Depois daquele encontro que me fez ser o macho daquela dupla de fodilhões bem putas, ficou decidido, por acordo tácito, que eu passaria a fazer parte da vida de Filipa e Tiago, como cobridor oficial de ambos e que a minha vida passaria por usar a casa deles sem qualquer restrição e os seus corpos com total liberdade. Podia fazer com eles o que me aprouvesse, mesmo a nível social, em encontros, festas, relacionamentos, saídas, etc. Para Filipa eu seria seu amigo colorido, para Tiago eu seria um ex colega de faculdade. O segredo era frágil, pois, quer um quer outro, eram conhecidos no meio que frequentavam e onde eu iria ser introduzido e facilmente perceberam que eu era o seu homem.
Claro que mantive a minha casa, o meu emprego, as minhas rotinas pessoais, de acordo com as minhas decisões e vontade, embora tenha passado a frequentar com mais regularidade e constância, a casa deles para me consolar e os consolar.
Eu era funcionário de uma multinacional e a minha função era de gestor de frota e serviço de compras.
A empresa era francesa e tinha as instalações nos arrabaldes de Lisboa, num parque industrial bem conhecido, pois nele se concentravam um volume significativo de empresas, nomeadamente de logística, distribuição alimentar e máquinas e equipamentos industriais.
Por norma eu distribuía os meus dias com um calendário organizado, pré-defenido. Às segundas, quartas e sextas, ficava em minha casa, com hipotéticas visitas da parte dos dois, quando eles precisavam ou eu o exigia. Às terças, quintas, sábados e domingos, ia dormir a casa deles e eram noites de verdadeira tourada, com sessões contínuas de sexo até ficar sem néctar nos colhões, especialmente ao fim-de-semana. Eles faziam questão de me ordenharem até secarem toda a nata do seu boi de cobrição.
Numa quarta-feira duma semana de há um mês atrás resolvi fazer uma surpresa ao meu casalinho e apareci lá em casa eram cerca das dezanove horas. Meti a chave à porta e ao entrar não apareceu nenhum deles, nem Tiago, nem Filipa. Estranhei, pois o carro de ambos estava parado no parque, mesmo à frente da porta do prédio. Podiam ter ido a algum lado ali perto, quiçá às compras ou até jantar fora, pensei. Pousei o blusão no espaldar duma cadeira e sentei-me no sofá a descansar, sem ligar a televisão. Fiquei com uma certa decepção por não ter o que eu queria ali disponível para me receber.
Daí a pouco pareceu-me ouvir um ruido vindo da zona do quarto e logo de seguida julguei ouvir um gemido e uma voz estrebuchar algo, quase como se estivesse a ser pressionado ou submetido a um evento de dominação ou submissão.
Não me mexi e fiquei mais atento e com uma sensação de que algo poderia estar a acontecer que eu não conhecia ou não me tinha sido informado.
Logo de seguida confirmei que os ruídos eram reais e que alguém estava no quarto e concerteza havia algo que eu precisava descobrir.
Levantei-me e caminhei silenciosamente até à porta do aposentos que se encontrava apenas encostada, com uma pequena fresta entreaberta. Olhei para o interior e o que vi deixou-me em estado de alucinação e tesão imediato.
A cena era de tirar o fôlego. Tiago estava deitado de costas de caralho em riste. Filipa ocupava o lugar por cima dele e mamava-o até ter os bolas a tocar as beiças. Uma gaja que eu não conhecia estava por trás de Filipa a foder-lhe a cona e a esfregar as tetas dela enquanto lhe chamava de tudo: puta, cadela, gulosa, cona funda e quente, vaca. Tinha uma tetas volumosas e bem firmes para o tamanho e uma boca bem torneada e uns olhos de um verde esmeralda muito atraentes. E não parava de enterrar na minha fêmea sem preocupação nem cuidados. Tiago anunciou a esporra que estava a golfar na boca de Filipa enquanto aquela mula se esporrava desalmadamente na rata de Filipa, que gania como cadela no cio. Caíram os três na cama desalinhada e ficaram assim de corpos ao léu até recuperarem.
Eu que testemunhara a sessão de foda entrei sem aviso e todos se levantaram como se impulsionados por mola e Tiago e Filipa disseram: tu aqui?
Quando fixei o olhar na outra gaja é que descobri que não se tratava de uma mulher por inteiro mas de uma CD que tanto fodia, como gostava de levar naquele cu, além de fazer grandes e fartos broches com aquela bocarra de puta cadela.
Filipa veio de imediato ao meu encontro, nua, visivelmente cansada, com a greta bem inchada e a boca com resquícios de esporra e atracou-se a mim com um linguado de fazer fumo, tal a voracidade. Levou de imediato a mão quente e macia ao meu inchaço entre pernas e exclamou:
- Foda-se, caralho, este cavalo já tá pronto para cobrir. Quem vai ser o primeiro a marchar? Eu, ele ou aquela puta macho que gosta de tudo?
Os outros dois (um também parecia uma) vieram ao nosso encontro e despudoradamente sacaram o meu caralho para fora do aconchego das calças e dos boxers e a cd começou uma mamada bem profunda enquanto Tiago se entretinha a lamber a cona de Filipa, toda esporrada da foda que levara minutos antes.
Em breves momentos tinha três cadelas diferentes, mas preciosas, a usarem o macho como se não existisse mais nada no mundo.
Impus respeito pelo meu poder sobre elas e disse com ênfase:
- Mas que pouca vergonha é esta. Quem?manda aqui? Já as putas fazem o que querem? Vamos lá a tratar dos assuntos por ordem. Tu, como te chamas, cadela? - e dirigia-me à CD que não me fora apresentada.
Filipa atalhou e falou antes de qualquer dos restantes:
- Ela é a Renata, uma puta que trabalha numa empresa ao lado da minha e que conheci faz tempo. Damo-nos bem e acabamos por acasalar de vez em quando. Ela apareceu ontem e ficou cá para fazermos uma festinha das boas.
- Ok, Renata, já vi que tens um bom bastão a que dás bom uso, mas agora eu vou te comer o cu até te encher de leitinho. Não podes tomar de assalto o que é meu, sem castigo. Vais ao tronco agora. Fica de quatro vaca!
E tu, Tiago, vem lubrificar o meu caralho com uma broxada. Agora!
Filipa, minha cachorra, mama o caralho de ambos enquanto estamos na diversão. A seguir fodo o cu de vocês também. Minhas putas do caralho, gulosas, javardas.
Só querem pirocada nesses buracos. E leite no bucho.
Ficam desde já avisadas as três: para foderem eu tenho que estar presente.!Não há cá mais festas privadas sem a minha autorização. O macho e dono do pedaço sou eu.
Quem sabe se um dia destes não vos dou algo mais... Para vos consolar e me consolar também.
Há sempre uma primeira vez para tudo, não é bezerrinha?