa mais tarde e tô numa secura de dar dó!". Ao entrarmos no meu apartamento, joguei a latinha de enérgico sobre o sofá agarrando-a pela cintura e tascando um beijo de língua que foi recebido e retribuído com imenso entusiasmo; enquanto nos beijávamos aproveitei para apertar aquele corpão de formas alucinantes explorando suas possibilidades. Não perdi muito tempo com preliminares, cuidando de deixá-la nua saboreando seus mamilos durinhos coroando um par de mamas de uma firmeza alarmante ao mesmo tempo em que apertava suas nádegas rijas apreciando a forma perfeitamente roliça e bem moldada.
Sem mais rodeios, joguei-a sobre o sofá abrindo suas pernas e caindo de boca na buceta lisa e polpuda que abri com a ponta dos dedos premiando-a com um banho de língua que logo resultou em um gozo alucinante vertendo em minha boca ao som dos gemidos roucos de Fernanda que procurava segurar minha cabeça numa tentativa de impedir que eu interrompesse as linguadas enfáticas; vez por outra aprisionava o clítoris inchado entre os lábios dando chupões enfáticos que acirravam os orgasmos que prosseguiam vertendo como uma pequena e intermitente cachoeira quente e agridoce. Deixei Fernanda prostrada diante da onda orgásmica que lhe proporcionei com minhas linguadas frenéticas com direito a explorar o interior da gruta ardente com dois dedos vasculhando impiedosamente.
No momento exato me despi e fui para cima dela enterrando o bruto na greta com um único movimento pélvico contundente arrancando um gemido agudo e prolongado; passei a fodê-la com movimentos profundos cuja cadência foi ganhando ritmo até se tornar implacável entrando e saindo com um vigor alarmante resultando em mais uma sucessão de orgasmos sacudindo o corpo de Fernanda que não tinha mais nenhum controle da situação já que estava sob o domínio de um macho viril que lhe proporcionava todo o prazer que ansiava há algum tempo. Esmerei o desempenho procurando extrair o melhor de mim levando aquela foda para um patamar bem acima de qualquer expectativa com minha parceira alucinada com o prazer que recebia nominado por orgasmos que ao mesmo tempo em que pareciam não ter fim ganhavam uma enlevação que creio jamais alguém havia lhe propiciado.
Finalizei a foda em grande estilo intensificando meus movimentos até sentir arrepios seguidos de um retesamento muscular involuntário que culminou com um espasmo voraz enquanto eu enterrava a pistola bem fundo num último golpe que pulsou vibrante até ocasionar uma ejaculação delirante que fez Fernanda gritar e se contorcer desfrutando ainda de uma gozada tão avassaldora que quase a fez despencar da consciência para o limiar do desfalecimento. Depois da gozada permaneci com a pistola enterrada na buceta quente e melada de Fernanda que por sua vez, ofegava sorridente com suas mãos apertando minhas nádegas. "Uau! Que foda maravilhosa! Foi tudo de bom, mesmo!", comentou ela com tom embargado e arfante. Eu sentia o desejo de ficar com ela para mais uma foda alucinante, porém me lembrei da minha missão: encontrar minha filha.
Meio que às pressas, tomei uma ducha, me vesti já pedindo desculpas a Fernanda por não ficar mais tempo, mas sem dar maiores explicações; ela ainda nua encostada na porta do banheiro sorriu aquiescendo com a cabeça e com uma das mãos alisando a perseguida insinuava que por ela nossa trepada merecia uma revanche.
Ganhei a rua em pouco tempo e depois de tomar um café acompanhado de pão com manteiga entrei em meu carro rumando para a casa de Isadora trajeto que durou uma meia hora com minha mente envolvida com preocupações; a casa de minha ex-cunhada ficava em um bairro residencial de classe média e descendo do carro me lembrei que ela fora o estopim da minha separação, já que ambos não escondíamos o desejo um pelo outro, sendo que no final das contas jamais tivemos essa oportunidade. Isadora abriu a porta trajando uma bermuda de tecido mole e uma blusinha estufada pelos seus peitões sempre suculentos; seu corpo não estava acima da média com o tempo cobrando seu preço, mas ainda assim, valia uma boa foda.
Expliquei a razão de minha vinda e ela apenas se limitou a sorrir com discrição me convidando para entrar. "Você veio aqui pra fazer o que há muito tempo eu esperava!", ela disse tirando a roupa exibindo sua nudez diante dos meus olhos; confesso que tentei me concentrar em Vivian, mas a nudez de Isadora despertou um tesão reprimido e eu não me fiz de rogado indo ao seu encontro, tomando-a pela cintura com nossos lábios selando um beijo lascivo. Quando dei por mim estávamos no quarto dela deitados sobre a cama engalfinhados entre beijos e apalpações; Isadora tentou me cavalgar, porém eu estava decidido a manter o controle da situação e fiz com que ela ficasse de quatro; sem perda de tempo pincelei a grutinha quente e úmida antes de dar a primeira socada metendo o bruto quase que por inteiro dentro dela.
Isadora reagiu com gritos e gemidos rebolando e implorando para agasalhar o membro dentro de si, pedido que atendi sem qualquer pudor socando até sentir as bolas roçando o rego dela; passei então a desferir estocadas contundentes e profundas obtendo êxito e fazer a fêmea experimentar uma onda orgásmica que começou tímida, mas logo estava lambuzando o bruto e escorrendo pelas bordas da buceta preenchida. Ambos estávamos alucinados saciando um tesão que há muito tempo fora mitigado e que agora era nossa libertação. E mesmo sentindo o peso de todo o esforço a que me submetera recentemente a impetuosidade do momento combinado com uma fêmea cobiçada eram o estímulo que me alimentava; em certo momento não resisti em dedar o cuzinho de Isadora que resmungou baixinho, porém não ofereceu resistência insinuando que tudo era bem vindo.
Quando pressenti a aproximação do meu clímax não titubeei segurando Isadora pela cintura enquanto socava com mais força e profundidade até culminar em um gozo ralo mas suficiente para levar Isadora à beira da loucura, gemendo e gritando sem parar; achei que tinha chegado ao limiar do meu êxtase, mas Isadora que não pensava da mesma forma libertou-se da posição vindo abocanhar o bruto que de forma inesperada e espantosa iniciou um ressurgimento alarmante. Ela se deitou me puxando para cima usando as próprias mãos para trazer o membro até a entrada da gruta impondo que eu a penetrasse novamente. Na posição "missionário", desenhamos uma nova foda com direito a chupões nos mamilos e mais beijos. O último ato a pedido dela foi uma foda à espanhola que resultou em um gozo ainda mais ralo, mas ainda assim deliciosamente delirante. Eu desabei sobre a cama ao lado dela suado e com a respiração acentuada observando a expressão de plenitude estampada no rosto da minha ex-cunhada cujo sorriso mais parecia um agradecimento velado; permanecemos estirados sobre a cama e em dado momento ela se levantou sugerindo que tomássemos uma ducha que eu aceitei de pronto e que resultou em um novo banho de língua naquela buceta assanhada. "A Vivian? Sim, ela esteve aqui, mas já foi embora pra casa da minha irmã", foi a resposta que obtive quando perguntei sobre minha filha; mesmo achando qua havia algo de estranho na história achei melhor apreciar o resultado.
