O silêncio da sala foi quebrado pelo som suave de passos descalços no piso de madeira, ecoando como um sussurro conspiratório. Jhonny ergueu a cabeça do sofá, os olhos se ajustando à penumbra, e viu Suzana parada na porta do corredor, vestindo um roupão leve de seda que mal cobria suas curvas generosas, o tecido dançando sutilmente com o movimento. Seu semblante era enigmático – uma mistura de preocupação e determinação, os cabelos cacheados soltos e os olhos castanhos fixos nele, brilhando na luz fraca. "Jhonny… podemos conversar? Não consigo dormir sabendo que você tá aqui remoendo tudo sozinho," disse ela, voz baixa para não acordar os outros, aproximando-se e sentando na poltrona oposta ao sofá, as pernas cruzando com um farfalhar suave.
Ele se levantou e se sentou, esfregando o rosto cansado e os olhos marejados da conversa com Andressa: "Suzana? O que foi? Já tá tarde." Ela hesitou, descruzando e cruzando as pernas novamente, o movimento sutil fazendo o roupão escorregar ligeiramente pelas coxas mulatas, revelando um vislumbre de pele lisa: "Eu… ouvi sua conversa com a Andi no telefone. Desculpa, as paredes são finas, e eu tava na cozinha pegando água. Não quis escutar, mas ouvi." Jhonny franziu a testa, uma pontada de irritação subindo como bile: "Ouviu tudo?" Ela assentiu, os olhos baixos, torcendo as mãos no colo: "Sim… e me sinto mal por isso. Quero me desculpar por me exibir pra você sem que você soubesse do que rolava entre nós – as meninas, o fetiche todo. Eu sabia que isso acabaria acontecendo, que você descobriria. Já alertei a Andi várias vezes pra ser sincera com você, principalmente depois que esse segredo quase acabou com o meu noivado e depois com meu casamento."
Suzana respirou fundo, descruzando as pernas devagar, o roupão abrindo um pouco mais, expondo a curva interna da coxa: "Foi no mesmo ano do casamento de vocês. O Chris descobriu sobre as minhas exibições na semana do nosso casamento – flagrou mensagens e fotos no meu celular entre mim e as meninas. No começo, ele não gostou nada, ficou furioso, quase terminamos. Brigamos feio, chorei rios, mas estávamos apaixonados demais. Depois de muita conversa, lágrimas e até mais algumas brigas, nos acertamos. Mas aí, na primeira semana de casados, ele me flagrou se exibindo em uma festa – saia subindo 'acidentalmente', calcinha à mostra pra uns caras que eu sequer conhecia. Tudo quase ruiu de novo. Foi quando contei realmente tudo, até coisas que você ainda não sabe sobre a gente. Compartilhei fotos das minhas amigas com ele, mostrei que era só um fetiche, não traição. Eu não tinha outros homens. Não tinha amantes. Ele relaxou aos poucos e o sexo melhorou muito – virou algo nosso, excitante. Com amor e conversa, superamos." Ela pausou, olhando para Jhonny com empatia, um sorriso torto surgindo como se dissesse "vida de casado, né?": "A Andi temia que com vocês fosse diferente, que você a deixasse. Ela sabia que você teve uma criação mais regrada, igual foi a criação dela, e por isso, talvez tivesse mais resistência ou mesmo sequer entendesse. Ela até me pediu pra não me exibir pra você, mas… o costume e o desejo pelo voyeurismo venceram já no primeiro dia. Virou natural pra mim, Jhonny – como respirar. Foi por causa de toda essa tensão que a Andi ficou com medo de ir no meu casamento com você. Aproveitou um novo projeto na empresa dela como desculpa pra não aparecer. Isso estremeceu nossa amizade – eu e a Cintia ficamos uns cinco meses ou mais sem falar com ela, magoadas. Mas acabamos perdoando, depois de muita conversa e… fotos picantes trocadas, pra quebrar o gelo e rirmos juntas como antes."
Suzana parou aí, notando a expressão de Jhonny – uma mistura de confusão e irritação, os punhos cerrados como se segurasse uma bomba: "Não quero falar coisas que a Andi ainda não te contou, então vou parar. Só queria que você soubesse o lado de cá. Não é perfeito isso tudo. Nenhuma de nós é perfeita. Por exemplo, pode não parecer, mas o Chris tem ciúmes de você, de eu me exibir pra você. É até engraçado, ele não aparentava ciúmes há mais de um ano, mas você parece ter despertado isso nele novamente. Ele reconhece que você é… diferente. Não sei explicar." Ele assentiu devagar, mas antes que respondesse, ela se levantou, abrindo o roupão de repente – revelando o corpo nu por baixo, a pele morena reluzindo na luz fraca, os seios médios e firmes com mamilos escuros endurecidos, a barriga lisa levando à boceta raspada, os lábios carnudos e ligeiramente entreabertos, um brilho úmido sugerindo excitação. Jhonny entrou em choque, os olhos arregalados, o pau dando um pulso forte nas calças, latejando como se acordasse de um sonho erótico. Tão rápido quanto abriu, ela fechou o roupão, piscando com um ar malicioso: "Sua esposa é a loirinha mais linda e dengosa que já conheci. E as amigas dela são tão lindas quanto. Não sacaneamos uma a outra – é só diversão entre nós."
Ela sentou de novo, séria: "Me ouve bem, Jhonny. A Andi já fez por você muito mais do que imagina. Ela teve oportunidades de te trair e recusou sem nem duvidar – homens lindos, bem-sucedidos, que davam em cima dela no trabalho ou em festas. E… até um ex-namorado dela, por quem ela era apaixonada na época da faculdade. Foi ele que arrumou o primeiro emprego dela depois que vocês se casaram. Achou que viraria amante, tentou de tudo. Ela deu um toco nele, pediu demissão com meses de trabalho, sem medo. Nem pensou duas vezes." Suzana enfatizou: "Nós não somos piranhas, Jhonny – só exibicionistas. Nos excitamos com isso, e os maridos colhem os frutos com um sexo maravilhoso, cheio de tesão acumulado."
Jhonny tentou processar, a voz rouca: "Eu… admito que fico excitado com a ideia, mas odeio ter sido enganado. Pior é saber que o Christopher viu a boceta da Andi na visita à casa nova." Suzana assentiu, compreensiva: "Entendo… mas não era intenção dela se exibir naquele dia. Virou um costume, um delicioso costume – como um vício que te deixa viva. E tenho que admitir, o Chris não se comportou muito bem, ele sabe de tudo e foi meio babaca, a Andi me contou. Acho que ele fez isso como uma vingança idiota por eu me exibir pra você. Só deixa pra lá, por favor."
Ela sentou de novo, séria, descruzando as pernas devagar, revelando a boceta molhada e inchada, os lábios inchados de tesão, um filete de umidade escorrendo pela virilha morena, o clitóris proeminente e rosado pulsando levemente – ela definitivamente estava muito excitada, o ar carregado de um cheiro sutil de desejo. "Não pretendo transar com você, Jhonny – ainda que você seja um careca gostoso, forte e charmoso, e eu sei que você me acha uma linda gostosa." - ela pausou, e então continuou - “Ainda que você tenha sido uma companhia maravilhosa nessas semanas que está aqui, me dando mais atenção até que meu marido, mesmo estudando tanto…” - ela então para, uma leve preocupação por talvez ter falado demais, o rosto corando levemente. Suzana então, fechando os olhos, se empolga, levando um dedo à boceta, deslizando-o entre os lábios úmidos, recolhendo o néctar viscoso e levando-o à boca, provando com um gemido baixo, os olhos semicerrados de prazer, lambendo o dedo como se saboreasse um doce proibido: "Mmm… delícia." Jhonny mal se aguentava, o pau duro dolorosamente, latejando como se implorasse por alívio.
Ela se levantou, deixando o roupão cair completamente, ficando nua – o corpo curvilíneo exposto, seios balançando suavemente ao ritmo da respiração acelerada, bumbum generoso e redondo virando de lado para ele, a boceta piscando entre as coxas ao se virar: "Imagina agora a Andi fazendo o mesmo com o Chris… se exibindo pra ele, deixando ele ver tudo." Jhonny resistiu, mas a imagem veio, invadindo como um flash indesejado: Andressa nua, abrindo as pernas para Christopher, a boceta branquinha piscando, lábios rosados úmidos e convidativos. Suzana continuou, voz rouca de tesão: "Na única vez que ela nos visitou, dois anos atrás, ela o fez. Foi lindo – a Andi se exibiu pra ele no quarto, pernas abertas, bocetinha rosada à mostra. O Chris não soube como reagir e se masturbou na frente dela, o pau grosso latejando, gozando forte enquanto olhava. Mas eles não transaram – só se observaram. Mais que isso nem eu aceitaria, seria sacanagem com você. Mas não precisei falar nada; a Andi já sabia disso e se retirou do quarto, deixando a gente se amar. Enquanto isso, ela se aliviou no banheiro, em uma videochamada com você."
Jhonny se lembrou daquele dia – Andressa ligando alterada, gemendo de tesão, os olhos vidrados; ele pensara que era bebida, mas agora entendia, a memória batendo como um soco: "Era isso… ela gozando enquanto eu via, mas depois de se exibir pro Chris." Sua raiva nunca fora tão grande, o peito queimando de traição, fervendo como lava, mas por incrível que pareça, sua compreensão de Andressa também crescia – o amor dela, as recusas a traições reais, pulsando como um farol em meio à tormenta. Suzana citou exemplos, voz suave mas firme: "Ela recusou um chefe que prometia promoção por sexo, um amigo de vocês que deu em cima dela em uma viagem… sempre fiel." Por fim, ainda nua, Suzana pegou o roupão do chão e se cobriu novamente, mas agora com a voz pesada e carregada de tesão: "Desejo que a Andi te faça muito feliz, porque sei que ela te ama muito. E espero que você ainda a ame tanto quanto dizia." Ela se despediu com um aceno suave: "Boa noite, Jhonny. Pense nisso."
Mas não antes de, na porta do quarto dela, tirar o roupão novamente, revelando o corpo nu uma última vez – costas arqueadas, bumbum redondo empinado, boceta piscando entre as coxas ao se virar de lado, o brilho úmido reluzindo – e entrar no quarto, fechando a porta devagar, deixando um rastro de perfume e tensão no ar. Jhonny ficou sozinho, o pau latejando insuportável, pulsando como se tivesse vida própria. Ele baixou as calças, envolvendo o membro grosso com a mão, batendo punheta devagar, resmungando baixinho: "Porra… que merda é essa? Raiva… tesão… ela me enganou, mas… me ama mesmo?" Lágrimas escorreram pelo rosto, misturando-se ao prazer, rolando quentes enquanto a mão acelerava, e ele gozou forte, jatos quentes espirrando na manta, talvez aliviado pela conversa, o corpo relaxando em um misto de confusão e catarse, o peito arfando como após uma maratona emocional.