Sou Marcelo, analista de RH de uma empresa média aqui em São Paulo. Meu chefe me pediu pra entrevistar três candidatas pro cargo de secretária executiva às 17h. Só que por volta das 16h ele me chamou em sua sala pra dizer que tinha cancelado a vaga e precisaria sair urgente para um compromisso. “Cancela tudo, não vamos contratar agora.”
Como eu estava sozinho no escritório, fui até a recepção e vi as três candidatas esperando. Duas eram bem normais. Mas quando meus olhos bateram na terceira, eu reconheci na hora.
Júlia. 24 anos. Já tinha ouvido falar muito dela em eventos empresariais, nas rodas de homens. Diziam que ela era amante do chefe dela no escritório anterior, era uma verdadeira puta. Tinha fama de chupar e foder muito pra conseguir o que queria. Acabou sendo demitida depois que o boato se espalhou.
Ver ela ali, sentada de pernas cruzadas com aquela saia justa, fez meu pau mexer na calça. Decidi na hora: não ia dispensar nenhuma. Ia usar a situação a meu favor.
Entrevistei as duas primeiras um pouco mais rápido que o comum, mas ainda demorou um pouco, já eram quase 19h quando Júlia entrou na sala, fechei a porta e tranquei.
— Boa noite, Júlia. Desculpa o atraso — falei, fingindo seriedade.
Depois de umas perguntas básicas, fui direto ao ponto:
— Olha, Júlia… esse cargo exige muita lealdade e disponibilidade total. Preciso saber até onde você realmente tá disposta a ir pra conseguir essa vaga.
Ela me olhou com um sorrisinho safado e respondeu:
— Depende do que o senhor precisa…
Eu abri as pernas e mandei:
— Tira a blusa e se ajoelha aqui. Quero ver se você é tão puta quanto falam.
Júlia obedeceu. Tirou a blusa e se ajoelhou. Puxou meu pau pra fora e enfiou na boca com vontade. Mamou gostoso pra caralho — fundo, babando, engasgando, olhando pra cima com aqueles olhos de vadia. Eu segurava a cabeça dela e fodia sua garganta com força, batendo os ovos no queixo dela. Gozei grosso na boca e forcei ela a engolir tudo.
Depois levantei ela, virei de costas sobre a mesa da sala de reunião, tirei a saia e a calcinha. A bundona dela tava empinada pra mim. Meti meu pau na buceta dela de uma vez, bem fundo. Comecei a foder com força, batendo forte contra aquela bunda gostosa. O barulho de pele contra pele enchia a sala. Eu segurava a cintura dela e socava sem piedade, fazendo os peitos grandes balançarem em cima da mesa.
— Rebola essa buceta, sua puta! Quer o cargo? Então toma pau! — rosnei.
Ela gemia alto, rebolando enquanto eu metia. Gozei bem fundo dentro da buceta dela, enchendo tudo.
Mas eu ainda não tinha acabado. Bati forte com a mão aberta naquela bundona, deixando a marca vermelha. Cuspi no cuzinho apertado e comecei a forçar.
— Agora vai aguentar no cu — avisei.
Júlia gemeu de dor quando a cabeça do pau entrou. Eu não parei. Meti devagar no começo, depois comecei a socar cada vez mais forte. Segurei o cabelo dela como rédea e fodi o cuzinho com vontade, surrando aquela bunda com tapas fortes. O cu dela apertava meu pau enquanto eu metia fundo.
— Isso! Toma no cu, sua vadia! Aguenta!
Júlia tremia, gemia alto, mistura de dor e tesão. Eu surrei aquela bunda até ficar vermelha e gozei forte dentro do cuzinho dela, enchendo tudo de porra quente.
Quando terminei, ela estava destruída: pernas tremendo, maquiagem toda borrada, porra escorrendo da buceta e do cu.
Eu me arrumei e falei calmamente:
— Parabéns, Júlia. Você foi muito bem hoje. Vou analisar e te dou um retorno até segunda-feira.
Ela saiu da sala andando com dificuldade, sentindo o estrago que eu tinha feito nos buracos dela.
Na segunda-feira pela manhã, mandei uma mensagem padrão:
“Prezada Júlia, após análise interna, informamos que a vaga foi cancelada pela diretoria. Agradecemos sua participação no processo e desejamos sucesso em suas futuras oportunidades.”
Ela visualizou e não respondeu nada.
Fiquei sentado na cadeira, sorrindo, lembrando dela gemendo feito uma puta enquanto eu destruía seu cu.
Foi, sem dúvida, a melhor entrevista da minha vida.