Desconhecidos na Balada

Um conto erótico de A_submissa
Categoria: Heterossexual
Contém 700 palavras
Data: 23/05/2026 16:24:40

Me chamo Rubi, tenho 35 anos, sou branquinha, com seios fartos, cintura fina e bunda grande. Tenho uma relação de submissão com meu DOM. Apesar de morarmos em estados diferentes, nossa relação é mais quente do que a de muitos casais que dormem juntos todos os dias.

Um dia, durante nossas conversas picantes na madrugada, tivemos a ideia de, quando ele estivesse no Rio de Janeiro — meu estado —, irmos à balada com nossos amigos e fingirmos não nos conhecer. A ideia me deu tesão desde o início. A cada conversa que tínhamos, o tesão só aumentava.

Até que chegou o dia combinado. Coloquei um vestido curto, salto alto e um perfume bem gostoso. Assim que entrei na balada, consegui ver meu DOM com os amigos. Ele me olhou e deu um leve sorriso de aprovação, mas continuou com eles.

Fiquei em um lugar onde pudesse ser vista por ele. A noite foi passando e alguns homens vieram falar comigo, mas os dispensei rapidamente. Meu DOM veio se apresentar e começou aquele clima de paquera, como se nunca tivéssemos nos visto na vida. Ele me apresentou aos amigos, que eu realmente não conhecia, e eu apresentei minhas amigas.

Meu DOM falava comigo como se fosse a primeira vez, tentando me conquistar. Conversamos um pouco até que demos o primeiro beijo, e ele falou bem baixinho no meu ouvido:

“tira essa calcinha e me entrega.”

Como uma boa Sub, fiz logo o que ele pediu. Fui ao banheiro e, quando voltei, coloquei minha calcinha vermelha minúscula em seu bolso.

Meu DOM disse que eu estava sendo uma boa Sub e que me devolveria a calcinha depois que gozasse dentro de mim. Aquilo me deixou com muito tesão, mas continuamos ali, no meio de todos na balada, por mais algum tempo.

A cada beijo que ele me dava, eu sentia minha buceta ficar cada vez mais molhada. O clima estava esquentando. Sentia o pau do meu DOM duro toda vez que ele chegava perto de mim. Até que ele não aguentou mais e me chamou para sairmos da balada. Aos olhos de todos, eu estava indo embora com um desconhecido.

Antes de entrarmos no carro, ele me pressionou contra a lataria, começou a beijar meu pescoço, colocou a mão por baixo do meu vestido e sentiu minha buceta molhada. Ficou acariciando meu clítoris enquanto eu gemia baixinho em seu ouvido.

Ele abriu a porta do carro e mandou que eu entrasse atrás. Assim fiz. Logo que entrou, colocou o pau para fora e eu comecei a chupá-lo, colocando cada centímetro do meu macho na minha boca. Seu pau ia até minha garganta, e lágrimas escorriam enquanto eu me engasgava. O sorriso de satisfação dele me dava ainda mais tesão. Adoro ver meu DOM sentindo prazer.

Ele mandou que eu parasse e começou a me chupar com tanta vontade que meu corpo inteiro se contraía de tesão no mesmo ritmo em que sua língua deslizava pela minha buceta. Ele me chupou, mas não deixou que eu gozasse em sua língua. Disse que eu deveria gozar no pau dele.

Eu estava com tanto tesão que já não respondia mais por mim. Minhas pernas tremiam, minha buceta se contraía, meus olhos reviravam. Era um prazer absurdo, que só ele sabe me dar.

Ele me colocou de quatro e começou a me foder. Uma foda gostosa, cheia de vontade, com tanto tesão que era preciso se concentrar para não gozar. Ele estocava cada vez mais forte. Eu gemia alto; naquela hora, já não me importava se o carro estava balançando ou se alguém estava ouvindo. Estávamos doidos de tesão.

Comecei a rebolar em seu pau enquanto ele me fodia. Estava louca para gozar no meu macho. Nossa respiração parecia uma só. Ele dava tapas na minha bunda enquanto dizia que eu era a SUA PUTA.

O tesão foi tão grande que, assim que pedi para ele gozar dentro, senti seu membro pulsando, e um jato de leite quente e farto invadiu meu corpo. Gozei gostoso, como ele queria, no pau dele. Ali estávamos completamente entregues ao prazer.

Ele, como um bom DOM, cumpriu o que prometeu: devolveu minha calcinha, e eu voltei toda gozada para a balada.

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