Seduzida pela Sogra na Academia

Um conto erótico de Girls Family L
Categoria: Lésbicas
Contém 861 palavras
Data: 23/05/2026 07:20:43
Assuntos: Lésbicas, sogra

Eu estava sozinha com ela na academia do condomínio, às seis da manhã de um sábado. O ar ainda estava fresco, com aquele cheiro de borracha e metal dos aparelhos. Minha sogra, Helena, era personal trainer e terapeuta sexual renomada. Corpo definido aos 48 anos, pele morena brilhando de suor mesmo antes de começar, shorts justos que marcavam as coxas firmes e um top que mal continha os seios cheios. Eu me chamo Vanessa, aos 29, me sentia uma iniciante perto dela.

— Vamos começar com agachamentos, Vanessa — disse ela com aquela voz calma e autoritária, ajustando o peso na barra. — Preste atenção na postura. Quadril para trás, peito aberto.

Eu obedeci. Ao descer no primeiro agachamento profundo, senti a pressão do short contra o meu clitóris. O tecido fino roçava direto na minha buceta já sensível. Um calor subiu rápido pelas minhas pernas. Tentei disfarçar, mordendo o lábio inferior, respirando controlado. Mas no terceiro, o atrito ficou mais intenso. Meu clitóris inchou, latejando contra o tecido úmido. Eu estava ficando molhada. Muito molhada.

Helena me observava com aqueles olhos experientes. Ela circulava ao meu redor como uma predadora.

— Está sentindo algo diferente, querida? — perguntou, parando atrás de mim. Suas mãos tocaram minha cintura, corrigindo a postura. O toque foi elétrico. — Sua respiração mudou. E olha como suas coxas estão tremendo...

— Não é nada... só o esforço — murmurei, tentando disfarçar. Mas meu rosto queimava e eu sentia o short colado na minha entrada, o tecido escorregadio do meu próprio tesão.

Ela sorriu, sabendo. — Eu sou terapeuta sexual há quinze anos. Reconheço excitação a quilômetros. Continue. Desça devagar... bem devagar.

No próximo agachamento, ela pressionou levemente meus quadris para baixo, fazendo meu clitóris roçar com mais força contra o short. Um gemido baixo escapou da minha garganta. Eu tentei segurar, mas meu corpo traía. Meus mamilos endureceram visivelmente contra o top.

— Boa garota — sussurrou ela no meu ouvido. — Não precisa esconder. Deixe o corpo falar.

Ela me levou para o banco de supino inclinado. Deitada, com as pernas abertas para fazer o exercício com halteres, eu sentia o ar fresco batendo direto na virilha molhada. Helena se posicionou entre as minhas pernas para "corrigir a forma". Suas coxas roçavam as minhas internas enquanto eu levantava o peso. Cada repetição fazia minha buceta pulsar. Eu estava encharcada, o short tinha uma mancha escura visível.

— Sente esse calor aqui? — Ela deslizou a mão pela parte interna da minha coxa, parando bem perto da virilha. — Seus lábios estão inchados. Posso ver. Quer que eu te ajude a aliviar essa tensão?

Eu assenti, envergonhada mas incapaz de resistir. Meu corpo inteiro pedia.

Helena tirou meu short devagar, expondo minha buceta depilada, inchada e brilhando de tesão. Ela passou o dedo devagar entre os meus lábios, coletando minha umidade.

— Tão molhada pra mim... Agora vamos usar o aparelho.

Ela me posicionou no leg press. Sentei no banco inclinado, pernas abertas nos apoios. Ela ajustou o peso leve e mandou eu empurrar. Enquanto eu fazia o movimento, ela se esfregou contra mim. Seu corpo quente colado ao meu. Então tirou a própria calcinha e pressionou sua buceta depilada e molhada contra a minha coxa, enquanto eu empurrava o peso.

O tribbing começou ali. Ela guiou meus quadris para que minha buceta roçasse contra o apoio acolchoado do aparelho. O tecido áspero do banco esfregava meu clitóris inchado a cada repetição, enquanto ela se esfregava na minha coxa, sua excitação escorrendo pela minha pele.

— Sente isso? O atrito... deixa ele te foder — gemeu ela.

Eu gemia alto agora, sem disfarce. O prazer subia rápido. Ela então subiu no aparelho, encaixando sua buceta diretamente contra a minha. Nossas bocetas molhadas se encontraram em um tribbing quente e escorregadio. Seus lábios grossos envolviam os meus, clitóris contra clitóris, enquanto eu ainda empurrava o peso do leg press. Cada movimento fazia nossas bucetas se esfregarem com força, sucos misturando, o barulho molhado ecoando na academia vazia.

— Isso, nora... esfrega essa bucetinha gostosa na da sua sogra — sussurrava ela, rebolando contra mim.

Mudamos para o chão de borracha. Ela me deitou e abriu minhas pernas bem abertas. Pegou um rolo de espuma (aqueles usados para alongamento) e passou devagar entre minhas coxas, pressionando contra minha buceta. O rolo grosso e duro deslizava para cima e para baixo, esfregando meu clitóris enquanto ela lambia meus mamilos.

Depois, ela posicionou o rolo entre nós duas. Nossas bucetas pressionadas contra os dois lados do rolo, tribbing com o objeto no meio. Eu sentia o rolo duro separando nossos lábios enquanto nos esfregávamos nele, clitóris roçando indiretamente através do objeto, o atrito insano.

— Goza pra mim — ordenou ela.

Eu não aguentei. Meu corpo convulsionou, gozando forte enquanto minha buceta pulsava contra o rolo e contra a coxa dela. Helena gozou logo depois, esfregando sua buceta encharcada na minha com movimentos rápidos e circulares, nossos sucos escorrendo pelo chão da academia.

Ainda ofegante, ela me beijou profundamente, dedos entrando em mim devagar.

— Isso foi só o aquecimento, Vanessa. Ainda temos muitos aparelhos pra usar...

Eu sabia que não conseguiria mais olhar para aquela academia da mesma forma. E, secretamente, mal podia esperar pelo próximo treino a sós com ela.

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