Às 20:00 da noite,tio Jorge saiu do banho só de short vermelho de futebol, sem camisa, secando o cabelo e a barba com um sorriso safado.
— Prepára-te, Lucas... voce vai cavalgar meu pé como uma puta no cio.
Chamou-o para o depósito. Estava sentado num sofá velho, com as pernas abertas, só com cueca cor azul, enorme pau pulando pra fora.Um pé ,lado esquerdo com meias de futebol cor preta usada e muito fedida, o outro pé ficava empinado sobre os chinelos de Havaianas enormes cor pretas detalhes cor amarelo O pé peludo parecia chamar Lucas.
— Ven a montar, puto!!
Lucas tirou o short e saltou sobre o pé. Cavalgou com loucura, cheirando a meia de futebol, esfregando o cu e o pau no pé peludo. Depois mijou enquanto cavalgava, gritando safadezas.
— Que pé filho da puta! Adoro cavalgar teu pé peludo!
Tio Jorge se masturbava e fumando um cigarro. Lucas passou para o outro pé, tirou a meia, enrolou no próprio pau e continuou cavalgando meu louco de tesão
Depois Jorge mandou:
— Sobe de frente nas minhas pernas.
Lucas sentou de frente. As picas roçavam com força. Jorge mijou no pau dele. Depois o levantou no colo, roçando as picas juntas Os dois gemeram alto como machos e gozaram juntos, jorrando porra forte.
Tio Jorge, ainda segurando-o, perguntou sorrindo:
— Gostou do jogo entre machos, putinho?
Lucas, coberto de fluidos e exausto, respondeu:
— Sim, tio… quero muito mais.Tio Jorge ainda segurava Lucas no ar, como um bebe no colo, sua cintura ficava na mesma medida do pau do tío e muito cheiro de urinas de macho Sorriu com aquela cara de macho safado e o baixou lentamente.
— Bom garoto… mas a noite ainda é longa, putinho. Ainda não terminei com você.
Levou Lucas pela mão até o velho sofá do depósito. Sentou-se tio Jorge confortavelmente, abriu bem as pernas e levantou os dois pés enormes, colocando-os na borda do sofá, com as plantas viradas para cima, expostos e brilhantes de tanto suor, urina e sêmen seco.
— De joelhos. Quero que primeiro limpe tudo com a língua.
Lucas se ajoelhou obediente e começou a lamber os pés gigantes do tio. Passava a língua entre os dedos peludos, chupava os dedos grossos um por um, lambia calcanhar. O sabor forte de pé suado, urina e porra o deixava ainda mais louco.
— Isso… lambe bem entre os dedos, seu porco. Sinta o gosto do seu tio — rosnava Jorge, acendendo outro cigarro e acariciando seu enorme pau que já voltava a endurecer.
Depois de vários minutos lambendo, Jorge ordenou e falou:
— Agora sobe. Quero que cavalgue meus pés como uma puta desesperada.
Lucas sentou-se sobre os dois pés ao mesmo tempo, sentindo os pés quentes e peludas pressionando sua bunda e sua pica. Começou a cavalgar com força, quicando para cima e para baixo, rebolando o cu contra as plantas dos pés enormes do tio.
— Ahhh caralho, tio! Seus pés me destroem… são tão grandes e quentes… sou seu puto de pés! — gemia sem controle.
Jorge segurava os próprios pés e os apertava contra o corpo de Lucas, masturbando o jovem cavalgava como louco. Num momento, Jorge soltou um jato longo e potente de urina que banhou a pica, as bolas e a bunda de Lucas enquanto ele continuava montando.
— Toma minha mijada quente, putinho! Monta molhado! Tio Jorge falou!!
Lucas acelerou o ritmo, todo escorregadio de urina. Sua pica dura deslizava entre os dedos grossos do pé direito. Jorge então pegou seu enorme pau de 27 cm e começou a esfregá-la contra a pica de Lucas enquanto ele cavalgava.
De repente, Jorge teve uma ideia mais suja. Pegou um dos chinelos enormes de Havaianas pretas com cor amarelo do chão e a colocou debaixo de Lucas.
— Agora cavalga meu pé e ao mesmo tempo esfrega sua bunda no meu chinelo usado.
Lucas obedeceu. Cavalgava o pé peludo enquanto sua bunda e bolas roçavam na sola suja e gasta das Havaianas. O cheiro de pé velho do chinelo o deixava louco.
—lucas fala!!... Que delícia, tio! Seu chinelo tem cheiro de pé macho! Quero que você mije dentro do chinelo!
Jorge sorriu e apontou seu pau e Soltou um jato forte diretamente dentro dos chinelos, enchendo-a de urina quente. Lucas imediatamente enfiou sua pica dentro do chinelo molhado e continuou cavalgando o pé enquanto fodia o chinelo cheio de mijada.
Os gemidos eram cada vez mais altos e animais. Jorge batia punheta no seu pau enorme, olhando o sobrinho se degradar completamente.
— Vou gozar de novo, tio! Não aguento mais!
— Goza dentro do meu chinelo, puto! Eu também vou te encher!
De porra seu putoo!!
Com um rugido profundo, Jorge ejaculou jatos grossos de porra que caíram sobre os pés e o peito de Lucas. Ao mesmo tempo, Lucas explodiu dentro das Havaianas, misturando sua porra com a urina do tio.
Exaustos, Jorge pressionou os dois pés contra o rosto de Lucas e disse com voz rouca:
— Lambe tudo, campeão. Esta é sua nova vida… ser o putinho viciado dos pés, dos chinelos e da urina do seu tio Jorge.
Lucas, com os olhos vidrados de prazer, só respondeu lambendo com devoção:
— Sim, tio… sou todo seu.
