Mariane, a novinha da farmácia que me transformou em submisso

Um conto erótico de Luiz Submisso
Categoria: Heterossexual
Contém 3539 palavras
Data: 02/05/2026 21:32:31

Olá CDC, esse é meu primeiro conto, tudo que irei relatar realmente aconteceu, espero que gostem!

Vou começar me descrevendo, me chamo Luiz (será o único ponto que usarei fictício), tenho 1,72cm, 33 anos, barba castanha e ruiva, olhos castanhos, sou careca e tenho o corpo normal.

Alguns meses atrás, a farmácia oferto de casa contratou uma nova caixa, sempre que eu passava para pagar ela fica de sorrisinho e puxava conversa quando estava vazio, papo vai, papo vem, prguntei olse poderia pegar o whats dela, e quando seria a folga dela e se podíamos sair, ela sorriu e disse que super topava, anotou o número dela no cupom fiscal e disse que estaria livre na próxima quarta.

Cheguei em casa, esperei um tempo e mandei msg, sabia que ela só iria responder a noite, desencanei e deixei o celular de lado.

Quando a Mari me respondeu, ela mandou, finalmente conseguiu meu número, tentei te passar umas 2x, mas sempre tinha alguém por perto... onde vamos quarta?

Alguns minutos de conversa e marcamos de ir num pub na cidade vizinha (moramos no interior), e que eu passaria para pegá-la às 18.

Cheguei na casa dela, ela estava simplesmente linda, Mari é bem magrinha e branquela, tem 19 anos, ela tem o cabelo longo tingido de ruivo, quase até a bunda, seu cabelo destaca com a brancura da pele dela, ela tem olho castanho, 1,52cm, tem sardinha no rosto, peitos, bunda e coxas pequenas e calça 33

Ela estava usando uma bota preta, uma mini saia preta, um sutiã branco e uma blusinha preta de renda transparente.

Chegamos no pub, a banda começou a tocar, fomos pra pista ao som de Scorpions, Mari estava de costas pra mim, ela dançava, deixando eu me esfregar uma vez ou outra, me aproximei, coloquei a mão em sua cintura, senti a textura da sua pele, já que a blusinha deixava parte da barriga a mostra, com a outra mão fui até seu rosto, virei e beijei sua boca...

Seu beijo foi quente, sua boca pequena, macia, me beijou com vontade, me excitei na mesma hora, puxei sua cintura para mais perto, e não houve nenhuma resistência, ela até forçou seu quadril contra mim, ficamos na pista por mais uns 15 minutos, ela se esfregava cada vez mais... falei em seu ouvido...

-Podemos ir pra minha casa?

"Não, vamos pra minha, fico mais a vontade"

Peguei sua mão, pagamos nossa comanda e fomos para o carro.

Coloquei seu endereço no GPS, durante o caminho, coloquei a mão em sua coxa, comecei a alisar, fui subindo a mão, ela deitou o banco do carro, e colocou uma das pernas no painel, ficando bem aberta, aquilo me deixou louco, fui direto em sua boceta, ora minha surpresa, ela estava sem calcinha, alisei umas 3x, estava raspadinha, parecia um pãozinho de tão pequena, procurei seu clitóris, comecei com movimentos circulares, ela gemia sem se conter, rebolava em meu dedo, enfiei dois dedos de uma vez, era apertada, não consegui colocar tudo, ela rebolava enquanto meus dedos entravam e saiam...

"Mais forte... vou gozar"

Dedei com força, ela gozou, gemeu muito gostoso... tirei meus dedos, lambi, que mel gostoso, pqp, aquela menina era foda.

Entramos em seu kitnet, a cama ficava bem do lado da porta, ela fechou a porta, ajoelhou, me olhou e disse...

"Põe pra fora"

Sem pensar duas vezes, abri o zíper da calça e puxei meu cacete pra fora, minha rola tem 17,5cm e é bem grossa, ela sorriu e começou a me chupar, aquela boquinha pequena, num vai e vem gostoso, sem parar, peguei seu cabelo fazendo um raio de cavalo, puxei ela pra trás deixando só com a cabeça dentro da sua boca, ela lambia, passava a língua por toda a cabeça e sugava forte, eu não estava aguentando, toda vez que ela sugava, vinha aquela vontade de gozar, então ei enterrava até a garganta dela, ela deu uma engasgada mas não parou, ela levou sua mão até minhas bolas, apertou e começou a massagear, deu um grito de tesão era demais, anunciei que iria gozar, ela parou o boquete, abriu a boca e pôs a língua pra fora, deixando a cabeça do meu pau descansando na sua língua, massageou com força minhas bolas e não aguentei, enchi aquela boquinha de porra, era muito gozo, muito mesmo, foram quatro esporradas bem generosas.

Ela levantou e sem que eu tivesse reação me beijou, sabe na época de escola em que a gente beijava e passava a bala pra pessoa?

Ela fez a mesma a coisa, só que com o gozo, foi me beijando e passando tudo, não fiquei com nojo, beijei com vontade, acabei engolindo um pouco de porra e nesse meio tempo ela me masturbava com força, minhanrila começou a doer, mas ela não parava, gozei uma, segunda vez em sua mão..

Ela sorriu... "Gostou?"

"Agora é sua vez"

Ela sentou na beirada da cama, esticou uma das pernas.

"Ajoelha, tira minha bota"

Ajoelhei em frente aquela mulher, tão nova e com tanta atitude, ela me fascinava...

Tirei a sua bota, tirei a meia e comei a chupar seu pé, chupei o dedão, a lateral do pé...

"Amo que chupem meu pé, safado"

Ela gemia baixo, não era forçado, ela realmente curtia

Fui subindo, beijando e lambendo a perna dela, sem pressa, com vontade, cheguei na sua virilha, lambi forte, ela gemeu, senti o cheiro da boceta dela, estava louco de tesão, sentia minha rola dura de novo, sedenta... quando fui começar a fazer o oral, ela cobriu a boceta com a mão...

"Falta a outra bota, tem que fazer direito"

Tirei a outra bota e comecei a percorrer a perna dela de novo, dessa vez passei a perna por cima do meu ombro, enquanto beijava sua coxa, quando cheguei em sua bucetinha, percebi que ela se masturbava bem suave, beijei a mão dela, ela tirou, deixando a vista sua bucetinha, era a primeira que vez que eu estava vendo, era lisinha, bem pequena, só tinha o risco seu branquinho estava levemente aberto devido ela estar com a perna no meu ombro e por estar se masturbando.

Beijei sua bucetinha e lambi de baixo pra cima, senti gosto do meu gozo... ela estava se masturbando com a mão gozada, não me importei, eu só queria sentir o mel dela, procurei seu clitóris com a ponta da minha língua, fiquei massageando, apertando e passando a língua, ela gemia com vontade, com a perna que estava por cima do meu ombro, pressionou contra minhas costas, levou uma das mãos até minha cabeça e puxou...

Engoli aquela bucetinha, era quente e doce, sentia ela apertada só de colocar a língua, chupava, enfiava a língua, ela gemia e puxava com mais força, comecei a sentir falta de ar, mas não parei, ela disse que iria gozar, tremeu em minha boca, me soltou e respirei aliviado.

A visão dela era magnífica, ela me olhava com um olhar bobo, enquanto eu estava ajoelhado em meio as suas pernas, a visão daquela bucetinha rosada, a pele branca e seu rostinho de menina...

"Fazia tempo que eu não gozava assim, que oral gostoso"

Meu pau pingava de tesão.

"O prazer é meu, seu mel é uma delícia"

Ela sorriu..

"Agora que já gozamos, tenho uma coisa pra te falar... eu curto muito dominar e fazer inversão"

"Percebi que gostava de dominar quando sentou e mandou eu ajoelhar e tirar a bota, mas inversão eu nunca fiz, não curto"

"Que pena! Sabe pqe sou tão apertadinha? Pqe eu só deixo me comerem depois que estou satisfeita, só quando termino a inversão.

Por isso quase ngm aceita, só dois homens me comeram até hoje"

Confesso que pensei sobre... me levantei..

"Não vai rolar, foi mal"

Deu pra ver que ela realmente ficou desanimada.

"Poxa... eu realmente estava curtindo muito, enfim..."

Comecei a me vestir, olhei pra ela e ela ainda estava com as pernas abertas, sua buceta vermelha com o atrito da barba, pensei mais uma vez.

"Foda-se, minha masculinade não é frágil, se você tem prazer, vamos gozar juntos"

Ela sorriu de orelha a orelha...

"Jura? Vc é foda!"

Levantou, me abraçou e me beijou.

"Como você nunca fez, vou te mostrar um jeito que vai gostar, prometo, vai gozar nuito" falou em meu ouvido.

Aquilo me arrepiou, confesso que quase desisti, mas a vontade de estar com ela era maior.

"Olha, eu não costumo pegar leve, mas como você nunca fez, não me distratou quando te contou e foi muito gostoso estar contigo até agora, eu vou começar bem soft.

Eu realmente quero que a gente continue saindo, até pqe eu também gosto de transar.

Mas, vou ser direta, quando estiver acostumado, vou te comer com um consolo que seja no mínimo o tamanho da sua rola"

Fiquei sem reação, pensei, repensei, mas continuei, sorri para ela..

"Meu prazer é que tenhamos prazer, também quero continuar te vendo"

Ela sorriu...

Sentou na beira da cama novamente...

"Vem aqui!"

Me aproximei, ela pegou meu cacete e começou uma punheta bem leve, ficou num vai e vem por uns cinco minutos, então ela parou, e foi de quatro até o criado mudo ao lado da cama dela, a visão da sua bunda, sua boceta de quatro, só me fez querer ainda mais, ela abriu a gaveta e pegou três plugs anais e lubrificante, voltou, sentou na beirada e colocou os plugs ao lado dela... Fiquei nervoso, era nítido.

"Olha pra mim, não tire os olhos de mim"

Assim fiz, ela voltou a punhetar, com a outra mão me puxou para mais perto, ela ficava olhando em meus olhos, que tesão!

Ela se aproximou, deu um beijo na cabeça do meu pau e começou uma boquete muito lento, sem pressa, colocou as mãos na minha bunda, e conforme ela engolia minha rola, foi aproximanda seus dedos do meu cú, quando percebi ela já estava massageando meu cú e pra minha surpresa, era gostoso, fechei os olhos e aproveitei o boquete, ela tirou as mãos, percebi que ela pegou o plug e lubrificou, abri os olhos e ela ainda ainda mantinha o contato visual, não desviou nem por um segundo, ela parou o boquete.

"Continua me olhando..."

Ela engoliu todo o meu cacete, senti ela abrindo minha bunda, senti a ponta gelada do plug tocando meu cú.

Desviei o olhar por uns instante, ela arranhou minha barriga.

"Mandei não tirar os olhos de mim, sentia fizer de novo não serei tão legal"

Respirei, pedi desculpas e voltei a olhar aquela mulher me chupando.

Ela voltou a engolir tudo de novo, senti novamente o plug, ela fazia o vai e vem com a boca e acompanhava com o plug, então ela sugou forte a cabeça da minha rola, e sem eu nem perceber o plug escorregou pra dentro do meu cú, ela me olhou sorrindo.

"Viu? Esse é bem pequeno, sabia que ia me deixar orgulhosa"

Ela pediu pra eu sentar na cama, senti o plug entrar um pouco mais...

"Agora você vai bater uma punheta pra mim, vou te guiar até você gozar...

Pra não falar que sou ruim, vou te adiantar..

Se gozar com mais de 10 minutos, você vai ganhar minha bucetinha.

Se gozar em menos de 10 eu vou colocar o plug médio no seu cú.

Se gozar em menos de 5, vou comer esse cú virgem.

Entendeu?"

Eu balancei a cabeça dizendo que sim, pensei que seria foda, eu já tinha gozado, ela já tinha feito um boquete delicioso, eu estava bem sensivel.

"Não é pra balançar a cabeça, quando eu estiver com você, aliás, quando você estiver em minha presença, eu sou sua senhora, eu mando em você, eu mando no seu pau e principalmente no seu cú.

Entendeu?"

"Sim, senhora"

"ÓTIMO!

Agora pega esse cacete gostoso, quero que você punhete bem rápido só a cabecinha"

Assim fiz, comecei a punhetar rápido, como ela mandou, senti minha rola pulsar, e sempre que pulsava, sentia o plug se mexer no meu cú, é claro que ela percebeu, ela sorria toda vez que eu fazia uma expressão de desconforto.

"Para!

Agora com uma mão você vai segurar seu saco, entre seu pau e suas bolas e vai puxar pra baixo.. com a outra você vai apertar sua rola e esfregar o dedão na cabecinha, rápido!"

Obedeci, assim que puxei minhas bolas pra baixo, senti o plug se acomodando ainda mais no meu cú, apertei meu pau e comecei a esfregar a cabeça, na quarta esfregada senti minha rola latejar, fiquei indignado que já iriam gozar, minha rola latejou e pulsou, foram 3 jorradas de porra, cada jorrada o plug fodia meu cú.

Ela sorriu e mostrou o cronômetro do celular.

"4 minutos e 36 segundos... que pena, ou não, rs"

Ela se aproximou, pegou minha mão que estava gozada, levou até sua boca e limpou tudo, chupou meus dedos e lambeu minha mão, fez sem pressa, eu sentada na beira da cama, olhando pra cima, vendo ela limpando aquele gozo, que visão sexy, era uma tortura desejar sua buceta e não poder comer.

Ela limpou o restante do gozo com a mão e dessa vez levou até minha boca... eu abri a boca e ela colocou os dedos e minha boca, chupei até ficarem limpos...

Ela sorriu de novo...

"Banho.. vem.."

Entramos no banheiro, ela ainda estava de roupa, tinha tirado apenas as botas dela...

Ela pediu pra eu tirar a roupa dela e assim eu fiz, comecei pela saia, pude ver sua bundinha e seu quadril por inteiro, quanto tirei a blusinha e o sutiã, contemplei aquelas curvas perfeitas, seu peitos pequenos eram rosados, com biquinhos durinhos.

"Mari, você é simplesmente perfeita, seu corpo é muito sexy"

Ela sorriu de novo, agradeceu... pegou minha mão e entramos no box.

Noa beijamos, acariciei seus peitos, ela gemia suave, fui beijando seu pescoço, desci até seu seios, suguei forte os biquinhos e mordisquei, ela gemia cada vez mais, a água quente caindo em nossas peles, fui descendo até encontrar sua boceta, comecei um oral devagar, chupava seu clitóris enquanto enfiava dois dedos em sua boceta, minha língua e meus dedos estavam em sincronia, aumentei a velocidade, ela forçava o quadril pra frente, rebolava... ela anunciou que iria gozar, gemeu forte, aumentei o ritmo e ela gozou em meus dedos e minha boca... aproveitei que ela ficou ofegante e um ouco mole, gentilmente fui virando seu corpo e ela não ofereceu resistência, de costas pra mim, lambi sua buceta uma última vez, abri um pouco sua bunda e dei um beijo grego, senti seu cú piscar, beijei e lambi, ela empinou um pouco a bunda, lambi mais algumas vezes e fui levantando devagar, beijando suas costas, quando cheguei em seu pescoço, senti a cabeça da minha rola tocando a entrada de sua boceta..

"Safado, quase caí na sua... não, não, não... quem vai ser fodido é você"

Ela se virou rapidamente, me olhou, deu um tapa na minha cara...

"Tira o plug do cú, sem tirar os olhos demim, quero ver a sua cara enquanto você puxa"

Fiquei surpreso, não lembrava do plug, impossível eu ter acostumado, tentei não demonstrar surpresa, mas não adiantou.

"Já acostumou, né? Vai ser um tesão descobrir o limite desse cú virgem, rs

Tira!"

Levei a mão até meu cú, senti o plug, comecei a puxar, era desconfortável pra tirar, mesmo sendo pequeno, doía um pouco, tentei uma vez e não consegui, na segunda forcei como se fosse peidar e puxei, saiu... olhei e estava um pouco sujo.

Ela pegou, disse que era normal, ela mesmo lavou ele, sem nojo nenhum.

Pegou o chuveirinho, tirou a ponta.

"Enfia no seu cú, quando sua barriga estiver cheia de água, você tira, senta na privada e põe tudo pra fora"

Indignado com o que acabei de ouvir, fiz sem processar o que estava acontecendo.

"Mais duas vezes"

Fiz.

"Muito bem meu submisso gostoso"

Ela me beijou, terminamos o banho, nos secamos e fomos pra cama.

"Qual sua posição favorita?"

"Gosto de quando você fica de bruços com as pernas fechadas"

Então ela mandou que eu ficasse na minha posição favorita.

Deitei de bruços e de pernas fechada.

"Pena que não vou ver seu rosto enquanto tiro sua virgindade, mas é pra você saber como é ser fodido do jeito que gosta.

Abre essa bunda pra mim"

Ouvi ela pegando alguma coisa na cômoda, obedeci, abri minha bunda com as mãos... senti ela subindo em mim, sentia as pernas dela por cima das minhas, ela sentou em minhas coxas, ela se inclinou e me deu um beijo grego, meu cú piscou com aquela sensação, eu estava com o rosto apoiado no travesseiro, só conseguia ver a cabeceira da cama, ficava imaginando seu rosto, seus gestos...

Senti o lubrificante caindo em meu cú, era gelado, ela despejou uma boa quantidade, mas não espalhou.

Senti ela se ajeitando, seus joelhos fora um pouco mais pra frente.

Sinto algo na porta do meu cú.

"É o plug?"

"Quieto! Você não fala, a menos que seja pra pedir pra te foder mais"

Gelei, minhas mãos soltaram minha bunda, recebi uma batida na bunda, não era um tapa, era um spank... pqp como doeu, contraí a bunda.

"Se contrair de novo vou bater mais forte... vai, abre esse cú pra sua dona, pra esse novinha te foder"

Abri..

Ela posicionou de novo na porta do meu cú... mas não fez nada, fiquei esperando, mas nada aconteceu...

"Empina, você vai empinar até que entre... não é isso que gostam de fazer com a gente? Vai submisso empina essa bunda"

Empinava, roçava em meu cú mas sempre escorregava, não conseguia fazer entrar, tentei algumas vezes, mas não adiantava.

"Mari, não consigo, nunca fiz isso, sou virgem... não sei como fazer..."

"Quer que eu te ensine? Quer que eu te mostre como faz?"

"Quero, por favor... me ensina..."

"Não é assim que pede, faça melhor e já te disse, aqui sou sua dona, não sou Mari"

"Por favor, tira minha virgindade, me come, me ensina como fazer, tô pronto... eu sou seu, me fode..."

Ela encaixou na porta do meu cú, mas não forçou, ela se inclinou pra frente sem deixar escapar, estava encaixadinho.

Cegou até meu ouvido

"Agora eu vou foder esse cú virgem, vou te comer até eu cansar"

"Faz o que você quiser, você é minha dona"

"Empina esse cú de novo, empina que eu vou te foder"

Empinei... ela empurrou...

Senti aquele consolo entrando em mim, senti doer mesmo com lubrificante, era desconfortável.

"Ai, é desconfortável"

"Empina seu putinho, empina enquanto tiro sua virgindade"

Ela apoiou as mãos em meus ombros e começou a bombar, fodia meu cú sem parar, devagar, rápido, com força, tirava e colocava, ela me fodeu por uns 15 minutos sem parar, sem perder o ritmo, sem me dar tempo de respirar.

Meu cúzinho relaxa quando ela tirava, mas logo ele enfiava tudo de novo, bombava e bombava, senti ele arder, doía muito, mas não conseguia reclamar.

"Meu submisso tá arrombadinho, que delícia de cú.

Vira, quero ver sua cara enquanto te fodo"

Ela saiu de cima de mim, me virei, meu cú sentiu um alívio, sentia ele piscando e fechando de novo

Ela me colocou na posição de frango assado, passou seu braço por baixo das minhas pernas, ergueu, ajeitou o consolo e voltou a me comer.

A visão dela me comendo era muito sexy, aquela barriga magrinha fazendo o vai vem, seus peitinhos balançando com seu movimento, ela revirava os olhos, mordia a boca, ela era muito sexy...

Me concentrei tanto em seu corpo, seus gestos que por um momento esqueci que ele me fodia.

"Você é muito linda, muito sexy... ai..ai

.. porra... não consigo parar de te olhar... você... caralho, tá doendo... você é muito gostosa!"

"Isso, me elogia, me fala o quanto eu sou gostosa, o quanto eu fodo bem e o quanto você gosta de dar pra mim.

Adoro essa expressão de prazer enquanto arrombo seu cú"

Ela soltou umas das minhas pernas, continuou bombando enquanto começou a me punhetar, só então percebi o quão dura minha rola estava...

"Caralho, porra, assim não, vou gozar, Mari, vou gozar..."

"Vai gozar pelo cú é putinho? Vai gozar com uma rola no seu cú"

Não aguentei, ela aumentou a punheta e gozei... gozei muito, como era possível?

Quando jorrei a primeira vez, ela apontou meu cacete em direção ao meu rosto, meu peito ficou todo gozado e minha barba ficou com um pouco de gozo.

Ela saiu do meu cú, soltou minhas pernas, só então vi o consolo... nem era grande tinha uns 10cm por 3cm, fiquei pasmo, aquilo já tinha me machucado, eu sabia que estava assado, imagina um do tamanho da minha rola.

Ela tirou o cintaralho... me olhou...

"Gostou?"

"Sim senhora, você tirou minha virgindade, gozei demais"

Ela sorriu.

"Ótimo, agora você vai pegar esse plug médio e vai colocar no seu cú.

Vamos dormir e você vai passar a noite com ele"

Ela estendeu o plug pra mim, coloquei em meu cú, doeu muito, era mais grosso que o consolo, mas meu cú estava meio aberto, então entrou.

Ela me beijou, ficamos de conchinha e adormecemos.

Luizsubmisso.cdc@gmail.com

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Luiz Submisso a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários