Amiga de minha mulher me pegou emprestado

Um conto erótico de Dante Rômulo
Categoria: Heterossexual
Contém 1957 palavras
Data: 02/05/2026 20:42:14
Última revisão: 02/05/2026 21:22:11

Amiga de minha mulher me pegou emprestado

Eram 8h30 e eu voltava para o apartamento depois de levar a patroa ao serviço com planos de tirar o dia para descansar. Pelo menos, até às 16h30, horário em que eu a buscaria de volta, minha vontade era de dormir até lá.

Cheguei em casa e simplesmente me joguei no sofá. Passaram uns 5 minutos e a campainha toca. Achei estranho ninguém anunciar, mas também pensei que pudesse ser alguém do prédio. A primeira pessoa que pensei foi na Lorena. Morena gostosa, minha amante predileta e fixa. A outra opção seria a Letícia, minha inquilina do pavimento debaixo, mas nem teria motivo de bater na minha porta. Pensei comigo em deixar tocar, fazendo de conta que não tinha ninguém em casa. Passaram mais uns 5 minutos e a campainha toca de novo. Me senti obrigado a me levantar e ver quem era.

Pelo olho mágico, vi que era Paloma, uma amiga de minha mulher. Então, pensei, vou dispensá-la rápido e volto a dormir. Abri a porta e a claridade ensolarada do lado de fora me ofuscaram um pouco a visão do monumento à minha frente. Com todo natural respeito e cordialidade, tentei dispensá-la dizendo que minha mulher só estaria de noite.

Surpreendentemente, ela me diz que sabia. Por isso, tinha ido naquele horário, porque queria falar comigo. Pensei no que será que ela quer? Pedi pra entrar.

Ela disse que estava terminando um curso de massagem e que precisava treinar e gostaria que fosse um homem porque com mulher ela já tinha treinado e que tinha vergonha de chegar na amiga dela e pedir para massagear o seu próprio marido. Eu já imaginava de que jeito a nossa transa ia começar e onde seria que eu comeria aquela vadiazinha. Uma loirinha de cabelos longos, baixa, estava de calça jeans bem colada nas coxas e no bundão gigantesco que ostentava, um top branco com um decote em V mostrando a geometria apetitosa de dois seios bem arredondados e siliconados (pouco me importa se não são naturais), olhos castanhos, boca pequena com um piercing em uma das narinas. Acabei aceitando o convite e pedi orientações do que eu deveria fazer.

Ela passa a me instruir. Me fala para tomar uma ducha e voltar só de cueca. Depois, se eu permitisse, ela também tomaria uma ducha rápida, caso contrário, enquanto eu estivesse no banho, ela já se trocaria e começaríamos a sessão. Imediatamente, eu disse que autorizaria. Lógico que não criaria caso dela tomar uma ducha. Pensando que poderia ser junto de mim, mas como não sabia da intenção ali da danada, preferi não queimar a largada.

Fui, tomei meu banho em 5 minutos e voltei só de cueca. Paloma entrou e se banhou também. Toalha e cremes todos dela. Saiu de roupão e me pediu para deitar de barriga pra baixo. Assim eu fiz. Na minha própria cama de casal, eu deitado e de rosto virado para o lado. Paloma adverte: Não pode me olhar em trajes de massagem, ok?

Que crueldade de mulher. Ainda me proíbe de olhá-la em trajes de massagem, quando me deu ainda muito mais vontade de ver como a vagabunda estava, no entanto, apenas respondo ok!

Sinto que ela sobe na cama, se ajoelha ao redor do meu corpo. Joelho direito na altura na minha cintura e do braço direito, uma vez que ela tinha esticado os dois e o seu joelho esquerdo na mesma direção, próximo ao braço esquerdo. Lentamente, sinto o corpo dela se inclinar em minha direção, conseguindo sentir a respiração diafragmática em minhas costas, bem como os bicos de seus seios mais próximo dos pulmões, estes em altíssima pressão bombeando oxigênio para o restante do corpo e meu pau já estalando de tesão.

Era possível sentir que ela tinha um belo par de seios avantajados, porque ao colocar primeiramente os bicos, bem arredondados também e grandes, também conseguia sentir os mamilos e a maciez de toda extensão daquilo que, com certeza, seria muito bem saboreado dali a pouco. Depois de um bom tempo fazendo, percebi, até então disperso e concentrado naquele início de massagem, que havia um som ambiente.

Ela se levanta dessa posição e começa a me massagear com as mãos e braços, começando pelas pernas, atrás das coxas, nas costas e nos ombros. Presumo que não tinham passados sequer 10 minutos e eu estava prestes a explodir a qualquer momento. Meu pau pulsava dentro da cueca. A vagabunda começou a fazer massagem na minha cintura e com a ponta dos dedos envolvia meu abdômen numa deliciosa sensação de tesão.

Estava calculando o momento certo de dar o bote nessa vagaba, porque com certeza absoluta, ela bateu na minha porta com a intenção de dar para mim. Sabendo que minha mulher não estaria em casa, seria muito fácil ela se aproximar dessa forma, portanto, ela veio aqui para tomar rola de brinde.

Sinto que ela para de massagear por alguns segundos e volta com os joelhos um pouco mais para baixo do que anteriormente e já passo a me preparar para trocar de posição e não só vê-la como estava mas de devorá-la de todas as formas. Mentalmente, calculo que, se conseguir entrelaçar as minhas pernas debaixo das pernas dela, sobretudo, naquela parte da panturrilha, eu jogaria aquela putinha enrustida para baixo de mim e ela ficaria de bumbum virado para cima, momento em que eu assumiria a condução da massagem.

Em uma acrobacia milimetrada, executo aquele plano assim que sinto que ela se ajeitou exatamente dentro daquele cálculo e faço o que eu tanto queria. A única coisa que eu disse foi:

-Paloma, só um momento, por favor.

Numa fração de segundos, ela estava por baixo e eu por cima, com um rabo gigante de gostoso e uma calcinha fio dental apaixonante. Bem acima do cóccix uma tatuagem com um laço de presente. E digo a ela novamente:

-Então, além da massagem, acho que ganhei mais um presente? Com as duas mãos alisando aquela montanha de bunda sedenta de pau, ela me responde:

-Eu fico com vergonha.

Ah mas é claro que ela ficaria com vergonha de ouvir muita sacanagem às claras, mas não teve vergonha de conversar com a minha mulher e descobrir o dia que eu estaria em casa de folga, o horário que ela não estivesse lá, tocar a campainha, me propor uma massagem, como um treino de aprimoramento, se despir como uma cadela no cio. Interessante esse conceito de vergonha.

Mas me limitei a continuar alisando e ela sem se opor a nada, quando resolvo dizer:

-Mas eu quero você sem vergonha e como já está com esse par de seios deliciosos à mostra, só falta tirar a calcinha.

No mesmo instante que eu arrebento a tira que jogo para trás.

Continuo alisando aquela bunda maravilhosa e resolvo degustar, aproveitando a oportunidade que lá estava bem na minha cama. Até aquele momento, minha cama de casado só tinha sido usada com a minha amada esposa, mas tudo tem a sua primeira vez.

Beijo todo o contorno daquele bumbum, sentindo que ela já, além de arrepiada, começa a se derreter todinha. Desço por toda a parte de trás das coxas, por sinal, lisinhas, facilitando todo o meu paladar agraciado e desço ainda mais para as panturrilhas e subo a partir da tatuagem. Alternando beijos, mordidas leves, pegadas e amassos, subo até chegar em seu cangote e falo no teu ouvido:

-Você queria isso quando bateu na minha porta e eu vou bater com o meu pau na tua cara só para não fazer mais isso com a tua amiga, viu? Enquanto ela está lá trabalhando, você está aqui, peladinha na cama dela, oferecendo uma coisinha que o marido dela adora desfrutar, CACHORRA!

-Não fala assim não, por favor. Só queria mesmo fazer uma massagem em você. Responde a puta.

Sem falar mais nada, eu a coloco de peitos para cima. Que mulher gostosa da porra. Só surge um problemão. Perguntei a ela, se ela tinha algum preservativo na bolsa, porque lá no meu apartamento não tinha nenhum. Ela diz que, infelizmente, não tem. Não é possível isso. Um baita mulherão resolve dar para um cara que é casado, bate no apartamento dele, vem para cama dele e acha que ele teria que ter uma camisinha ali para uma eventualidade? Fala sério.

Tomei uma decisão ali de imediato. Ao ver aquela loirinha super gostosa com os seios fartos, bicudos, mamilos bem arredondados, barriguinha chapada e uma bucetinha linda, rosinha, depiladinha, do jeito que eu mais gostava, não desperdiçaria a oportunidade de banqueteá-la por falta de um preservativo.

-Vou te comer mesmo assim.

E me jogo naquele corpo gostoso para caralho. Beijo a boca da cachorra. Um beijo de língua, vejo ela de olhinhos fechados, me abraçando, me fazendo carinho nas costas e vou descendo com a boca. Enquanto chupo um de seus seios, acaricio o outro. Continuo descendo, barriguinha chapada e percebo que ela está arrepiada. Desço mais um pouco. Cheirosinha, faço uma chupada que faz a vadia se contorcer. Já não aguentava mais. Tiro a cueca e meu pau quase estourando. Peço para ela abrir os olhos e vê-lo como está. Toda tímida ela vê e sorri. Digo a ela que fazia tempo não ficar exatamente daquele jeito. Toda meiga ela responde:

-Mentira.

Eu respondo:

-Juro. Você me deixou com tesão muito rápido.

Era perceptível que, mesmo sendo uma gostosa ambulante e sedenta por rola, era tímida demais. Abri as pernas dela. Eu mesmo cruzei suas pernas em mim. Meu pau deslizou por sua rachadinha até que se encontrou dentro dela. Foi maravilhoso sentir atravessando sua intimidade. Era mais apertadinha do que eu imaginava e comecei um vai e vem bem devagarinho. Ela tomou a iniciativa em me dar alguns beijinhos. Lasquei um beijão gostoso que me deu mais tesão, enquanto aumentava o ritmo. Bombava mais forte e ela começaria a gemer bem baixinho. Eu metia mais forte. Falei no ouvido dela. Quero ouvir sua voz me pedindo para te foder. Ela disse ter vergonha de falar essas coisas. Ameacei parar de transar imediatamente. Ela implorou que eu continuasse:

-Por favor, continua. Não para não.

Eu perguntei:

-Se tá gostoso, eu quero ouvir de você, porque não me diz nada?

Ela responde:

-Tá sim, meu amor, continua, por favor... me fode como nunca fodeu ninguém na vida.

Passei a socar de novo com mais força e rapidez. Ela gemia. Gritei com ela, mas só pra ver a reação:

-ME PEDE PRA TE FODER COMO NUNCA ANTES DE NOVO, MINHA PUTA!! QUERO OUVIR DE NOVO E DE NOVO. NÃO MANDEI PARAR.

Ela atende às minhas ordens:

-Me fode, me fode, me fode, como nunca antes.

Aquilo foi me aumentando a carga de porra de uma forma que, pensando estar já sem o preservativo e de ela já estar gozando, assim que eu estiver prestes a soltar, a porra vai ser jogada na cara da vagabunda. Não posso arriscar de gozar dentro.

E assim foi. Resultado: 5 jatos de muita porra na cara da vagabunda que ela ficou até desnorteada.

Me levantei, peguei na mão dela, trouxe para uma nova ducha, onde tomamos um novo banho. A limpei. Ficamos ali namorando até o meio-dia. Antes de ela ir embora, determinei:

-Me passa seu número que eu vou querer de novo. Nunca retorne pra mim. Apenas siga as minhas orientações que na cama, você vai estar sempre satisfeita e feliz. Nem preciso dizer que isso é nosso segredo. Tua amiga jamais saberá e, se um dia desconfiar, eu vou negar até a morte.

Antes de sair, pego essa puta de novo e faço ela bater uma pra mim atrás da porta de casa. Beijo na boca e até a próxima.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Tesão Convertido a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários