Meu nome é Cristina. Se você acha que a minha história com Josué e a família dele foi o ápice da minha vida de safadeza, você não sabe de nada. A verdade é que o casamento com Josué durou dois anos. Dois anos em que eu fui a esposa perfeita na igreja e a maior puta da cidade fora dela.
Eu traí Josué de todas as formas possíveis. Eu não conseguia me controlar. A adrenalina do perigo era o meu maior tesão. Eu dei para os primos dele nos churrascos de família. Eu continuei dando para o pai dele, Pascoal, sempre que o velho vinha nos visitar. Eu dei para os amigos de Josué, para o meu ginecologista em cima da maca do consultório, e para dezenas de estranhos que eu conhecia em aplicativos de encontro. Eu era uma ninfomaníaca, uma mulher que vivia para o sexo.
Mas a casa caiu. E caiu feio.
Josué e um dos primos dele, o Marcos, tiveram uma briga feia por causa de um negócio de trabalho. Marcos, querendo destruir Josué, não pensou duas vezes: mandou para o celular do meu marido três vídeos nossos. Vídeos onde eu aparecia de quatro, gemendo o nome do primo dele, pedindo para ele gozar dentro de mim.
A reação de Josué foi imediata. Ele não gritou dessa vez. Ele apenas me olhou com um nojo tão profundo que me deu calafrios, pegou as minhas coisas, jogou tudo na rua e trocou as fechaduras. Fui expulsa de novo, mas dessa vez, eu não tinha para onde voltar.
Decidi que era hora de mudar de ares. Peguei o dinheiro que eu tinha guardado (e alguns "presentes" que Pascoal tinha me dado) e me mudei para uma cidade maior. Resolvi que ia estudar, tentar ter uma vida normal. Me matriculei na faculdade de Administração.
Mas a putaria... ah, a putaria sempre me encontra.
Na primeira semana de aula, eu conheci a Renata. Renata era como olhar para um espelho distorcido. Ela também era loira, com olhos claros, mas tinha um corpo mais atlético que o meu e peitos enormes, redondos, que pareciam desafiar a gravidade. Nós nos demos bem logo de cara. Viramos melhores amigas em questão de dias.
E então, eu conheci o namorado dela. Marcelo.
Marcelo era um espetáculo. Um negão de 1,98 de altura, careca, com um porte físico de fisiculturista. Os músculos dele pareciam esculpidos em pedra. E, pelo volume que marcava a calça de moletom dele quando ele ia buscar a Renata na faculdade, eu sabia que ali tinha, no mínimo, uns 25 centímetros de pura grossura.
Claro que a putinha aqui cresceu os olhos. Eu já estava imaginando como seria ser arrombada por aquele gigante. Mas o que eu não esperava era que a verdadeira ameaça não vinha dele. Vinha dela.
Comecei a notar o comportamento de Renata quando passamos a fazer academia juntas. No vestiário, enquanto nos trocávamos, eu percebia os olhares dela. Não eram olhares de inveja ou de comparação, como as mulheres costumam fazer. Eram olhares de fome. Ela secava a minha bunda quando eu me abaixava para amarrar o tênis. Ela encarava os meus seios quando eu tirava o sutiã esportivo.
Eu nunca tinha sentido atração por mulheres. Para mim, o tesão sempre esteve ligado ao pau, à força masculina, à dominação. Mas a forma como Renata me olhava começou a mexer comigo de um jeito estranho.
A primeira vez que o tesão quase explodiu foi na casa dela. Marcelo estava viajando a trabalho, e nós decidimos beber vinho e assistir a um filme. Estávamos sentadas no tapete da sala, já na segunda garrafa. Eu usava um shortinho de pijama e uma regata solta. Ela estava com um roupão de seda que deixava os peitões dela quase de fora.
— Sabe, Cris... — ela disse, a voz arrastada pelo álcool, os olhos fixos na minha boca. — O Marcelo vive falando de você.
Eu gelei. Será que ela tinha percebido as minhas intenções com ele?
— Falando o quê? — perguntei, tentando disfarçar o nervosismo.
Renata sorriu, um sorriso malicioso, e se aproximou. Ela colocou a mão na minha coxa nua. A pele dela era quente, macia.
— Ele diz que você é a mulher mais gostosa que ele já viu. Depois de mim, claro.
Eu engoli em seco. A mão dela subiu um pouco mais pela minha coxa, os dedos roçando a barra do meu short.
— E o que você acha disso, Rê? — eu perguntei, a voz falhando.
Ela se inclinou, o rosto a centímetros do meu. O cheiro do perfume dela, misturado com o vinho, me deu uma tontura deliciosa.
— Eu acho que ele tem razão. Você é um absurdo de gostosa, Cris.
Ela olhou para os meus lábios. Eu prendi a respiração. O meu coração batia tão forte que eu achei que ela pudesse ouvir. Eu queria que ela me beijasse, mas ao mesmo tempo, o medo do desconhecido me travou. Eu recuei de leve, rindo de nervoso.
— Você tá bêbada, Rê. Melhor a gente ir dormir.
Ela sorriu, afastando a mão, mas o olhar dela dizia que a brincadeira estava só começando.
A segunda vez foi no vestiário da academia. Estávamos sozinhas. Eu tinha acabado de sair do banho e estava me secando, completamente nua. Renata entrou, já vestida, e parou na minha frente.
— Caralho, Cris... — ela murmurou, os olhos descendo pelos meus seios, passando pela minha barriga e parando na minha buceta depilada. — Como é que você consegue ser tão perfeita?
Eu corei. Eu, a puta que já tinha dado para meia cidade, estava corando com o olhar de uma mulher.
— Para com isso, Rê. Você me deixa sem graça — eu disse, tentando me cobrir com a toalha.
Ela deu um passo à frente e segurou a toalha, impedindo que eu me cobrisse.
— Não esconde. Deixa eu olhar.
Ela levantou a mão e, com a ponta dos dedos, tocou o meu mamilo direito. O toque foi leve, quase imperceptível, mas mandou um choque elétrico direto para a minha intimidade. O meu mamilo endureceu instantaneamente.
— Viu? O seu corpo gosta — ela sussurrou, a voz rouca.
Ela se aproximou mais, e eu fechei os olhos, esperando o beijo. Mas a porta do vestiário se abriu, e duas outras garotas entraram rindo. Renata se afastou rapidamente, piscando para mim antes de sair. Eu fiquei ali, tremendo, com a buceta latejando de tesão por uma mulher.
Eu não aguentava mais. A tensão entre nós estava insuportável. Eu queria o Marcelo, sim, mas eu queria a Renata também. Eu queria saber qual era o gosto dela.
O clímax dessa loucura aconteceu numa sexta-feira à noite. Renata me ligou, dizendo que precisava conversar, que tinha brigado com Marcelo. Ela me pediu para encontrá-la num motel de luxo na saída da cidade. Achei estranho, mas fui.
Quando cheguei na suíte, a luz estava baixa. Havia pétalas de rosa espalhadas pelo chão e uma garrafa de champanhe no gelo. Renata estava dentro da hidromassagem, nua, a espuma cobrindo apenas parte do corpo dela.
— Rê? O que é isso? Cadê o Marcelo? — perguntei, confusa.
Ela sorriu, tomando um gole de champanhe.
— O Marcelo não vem, Cris. Hoje somos só nós duas.
Eu fiquei paralisada.
— Tira a roupa e entra — ela ordenou, a voz firme, dominadora.
Eu não consegui resistir. O tesão que eu vinha acumulando nas últimas semanas explodiu. Tirei o vestido, a calcinha e o sutiã, e entrei na água quente.
Assim que me sentei de frente para ela, Renata não perdeu tempo. Ela se aproximou, segurou o meu rosto com as duas mãos e colou a boca na minha.
O beijo foi uma explosão. A língua dela era macia, ágil, com gosto de champanhe. Eu correspondi com a mesma fome, enfiando as mãos nos cabelos loiros dela. Era diferente de beijar um homem. Era mais delicado, mas ao mesmo tempo, incrivelmente intenso.
— Eu tava louca pra fazer isso... — ela sussurrou contra os meus lábios, descendo as mãos pelos meus ombros até os meus seios.
Ela apertou os meus peitos, massageando a carne farta, e depois abaixou a cabeça, abocanhando o meu mamilo.
— Ah, Rê! — eu gemi, jogando a cabeça para trás. A boca dela era quente, e ela sugava com uma força deliciosa.
— Você gosta, sua safada? — ela provocou, chupando o outro mamilo. — Eu sei que você é uma putinha, Cris. O Marcelo me contou as fofocas que rolam sobre você na sua cidade.
Eu arregalei os olhos.
— Ele sabe?
— Nós sabemos — ela riu, deslizando a mão por baixo da água, passando pela minha barriga até chegar na minha buceta. — E nós adoramos.
Ela enfiou dois dedos dentro de mim de uma vez só. Eu gritei, a água da hidro espirrando para fora. A minha buceta estava tão encharcada que os dedos dela deslizavam com facilidade.
— Caralho, você tá muito molhada pra mim — ela disse, os olhos brilhando de luxúria.
— Fode a sua amiga, Rê! Fode a putinha! — eu gritei, completamente entregue àquela nova forma de vulgaridade.
Ela começou a estocar os dedos dentro de mim, rápido, forte, enquanto a outra mão esfregava o meu clitóris. Eu me contorcia na água, gemendo alto, os ecos dos meus gritos batendo nas paredes da suíte.
— Agora é a minha vez — ela disse, tirando os dedos de mim e se deitando de costas na borda da hidro, abrindo as pernas. — Vem chupar a minha buceta, Cris. Mostra o que você sabe fazer.
Eu me aproximei, ajoelhada na água. A buceta dela era linda, rosada, inchada de tesão. Eu não hesitei. Enterrei o rosto nela, passando a língua pelos lábios, sentindo o gosto salgado e doce dela.
— Puta que pariu! — Renata gritou, agarrando os meus cabelos. — Chupa, Cris! Chupa a minha buceta gostoso!
Eu chupei. Eu chupei como se a minha vida dependesse daquilo. Eu enfiei a língua fundo, explorei cada dobra, suguei o clitóris dela com força. Ela quicava contra o meu rosto, gemendo baixarias.
— Isso, sua vagabunda! Engole os meus sucos!
Nós passamos horas ali. Saímos da hidro, fomos para a cama redonda, e fizemos coisas que eu nem sabia que eram possíveis entre duas mulheres. Nós fizemos tesoura, esfregando as nossas bucetas uma na outra até gozarmos juntas, gritando e suando nos lençóis de cetim.
No fim da noite, estávamos exaustas, deitadas de conchinha. Renata beijou o meu pescoço.
— Sabe o que é melhor, Cris? — ela sussurrou.
— O quê? — perguntei, ainda ofegante.
— O Marcelo chega amanhã. E ele tá louco pra foder nós duas juntas.
Eu sorri no escuro. A minha vida tinha virado de cabeça para baixo de novo, mas, sinceramente? Eu não mudaria absolutamente nada. A putaria é o meu destino, e eu estava pronta para o próximo capítulo.
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