Professora Puta- O Sobrinho

Um conto erótico de Carla Professora
Categoria: Heterossexual
Contém 1350 palavras
Data: 22/05/2026 20:58:29

Eu sempre fui a mulher certinha. Aos 42 anos, professora de Direito em uma universidade particular, casada com o Paulo há 18 anos, mãe de dois adolescentes. Minha vida era organizada: casa bonita, agenda cheia, corpo malhado na academia três vezes por semana e, sim, os seios de silicone que coloquei aos 38 porque queria me sentir mais mulher. O Paulo adorava. Eu também… ou pelo menos achava que adorava.

Mas depois de tudo que aconteceu nos últimos meses — as noites com o Pedro, depois a Lara entrando na nossa cama —, algo dentro de mim acordou. Não foi de uma vez. Foi devagar, como um fogo que começa baixo e vai crescendo sem que você perceba.

Comecei a me olhar no espelho de um jeito diferente. Notava como os alunos me olhavam quando eu usava saia lápis mais justa. Sentia um calor gostoso quando um colega mais novo demorava o olhar no meu decote. E o mais perigoso: comecei a fantasiar. Não só com o Paulo. Com outros homens. Homens mais novos. Homens proibidos.

Foi quando o Matheus, meu sobrinho, anunciou que viria passar um mês aqui em casa.

Matheus tem 23 anos. Filho da minha irmã mais nova. Alto, ombros largos de quem joga basquete desde criança, cabelo castanho bagunçado e aquele sorriso preguiçoso que sempre me fazia rir quando ele era menino. Agora não era mais menino. Era um homem. E eu, pela primeira vez na vida, percebi isso de um jeito que não deveria.

Ele chegou numa tarde de sexta. Eu estava sozinha em casa. O Paulo tinha viajado a trabalho e os meninos estavam na casa de amigos. Abri a porta de short jeans curto e blusa de alcinha fina — roupa que eu nunca usaria antes na frente da família. O calor da tarde me deu a desculpa perfeita.

— Tia Carla… nossa, você tá… diferente — ele disse, me abraçando forte. Senti o peito dele contra os meus seios e um arrepio desceu pela minha espinha.

— Diferente como, Matheus? — perguntei, sorrindo, enquanto pegava a mala dele.

Ele me olhou de cima a baixo, sem pressa. Demorou nos meus peitos, na curva da minha cintura, nas minhas coxas.

— Mais… mulher — respondeu, com a voz um pouco mais rouca.

Eu ri, fingindo que era brincadeira, mas meu corpo reagiu. Senti um calor subir entre as pernas. Um tesão leve, quase tímido, mas presente. Eu, que sempre fui fiel, que nunca tinha olhado para outro homem com desejo de verdade… agora estava molhada só porque meu próprio sobrinho me chamou de “mais mulher”.

Levei ele até o quarto de hóspedes. Enquanto arrumava as coisas, ele tirou a camisa para trocar de roupa. Fiquei parada na porta, fingindo que olhava o celular. Mas meus olhos não conseguiam desgrudar dos ombros largos, dos músculos das costas, da forma como a calça jeans marcava a bunda dele.

Ele se virou. Me pegou olhando.

— Tudo bem, tia? — perguntou, com um meio sorriso.

— Tudo… — respondi, a voz um pouco mais baixa que o normal. — Só… tá calor hoje, né?

Ele deu um passo mais perto. O cheiro dele — suor limpo, perfume bom — me envolveu.

— Tá mesmo — murmurou. — Mas você tá linda assim, suada. Sempre foi a tia mais gata da família, sabia?

Eu deveria ter rido. Deveria ter dado um tapa de brincadeira e saído do quarto.

Em vez disso, senti meus mamilos endurecerem contra a blusa fina e uma umidade quente se espalhar na minha calcinha.

Foi ali, naquele momento simples, que eu entendi: eu não era mais a mesma Carla. Eu queria ser desejada. Queria sentir. Queria mais.

E o Matheus… ele estava ali, na minha casa, por um mês inteiro.

Respirei fundo, sorri devagar e respondi:

— Obrigada, querido. Se precisar de qualquer coisa… é só chamar a tia.

Ele mordeu o lábio inferior, sem tirar os olhos dos meus.

— Pode deixar, tia Carla. Eu vou chamar.

E eu, pela primeira vez, senti que queria que ele chamasse.

Matheus estava aqui há apenas três dias e eu já não conseguia parar de pensar nele.

Era absurdo. Ele era meu sobrinho. Filho da minha irmã. Vinte e três anos. Eu, quarenta e dois. Casada. Respeitável. Mas toda vez que ele passava pela sala sem camisa, suado da corrida matinal, eu sentia um calor que não sentia há anos.

Naquela tarde de domingo, o Paulo tinha saído com os meninos para o futebol. A casa estava silenciosa. Eu estava na cozinha, preparando um café, quando Matheus desceu. Short de basquete baixo na cintura, sem camisa, cabelo bagunçado.

— Bom dia, tia… — disse ele, voz rouca de quem acabou de acordar. Parou atrás de mim, perto demais. Senti o calor do corpo dele nas minhas costas.

— Bom dia, querido. Dormiu bem? — respondi, tentando manter a voz normal.

Ele se esticou para pegar uma xícara no armário acima de mim. Seu peito roçou de leve no meu ombro. Meu corpo inteiro arrepiou.

— Dormi… mas sonhei estranho — murmurou, ainda atrás de mim. — Sonhei com você.

Eu ri, nervosa.

— Comigo? Que sonho estranho.

Ele não riu. Colocou a xícara na bancada e ficou ali, o corpo quase encostando no meu.

— Não foi estranho não, tia. Foi… bom.

O silêncio ficou pesado. Eu sentia meu coração batendo forte. A blusa fina que eu estava usando deixava os mamilos marcados. Ele percebeu. Eu sabia que ele percebeu.

— Matheus… — comecei, sem saber o que dizer.

Ele baixou o rosto, a boca perto da minha orelha.

— Relaxa, tia Carla. Eu sei que você é casada. Só… você tá diferente ultimamente. Mais linda. Mais mulher.

Ele deu um passo para trás, pegou a xícara e saiu da cozinha como se nada tivesse acontecido.

Eu fiquei ali, encostada na bancada, pernas tremendo, a calcinha molhada.

Eu ainda estava encostada na bancada da cozinha, o coração batendo forte, quando ouvi os passos dele subindo a escada. Fechei os olhos por um segundo, tentando recuperar o fôlego. “Mais mulher”. Duas palavras simples, ditas pelo meu próprio sobrinho, e meu corpo inteiro reagiu como se eu tivesse 20 anos de novo.

Fui até o quarto, tranquei a porta e me olhei no espelho. A blusa fina marcava os mamilos duros. O short jeans curto deixava metade da minha bunda à mostra. Eu estava molhada. Molhada de verdade. E o pior era que não era só tesão físico… era um tesão perigoso.

Porque eu não era mais a tia Carla certinha que todo mundo conhecia.

Há meses eu vinha vivendo uma vida dupla. O Pedro, meu aluno de 22 anos, me fodia na sala de aula, no carro, no motel barato depois da aula.

— Tia? Posso entrar?

Era o Matheus.

— Desculpa incomodar… só queria saber se você tem carregador de iPhone. O meu ficou na mala.

Entreguei o carregador, mas ele não saiu. Ficou ali, olhando para mim. Olhando de verdade. Desceu os olhos lentamente pelo meu corpo, parando nos meus seios, na curva da cintura, nas coxas.

— Tia… você tá bem? Tá vermelha.

Eu ri, nervosa, cruzando os braços para tentar esconder os mamilos que insistiam em ficar duros.

— Tá calor hoje, né? — respondi, repetindo a mesma desculpa de mais cedo.

Ele deu um passo para dentro do quarto. Fechou a porta atrás de si, sem tirar os olhos de mim.

— É… calor. Mas eu acho que não é só o calor, né?

O silêncio ficou denso. Eu sentia o coração martelando no peito. Se ele soubesse o que eu tinha acabado de escrever pro Pedro… se ele descobrisse que a tia “perfeita” vira uma puta pra aluno dela… tudo desmoronaria.

E mesmo assim, eu não pedi pra ele sair.

Em vez disso, mordi o lábio inferior e respondi baixinho:

— Matheus… você não devia falar essas coisas pra mim.

Ele sorriu, aquele sorriso safado que me desmontava.

— Eu sei, tia. Mas você também não devia ficar me olhando do jeito que tá olhando.

Ele deu mais um passo. Agora estava perto o suficiente pra eu sentir o calor do corpo dele.

E eu, pela primeira vez, não recuei.

Caso queiram mais fotos minhas me chame por e-mail. Tenho fotos deles mijando em mim. Foto sensual, pelada

fernandaescritora1992@gmail.com

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Comentários

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Fernanda...prof q delícia mande fotos por FV..bjs

professor2020@hotmail.com

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