PAGANDO AS DIVIDAS - Parte 2

Um conto erótico de jrDmetrionX
Categoria: Heterossexual
Contém 794 palavras
Data: 23/05/2026 00:48:35
Assuntos: Heterossexual

Milagrosamente, quase todas as dívidas daquela casa estavam sendo pagas. Às vezes, Afrodite nem sabia como tudo aquilo havia sido quitado.

— Não lembro de ter pago essa dívida. — disse Afrodite.

— Pagou sim, mãe. A senhora que está esquecida — disse Rivalda, sabendo muito bem como aquela dívida tinha sido paga.

Rivalda virou a moeda principal de todas as dívidas. Ela fazia aquilo que sabia fazer de melhor.

Certo dia, chegou o cara do gás.

— Ponto, já coloquei o gás. Avise sua mãe que seu pai está devendo lá na venda.

— Eu posso pagar as dívidas do meu pai — disse Rivalda, levantando um pouco sua minissaia revelando a buceta recém depilada.

O rapaz ajoelhou diante daquelas pernas brancas, observando aquela buceta bem à sua frente. Começou a chupá-la com vontade. Demorou mais ou menos cinco minutinhos, e o homem saiu satisfeito, com as dívidas pagas.

Mais tarde, foi a vez de pagar as dívidas do novo colchão.

— Seu pai, aquele vagabundo, me enrolou o mês todo. Ou paga o que deve ou levarei o colchão hoje mesmo.

— Calma, senhor. Meu pai é um trabalhador honesto. Ele pagava tudo direitinho, mas ultimamente as coisas ficaram difíceis... Mas sempre tem outro jeito de pagar. Tudo depende da sua generosidade...

Ela acabou batendo uma punhetinha. Depois ele saiu satisfeito e com as dívidas pagas.

* * *

Nicolau estava jogado no sofá e chamou sua filha.

— Oh, Rivalda. Vai lá no bar e pede pro seu Sebastião mais uma cerveja.

— Pai, ele falou na última vez que não vai vender mais cerveja até pagar as dívidas.

— Vai lá e diz que nesse final de semana eu vou pagar.

— Não sei não, pai. Na última vez que fui pegar cerveja, ele gritou comigo. Me deu um maior sermão. Se eu ir é capaz dele me bater.

— Vai lá, menina! Diz pra ele que eu pago. Dou a minha palavra.

Rivalda sabia que a palavra do pai não valia nada. Então, sem querer contrariá-lo, acabou voltando ao bar.

O dono do bar, ao ver a garota, logo fechou a cara.

— Pode dar meia volta. Não vendo fiado pra aquele seu pai vagabundo. Ou ele paga o que deve ou não tem cerveja.

— Calma, senhor Sebastião. Meu pai disse que vai pagar nesse final de semana. Ele deu a palavra.

— A palavra dele não vale nem os pastéis horríveis que ele vende. Pode dar a volta, mocinha, e dizer pro seu pai inútil que não tem cerveja.

Rivalda deu a volta e foi embora. Mas acabou desistindo e voltou. Encostou os braços no balcão e olhou, com um olhar intenso, para o dono do bar.

— Podemos entrar num acordo. Tenho uma forma melhor pra pagar todas as dívidas.

— É dinheiro vivo?

— Melhor do que dinheiro... pelo menos pra você será bem melhor. Por acaso já comeu uma novinha?

Sebastião ficou nervoso com aquilo.

— Espere... quem contou essa fofoca?

— Eu estou dizendo que o senhor pode ter alguns minutos de prazer comigo. Eu sei que o senhor notou as minhas pernas.

— A senhorita está vendendo o seu corpo como forma de pagamento? Senhorita, está se prostituindo?

— Como o senhor é rude! Está bem, eu quis ser gentil. Adeus.

— Espere... gostei desse acordo...

O velho a levou até os fundos do bar. Em seguida, pois seu pequeno pênis murcho para fora. Rivalda ajoelhou, segurando firme aquela coisa. Ela tentou endurecer o pau mas parecia que não funcionava. Pois na boca e começou a chupar.

— Oh que delicia, olhar para mim enquanto dá chupando... isso, boa menina...

Rivalda passava a língua na cabecinha, foi suficiente para ele gozar. O velho não aguentou nem um minuto, rapidamente ejaculou dentro da boca dela.

O velho saiu de lá ajeitando o cinto da calça, enquanto Rivalda passava um pano no rosto, onde podia-se ver um pouco de líquido branco em seus enormes cabelos castanhos.

— Metade da dívida está paga.

— Como assim? O senhor disse que toda a dívida estava paga.

— Eu não falei isso. Não coloque palavras na minha boca. Só a metade da dívida. Agora, se quiser, podemos entrar num novo acordo — disse Sebastião, querendo mais.

Rivalda voltou para casa com a cerveja e entregou ao pai.

— Demorou. Ele não quis dar a cerveja?

— No fim, ele acabou dando. Eu tive que suar bastante, pai, pra conseguir sua cerveja.

— Que bom. Pega pra o pai um copo.

Ela voltou com dois copos.

— Por que esse segundo copo?

— Ora, pai, eu quero também.

— Nada disso.

— Ah, pai, eu já sou maior de idade. Eu posso beber.

— Você é mulher. Não tem equilíbrio emocional pra beber. Agora deixa o pai aqui ver o futebol — disse Nicolau, coçando o saco e tomando sua cerveja boa em paz.

Rivalda acabou saindo para procurar algo menos tedioso para fazer. Esperando uma próxima divida para pagar.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive maxxxteels69 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários